
Martins é suspeito de buscar perfis no LinkedIn
Daniel Gullino
O Globo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira que a defesa do ex-assessor presidencial Filipe Martins explique, em 24 horas, um suposto uso da rede social LinkedIn por ele. Moraes afirmou que pode decretar a prisão preventiva de Martins, já que ele está proibido de usar plataformas digitais.
No sábado, Martins passou a ficar em prisão domiciliar, em caráter preventivo, por decisão de Moraes. O ministro apontou o risco de fuga, após condenação no STF, e também determinou a medida para outras nove pessoas consideradas culpadas pela trama golpista.
REDE SOCIAL – Em despacho nesta terça, o ministro afirmou que “foi juntado aos autos notícia de que o réu condenado teria utilizado a rede social LinkedIn para a busca de perfis de terceiros”. Moraes, então, abriu prazo para que os advogados de Martins “prestem esclarecimentos sobre as informações juntadas aos autos, sob pena de decretação da prisão preventiva do réu”.
Entre as obrigações impostas a Martins está a “proibição de utilização de redes sociais próprias ou por terceira pessoa”. O ex-assessor presidencial foi condenado pela Primeira Turma do STF, há duas semanas, a 21 anos de prisão.
Os ministros consideraram que ele elaborou a minuta de um decreto com medidas para reverter o resultado da eleição presidencial de 2022. O documento foi apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aos comandantes das Forças Armadas.
Mais um seguidor do ex-mito que se ferra de verde e amarelo na vida.
Deviam deixar fugir, desde que permanecesse por lá.
“proibição de utilização de redes sociais próprias ou por terceira pessoa”
É medida digna de uma ditadura escancarada.
Evitam uma ditadura de completos idiotas impondo uma ditadura de espertossauros arrogantes, canastrões e exagerados.
Acho que esse tirano imbecil não sabe para que serve o LinkedIn e nem sabe usá-lo; por isso, entende como uma rede de interação imediata.
E os engraxates esquerdoplatas aproveitam para desafogar seu apoio ao vavaka.
Uma dúvida , possível por leis caçar a cidadania de um Brasileiro condenado , além de caçar-lhes os direitos políticos , que fugira para outro país ?