Jorge Béja, um nome que honra a advocacia brasileira, realmente merece homenagens

O ministro externou apoio a Doria e repúdio ao presidente Bolsonaro. E isto não é certo...

Jorge Béja, sempre incansável no bom combate

José Carlos Werneck

Hoje é dia de lembrar o aniversário do grande advogado e notável jurista Jorge Béja, que na data de São Jorge, completa 75 anos de vida. A este brilhante advogado, minhas sinceras homenagens, grande admiração e votos de plena Saúde, muitas felicidades e muita Paz em sua bela trajetória de vida.

Béja jamais se omitiu. Sua palavra vigorosa, suas denúncias e, principalmente, suas verdades incontestáveis em suas campanhas em prol da Sociedade incomodam os maus brasileiros e os inescrupulosos.

OPÇÃO PELOS POBRES – Sempre pensando na coletividade, notadamente naquela parcela da sociedade, que abriga os mais carentes, o advogado carioca é incansável em sua busca por justiça.

Jamais pleiteando nada pessoal, sempre pugnou pelo Social, combatendo o bom combate. Poderia, se assim desejasse, ser um grande magistrado e ter alçado ao Supremo Tribunal Federal, pois para tal não lhe faltam notório saber jurídico e, principalmente, reputação ilibada, qualidade raríssima no Brasil atual.

NO BOM COMBATE – Dedicou-se à Advocacia, à frente do bom combate, das justas e legítimas causas nacionais. Sua pena firme e erudita, sempre a serviço dos interesses do Brasil. Por muitos anos, façanha inerente aos verdadeiros guerreiros, escreveu muito e bem, e continua nos brindando com seus artigos, sempre pontualíssimos.

Domina os mais diferentes assuntos. Escreve bem sobre todos eles. Sua vasta obra precisa virar livros. Gosta de conversar e trocar ideias com pessoas de todas as idades e segmentos sociais. É admirado e muito respeitado por integrantes de diversas gerações.

BELA TRAJETÓRIA – Em seu escritório-biblioteca, na rua do Acre, em nossa amada cidade do Rio de Janeiro, foi visitado muitas personalidades ilustres do Brasil e do exterior, mas, principalmente, acolheu muita gente humilde em busca de conselhos, conforto e proteção.

Nesse escritório foi entrevistado por jornalistas do Brasil e do exterior e sua trajetória profissional confunde-se com a própria história contemporânea da Advocacia brasileira, notadamente a carioca.

Daqui da capital federal, onde estou há mais de um ano em virtude da pandemia, sem me deslocar ao Rio de Janeiro, o que fazia frequentemente, o meu abraço a esse incansável cultor da justiça social, o notável e brilhante advogado Jorge Béja, com sinceros votos de que continue sempre brilhando na Constelação do Bom Direito.

13 thoughts on “Jorge Béja, um nome que honra a advocacia brasileira, realmente merece homenagens

  1. O artigo de Werneck é um primor e pegou na veia, como se diz na linguagem do futebol, porque escreveu com o coração.

    Jorge Béja merece tudo isso e muito mais, porque é uma pessoa única, sempre pronta a ajudar quem esteja precisando.

    Há alguns anos, Béja se compadeceu com as dificuldades financeiras de um futebolista famoso, ex-campeão do mundo, e pagou o aluguel dele, durante vários meses.

    O craque da bola repentinamente se mudou, e nem se despediu de Béja, que era seu vizinho. Comentei o assunto com ele e disse-lhe que o grande jogador tinha sido ingrato. E Béja prontamente me corrigiu: “Não é ingratidão. Ele simplesmente ficou com vergonha, por não ter como me recompensar”.

    Acredito que nenhum amigo conheça o Béja como eu. E posso dizer que ele é uma pessoa absolutamente única. Não conheço ninguém que se iguale a ele. Outro dia, um coronel da PM escreveu uma emocionante carta a Béja, atribuindo sua carreira ao grande advogado, que ajudou o pai dele em situação de grande dificuldade e possibilitou que pudesse ter proporcionado uma educação adequada ao filho, para que conseguisse seguir a brilhante carreira militar.

    Que Deus proteja Béja e sua doce esposa, Clarinda, historiadora formada na Sorbonne, e a nós não desampare.

    Carlos Newton .

    • Meu querido Carlos Newton, o craque, campeão do mundo de futebol pelo Brasil, se mudou sem se despedir de mim talvez pelo acanhamento que você apontou.

      Mas o que fiz por ele, por sua esposa italiana e seus filhos foi em gesto de gratidão pelo futebol que jogou, que levou o Brasil a ser campeão do mundo e que nos fez chorar de felicidade aqui em casa, meu pai, meus irmãos e eu.

      Conhecê-lo, ele já idoso e caminhando com dificuldade pelas ruas da Tijuca, morar perto dele, recebê-lo aqui em casa, tocar piano para ele….e muito mais, foi retribuição pelas alegrias que seus dribles e seus gols projetaram o futebol brasileiro e nos fizeram chorar. Ele era e continua sendo o credor. Nós, sempre os devedores.

  2. Chego aos 75 com saúde. Mas exausto e consumido pela dor do próximo que me procurou, para DELE SER advogado, dor que absorvi e que em mim se acumulou e não me larga mais. Além das dores próprias da minha vida, precisamente, tantas perdas em família, ao ponto de restar só. Somente só, sem ascendentes, descendentes e colaterais. Mas tenho amigos. E que amigos!!!

    Foram milhares de causas dramáticas que defendi na Justiça em quatro décadas. Cada cliente que me procurou no escritório foi uma lágrima derramada. Quarenta anos defendendo vítimas, sobreviventes e parentes dos que morreram em tragédias, muitas de grande repercussão, outras limitadas ao seio familiar.

    Hoje pela manhã ao acordar e durante o café me encantei com a homenagem do Marcus Plácido, filho de meu primo José Plácido, lá de Quatis de Barra Mansa e que já faz anos que não está entre nós. José Plácido deixou dois filhos, Marcus Plácido e Ana Lydia. Lindos, lindos. Ambos já com seus 30 anos. Ambos solteiros.

    Outro encantamento foi com o gesto do nosso querido editor jornalista Carlos Newton que aceitou o texto (surpresa para mim) do Marcus Plácido e publicou antes mesmo do artigo que diariamente Carlos Newton escreve e nos brinda logo de manhãzinha.

    Veio depois a ligação telefônica de Jussara, esposa de Carlos Newton. Que dia de fortes de tantas felicidades!!.

    E agora, perto do final deste dia 23 de Abril de 2021, vou à Tribuna da Internet e leio a homenagem do dr. José Carlos Werneck, postada lá de Brasília, a terra sonhada e profetizada por São João Bosco, o Dom Bosco (15.8.1815–31.1.1888). Nasci no dia de São Jorge (23.4.1946). Fui batizado com o nome de Jorge, e sou devoto de São Jorge e Dom Bosco.

    Cada palavra que o dr. Werneck escreveu me tocou e continua a tocar profundamente. É verdade que me dediquei, sim, às causas dos vitimados, preferencialmente dos vitimados pobres. A Responsabilidade Civil está inserida no Direito das Obrigações no Código Civil. Posso garantir que é a parte mais nobre e de maior alcance social do Direito e do exercício da advocacia, ainda mais quando levada aos tribunais em defesa dos vitimados. Mas é também a parte que mais desgasta emocionalmente o advogado que não corre atrás do lucro financeiro, mas sim na reparação do dano conforme determina a legislação.

    Desde o início da década de 70, quando comecei a advogar, lutei muito pela defesa dos direitos dos presos nas penitenciárias, pelo direito dos consumidores e pela reparabilidade do dano moral. Foram ações inovadores. Eram manchetes de primeira página dos jornais. Eram bombásticas quando dava entrada na Justiça com essas ações até então inéditas. Tinha até quem me chamava de “louco”. Mas não me aborrecia. Pensava em Chesterton. O escritor quando era chamado de “louco” agradecia. Perguntado porque agradecia, sempre respondia:

    “Agradeço porque louco é aquele que perdeu tudo, tudo, menos a razão”.

    E parece que minhas ações não eram as as de um advogado “louco”, “maluco”. Isto porque surtiram efeito. A Constituição Federal de 1988 inseriu no seu corpo a defesa dos direitos dos presidiários, a defesa do consumidor e a reparabilidade do dano moral.

    É doutor José Carlos Werneck, encerro este brevíssimo memorial cheio de felicidade por seu artigo a mim dedicado. Muito agradeço a Marcus Plácido. Muito agradeço a todos os leitores que me felicitaram. Li todas, rigorosamente, todas as postagens e a todos digo MUITO OBRIGADO.

  3. Parabéns meu querido amigo Dr. Jorge Béja pelo seu aniversário, neste dia de São Jorge (motivo pelo qual seus pais escolheram esse nome – Jorge), grande advogado carioca e que por amizade tantas vezes advogou por mim, trabalhou comigo no caso do Alto-Comissário da ONU Sérgio Vieira de Mello por ocasião da certidão de óbito deste grande brasileiro, que veio errado, provindo do Exército dos Estados Unidos , mandando retificar – o que foi feito – pelo Exército Norte-Americano, trazendo alívio para a mãe de Sérgio, dona Gilda, bem como por seus mais de quarenta anos trabalhando pelos pobres gratuitamente e advogando em causas nobres em casos que chocaram o povo carioca e brasileiro, como no caso de Bateau Mouche, nos desabamentos do prédio provocado por Sérgio Naia, que fez muitas vítimas, no trágico desabamento do Viaduto Paulo de Frontin, processando o Estado em benefício das vítimas, provendo aos familiares das vítimas Justiça, e por tantas outras ações de interesse público, sem cobrar honorários..

    Desejo a você um feliz aniversário, e faço uma prece a São Jorge, hoje homenageado, para que você tenha uma longa vida e com saúde, ao lado de sua querida esposa, dona Clarinda, que neste comentário também cumprimento. Você honrou e tem honrado a advocacia brasileira, com sua sabedoria jurídica e com seus atos junto aos que precisaram de suas ações, muitas das quais você sequer cobrou honorários.

    Um grande abraço,

    Ednei

  4. Dr. Jorge Béja.

    Parabéns pelo seu Aniversário,
    o qual lhe traga como presente,
    principal, dias infindos de felicidades!

    Abraços,
    Paulo Peres

  5. Rosano, você pegou pesado. Não adianta depois sair fazendo beicinho que foi censurado porque mereceu, pamonha.
    É a terceira vez que você se manifesta contra as homenagens que são feitas neste blog.
    E contra pessoas que os comentaristas e articuladores respeitam e admiram, Bortolotto e Béja.
    Você é invejoso, um membro dessa espécie humana que você a deprecia, desvaloriza, mais que já se encontra desprezada por vocês.
    Por que você escreve aqui?
    Se você fica tão mal, tão ressentido, e seus comentários tão cheios de ódio, inveja e depreciativos, você está sendo masoquista ou tem mesmo disfunções mentais, Rosano.
    Você confunde censura com deletar ofensas, no que o chefe deste blog faz bem.
    Você precisava ver o código de ética que nós, as aves, e todas as espécies somos obrigados a obedecer.
    Não fosse assim, as maiores já teriam devorados as menores.
    O condor, a águia, o imenso pelicano, já teriam engolido quase toda a fauna dos voadores.
    Vocês, humanos, se provocam, se atiçam, e quando são respondidos saem reclamando que foram maltratados, censurados.
    Rosano, falta juízo para esta sua cachola.
    Você precisa se tratar. Há muita mágoa e ressentimento no seu coração, que vai explodir em seguida.

  6. Não conheço o doutor Béja mas aí está um bom nome para o mito colocar na suprema corte, pessoal competente, reconhecida e que dispensa mais elogios. Outro também já citado é o filho o Ives Filho, ministro de reconhecido conhecimento jurídico, coisa que parece estar bastante em falta dentre os últimos alçados à suprema corte.

  7. Bom dia , leitores (as):

    Senhor José Carlos Werneck , Carlos Newton , J.Béja e Marcelo Copelli , não se iludam e nem se deixem enganar , pessoas de ” BOA ÍNDOLE , QUALIFICADA , BOM CARÁTER , HONESTAS ” , não são bem vistas ou bem vindas no STF e demais tribunais do país , e por boa parte dos congressistas Brasileiros e por alguns membros da sociedade civil , envolvidas em diversos crimes e falcatruas , estão aí os atuais ministros/juízes dos STF , que não deixam mentir , eles são o verdadeiro baluarte e defensores dos ” INJUSTIÇADOS , PERSEGUIDOS , OPRIMIDOS ” criminosos políticos/jurídicos institucionais .

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