Da prisão, Bolsonaro tenta influir na eleição e revive um roteiro conhecido

15 thoughts on “Da prisão, Bolsonaro tenta influir na eleição e revive um roteiro conhecido

  1. “O embate entre ‘fascistas’ e ‘comunistas’ atende a fantasias ideológicas, mas mantém o debate político longe das questões substantivas indispensáveis ao desenvolvimento do país.”

    Na mosca. Fechô!

  2. Com tamanha sabedoria, inabalável condição de derrotado e, enfim eleito, considerado o pior prefeito da história de SP, esse tal Haddad foi ainda, por anos, ministro da (des)Educação. E semi-analfabeto! Nossa Senhora!!!

      • NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Essa da mulher de Haddad é de lascar. O casal tem hoje seis fontes de renda de recursos públicos. Ana Estela é professora da USP, trabalha no ministério da Saúde e é conselheira da Dataprev. O maridão é ministro, professor da USP e atua no Conselho de Itaipu, cuja remuneração é sigilosa, mas sabe-se que está por volta de R$ 34 mil mensais, para nada fazer. Além, disso, Haddad tem cartão corporativo sem limite. Também são conselheiros de Itaipu os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia), Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Esther Dweck (Gestão e Inovação). Como se vê, os petistas são roedores insaciáveis, especializados em consumir verbas públicas. (C.N.)

        • mas sabe-se que está por volta de R$ 34 mil mensais, para nada fazer

          Acertou na mosca

          Jutamente o que o soça-comuna gosta de fazer…NADA…

          A vagabundagem está no sangue…..

          Esse lixo nunca produziu um único palito de fósforo….

  3. Na minha humilde opinião, o Flávio Bolsonaro já está eleito. O Sistema está implodindo, as instituições estão à beira do abismo, não vai sobrar quase nada. Simples assim.

  4. “O embate entre ‘fascistas’ e ‘comunistas’ atende a fantasias ideológicas, mas mantém o debate político longe das questões substantivas indispensáveis ao desenvolvimento do país.” O mais hilário de toda essa loucura é ver Lula e Bolsonaro, agora, se dizendo antissistema, porém só da boca pra fora, ignorando que ele$ são o sistema enquanto protagonistas hegemônicos do dito-cujo, submissos aos interesses de Tio Sam, enquanto poderoso chefão do QG da plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar a crédula, tola e indefesa freguesia dos me$mo$. Mas a pergunta que não quer calar é quem quer de fato, na real, no frigir dos ovos, mudar de verdade esse estado de coisa$ e coiso$, exceto a RPL-PNBC-DD-ME com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, que projeta o Brasil na vanguarda democrática do necessário novo mundo civilizado, por isso completamente censurado, cercado, boicotado, cancelado e excluído pelos donos de partidos e de imprensa dos me$mo$, falada, escrita e televisionada, salvo exceções, que fogem das mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas igual os diabos fogem da cruz ?

  5. Flávio Rachadinha falou que vai seguir o “Manual do pai”.

    Mas o “Manual do Ex-mito de 2022”, por exemplo, ‘ensina’ como perder a reeleição para si próprio. E aí?

  6. Bozo tenta e influi na eleição basta ver como proibiram determinadas pequisas serem divulgadas.

    KKKK Bozo não será presidente, mas seus filhos o serão e ele será um conselheire.

  7. Para aliados, Tarcínico perdeu o bonde da Presidência

    E até a reeleição a governador ficou complicada

    Governador de São Paulo não esconde desânimo por não ter sido ungido candidato pelo ex-mito, como ocorreu em 2022

    A sensação entre aliados de Tarcínico é que, agora, ele perdeu mesmo o último bonde para a corrida ao Planalto.

    Auxiliares e conselheiros relatam certo desânimo dele com a forma como os fatos se desenrolaram entre o fim do ano e este início de fevereiro.

    (…)

    O Globo, Política, Opinião, 04/02/2026 06h16 Por Vera Magalhães

    Agora é Rachadinha na cabeça.

    https://oglobo.globo.com/blogs/vera-magalhaes/coluna/2026/02/tarcisio-perdeu-o-bonde.ghtml

  8. Se condenar o ex-mito, STM estará 38 anos atrasado

    Depois de perder o poder e a liberdade, o ex-mito pode perder também a patente de capitão. O STM abriu processo para apurar se o ex-presidente violou as leis castrenses. Se condenado, ele será declarado indigno para o oficialato e expulso das Forças Armadas.

    Para o procurador Clauro Roberto de Bortolli, Bolsonaro mostrou descaso pelos “preceitos éticos mais básicos” da vida militar. Ele afirmou que o capitão atentou contra a probidade, a lealdade e a disciplina ao liderar uma tentativa de golpe após a derrota nas urnas.

    A acusação sustenta que a gravidade dos atos do ex-presidente é “incontroversa” e ficou comprovada no processo criminal que o levou para a cadeia. É tudo verdade, mas a Justiça Militar está 38 anos atrasada.

    Em junho de 1988, o mesmo STM julgou o ex-mito por tramar atentados em quartéis. Além de atacar o comando do Exército, o capitão havia elaborado um plano para explodir bombas em instalações militares como protesto pelo aumento de salários.

    Em janeiro daquele ano, um conselho de justificação o considerou culpado por ter praticado atos contra “a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro da classe”. Cinco meses depois, o STM ignorou as provas e absolveu o aspirante a terrorista por 9 votos a 4.

    Inocentado, o ex-mito ficou livre para se lançar na política. Candidatou-se a vereador e iniciou a escalada que o levaria ao Planalto. O general Ernesto Geisel se referiu ao caso das bombas ao descrever o capitão como um “mau militar”, em depoimento ao CPDOC da Fundação Getulio Vargas.

    O ex-presidente não foi o único beneficiado pelo corporativismo do STM.

    Num país com longo histórico de quarteladas, o tribunal nunca puniu oficiais golpistas. Agora terá que julgar cinco. Além do ex-mito, serão processados três generais e um almirante que tramaram contra a democracia.

    Numa tentativa de sensibilizar os ministros, o procurador Bortolli não se limitou a enumerar os crimes cometidos pela quadrilha. Também acusou o ex-mito e seus comparsas de traírem a “prática da camaradagem”.

    Apesar de se dizerem patriotas, eles ordenaram ataques aos colegas de farda que se recusaram a embarcar no golpe.

    Fonte: O Globo, Opinião, 04/02/2026 00h50 Por Bernardo Mello Franco

  9. Imprensa ‘enchendo linguiça’ antes da hora

    Processo de extenso prazo. Com longa demora pela frente, o processo dependerá ainda de ‘chuvas e trovoadas’ durante o andamento até a conclusão. Inclusive e obviamente de quem vencer as eleições presidenciais.

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