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Partido divulgou carta com críticas ao governador de SP
Bruno Ribeiro
Juliana Arreguy
Folha
O senador Ciro Nogueira, presidente do PP e um dos principais entusiastas do projeto presidencial de Tarcísio de Freitas (Republicanos), descartou as chances de o governador de São Paulo concorrer contra Lula (PT) neste ano.
“Eu vejo como já descartada a candidatura do Tarcísio à Presidência”, disse o senador à Folha, ao avaliar também como irreversível a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que recebeu a indicação de Jair Bolsonaro (PL). Na semana passada, o PP divulgou uma nota com críticas a Tarcísio, informando que avaliava a possibilidade de lançar candidatura própria ao governo do estado nas eleições deste ano.
DESCONTENTAMENTO – Na carta, elaborada pelo presidente do diretório estadual, o deputado federal Maurício Neves, com aval de Ciro Nogueira, o partido citou “crescente descontentamento de prefeitos” da sigla com Tarcísio, além de “queixas recorrentes sobre a falta de atenção a parlamentares”, ao justificar o motivo para deixar a aliança com o governador.
O texto também criticou uma suposta falta de apoio de Tarcísio a seu então secretário da Segurança Pública, o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), que deixou a pasta no começo de dezembro para preparar sua candidatura ao Senado.
“O partido, que tem o ex-secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite como pré-candidato ao Senado, também avalia como insuficiente o apoio público e concreto do governador ao seu projeto majoritário”, afirmou o texto.
DISPUTA ESTADUAL – À Folha o senador ressaltou que prefere estar com Tarcísio na disputa estadual de outubro, mas afirmou que seu partido busca mais espaço em um novo governo. “Existe um descontentamento. Mas acho que ele [Tarcísio] é o melhor caminho para viabilizar a campanha do Derrite”, disse o ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro.
Ciro Nogueira havia sugerido, no começo de dezembro, logo após Flávio anunciar sua candidatura, que a postulação do filho de Bolsonaro era inviável e defendido nomes como o de Tarcísio. Agora, disse que o governador teria de obter aval do ex-presidente para se manter na disputa, o que avaliou como improvável. Além disso, o governador tem reforçado as ações que o posicionam como candidato à reeleição, não à Presidência.
APOIO – Tarcísio está de férias nos Estados Unidos e vai retornar ao trabalho na semana que vem. Ele já estava fora do país quando o PP divulgou a carta com as críticas. O governador declarou apoio à candidatura de Flávio em 8 de dezembro, três dias após o senador anunciar que havia recebido a indicação do pai. Tarcísio disse, a aliados, que a indicação não o surpreendia, mas sua base bolsonarista criticou, nos bastidores, a avaliação de que o apoio teria sido dado sem entusiasmo.
Contudo, o entorno de Tarcísio em São Paulo passou a avaliar, nos dias posteriores, que o governador não tem se movimentado no sentido de demover o senador da candidatura. Aliados do governador, inclusive em setores do PL paulista, relatam ainda nutrir expectativas de que Flávio abra mão de concorrer e libere espaço para o governador.
A carta divulgada pelo PP na semana passada havia sido minimizada por um dos principais auxiliares de Tarcísio no Palácio dos Bandeirantes e gerou ruído interno no partido. Sob reserva, o auxiliar destacou que o PP faz parte de uma federação com o União Brasil e que, em São Paulo, o comando do grupo está com o União.
SEM DEBATE – O presidente do diretório paulista do União Brasil, Milton Leite, afirmou que o possível desembarque do PP da aliança de Tarcísio não foi debatido. “Este tema não foi discutido na federação, que seguirá ao lado de Tarcísio”, disse o ex-vereador paulistano.
O próprio Derrite, citado na mensagem de seu partido, reiterou seu apoio ao governador. Em nota enviada à Folha, embora tenha dito que “respeita integralmente as decisões e instâncias do partido”, tratou o assunto como “especulações sobre o posicionamento partidário nas próximas eleições”.
“No plano pessoal e político, o deputado reafirma sua posição de lealdade ao projeto do atual governador e deixa claro que não atuaria em sentido contrário nem apoiaria outra candidatura à reeleição enquanto perdurar essa relação construída no exercício da gestão pública”, diz a nota enviada pela assessoria de Derrite.
BOA RELAÇÃO – Nesta terça-feira (6), durante entrevista ao influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo, Flávio disse que sua relação com Ciro Nogueira é “muito boa”. “Acredito de verdade que eles virão para nosso palanque, não sei se mais cedo ou mais tarde”, afirmou.
Ele disse ainda que seu grupo não pode abrir mão da eleição para o Governo de São Paulo. “A gente não arrisca disputar uma eleição para o Governo de São Paulo sem o Tarcísio. Ou seja, o Tarcísio candidato à reeleição no Governo de São Paulo. É um palanque importante. Ele não perde essa eleição lá de jeito nenhum”, disse.
Lembrando que o custo de apenas uma eleição, com tentativa de reeleição, já está em torno de R$ 300 bilhões, como noticiado pelo próprio Lula face a Bolsonaro em 2022, VIDE amostragem do custo da plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, made in USA e copiada mal e porcamente no Brasil do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, há 136 anos, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar a crédula, tola e indefesa freguesia dos me$mo$, polarizada entre o ruim e o pior. Enfim, a vida é uma questão de escolhas e consequências, em cada cabeça uma sentença e o que é de gosto regalo da vida, de modo que se você quer continuar alimentando esse tipo de coisa$ e coiso$, votando nos me$mo$, paciência, não posso fazer nada senão continuar dissidente do continuísmo dos me$mo$, oferendo-lhe a opção revolucionária e inovadora da Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na causa, que por falta desta opção nas urnas, excluída pelo sistema dos me$mo$, tem optado pela abstenção e pelos votos em branco e nulos. https://www.tribunadainternet.com.br/2026/01/08/governo-lula-se-prepara-para-barrar-r-11-bilhoes-em-emendas/#comments
Trata-se de uma lição para Tarcísio de Freitas. Ciro Nogueira, que foi Chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, substituindo o gaúcho que perdeu a eleição de governador para Eduardo Leite. Ciro Nogueira atual senador, é o dono do PP e abandonou Tarcísio de Freitas e acaba de embarcar na canoa furada de Flávio Bolsonaro, o senador ungido candidato pelo papai Bolsonaro. Acham que vão vencer as eleições.Flavio, apressadinho já está escolhendo o ministério.
E o primeiro na fita, se chama Eduardo Bolsonaro seu irmão. Eta mundo bom, que bota a família em primeiro lugar nas boquinhas do Estado.
Bem, Bolsonaro colocou Tarcísio de Freitas de escanteio. O governador de São Paulo, colocou o boi na sombra , a espera de um rebuliço na política para ser chamado para a disputa com o aval da Faria Lima, aquela avenida de São Paulo, concentrada com os empresários mais poderosos da República.
Vida que segue, com o país retrocedendo em todas as direções.
Só pensam em dinheiro, riqueza e Poder.
Não ouço nenhum plano para melhorar a vida do povo.
O único disco arranhado é dizerem que vão privatizar o que resta das empresas estatais e acabar com a estabilidade do servidor público.
Só isso e mais nada, quer dizer, querem arrecadar em cima da desgraça dos servidores do Estado, entregando de graça o patrimônio público. Depois ficam reclamando, como Tarcísio, de que a ENEEL, empresa privatizada de energia de São Paulo, não funciona. Nenhuma palavra sobre a falta de água nas torneiras em Sampa, nenhum pio para culpar a empresa privada.
O louco.
Obedecen “fraternalmente”” aos Khazarianos protocolos!
Os efeitos da criptonita “Qual é a Tua Obra?” é o ponto fraco de Tarcínico.