
Manutenção da prisão de Vorcaro legitima relatoria de Mendonça
Carolina Brígido
Estadão
Em menos de uma hora, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos pela manutenção da prisão de Daniel Vorcaro. Dos cinco ministros que integram o colegiado, dois – Luiz Fux e Kassio Nunes Marques – concordaram rápido com o relator, André Mendonça, que deu o primeiro voto confirmando a decisão da semana passada.
Dias Toffoli também está na Segunda Turma, mas se declarou suspeito para participar de julgamentos sobre o caso Banco Master. Resta o voto de Gilmar Mendes. Nos bastidores, especulava-se que ele votaria pela revogação da prisão, ou a favor da transferência de Vorcaro para o regime domiciliar.
ESTILO MENDONÇA – Seja qual for o posicionamento de Gilmar, o placar de três a um ou de quatro a zero legitima o estilo adotado por Mendonça na condução do caso depois que Toffoli deixou a relatoria. O novo relator desfez algumas medidas tomadas pelo colega ao dar mais autonomia à Polícia Federal e ao Coaf nas investigações.
Mendonça também liberou o conteúdo do aparelho celular de Vorcaro para a CPI do INSS. A decisão resultou no vazamento de conversas – inclusive de mensagens trocadas entre o banqueiro e Alexandre de Moraes. Os diálogos indicam que o ministro conversou com Vorcaro no dia da primeira prisão dele, em novembro do ano passado.
A revelação devolveu o STF para o centro da crise do Banco Master. Integrantes do tribunal consideraram o caso grave. Por outro lado, uma ala do tribunal mais ligada a Moraes prefere primeiro conhecer o conteúdo das mensagens para evitar julgar o colega de forma precipitada.
BOA VITÓRIA – A votação iniciada nesta sexta-feira, 13, dá vitória ao time de Mendonça. Ao menos na Segunda Turma, ele conta com o apoio da maioria para seguir o estilo adotado nas investigações – ainda que isso afete ministros do tribunal.
A manutenção de Vorcaro atrás das grades pavimenta o caminho para uma delação premiada, com chance de respingar em integrantes da Corte.
Após o vazamento das mensagens de Vorcaro, Gilmar criticou a divulgação de diálogos íntimos que o banqueiro mantinha com sua então namorada, Martha Graeff. O ministro não mencionou, no entanto, mensagens destinadas a Moraes. O voto dado por Gilmar no julgamento em curso vai revelar se ele continua no time de Moraes, ou se soltou a mão do colega.
Voltando ao tema do artigo anterior, que reputo defindor do futuro do país.
Tendo começado a trabalhar com tecnologia ainda na déca de 70, fora técnico de informática da, então monopolista, IBM e pelo que vejo de lá pra cá, creio que não conseguiremos superar estes 50 anos de atraso tecnológico.
Trata-se de projeto de muito longo prazo e não há nenhuma iniciativa deste governo atrasado, reacionário e neoludita neste sentido.
A pouca mão de obra que está sendo formada, muito provavelmente, irá procurar mercados mais promissores, podendo inclusive trabalhar online por aqui mesmo, atendendo empresas dos países desenvolvidos.
A Academia tornou-se seita de adoração do Lula e produtora de ideologia mistificadora da Aparato Petista, na condição de seu aparelho ideológico e, assim, é inépta pra enfrentar este desafio.
Recorramos à IA ChatGpt para termos uma ideia da temporalidade.
Não existe um número exato, mas dá pra estimar com bastante realismo olhando para como países que avançaram em tecnologia fizeram (como Estados Unidos e China).
⏱️ Estimativa realista para o Brasil
Se o Brasil começasse agora, com estratégia séria, o tempo típico seria:
🧠 Formação da base (5 a 10 anos)
• Ensino técnico + universitário forte (matemática, computação, dados)
• Formação de engenheiros, cientistas de dados, pesquisadores
• Reformas no ensino básico (fundamental para IA de longo prazo)
👉 Esse é o tempo mínimo para criar massa crítica de profissionais
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⚙️ Consolidação tecnológica (10 a 20 anos)
• Criação de empresas fortes em IA
• Desenvolvimento de infraestrutura (data centers, chips, cloud)
• Integração com indústria, agronegócio, defesa, governo
👉 Aqui o país começa a usar IA em larga escala
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🚀 Liderança real (20 a 30 anos)
• Produção de tecnologia própria (não só uso)
• Exportação de soluções
• Autonomia estratégica (não depender de EUA/China)
👉 Só aqui dá pra falar em “dominar IA”
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📊 Resumo direto
• 5–10 anos → formar mão de obra
• 10–20 anos → aplicar e escalar
• 20–30 anos → disputar liderança
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⚠️ Mas tem um detalhe importante
O Brasil não está começando do zero:
• Já tem centros como USP, Unicamp, ITA
• Já tem empresas usando IA (bancos, agro, fintechs)
👉 Isso pode reduzir alguns anos, mas só se houver:
• investimento contínuo
• política industrial clara
• retenção de talentos
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🧭 O maior risco
Se não houver estratégia, acontece o oposto:
• o país vira consumidor de IA estrangeira
• perde competitividade industrial
• aumenta dependência de Google, Microsoft, OpenAI etc.
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💡 Conclusão
Com planejamento sério:
👉 20 a 30 anos para dominar de fato
👉 menos de 10 anos para ficar relevante
Sem planejamento:
👉 pode nunca dominar — só usar tecnologia de fora.
O maior empecilho é arar o terreno, como fez a China, para que plantando, possa colher.
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Chance zero de um país mergulhado na corrupção sair da estagnação.