
Charge do Weber (Arquivo do Google)
Jeniffer Gularte
O Globo
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai intensificar ataques à família Bolsonaro e atribuir a culpa do tarifaço à atuação dos adversários no exterior, além de reforçar que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), oponente na corrida eleitoral, adotou um discurso de “submissão” ao governo de Donald Trump.
Petistas também vão reforçar que a atuação de Flávio junto aos Estados Unidos para reverter a sanção foram “inócuas”. Já nas primeiras horas após a implementação do tarifaço, a campanha orientou a militância a mirar na família Bolsonaro como origem da medida econômica.
ESTRATÉGIA – O primeiro anúncio de tarifaço, em junho de 2025, foi feito por Donald Trump com o pedido de que o governo atuasse para cancelar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na trama golpista. Na época, Flávio e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que mora nos EUA, chegaram a endossar a medida. A estratégia petista será envolver toda família Bolsonaro nas investidas contrárias e reforçar a pecha de “traidores da pátria”.
Em outra frente, o PT reforçará a postura de negociador que Lula teve durante o processo — o presidente chegou a ir à Casa Branca em maio em um encontro com Trump — e o papel “ineficiente” de Flávio com o que avaliam ser uma conduta de “submissão” do adversário.
“É muita desfaçatez! Marco Rubio disse que nosso governo não negociou de “boa fé”. Boa fé pra ele era acabar com o PIX e entregar as terras raras aos EUA. Se esse cidadão está acostumado a lidar com os lambe-botas bolsonaristas é bom que tenha claro: nossa soberania não está na mesa de negociação. No governo Lula, sua arrogância será sempre respondida com altivez e cabeça erguida, não com submissão e de joelhos!”, afirmou o ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, e um dos coordenadores da campanha de Lula, nas redes sociais. Em outra postagem, ele lembrou da imagem da bandeira dos Estados Unidos em uma manifestação em apoio a Bolsonaro.
AUDIÊNCIA – Na semana passada, o presidenciável do PL foi aos EUA participar da audiência do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) e pediu o adiamento do tarifaço. A sessão não tinha efeito prático de canal de negociação, pois era um espaço aberto pelo governo americano para a participação de setores da sociedade, como empresários.
Em documento enviado ao USTR, Flávio afirmou que a sobretaxa proposta sobre produtos brasileiros daria a Lula “exatamente a vitória política que ele vem buscando” e sugeriu que a negociação ocorresse após as eleições, “uma vez que o cenário político que determinará a viabilidade de qualquer solução negociada será redefinido dentro de aproximadamente noventa dias.”
FINGIMENTO – Agora, a campanha adotará a linha de que o senador “fingiu” que estava negociando e agiu como traidor e que sanções podem gerar perda de emprego e quebra de empresas.
Na madrugada desta quinta-feira, os Estados Unidos publicaram a decisão de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com uma lista de exceções que abrange itens importantes da pauta de exportações do Brasil, como carne e suco de laranja. A medida entra em vigor na semana que vem, em 22 de julho. A taxação deixará fora laranja, suco de laranja, carne, café, petróleo e gás, além de peças e componentes aeroespaciais.
A decisão foi tomada após a investigação da Seção 301 pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês). A investigação tratava de acusações sobre supostas práticas desleais de comércio e apurava se ações do Brasil, como o uso do Pix, o desmatamento ilegal e a dificuldade dos EUA em ter acesso ao mercado de etanol brasileiro, prejudicariam as empresas americanas.
A mensagem do secretário de Estado americano, Marco Rubio, não é uma intervenção direta na eleição presidencial brasileira, claramente contra Lula e, obviamente, a favor de Flávio?
“Hoje, o presidente Trump determinou que o USTR imponha uma tarifa de 25% sobre a maior parte das importações brasileiras.
Que não haja dúvidas sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os Estados Unidos de boa-fé.
Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso.
As políticas econômicas de Lula são ruins tanto para os americanos quanto para o próprio Brasil.”
Acorda, Brasil! Presta Atenção!
Esse blog deveria ter algum texto de futebol afinal estamos na final da Copa do mundo ! Só acho.
Dia 19, lembra-nos a farsa criminosa das venenosas e funestas vacunas da Covid.
A discussão envolvendo o Dr. Patrick Soon-Shiong e a proteína spike centra-se nas preocupações científicas do bilionário e pesquisador sobre a segurança e a persistência da proteína spike viral ou induzida por vacinas, além do seu uso no desenvolvimento de uma vacina de segunda geração.
Os principais pontos do debate incluem:
• Impacto no Supressor de Tumores P53: Soon-Shiong destacou uma hipótese científica de que a proteína spike do SARS-CoV-2 pode interagir biologicamente e reduzir a atividade e a função do gene supressor de tumores p53 (proteína que repara células danificadas). Segundo essa teoria, a persistência da proteína spike combinada com outros vírus (como o HPV) pode potencialmente suprimir essas defesas.
• Relatos de Casos Clínicos: Em entrevistas públicas, ele mencionou o caso de pacientes com câncer de cólon e pâncreas de início precoce, bem como recrudescimento de cânceres em remissão após a vacinação de mRNA. Ele defende que mais estudos são essenciais para separar coincidência de causalidade e que o papel do sistema imunológico exige investigação cuidadosa
Quem está na final é a Espanha e Argentina
A Selecinha de Mérida Bostileira vazou faz tempo.
As ações do “Agente Barba”, como devem ser consideradas?
Após a prisão de Maduro e sem outra alternativa, a presidente interina da Venezuela submeteu o país ao domínio dos States:
“A presidente interina chavista, Delcy Rodríguez, adotou uma ‘estratégia pragmática’ para se aproximar dos Estados Unidos após a captura de Nicolás Maduro, visando estabilizar a economia e evitar um colapso.
Suas principais ações para mudar a dinâmica com Washington incluíram:
Gestão petrolífera e abertura econômica: Durante seu período no governo, acenou favoravelmente ao mercado e ofereceu garantias a investimentos norte-americanos no vital setor de energia do país.
Suspensão de sanções e diálogo: Buscou ativamente canais diplomáticos, o que resultou na retirada de seu nome da lista de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA. Ela também enviou representantes diplomáticos a Washington e negociou com a oposição local.
Apesar da reaproximação, a líder interina manteve um discurso de defesa da soberania e condenou a intervenção americana em território venezuelano.”
A sinalização de Rubio é clara: os States só vão largar os Bolsonaros no ostracismo e estender o tapete vermelho para o Lula, se o governo brasileiro seguir o ‘exemplo’ da Venezuela.
Traidores? Quem são e onde “as claras” e blindados se escondem?
https://youtube.com/shorts/doZi6iBQzEU?is=rwX0OLefrrB_oNw7
Será que traição não é entregar esse país para a china. O caras estão comprando tudo, estão chicoteando os brasileiros, agora saiu a notícia de assédio sexual na fabrica BYD na Bahia.
Tem o caso da cidade que queriam construir na Paraíba:
Cidade Futurista na Paraíba (O caso Mataraca)
O Projeto: O grupo empresarial Brasil CRT apresentou uma proposta para transformar a pequena cidade de Mataraca (PB), que possui cerca de 8 mil habitantes, em uma metrópole com um porto de águas profundas e capacidade para milhões de turistas.Status atual: O valor de R$ 9 trilhões anunciado gerou desconfiança e o projeto se tornou alvo de investigação pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para averiguar a viabilidade e a origem dos recursos.
Compraram minas, não vai demorar vão indicar ministros do stf, stj e tcu.
A China começou a aumentar expressivamente a importação de commodities brasileiras a partir de 2004.
Esse ciclo de expansão ganhou ainda mais força no biênio de 2009–2010, ano em que o país asiático superou os EUA e se consolidou definitivamente como o principal parceiro comercial do Brasil.
O movimento foi impulsionado pelo acelerado crescimento urbano e industrial chinês, que demandou grandes volumes de matérias-primas brasileiras, como soja, minério de ferro e petróleo.
O histórico dessa relação comercial consolidou-se em números expressivos nos últimos anos:
Transição histórica: Em 2000, o país asiático figurava apenas como o 25º parceiro comercial brasileiro, mas saltou para o 1º lugar na primeira década dos anos 2000.
Liderança contínua: Há mais de 15 anos a China se mantém como principal destino das mercadorias nacionais, com recordes bilaterais que ultrapassaram a marca de US$ 171 bilhões em comércio no último ano.
Pauta exportadora: A relação consolidou uma forte concentração agropecuária e extrativista, com cerca de 80% da soja exportada e grande parte do minério de ferro brasileiro tendo a China como destino final.
Em contrapartida e ao mesmo tempo, a China foi ampliando sua presença imperialista no território brasileiro.