Pior do que a canalhice de Wajngarten, só a candidatura de Kajuru a presidente da República…

Para entender Kajuru | UOL Esporte

“Se Huck é candidato, também posso ser”, diz Jorge Kajuru

Vicente Limongi Netto

Não há como discordar da opinião de graduados do Palácio do Planalto (Folha, Mônica Bergamo – 24/04), segundo a qual a entrevista do ex-secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, para a Veja foi uma colossal “canalhice”. É sempre desprezível, ingrato e covarde quem sai atirando e cuspindo no prato que comeu, lambendo os beiços.

Mas o Brasil está salvo. Surge altivo e serelepe na rinha presidencial, como candidato de si mesmo, o alvissareiro senador Jorge Kajuru. Na cabeça, além de dois neurônios, um com dengue, outro com sarampo, uma imprescindível melancia para se fazer notar.

FILME PREMIADO – “Cora Coralina- Todas as vidas” foi agraciado com a Margarida de Prata da CNBB, na categoria documentário longa-metragem.

Produção de Márcio Curi, Beth Curi e Carmen Flora. Direção de Renato Barbieri, com Joana Limongi na função de primeira assistente de direção. No elenco, Walderez de Barros, Tereza Seiblitz, Beth Goulart, Maju Souza, Zezé Motta e Camila Márdila.

Nossa querida Joana fala com entusiasmo de Cora Coralina: “A trajetória da vida de Cora Coralina, sua obra e visão do mundo fazem dela uma das personagens mais ricas e inspiradoras de nossa história”.

61 ANOS DA CAPITAL – Aplaudindo com entusiasmo o teor do editorial “A Brasília do futuro” (Correio Braziliense – 21/04) salientando o vigor dos 61 anos da capital federal, recordo trechos de depoimento que dei ao Correio na edição de 21 de abril de 1980, ao lado de outros jornalistas, como Hélio Doyle, Roberto Macedo e Alfredo Obliziner (já no céu), pelos 20 anos da capital federal.

O tempo voa, mas as palavras ficam. Muitas delas sempre presentes. Que precisam ser cobradas e salientadas:  Confio num futuro cada vez mais digno e melhor para todos que aqui vivem; mais sorte, com mais oportunidades para a maioria. Mas, para isso, mãos à obra! Nada cai do céu, a não ser chuva. 

ORDEM E RESPEITO – Que impere o sentimento de ordem. Não só no lar, mas na escola, no convívio com a sociedade. Dentro do respeito à lei, dos direitos humanos, no amor ao futuro e no acatamento aos conselhos do passado. Que diminuam as injustiças. Estas liquidam com as esperanças da juventude, que, como refugo, acolhe-se no torpor do vício, para anestesiar os espinhos de desencantos.

Os governantes precisam lutar para acabar com isso. Sendo Brasilia a capital do país, suas responsabilidades com a comunidade naturalmente ficam redobradas.

Quando falo de governantes, incluo o Presidente da República e ministros de Estado e de Tribunais Superiores.

OUVINDO O POVO – Politicamente, creio que o povo de Brasília precise ser ouvido e cheirado. Não concebo reformas sem a aquiescência do povo, sem o pronunciamento da maioria.

O candango não merece os ventos da abertura? Entre o governo de Brasília e a comunidade, a afinidade deve ser, sempre, mais ampla e aberta. Os interesses se conciliam. Da mesma forma as contrariedades e prejuízos. 

Entremos nessa. Dando o que o povo quer, Brasília ficará melhor. A recompensa maior, no caso, será para nossos filhos.

COVARDIA PUNIDA – Exemplar sentença da justiça norte-americana, condenando com 40 anos de cadeia o policial covarde que matou por asfixia, o cidadão George Floyd. Pena que a justiça brasileira também não seja rigorosa para maus policiais que assassinam implacavelmente, sem dó nem piedade, crianças, adolescentes e adultos. 

Por fim, uma homenagem ao brasileiro que transformou o futebol no esporte mais importante do mundo. Será celebrada uma missa em ação de graças pelos 100 anos do Dr. João Havelange, na Paróquia de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, no dia 09/05/2016, às 19 horas.

Salve o nosso guerreiro ninja centenário!

5 thoughts on “Pior do que a canalhice de Wajngarten, só a candidatura de Kajuru a presidente da República…

  1. Por uma dessas coincidências, anteontem, 23, em resposta ao meu prezado Celso, quando postou que Kajuru era candidato à presidência, postei dois comentários a respeito:

    1 – Francisco Bendl
    23 de abril de 2021 at 11:28

    Celso, por favor, Kajuru é forte candidato a quê??!!
    Se me responderes que é para a presidência desta republiqueta, che, sem remorso algum, mas voto em Bolsonaro.

    Louco por louco, o presidente conhecemos até onde vai, mas Kajuru?!
    Abraço.

    2 – Francisco Bendl
    23 de abril de 2021 at 13:06

    Prezado Celso,
    Kajuru se ressente de alguns parafusos no cérebro.
    Não se sabe se a menos ou a mais.

    Emocionalmente, o cara é o exemplo clássico de alguém que não domina o que sai de sua boca, sendo um legítimo parlapatão, boquirroto, que não pensa sobre as consequências do que diz e conta da sua vida particular.

    Tem cabimento sair comentando que é pai de um dos filhos da mulher do ex-jogador Túlio?
    Quando criança foi locomotiva nas brincadeiras de trenzinho?
    Seus arranca-rabos nas TVs por onde andou?

    Kajuru não suportaria as pressões do Planalto!
    Não saberia agir diante de crises, anormalidades, soluções que exigiriam criatividade e conhecimentos.
    Cabo Dacciolo teria mais equilíbrio, mesmo resgatando a palavra Deus em 11 das 10 que pronuncia.

    Escrevendo esse comentário endereçado a ti, me veio a lembrança de Jânio, naquela célebre foto de ele estar olhando para trás, e cada pé apontando direções diferentes, lembra?

    A mente de Kajuru é mais ou menos assim:
    Seus três, quatro neurônios, cada um vai para um lado, logo, o senador é mais uma figura caricata, menos que se possa levá-lo a sério nesta sua intenção.

    Bom, é o que penso do senador-candidato.
    Posso até estar errado, mas seria por muito pouco, se for o caso.
    Abração.
    Saúde e paz.

    Pois não estou sozinho nestas minhas impressões sobre Kajuru.
    Aliás, qualquer um pode se lançar presidente, desde que pertença a qualquer partido conhecido ou surgido de momento.

    Agora, um conhecido cronista político publicar um resumo da carreira pessoal e política do senador – não me refiro a ti, Limongi -, divulgando a intenção dessa pessoa desequilibrada, insensata, demagoga, sinceramente, tenho dúvidas sobre o senador e do jornalista quanto a seus desajustes emocionais e mentais.

    Outro Jânio, mas não mesmo!
    Este espaço que concedemos à loucura no passado, jamais será preenchido de novo, pelo menos não com o meu voto.
    O Brasil virou penico eleitoral?
    Só votamos em merdas??!!

    Valeu, Limongi.

  2. Mais uma figura dantesca criada pela mídia brasileira!

    Entendem por que eu sempre digo que a imprensa brasileira é a maior responsável pela situação que há décadas estamos passando?

    A mídia brasileira é anti-Brasil e de forma proposital ajudam a criar coisas nefastas como Jorge Kajuru e Cia para ajudar na imbecilização da sociedade.

  3. Caro Bendl, em toda análise eleitoral não consigo deixar de lado o enorme número de analfabetos e analfabetos funcionais que possuem título de eleitor e votam.

    Muito boa a tua análise psicológica sobre o Kajuru.

    Também gostei muito do artigo escrito por Vicente Limongi Netto, texto que – como brasileiro e pagador de tributos – me fez pensar.

    Agradecido aos dois, articulista e comentarista pelos tetos.

    Muita saúde para os dois.

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