PT explora tarifaço para isolar Flávio e reforçar narrativa de traição nacional

10 thoughts on “PT explora tarifaço para isolar Flávio e reforçar narrativa de traição nacional

  1. A mensagem do secretário de Estado americano, Marco Rubio, não é uma intervenção direta na eleição presidencial brasileira, claramente contra Lula e, obviamente, a favor de Flávio?

    “Hoje, o presidente Trump determinou que o USTR imponha uma tarifa de 25% sobre a maior parte das importações brasileiras.

    Que não haja dúvidas sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os Estados Unidos de boa-fé.

    Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso.

    As políticas econômicas de Lula são ruins tanto para os americanos quanto para o próprio Brasil.”

    Acorda, Brasil! Presta Atenção!

      • A discussão envolvendo o Dr. Patrick Soon-Shiong e a proteína spike centra-se nas preocupações científicas do bilionário e pesquisador sobre a segurança e a persistência da proteína spike viral ou induzida por vacinas, além do seu uso no desenvolvimento de uma vacina de segunda geração.
        Os principais pontos do debate incluem:
        • Impacto no Supressor de Tumores P53: Soon-Shiong destacou uma hipótese científica de que a proteína spike do SARS-CoV-2 pode interagir biologicamente e reduzir a atividade e a função do gene supressor de tumores p53 (proteína que repara células danificadas). Segundo essa teoria, a persistência da proteína spike combinada com outros vírus (como o HPV) pode potencialmente suprimir essas defesas.
        • Relatos de Casos Clínicos: Em entrevistas públicas, ele mencionou o caso de pacientes com câncer de cólon e pâncreas de início precoce, bem como recrudescimento de cânceres em remissão após a vacinação de mRNA. Ele defende que mais estudos são essenciais para separar coincidência de causalidade e que o papel do sistema imunológico exige investigação cuidadosa

  2. Após a prisão de Maduro e sem outra alternativa, a presidente interina da Venezuela submeteu o país ao domínio dos States:

    “A presidente interina chavista, Delcy Rodríguez, adotou uma ‘estratégia pragmática’ para se aproximar dos Estados Unidos após a captura de Nicolás Maduro, visando estabilizar a economia e evitar um colapso.

    Suas principais ações para mudar a dinâmica com Washington incluíram:

    Gestão petrolífera e abertura econômica: Durante seu período no governo, acenou favoravelmente ao mercado e ofereceu garantias a investimentos norte-americanos no vital setor de energia do país.

    Suspensão de sanções e diálogo: Buscou ativamente canais diplomáticos, o que resultou na retirada de seu nome da lista de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA. Ela também enviou representantes diplomáticos a Washington e negociou com a oposição local.

    Apesar da reaproximação, a líder interina manteve um discurso de defesa da soberania e condenou a intervenção americana em território venezuelano.”

    A sinalização de Rubio é clara: os States só vão largar os Bolsonaros no ostracismo e estender o tapete vermelho para o Lula, se o governo brasileiro seguir o ‘exemplo’ da Venezuela.

  3. Será que traição não é entregar esse país para a china. O caras estão comprando tudo, estão chicoteando os brasileiros, agora saiu a notícia de assédio sexual na fabrica BYD na Bahia.

    Tem o caso da cidade que queriam construir na Paraíba:

    Cidade Futurista na Paraíba (O caso Mataraca)

    O Projeto: O grupo empresarial Brasil CRT apresentou uma proposta para transformar a pequena cidade de Mataraca (PB), que possui cerca de 8 mil habitantes, em uma metrópole com um porto de águas profundas e capacidade para milhões de turistas.Status atual: O valor de R$ 9 trilhões anunciado gerou desconfiança e o projeto se tornou alvo de investigação pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para averiguar a viabilidade e a origem dos recursos.

    Compraram minas, não vai demorar vão indicar ministros do stf, stj e tcu.

  4. A China começou a aumentar expressivamente a importação de commodities brasileiras a partir de 2004.

    Esse ciclo de expansão ganhou ainda mais força no biênio de 2009–2010, ano em que o país asiático superou os EUA e se consolidou definitivamente como o principal parceiro comercial do Brasil.

    O movimento foi impulsionado pelo acelerado crescimento urbano e industrial chinês, que demandou grandes volumes de matérias-primas brasileiras, como soja, minério de ferro e petróleo.

    O histórico dessa relação comercial consolidou-se em números expressivos nos últimos anos:

    Transição histórica: Em 2000, o país asiático figurava apenas como o 25º parceiro comercial brasileiro, mas saltou para o 1º lugar na primeira década dos anos 2000.

    Liderança contínua: Há mais de 15 anos a China se mantém como principal destino das mercadorias nacionais, com recordes bilaterais que ultrapassaram a marca de US$ 171 bilhões em comércio no último ano.

    Pauta exportadora: A relação consolidou uma forte concentração agropecuária e extrativista, com cerca de 80% da soja exportada e grande parte do minério de ferro brasileiro tendo a China como destino final.

    Em contrapartida e ao mesmo tempo, a China foi ampliando sua presença imperialista no território brasileiro.

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