
Infantino passou vergonha ao se curvar perante Trump
Vicente Limongi Netto
Com um telefonema, Donald Trump colocou de joelhos o medonho, patético e capacho presidente da Fifa, Gianni Infantino. Trump não gostou da expulsão de um jogador da seleção dos Estados Unidos. Não demorou o conselho de arbitragem da entidade anulou a suspensão do atleta.
Por culpa e falta de firmeza e autoridade de Infantino a copa de 2026 ficou desmoralizada. Perdeu o respeito do torcedor. Infantino jogou no lixo a isenção e o regulamento da maior competição de futebol do mundo.
DEBANDADA – Ameaçado de ser demitido do cargo, Infantino corre atrás de aliados, agora em coletiva debandada. Para exibir uma autoridade que não tem, o serviçal Infantino gosta de sentar ao lado de autoridades mundiais nos estádios.
Nunca teve moral nem autoridade para banir dirigentes esportivos. Age por vingança. Como esmerado pau mandado.
Trump desmascarou Infantino e jogou no lixo a credibilidade e respeitabilidade da copa do mundo de 2026.
ARBITRAGENS – A copa do mundo tem mostrado que os árbitros deixam de marcar faltas e pênaltis claros para deixar o jogo rolar. Certamente orientados pela desmoralizada Fifa. Isso facilita os mais faltosos. Empurrando, atropelando, roubando a bola com faltas.
A reação do jogador que perde a bola, para não dar o contra-ataque é correr para fazer uma falta intencional e parar a jogada. Sem que o árbitro dê um cartão amarelo. Com essa ideia de deixar o jogo rolar, além de incentivar as faltas, o futebol ficou parecendo um misto de futebol inglês com os pés, com o futebol americano, com as mãos.
O arbitro fica à vontade para prejudicar uma seleção, e abusar da liberdade de marcar o que bem entender.
DIZ O IGNÁCIO – Nova mensagem que recebi do respeitado amigo e acadêmico Ignácio de Loyola Brandão. Fico honrado com todas elas.
“Vicente, Aqui no sul de Minas, olhando o verde da Mantiqueira aos meus pés, é uma delÍcia te ler, irônico, mordaz, verdadeiro. Lleio com o prazer com que lia Stanislaw Ponte Preta na Última Hora onde trabalhei – ele no Rio, eu em São Paulo.
P.S. – Vou comer pão de queijo quente, cujo aroma me vem do forno. Feito na hora. Quer?”
O “nazifacista com outra cara” não precisa se preocupar, com a reeleição do jacu de gaiola neandertal, poderá varrer todo o lixo da decadência moral, civilizacional e temporal por aqui.
Sem qualquer seu esforço a bagaça já começou.
https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/11/17/transparencia-internacional-critica-gasto-de-r-345-mil-do-governo-lula-para-trazer-ex-primeira-dama-condenada-do-peru.ghtml
É assim que o verme investe a arrecadação da extorsão da sociedade com seus impostos.
… poderá varrer todo o lixo da decadência moral, civilizacional e temporal pra aqui
Será que o Brasil está preparado pra ter seu “Biden dos trópicos”?
O tempo passa, o tempo voa e os gênios imbecilizados, mulas sem cabeça, como dizia Darcy Ribeiro continuam numa boa, mamando nas testas do Estado.
Como é bom ser intelectual orgânico da burguesia cleptopatrimonialsta!
Gilberto Gil ainda preocupado com a possível extinção da apropriação da mais valia absolutíssima.
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/gilberto-gil-diz-que-e-preciso-uniao-contra-ascensao-do-movimento-de-direita.shtml
A sobrevivência deste vagabundagem anda em risco.
Não pelo picolé de chuchu, herdeiro das capitanias bolsonaristas, pela Nova Ordem Mundial, advinda da Quarta Revolução Tecnológica, em em que um país desgovernado por um jacu de gaiola igual ao que temos, já era!
https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE
Qual o nível de decadência de um país que idolatra um verme asqueroso deste?
Vale a pena a leitura:
🇧🇷 🇳🇴 _*O Eco das Duas Margens_*
Você viu essas duas cenas?
A Times Square, em Nova York, sempre foi o epicentro do excesso.
Mas, durante a Copa do Mundo, suas telas gigantes e luzes de neon serviram apenas como moldura para um espetáculo muito mais revelador: o espelho da alma de duas nações.
De um lado da avenida, o bloco vermelho da Noruega marchava com o peso da história e a leveza da civilidade. Sob o comando de um tambor compassado, centenas de cidadãos se agachavam em uníssono. O movimento era um só: braços esticados para a frente e recolhidos com força em direção ao peito. Estavam ali, no asfalto americano, evocando seus antepassados. O grito que ecoava de suas gargantas era *”Ro!”* : o comando ancestral para remar.
Havia ali uma sincronia assustadora de tão bela, uma demonstração de que a força de um povo reside na sua capacidade de agir como um corpo único, coordenado, disciplinado.
O “Viking Row” era uma aula de educação e propósito. Mostrava um povo que entende que, para o barco avançar, todos precisam puxar o remo na mesma direção, com respeito ao espaço público e ao olhar do outro.
A poucos metros dali, a resposta brasileira não tardou. Mas o barco que os brasileiros decidiram colocar na água era de outra natureza.
Aproveitando o mesmíssimo ritmo cadenciado do tambor nórdico, a torcida canarinho, vestida de amarelo, também se sentou no chão.
Mas o movimento de braços e quadris que se seguiu não evocava navios, conquistas ou união; simulava, de forma explícita e hiperbólica, o ato sexual. O grito ritmado que substituiu o comando de navegação foi o *”Créu”*, resquício de um funk de duplo sentido que atravessou décadas para virar o cartão-de-visitas nacional na metrópole mais famosa do mundo.
O contraste é imediato, violento e abissal.
De um lado, a sublimação da cultura através da ordem; do outro, a redução do espírito à piada de baixo calão.
O detalhe mais cruel dessa crônica de costumes não estava na coreografia em si, mas em quem a executava. Aqueles que rebolavam no chão de Nova York não eram os marginalizados pela falta de oportunidades. Em 2026, com o dólar acima de 5 reais, passagens aéreas proibitivas, hotéis inflacionados e ingressos de Copa que custam pequenas fortunas, aquela multidão em verde e amarelo era composta por uma elite.
Eram brasileiros com acesso ao consumo, portadores de diplomas, herdeiros ou construtores de grandes patrimônios financeiros. Gente que teve acesso às melhores escolas e oportunidades que o país pode oferecer.
E é aí que a ferida se abre. O episódio em solo americano enterra de vez a velha ilusão de que os problemas comportamentais do Brasil são fruto exclusivo da vulnerabilidade socioeconômica ou da falta de recursos.
O dinheiro compra o bilhete para a Times Square, paga a hospedagem em Manhattan, mas não compra o que falta na bagagem.
Cultura, afinal, não se mede pela conta bancária de seus cidadãos. Cultura tem a ver com caráter coletivo, com aquilo que toca a alma de um povo e dita o que ele considera orgulho ou vergonha.
Tem a ver com valores morais e com a noção rudimentar de decoro. Enquanto uma nação escolhe mostrar ao mundo sua capacidade de organização e respeito, a outra, representada por sua parcela mais privilegiada, escolhe a apelação, confundindo irreverência com vulgaridade.
As duas torcidas cruzaram o Atlântico, mas habitam planetas civilizatórios completamente diferentes.
No fim, quando o tambor calou, a Noruega deixou em Nova York a imagem de um povo que sabe para onde navega.
O Brasil deixou apenas o eco de um constrangimento autofágico, mostrando que a nossa maior pobreza, infelizmente, não se resolve com dinheiro.
Uma ótima semana para todos nós, com muito trabalho e bom ânimo.
_*Marx Gabriel*_
06.jul.26
José Luis
Amigão…
Excelente artigo, coloca os bostileiros (67%) no lixão de ignôrancia…..
Esses bostileiros são formados nas Universidades dos Crimes, junto com a maioria dos Professores com a ideolgia do ‘tudo fácil” e podem fazer o que quiser..”
È o espelho de todos os bandidos que estão no poder…
Quer ver o que disse as duas ratazanas sobre nossa cultura bostileira…
Haddad veta projeto de lei que proibia bailes funk em SP
Para prefeito da capital paulista, ‘o funk é uma expressão legítima da cultura urbana jovem’
o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad afirmou que o funk é uma expressão legítima da cultura urbana jovem. Ele declarou isso em 2014, quando vetou um projeto de lei aprovado na Câmara Municipal que buscava proibir a realização de bailes funk (pancadões) em vias públicas na cidade.Na ocasião do veto, sua gestão argumentou que o funk já era abarcado pela legislação vigente e defendeu o diálogo em vez da criminalização, buscando alternativas como o rodízio e a regulamentação dos espaços para a realização dos eventos
PS
Como ter pessoas educados neste Páis ou que vão a outro Páis dar Shows de Mal-Educados.??
Geraldo Alckmin reconheceu o funk e os bailes como manifestação cultural em 2016, quando assinou a lei estadual que instituiu o Dia do Funk em São Paulo
Essa afirmação foi alvo de debates e críticas políticas ao longo dos anos, com diferentes gestões conciliando o incentivo à cultura com o controle de ruídos e segurança. Para entender como o tema da música alta e dos eventos nas periferias tem sido abordado em debates políticos recentes:
Percebeu o motivo de ser o Vice do Ladrão.??
aquele abraço
PS.
Tudo mundo esquece “menas nóis”
eh!eh!eh
O pior é a pilantragem aplaudindo o verme!
É impressionante como um vagabundo inútil, como o Lula, seja idolatrado e , o pior, indo prum quarto mandato.
https://www.youtube.com/watch?v=9ZhPGxN-XsM
Quem viu João Havelange como presidente da FIFA e vê esse idiota como presidente, é uma diferença abissal. Outra coisa que está ocorrendo são atuações muito suspeitas da arbitragem. Tudo nesse mundo esta perdendo seus valores. Agora está querendo levar 64 seleções para próxima copa, daqui há pouco teremos uma copa com todos os países
O futebol brasileiro precisa ser reorganizado e reestruturado de cabo a rabo para que aspire a conquista do Mundial novamente, especialmente seus órgãos diretivos.
Os últimos 6 presidentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tiveram gestões marcadas por escândalos, prisões e destituições judiciais, sendo que quase todos saíram antes de terminar o mandato por envolvimento em corrupção, escândalos sexuais ou irregularidades nas eleições.
Abaixo está o histórico dos últimos mandatários e seus respectivos destinos:
1. Ricardo Teixeira (1989 – 2012)
Destino: Renunciou ao cargo após mais de duas décadas comandando o futebol brasileiro. Em 2019, foi banido para sempre do futebol pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) devido a esquemas de suborno e corrupção.
2. José Maria Marin (2012 – 2015)
Destino: Preso em 2015 na Suíça durante a operação do FBI conhecida como “Fifagate”. Ele foi extraditado para os Estados Unidos, condenado por corrupção, fraude e lavagem de dinheiro, e cumpriu pena na prisão.
3. Marco Polo Del Nero (2015 – 2017)
Destino: Afastado da presidência pelo Comitê de Ética da Fifa, também sob acusações no “Fifagate”. Em 2018, foi banido de qualquer atividade relacionada ao futebol e tornou-se fugitivo internacional, evitando sair do Brasil para não ser preso.
4. Coronel Nunes (Interino: 2017 – 2018 e 2021)
Destino: Assumiu a entidade de forma interina após a queda de Del Nero. Conhecido por ser o vice mais velho, foi o único que conseguiu passar pelo cargo sem ser alvo de processos judiciais ou prisões.
5. Rogério Caboclo (2019 – 2021)
Destino: Afastado definitivamente do cargo em 2021 após graves denúncias de assédio moral e sexual feitas por uma funcionária da própria CBF.
6. Ednaldo Rodrigues (2022 – 2025)
Destino: Eleito em 2022, mas destituído do cargo pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) em 2023.
Após retornar provisoriamente com uma decisão do STF, sofreu novo afastamento em maio de 2025 e retirou seus recursos jurídicos, optando por abandonar a disputa e se afastar do cenário político da confederação.
1. Ricardo Teixeira (1989 – 2012)
Destino: Renunciou ao cargo após mais de duas décadas comandando o futebol brasileiro. Em 2019, foi banido para sempre do futebol pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) devido a esquemas de suborno e corrupção.
O Corruptola está livre leve e solto,gastando a grana que roubou, sem ter dado um chute na bola em toda a vida..
È assim que a Policia Federal, Receita Federal trata os íntimos…
eh!eh!eh
3. Marco Polo Del Nero (2015 – 2017)
Destino: Afastado da presidência pelo Comitê de Ética da Fifa, também sob acusações no “Fifagate”. Em 2018, foi banido de qualquer atividade relacionada ao futebol e tornou-se fugitivo internacional, evitando sair do Brasil para não ser preso.
Este aqui além de estar livre, leve e solto para cometer mais crimes de lesa pátria, é um playboy de 80 anos desfilando com uma gata-modelo pela cidade 60 anos mais nova que o bandidão, sem ser incomodado pela Policia Federal , Receita Federal e pelas redações da Ultra-Extrema-Comuna-Fasci-Nazi-Midia-Franco-Tucana-Petista.-CorruPTa.
E o salário do preto, branco, pobre favelado, donas de casa, velhinhos aposentados indefesos teve um aumento de 103,00 reaus doado pelo Presidiário de Plantão….
É aonde chegou a também chamada “casa bandida do futebol”, Senhor Armando. Lamentavelmente.