Humberto Martins cotado para ser o próximo ministro do Supremo Tribunal Federal

O problema é que Martins não é tremendamente evangélico

José Carlos Werneck

O ministro Humberto Martins, presidente  do Superior Tribunal de Justiça, está cotadíssimo para ser indicado para a vaga no STF que se abrirá, em julho próximo, com a aposentadoria do atual decano, Marco Aurélio Mello.

Humberto Martins é do ramo, fez carreira sólida e não teria o menor problema em ter seu nome aprovado pelo Senado Federal e pela comunidade jurídica.

UM PREGADOR? – Mas a pastorada está indócil e quer um pregador sentado numa cadeira do Supremo. É uma ideia fixa e, atualmente, só pensam nisso esquecendo de tudo o mais.

O que ninguém lembra é que, com essa indicação, o presidente Jair Bolsonaro teria mais uma vaga em um tribunal superior para nomear alguém de sua confiança, pois Humberto Martins, galgando o Supremo, deixaria em aberto uma vaga no STJ.

TERRIVELMENTE… – Mas com essa bobagem de indicar um nome “terrivelmente evangêlico” para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal, o governo está cometendo um erro terrivelmente infantil.

Realmente, como disse o jornalista Carlos Newton nesta terça-feira, em uma nota de redação aqui na “Tribuna da Internet, “estamos sendo governados por uma tropa de jumentos.”

 

3 thoughts on “Humberto Martins cotado para ser o próximo ministro do Supremo Tribunal Federal

  1. “Quantos dos aliados de Bolsonaro nas polícias são gente como Adriano da Nóbrega?
    Investigação sobre ‘o homem da casa de vidro’ deve prosseguir com o máximo de cuidado.”
    Fonte: Folha de São Paulo.

    Grampos sugerem que milicianos recorreram a Bolsonaro após morte de Adriano da Nóbrega
    Reportagem do site The Intercept Brasil mostrou relatório de investigação do MP que aponta referências ao presidente da República
    Fonte: CartaCapital

    São Paulo – Reportagem do site The Intercept Brasil publicada neste sábado (24) traz detalhes dos grampos telefônicos do grupo do miliciano e ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, morto em uma ação da polícia da Bahia em 9 de fevereiro de 2020. Após a morte, cúmplices de Adriano fizeram contato com “Jair”, “HNI (PRESIDENTE)” e “cara da casa de vidro”.

    Segundo a reportagem de Sérgio Ramalho, fontes do Ministério Público do Rio de Janeiro ouvidos na condição de anonimato acreditam que o conjunto de circunstâncias relacionadas aos diálogos permite concluir que os nomes seriam referências ao presidente Jair Bolsonaro. “O cara da casa de vidro”, por exemplo, diria respeito aos palácios do Planalto, sede do Executivo federal, e da Alvorada, residência oficial do presidente. As duas construções tem fachadas de vidro.

    Os diálogos transcritos fazem parte de um relatório da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Polícia Civil do Rio, feito a partir das quebras de sigilo telefônico e telemático de suspeitos de ajudar Adriano da Nóbrega no período de 383 dias em que esteve foragido.

    O Ministério Público Estadual, após as citações, pediu que fossem encerradas as escutas dos envolvidos nas conversas, o que reforça a ideia de que as menções seriam de fato a Bolsonaro. O MP estadual não pode investigar o presidente da República e, nesse tipo de situação, deve encaminhar o processo à Procuradoria-Geral da República, que pode prosseguir ou não a investigação.

    Segundo o The Intercept Brasil, em 9 de fevereiro de 2020, horas depois da morte de Adriano da Nóbrega, Ronaldo Cesar, o Grande, que seria um dos elos entre os negócios legais e ilegais do miliciano, diz a uma mulher não identificada que iria telefonar para o “cara da casa de vidro”. Na ligação, ele relata ainda que quer saber “como vai ser o mês que vem” e que a “parte do cara tem que ir”.

    As citações dos diálogos
    Em 13 de fevereiro de 2020, Grande fala com um homem supostamente não identificado, que tem ao lado, entre parênteses, a descrição “PRESIDENTE” em letras maiúsculas, de acordo com o relatório. O interlocutor se coloca à disposição caso Ronaldo venha a ter algum problema futuro com a família de Adriano devido à divisão de bens. Somente duas frases do diálogo de 5 minutos e 25 segundos foram transcritas.

    No mesmo dia, o nome “Jair” aparece em conversas de outros cúmplices de Adriano da Nóbrega, o pecuarista Leandro Abreu Guimarães e sua mulher, Ana Gabriela Nunes. O casal teria escondido o miliciano em uma fazenda da família em um determinado período em que Adriano esteve foragido, de acordo com as investigações. Ana Gabriela relata a uma interlocutora, identificada como “Nina”, que “Leandro está querendo falar com Jair”.

    Minutos depois, Ana Gabriela faz outro telefonema e, no campo de comentários, o documento sugere que o diálogo aconteceu entre Gabriela e Jair. Não há a íntegra da transcrição e os analistas reproduzem a mesma frase destacada anteriormente: “Gabriela diz que Leandro quer falar com Jair”.
    Fonte: Rede Brasil Atual.

    P.S. A madame M. já está com a mão na janela da casa de vidro… aos poucos o Enigma M. deixará o Brasil inteiro estarrecido!
    É só aguardar… o castelo de cartas está ruindo…
    Seu Jair não tem mais escapatória!

    A JAULA te espera!!

    O Enigma M. o destruirá!

    JL

  2. Não acredito, Werneck. Se realmente a indicaçao for por ilibado saber jurídico, o filho do Ives Gandara tem currículo infinitamente superior.

  3. Boa noite , leitores (as):

    Senhor José Carlos Werneck , mas esse ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça – STJ , não esta envolvido em ” ROUBOS E FALCATRUAS ” do dinheiro público através de ” mudança de jurisprudência sob medida , venda de sentenças e de habeas corpus, juntamente c/ juízes , desembargadores e outros ministros/juízes do STJ ?
    Pelo jeito o presidente Jair Bolsonaro tem uma ” TARA E QUEDA ” por pessoas desonestas e de má – índole

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