
Ruy Castro, mais uma vez, brinda seus leitores
Pedro do Coutto
Encontra-se atualmente nas livrarias, com grande procura por parte do público, o livro “Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio”, do jornalista e escritor Ruy Castro. A obra resgata um período decisivo da história brasileira ao examinar como a antiga capital do país — então o Distrito Federal, situado na cidade do Rio de Janeiro — viveu os impactos diretos e indiretos da World War II. O conflito, iniciado em 1939 e encerrado em 1945, transformou profundamente a política internacional e também alterou a vida cotidiana em cidades que, à primeira vista, pareciam distantes das frentes de batalha.
Ao longo do livro, o autor revisita os anos em que o Brasil ainda mantinha uma posição ambígua diante da guerra, período marcado por tensões diplomáticas, disputas de influência e contradições internas no governo de Getúlio Vargas. Enquanto o país buscava equilibrar suas relações internacionais, a guerra já produzia efeitos concretos na sociedade brasileira, desde mudanças na economia até alterações na rotina urbana da capital. O Rio de Janeiro, centro político e cultural do país naquele momento, tornou-se palco de mobilizações, campanhas patrióticas e de uma crescente percepção de que o conflito europeu poderia atingir diretamente o Brasil.
TORPEDEAMENTO – Um dos episódios mais dramáticos desse período foi o torpedeamento de navios mercantes brasileiros por submarinos da Kriegsmarine, a marinha de guerra da Nazi Germany. Esses ataques ocorreram em áreas internacionais do Atlântico e provocaram forte comoção no país, especialmente após a perda de vidas civis e o impacto na navegação comercial. Entre os casos mais conhecidos está o afundamento do navio SS Baependi, em 1942, episódio que ajudou a consolidar a pressão popular para que o Brasil abandonasse a neutralidade e entrasse definitivamente no conflito ao lado dos Aliados.
Esses acontecimentos levaram à participação direta do Brasil na guerra, culminando na criação da Força Expedicionária Brasileira, que lutaria na campanha da Itália nos anos finais do conflito. No plano interno, porém, o impacto da guerra também foi sentido nas ruas do Rio de Janeiro, com medidas de defesa civil, restrições econômicas e uma atmosfera de mobilização nacional que refletia o clima de incerteza daquele período.
Ao recuperar esses episódios, o livro de Ruy Castro ajuda a compreender como acontecimentos globais repercutiram intensamente na vida brasileira. A obra demonstra que, embora os grandes combates da World War II tenham ocorrido majoritariamente na Europa e na Ásia, seus efeitos se fizeram sentir também no cotidiano da antiga capital brasileira, revelando um capítulo muitas vezes pouco explorado da história do país e mostrando como o Brasil foi, de fato, atravessado pelas tensões de um dos conflitos mais marcantes do século XX.
Estamos fora da guerra contemporânea contr o narcotráfico.
Até quando, não se sabe.
https://www.youtube.com/watch?v=04B5FkAakcU
O trem é pra valer!
https://www.youtube.com/watch?v=pB294Y0y8jU
Até quando haverá comemoração nos presídios?
https://www.youtube.com/watch?v=zfMgBpxBsEE
Estou curioso pra saber:
– Trump realmente vai expandir suas ações contra o narcotráfico, inclusive pra paísa que tratam os cirminosos como pobre cuitados, vítimas da sociedade, como o Brasil?
https://www.instagram.com/reel/DQl7H1Yjsfm/
(Depois da fundação do PSOL, tenho certeza que há seres extra-terrestres ente nós e, de um sexta dimensão.)
– se sim como seriam as ações militares, uma vez que o Brasil não é produtor significativo de drogas, o sendo no comércio internacional?
A propósito da “esquerda progressista”, ele se perdeu adotando a pauta identitarista, abandonando o que pode realmente transfromar a sociedade, a infraestrutura, que comporta a real produção e reprodução da riqueza, nde operam homens de verdade em relações de produção, políticas, sociais reais.
Tornou-se um peso morto, incapaz de apreender a realidade concreta e se refugiou no seu mundo cor-de-rosa esquizo-metafísico-idealista paralelo.
Sobrou a nobilíssima causa-tampão, o inócuo anti-imperialismo, atrás do que esconde sua ideologia reacionária, atrasada, vitimista, sem qualquer conexão com a realidade, logo, incapaz de a transformar, em processo irreversível de decadência moral, civilizacional e temporal.
Exemplo é a propaganda de que chegamos no paraíso da bonança social, pelo mão dos pai dos pobres, Lula.
https://contec.org.br/brasil-e-o-5o-pais-mais-desigual-do-mundo-diz-estudo-da-equipe-de-thomas-piketty/
Em meus estudos sobre o Aparato Petista dedicarei especial atenção a este tema.
Para quem quer entender o caráter epistemológico da sua recaionária ideologia, leia a Sagrada Família de Marx, disponível em: https://dlivros.com/livro/sagrada-familia-karl-marx
Sinopse
A Sagrada Família — crítica de Karl Marx aos jovens hegelianos
– Esquerda intelectual da época: grupo da “esquerda hegeliana”, influenciado por Georg Wilhelm Friedrich Hegel, crítico da religião e do Estado. (Nossos atuais mulas sem cabeça do Aparato Petista)
– Idealismo excessivo: acreditavam que mudar as ideias e a consciência transformaria a sociedade.
– Desprezo pelas condições materiais: pouca atenção à economia, ao trabalho e às relações sociais concretas.
– Intelectualismo elitista: viam a transformação como resultado da crítica filosófica de intelectuais, não da ação das massas.
(ChatGpt)
Para a proxima Guerra Mundial, multilateralmente a servil e para tanto alçada e LOCUPLETA “fraterna irmandade” se predispõem a colocar seus obrigatórios pauzinhos na fogueira, ja internacionalmente acesa!
Pergunta-se: Quem, tida desassemelhada, sabota e trai os povos, onde falsamente nas primeiras poltronas se assenta?
Agem com tanta naturalidade, nas sombras e destrambelhadamente, é lógico mas sempre deixando as pegadas do “pé redondo”, diria Nhô Victor, meu saudoso avô materno!
Vivemos em GUERRA no Rio há décadas.
São Paulo, gigante, segue aprisionada por bandidagem.
A favelização de Brasília não para de se expandir.
Goiânia, Cuiabá, Campo Grande, em nenhum lugar você escapa do poder da facção que manda de dentro dos palácios luxuosos da toga e do planalto.
O Nordeste está fatiado entre facções criminosas.
O Norte também.
O Sul vira alvo desse mesmo poder, como se não bastasse a carga das mudanças climáticas.
Há uma guerra estúpida que só atinge uma classe: a trabalhadora, investidora, estudiosa.
Não a casta multimilionária de Brasília e dos palácios togados que suga e vende este país a juros estratosféricos.