
Charge do João Spacca (Arquivo do Google)
Dora Kramer
Folha
Um dos temas que dominam as cogitações iniciais do ano eleitoral é justamente qual será o tema dominante na campanha. As pesquisas apontam a segurança pública, mas dois ministros que falaram recentemente sobre isso não incluem o assunto nos destaques.
Fernando Haddad (PT) disse ao Uol que a economia não definirá vencedor nem perdedor, ao contrário de eleições anteriores. Talvez tenha pretendido afastar sua gestão na Fazenda do escrutínio público.
SEGURANÇA DE FORA – Guilherme Boulos (PSOL), em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, também deixou de fora a segurança. Para ele, três questões vão prevalecer: soberania nacional, isenção do Imposto de Renda para os mais pobres e fim da escala 6×1 na jornada de trabalho.
Chama atenção o fato de ambos excluírem do debate o combate à criminalidade, a despeito do indicativo de que este seja o anseio maior da população premida pela insegurança no dia a dia. Parece se tratar de uma capitulação dos governistas ante a ausência de boa resposta à principal demanda do eleitorado. A batalha do projeto contra facções foi perdida para a oposição e a PEC da Segurança ainda está em disputa.
Restaria ao Planalto apostar em pautas populistas, mas de efeito incerto. A escala 6×1 alcança trabalhadores formais. Pode ser muita gente, mas não inclui o universo dos informais e tampouco atende à maioria interessada em outro tipo de abordagem, algo ligado à elevação da capacidade produtiva do país.
ATIVO ELEITORAL – A isenção do IR é um bom ativo eleitoral, mas não chega a refletir a justiça tributária alegada pelo governo. Ademais, não é certo que tenha o poder de fazer os beneficiados se sentirem compelidos a agradecer nas urnas.
A defesa da soberania nacional pegou bem quando do tarifaço, mas salvo improváveis novos ataques de Donald Trump, deu o que tinha de dar. Proporcionou melhoras a Lula, mas não o suficiente que a aprovação ultrapassasse a desaprovação. Se falta clareza ao governo quanto ao que oferecer ao país, a oposição padece do mesmo mal. Pobre Brasil.
A mansão de R$ 250 milhões de Joesley Batista
Entre um encontro com Lula, outro com Donald Trump e um terceiro com Delcy Rodrigues, Joesley Batista teve tempo para fechar a aquisição de (mais) uma casa própria.
Comprou a mansão em que morava Abilio Diniz, no Jardim América (SP). Pagou R$ 250 milhões (repetindo: R$ 250 milhões) pelo imóvel.
Fonte: O Globo, Opinião, 01/02/2026 06h19 Por Lauro Jardim
O preço certamente não foi isso tudo. O imóvel estava avaliado no mercado imobiliário em torno de R$ 50 milhões. Ele talvez tenha vazado essa cifra de R$ 250 milhões para impressionar outros afortunados.
Para Michel Alcoforado, autor do best-seller “Coisa de Rico”, o que os endinheirados brasileiros mais querem, é parecerem que são sempre mais ricos do que são.
O lulobollsonarismo não tem projeto de país.
De forma que a destruição da nossa economia, do Estado e das instituições sociais, estatais e privadas republicanas não erão qualquer reversão com este sujeito aí, o Flávio, cuja única qualidade, do tipo capitanias hereditárias, é ser filho do tal Bolsonaro, tão incompetente que se gabou de acabar com a Lava Jato, cuja vagabundagem o colocou na prisão.
Precisamos de uma concertação nacional para desratizarmos o Estado e refundarmos a República, pós 20 anos de hegemonia da atrasada, extemporânea e reacionária “esquerda progressista” , liderada pelo office-boy das oligarquias patrimonialistas, o múmia Lula, situado, se muito na Era da Pedra Lascada.
Ouvi da grande liderança emergente jovem, face ao asilo petista, Nikolas, que seu projeto é a “Verdade”, ou seja, nada.
Temo que não tenhamos alguém que possa conduzir o trabalho hercúleo de reconstrução do pais e da República.
No atual quadro, o menos ruim é o Tarcísio, no que toca a funcionalidade estatal.
Nesse País tudo é ignorado, não incorporou a vacina para herpes zóster no SUS porque é cara, mas deu milhões para desfile de escola de samba. Nada aqui funciona, a Índia lançou um satélite que pesa 6 toneladas, aqui é essa vergonha que a décadas estão para lançar um foguete com carga útil.
O “progressista”Lula detona com a Inteligência Artificial, assim como ir luditas que quebravam as máquinas na Revolução Industrial.
Este cara é um verme reaciona, atrasado, extemporâneo. Naus 4 ânus está múmia e vamos sair de 50, pra um século de atraso tecnológico.
Com um progressista destes, não precisamos de conservadores.
Lula “astravanca o progressio”.
Inútil.
Kkkkk.
Desculpem os erro gramaticais.
Este cara é um verme reaciona, atrasado, extemporâneo. Mais quatroanos desta múmia e vamos sair de 50, pra um século de atraso tecnológico.