Lula cai nas pesquisas mais pelos seus erros do que pelos acertos de Flávio

Popularidade de Lula cai, e reprovação supera aprovação pela primeira vez,  aponta pesquisa

Charge do Clayton (O Povo/CE)

Roberto Nascimento

Ficar desnorteado com pesquisas tão longe do pleito é sinal de amadorismo político do presidente Lula da Silva e da direção do PT. Motivo: a subida de Flávio nas pesquisas se deve mais aos erros de Lula e do PT, do que os acertos do filho de Jair Bolsonaro.

Por exemplo: Acadêmicos de Niterói, a escola de samba petista, veio com uma alegoria contra os evangélicos. Tiro no pé, bola quadrada.

OUTROS ERROS – Lula ao lado de Eduardo Paes no Sambódromo, todo faceiro, indo na passarela beijar bandeira de escola de samba. Não acrescentou nada e ainda teve que ouvir vaias. Ora, Lula não sabe, que o povão no Rio vaia até minuto de silêncio?

Janja não desfilou na Escola de Samba que homenageou Lula, mas só a hipótese de a primeira dama desfilar já causou perda de votos, principalmente porque Janja usou avião da FAB para visitar o barracão da Escola com seis assessoras, segundo a imprensa carioca.

Se errarem mais um pouquinho, Flávio Bolsonaro vai disparar. Falta um mínimo de humildade para Lula e o PT  perceberem, que nada está garantido. Eleição se ganha no último minuto do segundo tempo.

REI LEAR – O enredo do clã Bolsonaro, tem semelhança com o clássico “Rei Lear”, de William Shakespeare. O Rei moribundo, no leito da morte, e as filhas brigando pelo espólio. Um dramalhão que se repete enfadonhamente.

O Lear Bolsonaro, preso na Papuda, com a saúde abalada segundo o filho Zero 2, Carlos, nomeou seu filho Zero 1, senador Flávio, para assumir o espólio político e concorrer à presidência em nome do pai, flechado pelo STF.

A ex-primeira-dama Michelle, desprestigiada pelo marido e magoada ao saber da decisão do esposo pela imprensa, disse que não vai participar da campanha do enteado.

VICE DE TARCÍSIO – A decisão do chefe do clã desmontou a articulação da ex- primeira dama, que viria como vice de Tarcísio de Freitas, respaldada pelo pastor Silas Malafaia, o guru religioso da direita bolsonarista, que não cansa de apostar suas fichas em Tarcísio, como o mais preparado para enfrentar Lula da Silva nas urnas.

No entanto, a política é como as nuvens, com a passagem da ventania o quadro muda de figura. As próximas pesquisas eleitorais apontam o crescimento da candidatura Flávio, já em empate técnico com Lula, um cenário inadmissível no final do ano.

Então, esses atores, brigando entre si, vão deixar as escaramuças de lado e marcharão em ordem unida e de cabeça baixa em torno de Flávio Bolsonaro, porque ninguém quer ficar de fora das benesses do Poder.

22 thoughts on “Lula cai nas pesquisas mais pelos seus erros do que pelos acertos de Flávio

  1. O picolé de chuchu, Flávio, pode ir prum sítio pescar, que o verme, porco anticivilizacional, Lula, o elegerá, por vácuo e inércia.

    Ao que parece, o tilintar e a febre do ouro entorpeceram as elites cleptopatrimonialistas, conluiadas no Aparato Petista, que as levam a agirem de uma forma absolutamente amadora.

    Uma porra-louquice, que torna os aiatolás medievais, que atacam tudo e todos no Oriente Médio, meros amadores.

    O que fazem nos casos do assalto aos aposentados e Banco Master, é inacreditável.

    O primeiro atinge as capitanias hereditárias lulistas, com irmão e filho colocando o Governo no olho do furação.

    O segundo atinge o aparelho repressivo e censor do Aparato, levando ao total descrédito o próprio conceito de justiça.

    Como se não bastasse, externamente, o porco anticivilizacional, é o único, pedindo diplomacia enganosa, que efetivamente está ao lado dos hitlerinhos contemporâneos, que acabaram de assassinar 43 mil cidadãos iranianos.

    O grau de imbecilidade ou falta de qualquer medo se serem pegos com a mão na lata do açucar, chegaram a um nível tão non-sense, que nos deixam absolutamente perplexos, inacreditando no que vemos.

    Se este verme for reeleito, podemos fechar o país e jogar as chaves fora.

    • O impacto da corrupção atual, entrando no mercado financeiro, não é como o caso do Mensalão e da Lava Jato.

      Vejamos o que Marx (e não, na seara psicológica, moral e supestrutura, Freud explicaria):

      Para Karl Marx, o mercado financeiro não é um setor periférico — ele concentra o capital portador de juros e organiza o crédito, que é o “sistema nervoso” do capitalismo. Por isso, quando há corrupção ali, o impacto se espalha por toda a economia.

      1. O crédito organiza toda a produção
      No capitalismo desenvolvido:

      • Empresas dependem de crédito para investir.
      • O Estado depende do mercado financeiro para financiar dívida.
      • Famílias dependem de crédito para consumo.

      Se há corrupção bancária, manipulação de ativos, fraudes contábeis ou captura regulatória, isso desorganiza o sistema de crédito. E quando o crédito trava, a produção trava.

      Marx já apontava que o sistema de crédito amplia enormemente a capacidade de expansão do capital — mas também amplia o potencial de crise.
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      2. Efeito dominó sistêmico

      Diferente de outros setores, o mercado financeiro:

      • Está interligado a todos os ramos produtivos.
      • Opera com alavancagem (multiplicação de capital com base em dívida).
      • Trabalha com expectativas e confiança.
      Corrupção nesse ambiente gera:
      • Perda de confiança
      • Fuga de capitais
      • Restrição de crédito
      • Quebra de instituições
      • Recessão

      Do ponto de vista marxista, isso não é apenas “desvio ético” — é uma ameaça à própria reprodução do capital.
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      3. Socialização do prejuízo

      Outro ponto central: quando a corrupção ocorre na indústria, a empresa quebra e o dano tende a ser mais localizado.

      No setor financeiro, porém:

      • Bancos são “grandes demais para quebrar”.
      • O Estado intervém.
      • Recursos públicos são usados para resgatar instituições privadas.

      Na leitura marxista, isso revela o caráter de classe do Estado: o prejuízo é socializado; o lucro permanece privado.
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      4. Capital fictício e bolhas

      Marx analisa o que chama de capital fictício — títulos, ações, papéis que representam
      expectativa de lucro futuro.

      Se há corrupção na emissão, avaliação ou regulação desses ativos:

      • Formam-se bolhas artificiais.
      • O valor financeiro se descola da produção real.
      • Quando a bolha estoura, a economia real sofre: desemprego, queda salarial, cortes públicos.

      Ou seja: a corrupção no mercado financeiro não fica “no mercado”. Ela atravessa o sistema produtivo inteiro.
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      5. Impacto macroeconômico

      De forma resumida, o impacto é maior porque o mercado financeiro controla:

      • Liquidez
      • Taxas de juros
      • Investimento
      • Dívida pública
      • Fluxos internacionais de capital

      Ele funciona como centro de comando da economia capitalista. Se esse centro é distorcido por corrupção, a alocação de recursos de toda a sociedade é distorcida.
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      Síntese marxista objetiva

      Para o marxismo, a corrupção no mercado financeiro tem impacto muito maior porque:

      • Ele coordena o crédito e a circulação do capital.
      • Está interligado a todos os setores.
      • Opera com alto grau de alavancagem.
      • Pode gerar crises sistêmicas.
      • Conta com proteção estatal estrutural.

      Não é apenas uma questão moral — é uma questão de poder estrutural dentro do modo de produção capitalista.

      (ChatGpt)

      • No popular, corrompendo no mercado finaceiro, as oligarquias cleptopatrimonialistas, congregados no Aparato Pestisa, agiram como um enorme elefante louco numa loja de cristais.

      • Vamos a um caso concreto, sobre os efeitos da corrupção no mercado financeiro, que causou uma crise financeira global, corrroborando o que Marx deduzira há 180 anos?

        • O colapso do Lehman Brothers em 15 de setembro de 2008 marcou o auge da crise financeira global.

        • O banco estava fortemente exposto a hipotecas “subprime” (empréstimos imobiliários de alto risco).

        • Esses empréstimos eram transformados em títulos financeiros complexos e vendidos no mercado como se fossem seguros.

        • Quando a bolha imobiliária dos EUA estourou, os devedores começaram a não pagar e esses ativos perderam valor rapidamente.

        • O Lehman utilizou manobras contábeis (como a operação conhecida como “Repo 105”) para esconder temporariamente dívidas e parecer menos endividado.

        • Ao perceber a fragilidade do banco, investidores e instituições pararam de emprestar dinheiro, provocando falta de liquidez.

        • O governo dos EUA decidiu não socorrer o Lehman, que declarou a maior falência da história até então.

        • O resultado foi efeito dominó: congelamento do crédito, pânico nos mercados, quebra de empresas e recessão global em 2009.

        • Milhões perderam empregos e casas, e a crise se espalhou da economia financeira para a economia real no mundo inteiro.

        • O episódio revelou excesso de alavancagem, falhas regulatórias e riscos sistêmicos no capitalismo financeiro.

    • Marx, citando Shakespeare:

      Que é isto?
      Ouro?
      Ouro amarelo, brilhante, precioso?

      Não, deuses —
      não ergo protestos vãos.
      Raízes quero, ó céus azuis!

      Um pouco disto
      tornaria o preto branco,
      o feio belo,
      o injusto justo,
      o vil nobre,
      o velho novo,
      o covarde valente.

      Mas, oh, deuses,
      que força é esta?

      Isto afastará de vós
      sacerdotes e servos;
      arrancará o travesseiro
      de sob a cabeça dos fortes.

      Este escravo amarelo
      fará e desfará religiões,
      abençoará réprobos,
      fará adorar a alvacenta lepra,
      assentará ladrões —
      com títulos, genuflexões e aplausos —
      no mesmo banco dos senadores.

      É ele quem faz
      a viúva inconsolável
      contrair novas núpcias;
      é ele quem perfuma outra vez
      aquela que as úlceras e hospitais
      haviam tornado repugnante,
      devolvendo-a apetecível
      como um dia de abril.

      Vem, terra maldita,
      meretriz comum à espécie humana,
      que semeias desigualdade
      na turba das nações —
      devolver-te-ei
      à tua verdadeira natureza.

      Ó tu, amado regicida,
      caro divorciador
      da mútua afeição de filho e pai;
      brilhante corruptor
      dos leitos mais puros do Himeneu!

      Valente Marte,
      sempre novo, viçoso,
      galanteador amado,
      cujo brilho derrete
      a virginal neve do colo de Diana!

      Deus visível,
      que tornas fáceis os impossíveis
      e fazes que se beijem;
      que em todas as línguas te explicas
      para todos os fins.

      Pedra de toque dos corações —
      trata teus escravos, os homens,
      como rebeldes;
      e, por tua virtude,
      arremessa-os em discórdias devoradoras,
      para que as feras
      tenham o mundo
      por império.

    • Vendo a imbecilidade das nossas elites cleptopatrimonaialistas e vendo que a elas é desnecessário, para que se enforquem, dar-lhes sequer a corda, Trump foi cuidar de causas mais difíceis e que precisam de intervenção.

      Nem suicídio assistido foi necessário pra jumentalha.

      • Profecia:

        Totalmente imobilizado, inerte, insignificante, o vendedor Trump, vai, no encontro do mês que vem, encher o verme inútil e incapaz de qualquer ação, Lula, dos mais rasgados elogios e adejtivações.

        Não se bate ou se perde tempo com cahorro morto.

        Escrevam aí.

        • Correção de estilo.

          Profecia:

          No encontro do mês que vem, com o verme inútil, Lula, imobilizado, inerte, insignificante, o vendedor Trump, vai, no encontro do mês que vem, o encher dos mais rasgados elogios e adjetivações.

          Não se bate ou se perde tempo com cahorro morto.

          Escrevam aí.

          • KKKKK

            Correção de estilo.

            Profecia:

            No encontro do mês que vem, com o verme inútil, Lula, imobilizado, inerte, insignificante, o vendedor Trump, vai o encher dos mais rasgados elogios e adjetivações.

            Não se bate ou se perde tempo com cachorro morto.

            E vai esbanjar elegância, ainda que com um porco insignificante.

            Escrevam aí.

  2. Vamos corrigir os erros do Loola para que ele acerte e ganhe as eleições?
    É o que tenho lido por aí.
    Esculhamba-se um pouco o Suco de Chuchu e ensina-se o outro a ganhar.
    Acende-se uma vela pra Deus e outra pro Diabo e fica-se do lado de quem ganhar.

  3. E no Oriente Médio.
    Tiro, porrada, bomba, míssil pra lá e pra cá e as torcidas em pé de guerra.
    Os inimigos só matam criancinhas, mulheres, velhos e explodem colégios, creches e hospitais.

  4. Poder eleitoral do ex-mito se confirma, mesmo na cadeia

    O indiscutível poder eleitoral do ex-mito, claramente expresso na candidatura presidencial de Rachadinha, além de atropelar de saída o datado Barba e deixar Kassab pendurado na brocha com três supostos candidatos, também pôs Tarcínico e Micheque na subalterna condição de cabos-eleitorais do filho 01.

  5. com certeza a queda do Lula nas pesquisas além de todas estas que foram brilhantemente pontuadas devemos destacar o descaso com a segurança pública no qual o apoio do governo federal deixou muito a desejar principalmente para o estados do Rio de Janeiro em que a população convive diariamente com altos índices de criminalidade.

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