Duque senador de verdade

Empolgado consigo mesmo, o segundo suplente não esconde: “Em 2010, estarei eleito diretamente, não me chamarão gozadoramente de senador”. Ha! Ha! Ha! (Exclusiva)

Ricardo Teixeira e a CBF

O presidente da mais colossal “empresa” que controla a paixão nacional, o futebol, garantiu: “Ao contrário de 2006, em 2010 vou implantar a “linha dura”. Então não sairá da frente do espelho? (Exclusiva)

Ministro Celso de Mello

celso de mello

Nada melhor do que começar o dia citando frase sua: “Nada mais nocivo do que a pretensão do Estado de regular a liberdade de expressão. Pois o pensamento há de ser livre, essencialmente livre.”

Rui Barbosa e a Constituição de 1891

O grande autor e relator da primeira Constituição da República exigiu que os Ministros do Supremo fossem vitalícios como nos EUA.

Vitalícios mas não tanto

Rui não admitia reforma da Constituição. Morreu em 1923, logo, i-n-c-o-n-s-t-i-tu-c-i-o-n-a-l-m-e-n-t-e, deputados e senadores se deram Poderes para mudar. Escreveram: “Os Ministros do Supremo continuam VITALÍCIOS ATÉ OS 70 ANOS”.

O Poder sem autenticidade

Além da violência constitucional, a violência contra a língua. Os Ministros passaram a ser VITALÍCIOS, mas só por pouco tempo, até os 70 anos. Celso pelo menos ainda tem ais 7 de efetiva permanência.

27 sucessões estaduais tumultuando a sucessão presidencial

Faltam praticamente 16 meses para as eleições executivas de 2010. Não quero nem tratar dos 54 senadores e 20 suplentes que precisarão renovar o mandato ou garantir o que jamais conquistaram, a suplência.

A maior preocupação: acesso ao Planalto-Alvorada

A presidência está na ambição de quase todos os políticos, pois representa o máximo em matéria de Poder. Leva um homem como Ciro Gomes a mudar o domicílio para São Paulo, sem saber se será candidato a governador, a presidente, ou a nada disso.

A importância de ser Ernesto

O Amazonas começa a análise que vou fazer, estado por estado, embora não seguida ou diariamente. Na leitura destas notas, exclusivas, se verá a razão de começar por tão longe, mas que está tão perto do Planalto-Alvorada.

Reviravolta no Amazonas

Amazonino, que já foi tudo duas vezes (governador, prefeito e senador), se elegeu novamente prefeito no ano passado, seu mandato em Manaus vai até 2012. Apesar disso, era tido e havido como candidato a governador. Mas foi alertado e aconselhado: “Fique na prefeitura”. Ficará.

Amazonino desistirá, entrará Serafim Correa para governador

Amigos do ainda prefeito disseram a ele: “Você está perto dos 70 anos, já foi tudo, por que deixar o cargo de prefeito eleito até 2012?”. Compreendeu, aceitou, a luta pelo governo acirrou.

Eduardo Braga em Brasília

Só há uma vaga para senador, a outra será do governador eleito e reeeleito (revelação exclusiva).

Amazonas 2010

O Planalto-Alvorada tem vários objetivos. 1 – Derrotar Artur Virgílio, se livrar da sua oposição permanente. Portanto, impedir a reeleição.

Eleger Alfredo Nascimento

2 – Ministro dos Transportes do primeiro governo Lula, se desincompatibilizou, sentou com o presidente. Lula falou: “Coloca o João Pedro como suplente”. Colocou, sabia que eleito, voltaria ao ministério.

Ministro: nem adivinhação, nem previsão

3 – Entrou na campanha para senador sabendo que voltaria a ser ministro. Ganhou, foi. João Pedro, amigo de Lula, também ganhou: 2 anos e 7 meses como senador sem voto.

Senador permanente

4 – Agora a história se repete (sempre?) com volúpia política maior. Alfredo Nascimento é candidato a governador, e se ganhar (o que é possível) João Pedro, sem qualquer esforço (a não ser o da amizade presidencial) fica senador DE FATO até 2014.

O Planalto-Alvorada vai interferir

5 – Quer dizer, já interferiu. O Ministro dos Transportes ia ser demitido, teve divergência com Carlos Minc, a divergência se transportou para um setor de franca hostilidade.

Suplente que garante o efetivo

6 – Ninguém imaginava que o Ministro dos transportes pudesse escapar. Lula, que demitiu tantos amigos (Dirceu, Palocci, Cristovam, e outros), pensou: “Se eu demitir o ministro ele volta para o Senado, João Pedro perde a suplência de agora e a do futuro”. Não demitiu.

Interpretação-adivinhação-consolação

7 – O “violento” discurso de Renan sobre Artur Virgílio tinha um objetivo diferente do imaginado e não revelado pelos amestrados, mas dava a Renan o “prazer” de ser insaciável.

Reciprocidade-lealdade

8 – mas também cumpria uma “jogada” do Planalto-Alvorada, os péssimos analistas diriam como disseram: “Renan é realmente leal”. Consideravam que Renan envergava a roupa de gala do Planalto-Alvorada.

***

PS – Tudo que relacionei está acontecendo. Os personagens citados, identificados e nominados, no palanque da própria derrota. O Planalto-Alvorada vai agir, tentando desfazer o que está quase feito.

PT só conta com Marta em São Paulo

Pedro do Coutto

A pesquisa do Datafolha sobre as tendências eleitorais, hoje, para o governo de São Paulo amanhã, 2010, reportagem de Pedro Dias Leite publicada na Folha de S/ao Paulo de segunda-feira, revela que o PT só conta com Marta Suplicy para enfrentar Geraldo Alckmim e, com isso, assegurar uma base para a candidatura presidencial de Dilma Roussef  no maior colégio eleitoral do país. São Paulo reúne 22% do eleitorado brasileiro. Uma diferença muito negativa de votos lé reflete com intensidade no panorama nacional. O levantamento apontou no cenário 43 pontos para Alckmim. 16 para Marta, 11 para Paulo Maluf, 4 para Luisa Erundina, outros 4 para Soninha. Substituindo Marta por Ciro, Geraldo avança três degraus, vai parar em 46, Ciro fica com 12, Maluf nos mesmos 11, Soninha mantém os 5 e Paulo Pereira da Silva, da Força Sindical, registra somente 2%. O quadro da disputa parece definido com antecedência.

Ciro Gomes, bem no panorama da sucessão presidencial ao lado de Dilma Roussef, no segundo lugar, não vai transferir seu domicílio para São Paulo r disputar o Palácio Bandeirantes. O esquema articulado ou pensado pelo presidente Lula terá que excluir esta possibilidade. Também deve excluir a hipótese Antonio Palocci, que, em pesquisa recente do Vox Populi, apareceu com apenas 2 pontos das intenções de voto. O Palácio do Planalto, assim, só pode mesmo contar com a ex prefeita. Ela pode perder para o ex governador, mas será a derrota pela menor diferença possível. O PT não tem outra alternativa. A não ser o senador Eduardo Suplicy, porém este parece não ingressar no plano das cogitações petistas. Não se sabe por quê.

Seria, inclusive, o candidato natural. Foi reeleito em 2006, com 47% dos votos, derrotando Afif Domingos. Não arrisca nada. Seu mandato no Senado abrange mais quatro anos. Corre de graça, como se costuma dizer em política. Esta característica deixa os candidatos à vontade. Mas o Partido dos Trabalhadores tem outra visão. Tanto que o nome de Suplicy é afastado de plano sem maiores discussões. Política tem dessas coisas. Que fazer? Procurar outro nome.

Certamente foi isso que a regional paulista do Partido dos Trabalhadores fez. Não foi difícil encontrar, não um candidato, mas uma candidata. O Datafolha iluminou o caminho da busca. Afinal, 16% é uma parcela ponderável. A legenda não trem outra opção melhor. Marta Suplicy, de outro lado, tem história no PT. Derrotou Paulo Maluf nas urnas, perdeu para Alckmim, para José Serra e Gilberto Kassab. Mas foi ministra do governo Lula e continua na linha de frente. Houve um período em que despontou com força. Foi no pleito de 98 para o governo estadual. Maluf foi o mais votado no primeiro turno e ela, Marta ficou em terceiro, atrás de Mario Covas apenas 0,3%. Foi um caso –vale lembrar- em que a pesquisa Ibope divulgada na véspera pela Rede Globo no Jornal Nacional influiu. A pesquisa apontou uma vantagem de Mario Covas sobre ela de 3 pontos.

Muita coisa para os metros finais da chegada. O imposto certamente influiu para diminuir o ímpeto da militância do PT no dia do voto. Maluf e Covas foram para o duelo final. Covas venceu disparado, inclusive com apoio dela, Marta. Mas o tempo passou e o panorama mudou. Ela própria contribuiu para a redução de seu prestígio. Porém, como o Datafolha provou, continua sendo a figura mais expressiva do PT paulista. A menos que Lula renunciasse à presidência e resolvesse disputar a sucessão de José Serra. Será este um sonho do PT? Ou um projeto alternativo para sustentar Dilma Roussef?

PT SÓ CONTA COM MARTA EM SÃO PAULO

A pesquisa do Datafolha sobre as tendências eleitorais, hoje, para o governo de São Paulo amanhã, 2010, reportagem de Pedro Dias Leite publicada na Folha de S/ao Paulo de segunda-feira, revela que o PT só conta com Marta Suplicy para enfrentar Geraldo Alckmim e, com isso, assegurar uma base para a candidatura presidencial de Dilma Roussef no maior colégio eleitoral do país. São Paulo reúne 22% do eleitorado brasileiro. Uma diferença muito negativa de votos lé reflete com intensidade no panorama nacional. O levantamento apontou no cenário 43 pontos para Alckmim. 16 para Marta, 11 para Paulo Maluf, 4 para Luisa Erundina, outros 4 para Soninha. Substituindo Marta por Ciro, Geraldo avança três degraus, vai parar em 46, Ciro fica com 12, Maluf nos mesmos 11, Soninha mantém os 5 e Paulo Pereira da Silva, da Força Sindical, registra somente 2%. O quadro da disputa parece definido com antecedência.

Ciro Gomes, bem no panorama da sucessão presidencial ao lado de Dilma Roussef, no segundo lugar, não vai transferir seu domicílio para São Paulo r disputar o Palácio Bandeirantes. O esquema articulado ou pensado pelo presidente Lula terá que excluir esta possibilidade. Também deve excluir a hipótese Antonio Palocci, que, em pesquisa recente do Vox Populi, apareceu com apenas 2 pontos das intenções de voto. O Palácio do Planalto, assim, só pode mesmo contar com a ex prefeita. Ela pode perder para o ex governador, mas será a derrota pela menor diferença possível. O PT não tem outra alternativa. A não ser o senador Eduardo Suplicy, porém este parece não ingressar no plano das cogitações petistas. Não se sabe por quê.

Seria, inclusive, o candidato natural. Foi reeleito em 2006, com 47% dos votos, derrotando Afif Domingos. Não arrisca nada. Seu mandato no Senado abrange mais quatro anos. Corre de graça, como se costuma dizer em política. Esta característica deixa os candidatos à vontade. Mas o Partido dos Trabalhadores tem outra visão. Tanto que o nome de Suplicy é afastado de plano sem maiores discussões. Política tem dessas coisas. Que fazer? Procurar outro nome.

Certamente foi isso que a regional paulista do Partido dos Trabalhadores fez. Não foi difícil encontrar, não um candidato, mas uma candidata. O Datafolha iluminou o caminho da busca. Afinal, 16% é uma parcela ponderável. A legenda não trem outra opção melhor. Marta Suplicy, de outro lado, tem história no PT. Derrotou Paulo Maluf nas urnas, perdeu para Alckmim, para José Serra e Gilberto Kassab. Mas foi ministra do governo Lula e continua na linha de frente. Houve um período em que despontou com força. Foi no pleito de 98 para o governo estadual. Maluf foi o mais votado no primeiro turno e ela, Marta ficou em terceiro, atrás de Mario Covas apenas 0,3%. Foi um caso –vale lembrar- em que a pesquisa Ibope divulgada na véspera pela Rede Globo no Jornal Nacional influiu. A pesquisa apontou uma vantagem de Mario Covas sobre ela de 3 pontos.

Muita coisa para os metros finais da chegada. O imposto certamente influiu para diminuir o ímpeto da militância do PT no dia do voto. Maluf e Covas foram para o duelo final. Covas venceu disparado, inclusive com apoio dela, Marta. Mas o tempo passou e o panorama mudou. Ela própria contribuiu para a redução de seu prestígio. Porém, como o Datafolha provou, continua sendo a figura mais expressiva do PT paulista. A menos que Lula renunciasse à presidência e resolvesse disputar a sucessão de José Serra. Será este um sonho do PT? Ou um projeto alternativo para sustentar Dilma Roussef?

Enxugando gelo

Carlos Chagas

Na reunião da Comissão de Constituição e Justiça,   chamou a atenção o esforço inócuo e desnecessário  dos senadores  governistas para  protelar  os trabalhos,  até evitando  o depoimento de Lina Maria Vieira.  De Ideli Salvatti, exigindo a apreciação de outras matérias,  a Aloísio Mercadante, confuso ao extremo, até Romero Jucá, Gim Argello, Antonio Carlos Valadares, Magno Malta, Renan Calheiros e Almeida Lima, entre outros, deram todos a impressão de estar enxugando  gelo. Só fizeram irritar quem se encontrava diante das telinhas da TV-Senado aguardando o depoimento da ex-secretária da Receita Federal. Questões de ordem e dúvidas sobre a competência da Comissão de Constituição e Justiça arrastaram-se por mais de duas horas e meia,  antes que a depoente fosse chamada ao plenário. A impressão foi de que os referidos senadores atuavam apenas  para o presidente Lula tomar  conhecimento de sua lealdade ao governo. Mais do que uma tropa de choque, constituíram um exército de vento.

O contraponto aconteceu quando os ânimos serenaram e a funcionária chegou ao plenário. O senador Demóstenes Torres concedeu tempo ilimitado para sua exposição inicial que, com todo o respeito, foi uma chatice. Dona Lina relatou sua vida profissional inteirinha, até chegar à secretaria da Receita Federal, usando slides e referindo-se às inovações por ela implantadas na arte de  tomar dinheiro do contribuinte.  Nesse período, muitos senadores dormiram.

Gilmar não dá trégua

Mais uma do presidente do Supremo Tribunal Federal em sua guerrilha contra promotores e procuradores de Justiça:  em debate na Fiesp, esta semana, ele  declarou que,  no governo Fernando Henrique,  parte do Ministério Público foi o braço judicial de partidos oposicionistas.

Nomeado ministro da mais alta corte nacional por Fernando Henrique,  Gilmar Mendes acrescentou que os promotores que assim agiram quando o PT era oposição  deveriam pedir desculpas e até  indenizar o estado por usar indevidamente o Ministério Público para fins partidários. Mas ressalvou ter a impressão de que agora  isso mudou. Claro, os partidos oposicionistas hoje são outros. Inverteu-se a equação…

Hipótese remota

Circulou em Brasília a possibilidade de Henrique Meirelles entrar no PMDB e tornar-se candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada por Dilma Rousseff.

Trata-se de hipótese remota, praticamente inviável. Primeiro porque o PMDB já tem candidato. É o presidente da Câmara, Michel Temer. Depois porque para a ministra Dilma, ainda desconhecida da maioria do povão, nada pior do que um companheiro de chapa também ignorado pela maioria do eleitorado. Nada que desabone os  dois, é claro, mas em se tratando de amanuenses, competentes funcionários públicos pouco afetos aos palanques, seria curioso ver como pediriam votos, mesmo apoiados pelo presidente Lula.

A Bovespa entregue a “profissionais”, não existem investidores nem dinheiro

Às 13 horas, alta de 1% cravado. Agora, no fechamento, depiis de 4 horas de pregão, a alta ficou em mais 0,96%, a mesma coisa, em 55.748 pontos. O volume não chegou a 4 bilhões, e isso só bem no final.

Jogaram muito com o dólar

Na moeda, jogatina mesmo. Às 13 horas, estava em 1,86 alto, queda de 1,50%. Até o fechamento, foi caindo com movimento, fechou em menos 2,06%.

Luiz Carlos Mendonça de Barros

O jornalão falou em EXPLOSÃO da Bolsa do Rio, em 1989, quando era a maior do Brasil. responsabilizou Naji Nahas. Também. Mas o principal é o que está no título desta nota. Mais tarde, abriu outra corretora no nome dos filhos.

Subserviência globalizante e nominal

Ontem inaugurados 3 edifícios na Lagoa Rodrigo de Freitas (Antigo dono do Jardim Botânico, vendido a Dom João VI, logo que chegou ao Brasil).

Podem se revoltar

Construídos onde era um posto de combustível e casa de espetáculos, Chico e Paulo Caruso, mais o Veríssimo, fizeram shows engraçadíssimos. Nomes: 1) lago Maggiore. 2) Lake Front. 3) Diamond Nobless. Com royalties para Armando Falcão, “nada a declarar”. (Exclusiva)

Barcelona, o melhor time da Europa

Desculpem mas não posso deixar de exaltar a conquista. Meu pai nasceu em Barcelona, adoro a cidade, o time, seu povo e suas lutas. Não se rende nem se entrega.

Combateu o ditador Franco, em quase 50 anos

Foi intransigente. Seu povo sofreu, a Catalunha sofreu, o time e o clube, sofreram. Franco patrocinava o Real Madri, tentava humilhar e intimidar o Barcelona. Mas não se intimida nem se humilha um povo de lutadores pela democracia. (Exclusiva)

A Ferrari não se interessa mais pelo ano custoso de 2009

Já disse isso há uma semana. É lógico, claro e evidente que adoraria ver Felipe Massa na pista.

Em 2010: Ferrari, corrida em massa

Só que não tem condições físicas pessoais. E como equipe, a Ferrari quer esquecer o HOJE, só pensa no AMANHÃ, 2010. (Exclusiva)

Realidade inédita e surpreendente

O Aberto de Tênis dos EUA começa diz 31 de agosto. É um dos 4 mais importantes. Normalmente é televisado (e não televisionado) pelo Sportv ou Espn.

Harmonia e bom senso?

Agora os dois canais por assinatura estão fazendo publicidade: “Vamos transmitir o Aberto dos EUA”. Se exibirem mesmo, disputando a concorrência, ótimo. (Exclusiva)

O Senado trata Dona Lina como marginal, na Bolsa e no câmbio, movimento marginal

Nunca se viu um procedimento igual ao que alguns senadores dispensaram (quer dizer, utilizaram) interrogando a ex-secretaria da Receita Federal.

A-B-A-N-D-O-N-A-D-A

Foi nomeada por esse mesmo governo, que logicamente confiava nela. Não precisa ser nenhum gênio como Sarney para constatar: não confia mais.

No cassino de ações, investidor sem ação

Às 13 horas e 15 minutos, a Bovespa em alta insuficiente, mas desde o início. Abertura: 55 mil 580 pontos, mais 0,65%. Neste momento, 55.760, alta de 1%. Volume de 1 bilhão 700 milhões, algum rescaldo, que palavra, da jogatina de OPÇÕES.

O dólar não sobe nem sai de cima

Começo: 1,86 alto, menos 0,55%. Agora, 1,85 baixo, menos 1,50%. Só que aí a jogatina é violentíssima.

Se Sarney não fosse intocável, Dona Dilma poderia liquidar tudo

O problema de ter havido ou não havido o encontro Dilma-Lina (leia o post anterior) se transformou numa questão nacional. E não precisaria ter se transformado na sensação do momento.

Dilma: “Conversei, sim”

A Ministra Chefe da Casa Civil tinha uma arma carregada, só que se apertasse o gatilho, atingiria precisamente aquele a quem tinha (e tem) a obrigação de preservar.

Esclarecimento numa frase

A camisa-de-força do Poder, que massacra tanta gente, amarrou a Chefe da Casa Civil. Bastaria dizer: “Chamei, sim, a secretaria da Receita Federal, queria a AGILIZAÇÃO da ação. Para mim, ninguém está acima da lei. Ela achou isso surpreendente”. (Exclusiva)

Dona Lina, ex-da Receita, conclusiva

Começou a depor às 11:10. Com 5 minutos já haviam percebido que sabia tudo o que tinha que dizer. (E estavam presentes nesse CCJ, os líderes de todos os partidos, lógico, os principais).

Brilhante e desenvolta

Contou tudo, sem hesitação (Ao contrário de suplentes, que mal sabiam ler o que escreveram para eles). Dona Lina terminou, até de forma correta do ponto de vista vernacular: “Confirmarei tudo, em qualquer INSTÂNCIA OU CIRCUNSTÂNCIA”.

Renan e Romero Jucá

Surpresa os dois sentados lado a lado, conversando e tomando notas, freneticamente. No auge da formação da CPI da Petrobras e da indicação para o Conselho de Ética, discriminado por Renan, Jucá reagiu publicamente: “O que é que o senhor tem contra mim?”.

Amigos para sempre

Pelo visto, se havia alguma discordância ou até hostilidade, terminou. Nem Renan nem Jucá são homens de guardar “ódios no freezer” (royalties para Tancredo Neves). Na primeira fila, os dois tentando evitar qualquer choque, e como eram apenas dois, não formavam uma tropa.

500 perguntas inúteis

Os suplentes estavam ansiosos, angustiados, não queriam perder um segundo da “fama que conquistaram longe do povo”. É o assunto do dia, verdadeiro, tão verdadeiro, que toda a BASE está requisitada e atuante.

Reforma política, partidária e eleitoral

Por que com sua força e prestígio (como aparece nas pesquisas), Lula não faz o que consolidaria seu prestígio até mesmo depois que saísse, quando saísse e até se saísse?

Ninguém se interessa. Base e oposição, contra

Sem essas reformas, presidente, continuando com partidos que só têm cúpula e sede, nada será feito. O senhor também não resolve formar PARTIDOS AUTÊNTICOS, o que o seu PT já foi. (Exclusiva)

De retrocesso em retrocesso

Os Três Poderes são autônomos e independentes entre si. É o que diz a Constituição. Absurdamente, o governo (t-o-d-o-s) têm líder na Câmara e no Senado (ou o que sobrou dele).

Lula equivocado sobre o país

“O debate sobre a agenda empobrece o país, que tem coisas mais importantes a tratar”. Não tem, não, presidente, na raiz dessa discussão, o problema maior é a corrupção e a usurpação da verdadeira política, pelo que se chamava na República Velha de “política de campanário”.

Aplausos para Calderon

Veio, viu e venceu o presidente do México. Não transigiu,não concordou, não silenciou: “Não aceitamos intrusão ou atividade militar em nosso território”.  Era um protesto veemente conta a “invasão” americana da Colômbia.

Calderon tem razões históricas

Além da convicção, o presidente do México não pode esquecer o ROUBO do território do país por esses mesmos americanos. Apesar dos 155 anos decorridos.

Um terço do território do México “pertence” aos EUA

Em 1854/55 era ainda um país pequeno, sem expressão. Avançou nos vizinhos. “Tomou” do México o Texas (hoje o maior estado americano), a Califórnia, o Novo México e outras partes que formam os 9 milhões e 100 mil quilômetros quadrados de hoje.

Até o presidente da Coca-Cola se “elegeu” no México, nunca mais

Se Calderon fosse presidente na época do roubo, os EUA teriam sido expulsos. Mas esse domínio durou tanto que o até o dono da Coca-Cola “presidiu” o México. O que não aumentou a renda líquida do País. (Exclusiva)

Grandeza e desprendimento: Lula elogia o diploma

“O nível de debate no Senado está abaixo da média de compreensão de nossa sociedade. Os senadores são formados, têm mais de 35 anos e sabendo que a televisão está transmitindo, deviam ser mais civilizados”. (Quem disse isso? O presidente Lula).

O presidente e o ex Sarney

Depois de 4 afirmações (duas contra e duas a favor de Sarney), Lula desempatou (sem dar nenhum nome), mas pela primeira vez no caminho do irrevogável. Só que ninguém sabe se ficará em silêncio ou voltará a falar pela GOVERNABILIDADE.

Porque Sarney quer continuar

Presidente do Senado (e consequência, do Congresso) tem dividendos bancários e imóveis. Mas tem também a representatividade e a visibilidade do cargo.

Olha eu aí, sou o Sarney

Esteve com Zelaya, agora com Calderon, Lula faz questão de mostrá-lo. Se Obama vier ao Brasil, Sarney estará com ele. E talvez leve o namorado da neta,mesmo que a neta fique em casa.

Cidade da Música e sem som

Cesar Maia tinha acordo com Garotinho e Picciani. Ele e o presidente da Alerj, senadores, Garotinho governador. Só este confirmou.

Picciani continuará estadual, Cesar Maia, deputado federal. E o filho? Perguntei isso ano passado, quando fizeram o acordo. (Exclusiva)