Direita paulista prevê disputa dividida ao Senado com possível candidatura de Haddad

Dirigentes da direita preveem eleição legislativa “dividida”

Vinícius Murad
CNN

A possibilidade de Fernando Haddad (PT) sair candidato ao Senado em São Paulo nas eleições de 2026 repercute entre dirigentes de partidos da centro-direita paulista. Segundo dirigentes que compõem a coalizão que apoia Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa pela reeleição ao governo estadual, a tendência é que a eleição seja dividida. O plano do grupo é eleger dois nomes ao Senado neste ano, uma vez que, em 2026, serão duas cadeiras em disputa.

Fontes revelaram à CNN Brasil que o otimismo sobre eleger dois candidatos do grupo “enfraqueceu”. A leitura é pragmática e baseada em pesquisas internas. O nome de Haddad pode performar de forma significativa na região metropolitana da capital, elegendo o ministro da Fazenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e deixando apenas uma cadeira para a direita.

FORA DO JOGO – A chapa da centro-direita deve ter Guilherme Derrite (PP), ex-secretário de Segurança Pública e deputado federal, ao lado de um nome decidido pelo PL. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), apontado como postulante na disputa, não tende a ser o escolhido, visto que está morando nos Estados Unidos depois de perder o mandato na Câmara. Ele defende o deputado estadual Gil Diniz (PL) como candidato.

Há meses existe um acordo verbal de que os nomes ao Senado seriam Derrite e alguém a ser escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No entanto, a insistência de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, por indicar o companheiro de chapa de Tarcísio pode mudar o cenário. A cadeira de vice, que hoje está com o PSD de Gilberto Kassab, ao ir eventualmente para o PL, poderia abrir espaço para que a “segunda candidatura” ao senado vá para o PSD.

3 thoughts on “Direita paulista prevê disputa dividida ao Senado com possível candidatura de Haddad

  1. Senhor Carlos Silva , de fato , todos os funcionários tanto da ativa quanto aposentados da Petrobrás , estamos pagando compulsoriamente de nossos ” salários e aposentadorias ” os sucessivos rombos/roubos de nossos recursos do fundo de pensão Petros , que incialmente seriam temporários de 18 anos , mas no governo de Jair Bolsonaro , seu então ministro da economia Paulo Guedes mudou o seu Status de cobranças temporárias , para o Status vitalício , com o agravante de que Paulo Guedes é um notório algoz e ladrão dos fundos de pensão dos funcionários das empresas públicas e das estatais , sendo que continua impune até hoje .

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