Marco Aurélio Mello não quis saber por que Michelle Bolsonaro recebeu os R$ 89 mil de Queiroz

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Charge do Duke (OTempo)

Rayssa Motta e Rafael Moraes Moura
Estadão

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello, mandou arquivar o pedido de abertura de uma investigação sobre os R$ 89 mil em cheques depositados pelo ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, pivô da investigação das ‘rachadinhas’ envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), e pela mulher dele, Márcia Aguiar, na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ao todo, foram pelo menos 27 repasses, entre 2011 e 2016.

A decisão atende ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que se manifestou contra a abertura da apuração.

CAIU NA ROTINA – Normalmente, quando o Ministério Público Federal, que é o titular da ação penal, se manifesta pela rejeição de uma notícia-crime, é de praxe que os ministros promovam o arquivamento do pedido.

“Considerada a manifestação do Ministério Público, mediante ato do Órgão de cúpula, arquivem”, escreveu o decano.

O nome da primeira-dama apareceu na investigação das rachadinhas pela primeira vez no final de 2018. Na época, um relatório do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), revelado pelo Estadão, identificou as movimentações suspeitas na conta do ex-assessor de Flávio Bolsonaro e listou parte dos depósitos para Michelle Bolsonaro, que totalizaram R$ 24 mil.

DISSE BOLSONARO – Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro justificou as transferências como devolução de um empréstimo a Queiroz. O restante dos cheques foi relevado pela revista Crusoé no ano passado.

Em parecer enviado ao Supremo, Aras disse que as movimentações financeiras de Queiroz já foram alvo da investigação no Ministério Público do Rio de Janeiro que, no entanto, não comunicou indícios de crimes envolvendo o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou a mulher dele. Os promotores fluminenses já ofereceram à Justiça uma primeira denúncia no caso.

Na avaliação do chefe do Ministério Público Federal, por enquanto não há elementos capazes de justificar a abertura de uma investigação sobre os cheques na conta de Michelle. “Os fatos noticiados, portanto, isoladamente considerados, são inidôneos, por ora, para ensejar a deflagração de investigação criminal, face à ausência de lastro probatório mínimo”, afirmou Aras.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O arquivamento mostra que há leniência com relação a esse tipo de ilegalidade, e todo mundo quer saber por que Michelle recebeu R$ 89 mil do magnânimo Queiroz. Se não queria ser investigada, a primeira-dama não deveria entrar nas rachadinhas do marido e da família em geral. Não pega bem, digamos assim. É só lembrar da mulher de César, o imperador romano. (C.N.)

10 thoughts on “Marco Aurélio Mello não quis saber por que Michelle Bolsonaro recebeu os R$ 89 mil de Queiroz

  1. Arriscaria um palpite: como se fosse um leilão, Hélio Negão teria ofertado um cheque de R$ 20.000,00 a menos = 69. Queiroz, esperto, cobriu o lance com 89.

    • Sr. Paulo.

      È o pecado do “dinheiro”
      99,99% dos Talebanjegues tem esse “grade pecado” quando o dinheiro passa na frente deles.
      Como disse aquele Tele-Pastor-Caixa-Eletrônico e Vigarista, “Não importa de onde vem o dinheiro”, ninguém mexe com um ungido de deu$$$$””

  2. Diante dos bilhões que roubam deste País e do povo a cada ano, e seus responsáveis ficam impunes, Marco Aurélio deve ter deduzido que 89 mil reais eram centavos.

    Investigá-los para quê?

    O STF não gasta em bebidas e alimentos milhões de reais?
    Um ministro da Suprema Corte jamais se rebaixaria para apurar a origem dessa esmola, convenhamos.

    • Bom dia, Bendl!
      Na verdade foi explicado na matéria. O MP é o dono da ação. Juízes com respeito ao sistema acusatório penal não contraria o parecer do órgão ministerial.
      Abs.

      • Leão,

        Bom dia,

        Obrigado pelo esclarecimento.
        Mas, venha de onde vier, a investigação sobre a origem desses depósitos foi simplesmente deletada.

        Se nada houvesse contra a primeira-dama, que se verificasse de onde partiram os depósitos.
        Assim, a dúvida permanecerá para sempre, sobre as razões pelas quais a mulher de Bolsonaro recebeu esse dinheiro.

        Faltam assessores competentes no Planalto.

        Abraço.
        Saúde e paz.

  3. Marco Aurélio fez questão de frisar que se tratou d manifestação do “órgão de cúpula”. Ou seja, do comando da instituição. Pois, no caso, um subprocurador poderia poderia se manifestar. Michelle não detém foro privilegiado por ser mulher do Presidente.

  4. E a perpétua manutenção em sigilo das contas bancárias d a senhora Rosemary Noronha ?

    Pelo que foi publicados, a “Operação Porto Seguro”, da Polícia Federal, descobriu que uma quadrilha exercia, com a maior desenvoltura, tráfico de influência na administração pública, tendo como matriz de ação o escritório “base” da Presidência da República em São Paulo, sob o comando, a senhora Rosemary Noronha.

    Lembremo-nos que a puríssima Rosemary Noronha era notoriamente conhecida como amante de Lula e que o beato Lula criou aquele escritório na luxuosa Avenida Paulista e a nomeou Rosemary para chefiá-lo, mesmo sem que ela possuísse as credenciais intelectuais mínimas para ocupar a função. Ou seja, seguindo o mesmo critério de nomeação de ministros do STF, exceto as relações de cama.

    Não podemos esquecer que além do alcunha funcional de “chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo”, a famosa “Rose”, gostava de exibir uma onipotente credencial de alcova, pois apresentava-se aos “clientes” como “namorada do Lula”.

    Com isso, potencializava sua capacidade de cobrar gordos “honorários” para traficar nomeações e negócios no puríssimo governo Lula da Silva, pois nada supera uma boa relação de cama.

    Cama é cama, como dizia o saudoso Chico Anysio.

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