Perfis fazem ofensiva coordenada contra Banco Central em meio ao caso Master

6 thoughts on “Perfis fazem ofensiva coordenada contra Banco Central em meio ao caso Master

  1. É surpreendente a reação de órgãos de controle à intervenção no Banco Master, diz Marcos Lisboa

    Caso Master: procurador defende inspeção do TCU no BC antes de decisão colegiada

    Economista vê problemas para solvência e regulação do sistema bancário com a reação do TCU e do STF sobre o caso

    O economista Marcos Lisboa diz ser surpreendente a reação “descontrolada” de órgãos de controle, como a do Tribunal de Contas da União (TCU), à decisão do Banco Central (BC) de promover a liquidação do Banco Master.

    “O Brasil enfrentou casos de descontrole em bancos privados com sucesso nos últimos 30 anos, e eu nunca assisti a uma reação como essa”, afirma Lisboa, sócio-diretor da Gibraltar Consulting.

    Nas últimas semanas, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou sigilo sobre as investigações, e o ministro Jonathan de Jesus, do TCU, ordenou uma inspeção na autarquia para averiguar o processo de análise do Master.

    (…)

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Economia, 07/01/2026 | 12h00 Por Luiz Guilherme Gerbelli

    https://www.estadao.com.br/economia/e-surpreendente-a-reacao-de-orgaos-de-controle-a-intervencao-no-banco-master-diz-marcos-lisboa/?cb_rec=djRfMQ&recomendacao=chartbeat&pos=4

  2. Após quebrar o Master, Vorcaro tenta agora tirar o dele da reta, e o resto que se dane

    Pela Lei, Vorcaro teria que responder com seus bens pessoais para cobrir o rombo da fraude

    A Lei brasileira prevê que, nos casos de atos ilícitos graves como fraude e gestão temerária, os responsáveis diretos (donos e administradores) respondam com seus bens pessoais para cobrir os prejuízos causados à instituição financeira.

    Mas, o que Vorcaro tenta, no entanto, não é livrar o Banco, seus clientes e investidores dos prejuízos com a quebra da instituição, mas sim ficar com o seu patrimônio pessoal (bens e dinheiro) livre e intacto.

    Segundo Merval Pereira, na CBN

    • Mas, o que Vorcaro tenta, no entanto, não é livrar o Banco, seus clientes e investidores dos prejuízos com a quebra da instituição, mas sim ficar com o seu patrimônio pessoal (bens e dinheiro) livre e ileso.

  3. Ácido sabor da podridão política diante do escândalo do Master

    É preocupante constatar que já não se acredita que instituições de Estado estejam agindo como tais.

    Mas, sim, como ferramentas para exercer pressão política contra decisões que afetam interesses de grupos privados. É generalizado o descrédito em relação às explicações dadas por STF e TCU para justificar as respectivas atuações no caso Master

    Está claro o suficiente para se afirmar que estamos numa crise institucional de consequências imprevisíveis, pois ela sugere que não há lideranças abrangentes com capacidade de “reverter” essa tendência.

    Predominam variadas organizações setoriais – algumas são meras QUADRILHAS sob siglas políticas – agindo por conta própria e com sem-vergonhice inédita até para um País que achava ter visto tudo em matéria de corrupção.

    Elas demonstram crescente capacidade de manipular alavancas de poder EM DESCARADO BENEFÍCIO PRÓPRIO.

    Como um pedaço do TCU aqui, um pedaço do STF ali, fato em si indicativo de desagregação interna de instituições. No seu conjunto, isso leva à sensação real de dissolução do funcionamento delas, com rápida perda de confiança.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 07/01/2026 | 20h46 Por William Waack

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