Entre guerras externas e tensões internas: o mundo em estado de alerta

7 thoughts on “Entre guerras externas e tensões internas: o mundo em estado de alerta

  1. A causa-tampão, o anti-imperialismo, que oculta as verdadeiras causas da tal “esquerda progressista”, a tornou uma força reacionária, atrasada, extemporânea, que assim se expressa:

    – é uma causa inócua. Impérios só são superados por outros, e no momento, nem a China, que abandonou as superstições da esquerda e tornou-se a Segunda Economia, faz cócegas no domínio norte-americano, antes tem aí um mercado de 438,9 bilhões de dólares e superávit de 295,4 bilhões (a China vai muito jogar fora tudo isto pra ficar do lado do porco anticivilizacional, Lula, na Guerra do Irã. O máximo que faz é soltar notinhas proforma. É a prevalência da infra sobre a superestrutura);

    – mostrando não ter causa nenhuma, acaba por adotar a defesa do que há de mais sórdido, atrasado e bárbaro, como a defesa do narcotraficante e torturador maduro, ou o hitler da atualidade, o finado Khamenei, in nomini do anti-imperialismo;

    – sendo os EUA hegemônico da fantástica evolução das forças produtivas que deram na Quarta Revolução Tecnológica, misturando alhos com bugalhos, acabam de se contraporem a este avanço, tornando-se uma força conservadora e reacionária, tendo a frente o jacu de gaiola, Lula, que quer que retornemos à Era da Máquina de Escrever.

    Sendo que o propósito, ainda que metafísico-idealista de Marx e seu socialismo, era justamente libertar as forças produtivas das amarras que haveria no capitalismo. E não as segurar como o seu líder reacionário, Lula, quer fazer, taxando e censurando as big techs.

    São da mesma espécie dos cristãos, que usam o revolucionário Cristo, para justificar suas ideais conservadoras.

    Na realidade trata-se de uma força anticivilizacional, reacionária, retroutópica e fora da realidade e de nosso tempo.

    • Ah! Importante destacar, que adotando oportunistamente o identitarismo (advindo da cultura woke do Império), a tal “esquerda progressita” abandonou a eventual luta no que importa e que pode transformar, a infraestrutura, pra militar no mundo cor-de-rosa metafísico da superestrutura.

      Ou seja, uma luta inócua, sem qualquer capacidade de trasnformar efetivamente qualquer coisa.

      Com seu apoio ao massacre do povo iraniano, não só a nossa, como toda a tal “esquerda” mundial, pregou o último prego no seu caixão.

      • Um exemplo desta sua militância, tão somente no mundo cor-de-rosa da superestrutura, é a defesa da jornada 6X1, em que uma lei poderia mudar as complexas relaçoes do mundo real infraestrutural, das forças produtivas e relações socias concretas.

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