
Ilustração de Ricardo Cammarota (Folha)
Luiz Felipe Pondé
Folha
As críticas às religiões são largamente conhecidas, inclusive suas matrizes. Segundo Freud, um religioso é infantil e regressivo porque não consegue lidar com o desamparo estrutural da condição humana. Adere a seres imaginários, derivados da expectativa infantil de proteção dos pais, a fim de ser cuidado por esses seres.
Segundo Nietzsche, a crítica se refere à covardia diante da indiferença cósmica e o decorrente ressentimento moral e religioso. Se, para Freud, falta maturidade à pessoa religiosa, para Nietzsche, falta coragem. O abandono cósmico é insuportável, como dizia o escritor grego Nikos Kazantzakis, um leitor aguerrido de Nietzsche.
UM ALIENADO? – Segundo Feuerbach, o religioso é um alienado das próprias potências que ele aloca imaginariamente nos deuses —em Cristo, no caso do cristianismo, especificamente. Para o autor, toda teologia é antropologia filosófica.
Segundo Marx, não muito longe do Feuerbach, o religioso é um alienado que outorga ao clero e sua instituição os poderes sobre si mesmo, sua sociedade e sobre o mundo. Mas, para nosso profeta do fim do capitalismo, essa alienação é material, visto que pagamos por ela.
Compramos das religiões o ópio que nos deixará incapazes de enfrentar a vida com nossos próprios recursos. Toda religião é um delírio que nos custa dinheiro, em algum momento.
MEDO DOS DEUSES – Segundo Epicuro, o mote da adesão aos deuses é o medo deles. Tememos o poder deles sobre nossas vidas, sejam vidas terrenas e históricas, sejam vidas depois da morte.
Ao afirmar seu atomismo materialista, Epicuro nos livrava do terror dos deuses para com a vida após a morte, já que a alma seria puro ar que saia pela boca no último suspiro, portanto, mortal.
Quem sabe, se perdêssemos o medo dos deuses, perceberíamos que nada de ruim nos aconteceria —de ruim digo, algo diferente do que sempre nos acomete. O medo seria o afeto religioso por excelência.
POLÍTICA DO MEDO – Com Spinoza, aprendemos a suspeitar do caráter político das religiões —que o Marx, “doutor em Epicuro”, herdou como parte de sua crítica às religiões. Se para Freud era o desamparo, para o Nietzsche a indiferença cósmica, para o Feuerbach e Marx era alienação, para Spinoza, era uma forma de política do medo.
Segundo alguns darwinistas, as religiões são traços evolucionários que se caracterizam por delírios imaginários organizados objetivamente e que foram adaptativos desde sempre. Seja para temermos os deuses maus, seja para pedirmos ajuda para os bons, as religiões nada mais seriam do que um polegar opositor metafísico.
Segundo o antropólogo Clifford Geertz, as religiões são “apenas” sistemas culturais de sentido como quaisquer outros. Humano, demasiado humano.
A FÉ RESISTE – Entretanto, tais críticas em nada arranharam, até hoje, a fé e a adesão da maior parte dos seres humanos a sistemas religiosos dos mais variados tipos.
Apesar da reconhecida validade de todas essas análises, pessoalmente, sinto que a crítica freudiana é a mais letal e aponta para um elemento complicador, principalmente nos tipos de adesão mais radical a sistemas religiosos. Esse complicador é o vínculo entre a vida psicológica enquanto tal e a dita vida espiritual.
Onde ficaria a fronteira entre eventos estritamente psicológicos ou psicopatológicos e eventos de ordem espiritual-religiosa? Se você tem uma adesão dura a alguma religião que explicaria transtornos de comportamento a partir de uma semântica espiritual-religiosa, a fronteira, seguramente, poderia ficar borrada.
REGRESSÃO FREUDIANA – Se a adesão a sistemas religiosos significa, como pensava Freud, algum tipo de regressão psíquica a estágios mais “primitivos” —no sentido psicanalítico, ou seja, mais próximos da infância psíquica —, na lida com o desamparo e suas consequências, tais como medo, insegurança, sentimento de abandono, estresse material grave, doenças, ou mesmo algum tipo de dependência absoluta tardia, a tendência seria que esta adesão religiosa se caracterizasse por ser inatingível aos esforços da razão.
A conclusão é que, em sendo as religiões sistemas abertos de interpretação —n ão há limite para a interpretação religiosa dos fatos porque a religião implica teorias absolutamente dissociadas de qualquer teste racional ou empírico—, suas explicações podem devorar os eventos da vida, atribuindo sentido espiritual a tudo.
A crítica de Marx tem aqui também seu lugar. Qualquer serviço espiritual, principalmente se envolve atos de magia, custa dinheiro, muito dinheiro. Quando as religiões assumem as explicações para os sofrimentos psíquicos, as religiões vendem sua falsa cura para nós, os infelizes.
Qualquer opinião que não enfrente a dificílima questão do mundo místico é parcial, tendenciosa, uma espécie de ideologia.
O ateísmo é uma forma de fé.
Nada contra a religião, a fé, a liberdade individual de crer e compartilhar.
Mas há bandidos abrindo pequenas igrejas grandes negócios.
Matando, enganando, arrancando todo o patrimônio de doentes e desesperados.
Precisam ser combatidos por aqueles que creem em Deus.
Porque zombam do criador e da Justiça Divina ao longo de décadas.
E causam muito prejuízo.
Satanás perto desses espertalhões de carne, sangue e malandragem sem limites é apenas um menino, sincero e inocente.
“Veja também: O Irã é um braço da Maçonaria Sionista e o Irã também é controlado por satanistas.
A Terceira Guerra Mundial repete a Segunda Guerra Mundial, colocando os comunistas (os Aliados, a Rússia, a China, os BRICS, a Irmandade Muçulmana, ou seja, o Irã e o islamismo radical) contra os Estados Unidos.
Os fascistas (EUA sionistas, Argentina, Ucrânia). Trump, Putin e Netanyahu são todos maçons e membros do Chabad.
Eles são controlados no topo pelos Rothschilds, mas a guerra é “para valer”.
Escolhemos lados, mas ambos os lados são satânicos. Ao Irã foi atribuído o papel de mocinho.”
De 27 de fevereiro de 2024 a 27 de março de 2026
https://www.henrymakow.com/
As religiões ao longo do tempo, ajudaram a humanidade a se desenvolver, mas também a cometer barbáries.
Hoje em dia, as religões oferecem esperanças que nunca se concretizam e, infelizmente, a fé das pessoas é usada para fins politiqueiros e econômicos.
Quem as domina?
https://youtu.be/TaU26_wg05Q?is=sHw7a6FSS7TztJZq
Bah. Custo a acreditar que acreditas nessas fake news. https://www.yadvashem.org/pope-visits/francis.html
Adendos, em:
https://hebreuisraelita.wordpress.com/arquivo-completo-e-atualizado/
Fake? Ei-lo, em:
https://hebreuisraelita.wordpress.com/2012/04/11/holocausto-judeu-a-mentira-do-seculo/
Quem manda, em:
https://www.oevento.pt/tag/mafia-khazariana/
“Religião”, é o que impede que os pobres matem os ricos, segundo:
https://www.facebook.com/share/r/1DDRX6BUHW/
“Toda religião é um delírio que nos custa dinheiro, em algum momento.
É a velha compra da “cadeira no céu” que os intermediários do “criador” põe a disposição da população.
Sobre o assunto, dizem que Montesquieu argumentava que a religião no mundo, começou quando o primeiro malandro encontrou o primeiro otário.
Pois é! Política e religião, que tem acompanhado a humanidade desde sempre, dão no que pensar.
Será que lá no inicio da civilização não teria havido um outro caminho, que foi abandonado? Como já dizia o antigo tango argentino Cambalache, “que este mundo é uma porcaria, eu já sei”.
Será que algum dia vai melhorar?
NA MINHA OPINIÃO, É AGORA OU NUNCA, A HORA E A VEZ DAS IGREJAS FIÉIS A JESUS CRISTO, e tementes a Deus, intercederem em favor da salvação do que ainda resta de Humanidade, tendo em vista a política, os partidos, a democracia dos me$mo$ e até mesmo o próprio estado desviados das finalidades fundamentais e rendidos à loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, em detrimento do sucesso pleno do bem comum do conjunto da população enquanto finalidade precípua de todo estado que se preza. ORA ESSA, SE DE FATO, EM 1971, NO BRASIL, TODOS ESTAVAM SURDOS, como capturado pelo então jovem compositor e cantor, Roberto Carlos, agora, em 2026, 55 anos depois, com a ascensão de Donald Trump ao comando dos EUA, enquanto QG mundial da plutocracia putrefata, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar a tola freguesia da dita-cuja, copiada mal e porcamente no Brasil há 136 anos, elevando à enésima potência a loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, a impressão é que todos ficaram isto sim surdos, cegos e mudos, de modo que, a nosso ver, não resta outra coisa para salvar o que ainda resta de Humanidade senão a intercessão das suas Igrejas fiéis a Jesus Cristo, e tementes a Deus, para que atuem no sentido de estancar a loucura mundial pelo vil metal, e, por conseguinte, pela libertação da Humanidade que se encontra prisioneira e reduzida à condição de vítima, refém, súdita e escrava da dita-cuja loucura, mostrando assim a que e a quem vieram ao mundo e de qual lado realmente estão: da loucura por dinheiro ou da salvação da Humanidade, em sendo o aqui e agora, a nosso ver, a hora e a vez da redenção do ser humano e da Humanidade pela intercessão e intervenção propositiva das Igrejas fiéis a Jesus Cristo e os seus fieis escudeiros, tementes a Deus, até porque é dever de todos que operam na boa-fé, principalmente da sociedade civil organizada, de todos os segmentos sociais, exigir que o Estado, enquanto conjunto da sociedade juridicamente organizado, cumpra o seu papel constitucional, porque do resto, “data venia”, a esta altura do campeonato da vida no planeta apelidado de terra que urge ser resgatado e rebatizado como Planeta Vida, não há mais nada de bom, novo, humano, promissor e alvissareiro a esperar no sentido da redenção, da evolução humana e da empatia. https://www.facebook.com/reel/459489214761492 https://www.facebook.com/photo?fbid=27303562289338666&set=a.124138644374398
Da profecia da chegada do descendente da mulher em Gênesis 3:15 até o seu surgimento, transcorreram cerca de 4 milênios.
O tempo dos humanos é um grande desafio para analisar aquele que de tempo indefinido a tempo indefinido é o que eternamente tem sido, Deus. Salmos 90:2 b
Devido ao tempo muitos desistiram de Deus e outros tantos nunca chegaram a admiti-lo em suas realidades.
De fato, é um grande desafio aceitar um Deus que por tão longo tempo convive com a dor da tragédia humana; nascer carregando o próprio cadáver, como dizia Nelson Rodrigues. O paradoxo de mirar o infinito como diz Eclesiastes 3:11, mas tendo certeza de ser impossível conquistá-lo porque a sepultura está ao alcance de seus olhos.
Onde fica o amor de Deus? 1°João 4:8
Onde fica a justiça de Deus? Isaias 61:8
Onde fica o Todo-Poder de Deus? Gênesis 17:1
Onde fica sabedoria de Deus? Rom 16:27?
Essas são perguntas que muitos ficaram sem respostas e levam tal vazio para o vazio existencial onde reina o completo silêncio.
Fé exige conhecimento exato e saber esperar pelo tempo que não é contado como vivemos o nosso tempo.
Fé não é miragem nem consciência da realidade de um horizonte bidimensional de um náufrago.
A fé não é abstrata porque Deus não é um sentimento..
Reina, o aplicado 171 da fé!