
Moraes tenta encontrar uma saída, mas está muito difícil
Carlos Newton
A cada decisão equivocada ou descabida, o ministro Alexandre de Moraes mostra que sua ascensão ao Supremo foi o que de pior poderia acontecer à Justiça brasileira. Com repetidos descumprimentos das leis, seus desmandos são de tal ordem que chegam a ser assustadores.
O mais incrível, porém, é que esses atos ultrajantes são acatados e até elogiados por sete dos atuais integrantes do STF, e também pelo ministro Luís Roberto Barroso, que acaba de se aposentar.
MAIS UM ERRO – Ao tomar a decisão de encerrar nesta terça-feira o processo do golpe de estado, alegando que os advogados perderam o prazo para recorrer, Moraes está mais uma vez descumprindo as leis – no caso, o próprio Regulamento do Supremo Tribunal Federal, que o ministro já deveria até ter decorado, mas demonstra desconhecer.
O artigo 334 do Regimento Interno, que tem força de lei, mostra que declarar o trânsito em julgado foi um erro crasso e primário do ministro Alexandre de Moraes, que se diz professor de Direito, mas precisa voltar urgentemente a frequentar as aulas da Faculdade.
Art. 334. Os embargos de divergência e os embargos infringentes serão opostos no prazo de quinze dias, perante a Secretaria, e juntos aos autos, independentemente de despacho.
PROPOSITADAMENTE – Isso significa que Moraes encolheu para apenas cinco dias o prazo de apresentação dos embargos infringentes, que são o derradeiro recurso para provar a inocência de réus que estejam sendo julgados de forma errônea, propositadamente ou não. No caso, o temido relator está agindo propositadamente.
É claro que Moraes sabe ter decidido de forma equivocada. Não há dúvidas a esse respeito. Assim, a pergunta que não quer calar é a seguinte: O que pretende ele, ao cometer erro tão primário?
O objetivo do relator é apressar o andamento do processo, fazendo as defesas se precipitarem, ao apresentar os embargos infringentes antes do prazo de 15 quinzes dias.
SEGUNDA TURMA – Como os embargos infringentes serão apresentados à Segunda Turma, Moraes tenta forçar que isso aconteça enquanto o colegiado é presidido por Gilmar Mendes, que fica até 31 de dezembro, quando será substituído por Nunes Marques.
Com Gilmar arquivando os recursos das defesas, Moraes acredita (?) que o processo estará realmente transitando em julgado e não haverá mais possibilidade de ser revista a condenação de Bolsonaro e dos demais.
Assim, essa jogada de Moraes, ao descumprir a lei para apressar o processo, poderia ser considerada magistral e definitiva, um xeque-mate nas defesas dos réus. Mas ainda há controvérsias.
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P.S. – Vejam que no Supremo brasileiro a lei não tem mais importância. Para os ministros, o que interessa são as manobras e o interesse político. Neste contexto, o relator Moraes se julga o suprassumo da Justiça, mas é apenas um iniciante, um aprendiz de feiticeiro, conforme demonstraremos aqui, no momento oportuno. Se deixarem, é claro. (C.N.)
Como havia somente um voto contrário (Fux) e nem era voto absolutório no sentido próprio, Moraes agiu corretamente e coerentemente ao dar ao processo trânsito em julgado, no que foi acompanhado pelos outros ministroa da turma. Fux sabia que teria votar a favor dessa decisão e espertamente caiu fora antes.. O STF já pacificou há bastante tempo o tema de embargos infringentes. Com as turmas completas, somente serão admitidos embargos infringentes se eles forem em número de dois ou superior e ainda assim, os votos contrários deverãos ser absolutórios em sentido próprio.
Como composição de maioria ditatorial, NUNCA mais haverão DOIS votos contrários, entonces o que sobrará para o futuro dos ludibriados “desarmados” inocentes?
Risque-se do mapa OS feitos inutilizados embargos infringentes!
O problema não é Bolsonaro.
Não são os oficiais generais, a aura de “julgamento histérico” (Marinho, irmãos).
Não é o Xandão.
É a arbitrariedade e a total insegurança, o caos direcionado pelas negociatas.
As nulidades que inutilizam tudo.
Togados rasgando as Leis vigentes.
Atropelando as provas dos autos.
Violando a lógica e a racionalidade.
Subvertendo até mesmo as Leis da Física.
E mais:
O Supremo Inútil julgou o Estado de Coisas Inconstitucional
Mas os presídios normais
Não os de LUXO como os de Lula e Bolsonaro.
Continuam superlotados de verdadeiros inocentes, como os homens falsamente acusados de violência doméstica ou de estupro, arrancados de suas esposas e dos seus filhos pequenos, deficientes e pais idosos e doentes dos quais cuidavam, do seu trabalho, dos seus estudos, tendo tomado todo o seu patrimônio construído ao longo de décadas de trabalho lîcito, sem que jamais tenham sequer conhecido a estelionatária e falsa vítima.
O primeiro passo seria analisar provas: o cara prova que estava com sua esposa e com seus filhos no Japão e é preso por uma invenção de uma total desconhecida, estelionatária, de Maria da Penha (onde quase sempre tudo é inventado e jamais houve relação familiar ou íntima com o caluniado) em Brasília.
Mas os presídios seguem masmorras medievais, superlotadas, infernos, depósitos de inocentes acusados contra todas as provas dos autos e vítimas de pilhagem por corrupção judicial cruel e sem limites.
O Estado de Coisas Inconstitucional não teve efeito nenhum no mundo real dos presídios.
Por isso as facções mandam tanto.
Não é um país seguro para viver para os homens justos, honestos, íntegros, de conduta ilibada e suas famílias.
Que prende muito e prende errado.
A história nos mostra diversos exemplos que todos aqueles que querem impor suas vontades ditatoriais, um dia serão desmascarados
Infelizmente, nem todos.
Vestir o preso com camisa de força; obrigá-lo a permanecer durante horas algemado ou amarrado em camas ou macas; manter o preso por muitos dias com os olhos vendados ou com um capuz enfiado na cabeça; mantê-lo sem comer, sem beber e sem dormir; confinar o preso em cubículos; isolar o preso; acender fortes refletores de luz sobre ele.
Estas foram algumas das técnicas de tortura empregadas pela ditadura brasileira com efeitos diretos na esfera psíquica dos presos políticos, “tais como alucinações e confusão mental”, conforme assinalado no relatório final da Comissão Nacional da Verdade.
Que nem a “geladeira”, descrita assim na carta de presos políticos em São Paulo à OAB:
“O preso é confinado em uma cela de aproximadamente 1,5 m × 1,5 m de altura, baixa, de forma a impedir que se fique de pé. A porta interna é de metal e as paredes são forradas com placas isolantes. Não há orifício por onde penetre luz ou som externos. Um sistema de refrigeração alterna temperaturas baixas com temperaturas altas fornecidas por um outro, de aquecimento. A cela fica totalmente escura na maior parte do tempo. No teto, acendem-se às vezes, em ritmo rápido e intermitente, pequenas luzes coloridas, ao mesmo tempo que um alto-falante instalado dentro da cela emite sons de gritos, buzinas e outros, em altíssimo volume. A vítima, despida, permanece aí por períodos que variam de horas até dias, muitas vezes sem qualquer alimentação ou água”.
Pela “geladeira” passou, por exemplo, Tito de Alencar Lima, o Frei Tito, que, “alucinado, suicidou-se num convento da França, porque, a todo o momento, ele via a figura sinistra do Fleury”, nas palavras do ex-preso politico Clóves de Castro ditas em sessão da Comissão Municipal da Verdade de São Paulo.
Pelo menos 22 presos políticos foram internados pela ditadura em manicômios após serem submetidos a torturas. Um deles, o jornalista Paulo Roberto das Neves Benchimol, começou a ouvir vozes parecidas com as dos agentes que o torturam na Ilha das Flores. As vozes diziam que ele estava de volta às mãos do diabo.
Filho de Dermi Azevedo, jornalista perseguido e preso pela ditadura, Carlos Alexandre Azevedo foi torturado pela equipe do diabo — o sinistro delegado Fleury — quando tinha apenas um ano e oito meses de idade. Ele disse o seguinte em uma entrevista à IstoÉ em 2010: “Para mim, a ditadura não acabou. Até hoje sofro os seus efeitos. Tomo antidepressivo e antipsicótico […] Talvez, com um pouco de sorte, eu consiga recomeçar. Mesmo estando com 37 anos”.
Três anos depois, com 40 anos, Carlos Alexandre se matou com uma overdose de medicamentos.
Que não se atrevam, certos portadores de CRM, de OAB e de credencial da Folha de S.Paulo; que não venham com “certa paranoia causada por medicamentos”, “vozes saindo da tornozeleira”, “alucinações causadas por pregabalina misturada com sertalina”. Não depois da “cura por hidroxicloroquina”. Não para encobrir patente tentativa de fuga — com maçarico, com tudo — de defensor da ditadura, fã de torturador e condenado por tentativa de golpe de Estado.
Artigo publicado no Come Ananás sob o título “Sabe o que causa alucinações?”. Link nos comentários.
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A democracia agradece.
O maior criminoso da história da República
Enquanto você estiver assistindo à chegada do ex-mito na cadeia, lembre-se: ali vai o maior criminoso da história da República.
Mesmo assim, o ex-mito pode morrer sem ser condenado pelo pior crime que cometeu, o asfixiamento em massa de brasileiros por falta de vacina durante a pandemia de Covid-19.
Por alguns meses, em 2021, mais de um terço (+33%) das mortes por Covid no mundo aconteceram no Brasil, onde vive 2,7% da população mundial.
Fonte; Folha de S. Paulo, Opinião, 22.nov.2025 às 15h12 Por Celso Rocha de Barros, Servidor federal, é doutor em sociologia pela Universidade de Oxford (Inglaterra).
Servidor federal, é doutor em sociologia pela Universidade de Oxford (Inglaterra).
Amigão,
Será que o Demônio Comuna Doutor em Sociologia vai citar a frase do Luladrão sobre a praga comuna ching linguenesa.???
aquele abraço
Lula (drão) disse que “ainda bem que natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus”….
Sr. Newton
Não, ou melhor, nunca vou deixar passar batido essa promessa do então candidato em 2.018 prometendo o fim da Maldição da Reeleição criada pelo Maior Vagabundo Demônio Comunista da História do Brasil…
Não cumprindo essa promessa, que seria uma das melhores coisas para o Pais, o fim da reeleição, Bolsopreso não só traiu o povo brasileiro como também se “afundou” nas próprias promessas não cumpridas e agora paga o preço alto da traição.
E o pior de tudo, estendeu o tapete vermelho para a Facção Criminosa Vulgar colocando novamente na Presidência o Maior Ladrão do Meu Dinheiro que o Mundo Já Viu….
Agora a Inês tá morta, ou o boi tá morto, como se dizia antigamente….
“”Bolsonaro diz que vai propor fim da reeleição para presidente
O candidato do PSL diz que, se aprovada pelo Congresso, a medida já teria validade para ele próprio; outra proposta seria reduzir o número…
ao vivo e a cores.
Bolsonaro diz que é contra a reeleição
https://www.youtube.com/watch?v=_Vihqc0Ns34
aquele abraço…..
O então presidente Jair Messias Bolsonaro , ” negligenciou ” de forma deliberada , criminosa e dolosa em socorrer o povo Brasileiro , frente á crise médico – sanitária da ” COVID-19 ” , com o agravante de que caçoava , debochava e ridicularizava as pessoas que estavam agonizando por falta de ” oxigênio e medicamentos ” , em fragrante desrespeito aos familiares das pessoas ” doentes ou mortas ” inclusive correu o país papagaiando medicamentos , como se fosse mercador e verdadeiro representante dos fabricantes .
Neste contexto, o relator Moraes se julga o suprassumo da Justiça, mas é apenas um iniciante, um aprendiz de feiticeiro, conforme demonstraremos aqui, no momento oportuno. Se deixarem, é claro. (C.N.)
Sr. Newton
Para sua segurança é melhor usar capacete de Adamantium , pois vão jogar pedras de todos os lados..
Os demônios comunas são terríveis…
eh!eh!eh
Uma reflexão sobre a ditadura do Poder Judiciário Brasileiro
A célebre doutrina da “separação dos poderes” de Montesquieu, baseada na constituição “mista” discutida por Platão, Aristóteles e Políbio, visou moderar o poder do Estado mediante a divisão de competências entre os órgãos: executivo, legislativo e judiciário.
A violação do princípio da harmonia entre os poderes faz resvalar o manto da democracia e suscita o manto vil do poder – a ditadura. Neste regime, a singularidade do mal, a exemplo dos regimes provenientes do nazismo e do fascismo, não se difere em essência da pluralidade maléfica “dos regimes militares” que encabeçaram os longos anos da ditadura na América Latina, em particular no Brasil no século XX.
É pelo voto direto e secreto que o povo (re) elege os membros dos poderes legislativo e executivo. Dessa forma, o cidadão e a cidadã, em última instância, podem punir os membros desses poderes não os reelegendo, seja por terem ficados impunes diante dos escândalos comprovados, ou por maus desempenhos políticos durante os seus mandatos.
E quanto aos escândalos do poder judiciário? Infelizmente, eles mostram algo mais sombrio. As indignações quanto à ineficiência do judiciário, extravio de processos, venda de sentenças, abuso de poder e a impunibilidade de inescrupulosos juízes geraram forças negativas em intensidades suficientes para desequilibrar a harmonia entre os três poderes, haja vista a constante interferência dele nos demais poderes. Parece não haver dúvidas que estamos entrando em uma nova forma de ditadura – a ditadura do judiciário.
O exercício do humus da magistratura é sempre de responsabilidade social. Não se admite, portanto, que as garantias que asseguram ao juiz a independência sirvam para torná-lo imune aos seus atos que contrariem as leis e, sobretudo, ao espírito moral e ético delas. Entretanto, os escândalos têm evidenciado que alguns inescrupulosos juízes utilizam-se do “livre convencimento” para elastecer o entendimento das leis, subjugando disfarçadamente o espírito ético e moral das mesmas. São eles os ditadores do poder judiciário. Utilizam-se das garantias constitucionais como escudo de proteção para os seus atos ilícitos e o abuso de poder.
Corroborando com parte desse entendimento, o Prof. Luiz Moreira (doutor em direito) salienta que:” Estamos para viver uma ditadura do judiciário. Será que agora o juiz é o novo Deus?”
Fonte: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/uma-reflexao-sobre-a-ditadura-do-poder-judiciario-brasileiro/137700397
Curtinhas
PS.: ROUBANDO APOSENTADOS E PENSIONISTAS
Relator suspeita que mais R$90 bilhões foram roubados dos aposentados em consignados
A situação atípica e eivada de nulidades de Bolsonaro e demais manifestantes do 8 de janeiro de tão emblemática supera outras desgraças, que a mídia amestrada ou adestrada ou porca esconde de modo covarde e nada decente.
PS. 02: ESCÂNDALO DO BANCO MASTER: A fraude. O BRB adquiriu, segundo as investigações, um total de R$ 12,7 bilhões em carteiras de crédito inexistentes do Master.
Os executivos André Felipe de Oliveira Seixas Maia e Henrique Souza Silva Peretto, presos na Operação Compliance Zero, que investiga denúncias de fraude financeira no Banco Master, foram soltos. Eles foram liberados pela Polícia Federal na madrugada desta sexta-feira (21).
PS. 03: BANCO MASTER CONTRATOU EMPRESA DE MULHER DE MORAES.
Alvo da PF, banco Master contratou empresa da esposa de Moraes
Além de Viviane, dois filhos do casal atuam na banca de advogados.
PS. 04: DEU PIZZA
Nomeado por Lula, o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto recebia até R$250 mil de propina por mês, aponta a Polícia Federal. Até uma pizzaria fazia parte da estrutura de pagamentos à custa de idosos.
(Coluna Cláudio Humberto)
PS. 05: DITADURA DO JUDICIÁRIO.
“A ditadura do judiciário é uma ditadura sem armas, bem diferentes das ditaduras de outrora. Mas, nem por isso menos cruel, pois pode cercear o bem maior do cidadão e da cidadã – a sua liberdade. Astuto, o ditador do judiciário camufla-se como um lobo, só que ao invés da pelé de cordeiro utiliza-se da toga, não mais como um símbolo da magistratura e sim como uma armadura para ostentar o poder e ser temido pelos “meros mortais”. O som característico do malhete, que na mão de um verdadeiro juiz significa: “a justiça foi feita”, agora reverbera vibrações desarmônicas de um rosnar que se traduz pela expressão (des) humana: “a minha vontade foi feita”.”
Fonte: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/uma-reflexao-sobre-a-ditadura-do-poder-judiciario-brasileiro/137700397
PS. 06: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Vejam que no Supremo brasileiro a lei não tem mais importância. Para os ministros, o que interessa são as manobras e o interesse político. Neste contexto, o relator Moraes se julga o suprassumo da Justiça, mas é apenas um iniciante, um aprendiz de feiticeiro, conforme demonstraremos aqui, no momento oportuno. Se deixarem, é claro. (C.N.)
PS. 07: TRIBUNA DA INTERNET FAZ HISTÓRIA
A frase “A democracia precisa ser cuidada todos os dias” enfatiza que a democracia não é um estado permanente ou garantido, mas sim um sistema que exige vigilância contínua, participação ativa e defesa constante por parte dos cidadãos e das instituições.
Até os idiotas de nascimento, defensores do cartel de ladrões e traficantes PT-STF, sabem que o julgamento do “gópi” foi um ato farsesco. Como precisam justificar as prisões arbitrárias, apelam para o manjado “Bozo matou 700 mil na pandemia” espalhado pelo Bonner, o manequim de funerária das ratazanas petralhas.
Esta faltando pegar os membros do congresso nacional brasileiro que deram sustentação política e surrupiaram/roubaram o dinheiro público , em troca da manutenção de Jair Messias Bolsonaro no cargo , a despeito de todos os seus crimes contra o brasil e a seu povo , sendo que por muito menos derrubaram a ex-presidente Dilma Rousseff .