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Magistrado se defendeu em sessão
Luísa Martins
Folha
Ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) afirmam que o magistrado Marco Buzzi deve ser afastado como consequência da acusação de importunação sexual de que foi alvo. A tendência é que os integrantes da corte votem em maioria para que o ministro seja aposentado compulsoriamente do tribunal após conclusão de uma sindicância.
Buzzi apresentou sua defesa aos pares em sessão secreta da corte na última quarta-feira (4). Falando no início do encontro, ele negou as acusações, disse que que foi pego de surpresa pela denúncia e que não sabia o motivo pelo qual a jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos, estaria fazendo aquilo. Ele titubeou sobre o nome da garota, o que causou estranhamento em parte dos ministros. Oito dos 29 ministros votantes foram contra a abertura da sindicância. Integram a corte 33 magistrados.
INTERNAÇÃO – A Folha ouviu quatro magistrados que estavam presentes na reunião na quarta e que discutiram o tema com os pares nos últimos dois dias. Depois do seu pronunciamento, o ministro saiu da sessão antes do fim. Nesta quinta-feira (5), ele foi internado no hospital DF Star, em Brasília, e apresentou um atestado médico ao tribunal. Segundo informou o STJ, não há previsão de alta.
Ainda nesta quinta, a jovem de 18 anos prestou novo depoimento ao CNJ no qual confirmou e detalhou as acusações anteriores. Antes da sessão de quarta começar, houve um acordo entre os magistrados para que o resultado sobre a abertura ou não de um procedimento contra Buzzi fosse declarado de forma unânime, para evitar expor os magistrados.
Houve divergências. A ala contrária à instauração da apuração argumentou que a medida seria prematura e que seria melhor aguardar as conclusões da investigação criminal, que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) sob a relatoria do ministro Kassio Nunes Marques, e do procedimento administrativo já em curso no CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
APOSENTADORIA – Os processos administrativos têm como consequência a aposentadoria compulsória. Nesse cenário, Buzzi perderia o cargo de ministro, mas continuaria recebendo seus proventos. No STF, uma eventual condenação pelo crime de importunação sexual pode gerar pena privativa de liberdade —de um a cinco anos— e a perda dessa aposentadoria.
Nos bastidores do STJ, a situação é classificada como “a pior possível” para Buzzi, conforme narrou um ministro à Folha. Esse magistrado destacou não ver “clima para impunidade”. Essa percepção é aguçada pelo fato de a mãe da vítima ser uma advogada conhecida e respeitada pela comunidade jurídica, com bom trânsito no STJ. O caso é considerado sem precedentes no tribunal.
A expectativa da cúpula do STJ é a de que a sindicância seja concluída em até 30 dias. Os ministros Antônio Carlos Ferreira, Isabel Gallotti e Raul Araújo foram sorteados para conduzir a apuração. A corte quer decidir por si o futuro de um de seus ministros, sem “terceirizar” isso para o CNJ.
DENÚNCIA – De acordo com a denúncia, a família da jovem estava hospedada na casa de praia de Buzzi, no litoral catarinense. Ela foi tomar um banho de mar quando o ministro já estava na água. Ele teria tentado agarrá-la, mas ela conseguiu se soltar. Logo na sequência, narrou o acontecido aos pais. Todos deixaram a casa. Um boletim de ocorrência foi registrado.
Em nota, Buzzi informou que “foi surpreendido com o teor das insinuações” e que essas alegações “não correspondem aos fatos”. O ministro disse que “repudia toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”. A defesa da família diz que aguarda “rigor nas apurações e o respectivo desfecho perante os órgãos competentes”.
O CNJ informou que o caso tramita na Corregedoria Nacional de Justiça sob sigilo, como determina a lei, “para preservar a intimidade e a integridade da vítima, além de evitar a exposição indevida e a revitimização”. Em nota, disse que os depoimentos já foram colhidos na manhã de quarta-feira. O ministro, de 68 anos, está na corte desde 2011. Antes, foi desembargador em Santa Catarina.
A pauta de costumes em alta.
O resto, tá limpo
https://analise.com/noticias/venda-de-decisoes-judiciais-veja-quais-sao-os-14-tribunais-acusados
Pela primeira vez, é possivel que concorde com Delcio Lima.
A pauta de costumes em alta. O resto, tá limpo
Sucessivos escandalos que atingem o bolso, a dignidade o futuro de milhoes de hrasileiris vao para o jus embromandi e o finitus esquecimentus. Mas uma denúncia solitaria (sem sabermos quais provas foram demonstradas) tesulta em rapido e sumario provesso e imediato afastamento do ministro.
Leitura: p9de meter a mao em tudo que não for da Pauta de costumes. Se botar a mão nesta area, o castigo e o clamor. vem a galope
Esta bagaça nao vai dar certo
desculpe os erros.
dificuldades do celular na 3 idade
Não que queira defender um lance destes.
Mas há que se pauta por isto e defenda isto:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/09/18/morte-de-mulher-presa-por-nao-usar-veu-gera-revolta-popular-no-ira.ghtml
As vidas das mulheres iraniana não contam, pra canalhada, que se diz esquerda.
Meu p….
https://veja.abril.com.br/coluna/mundialista/as-iranianas-estao-sozinhas-silencio-total-e-letal-da-esquerda/
Feminismo como estratégia eleitoreira.
https://veja.abril.com.br/coluna/mundialista/as-iranianas-estao-sozinhas-silencio-total-e-letal-da-esquerda/
Um verme a serviço de outros vermes, que o tem como cortina de fumaça pra verminalidades tão iguais ou piores.
Deve receber a punição da aposentadoria compulsória de 30 mil contos.
A desratização do Estado, pós 20 anos do Aparato Petista, só pode ser através da refundacao da República.
Tirar o tal de Lula da presidência é muito pouco.
É muita putaria enfroiada em tudo
Ilustres partícipes , repararam que a abertura de sindicância contra o ministro – magistrado Marco Buzzi , somente irá pra frente , pelo fato de a mãe da vítima – acusadora ser uma advogada conhecida , respeitada pela comunidade jurídica , e não por questões ” éticas e morais ” , ou seja , caso acontecesse com a filha de uma pessoa anônima , com toda certeza não haveriam consequências algumas , e a acusadora seria presa por difamação e enquadrada em tudo quanto é lei e artigo possível e impossível que encontrarem pelo caminho .
Quantos não são os casos de assédio sexual e moral contra servidoras que são abafados?
Há várias questões. Uma delas é a existência de castas protegidas.
Para que ainda existe foro privilegiado?
Pena? de aposentadoria?
Se não fosse Ministro já estaria preso e estuprado por todos na cela superlotada.
Por que é exatamente isso que a simples narrativa de qualquer mulher, que, a toda prova, não precisa estar nem a dez mil quilômetros de proximidade e possibilidade segundo as Leis da Física para prevalecer contra todas e quaisquer provas dos autos.
Nesse caso especîfico, por ser uma pessoa conhecida e próxima, por estarem no mesmo ambiente, é possívem que seja verdade.
Mas na imensa maioria dos casos não é.
Um cara pode estar comprovadamente no Japão e ser acusado de algo em Bangu que a palavra sempre prevalece contra as provas e nenhuma mulher bandida, stalker, estelionatária e caluniadora jamais é responsabilizada por denunciação caluniosa mesmo mais do que comprovada.
De fato , existem inúmeros exemplos Brasil afora , de falsas acusações de mulheres despeitadas , desprezadas que usam o artifício de assédio sexual para se vingarem , de homens inocentes destruindo ” impunemente ” e completamente sua reputação e até mesmo suas vidas de forma irreversível , principalmente quando o acusado vai preso , ele já chega com pecha de abusador de mulheres , ele apanha e é estuprado .