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Desfile gera nova ofensiva judicial da oposição
Pedro do Coutto
O anúncio de que setores da oposição pretendem recorrer à Justiça contra o desfile da Acadêmicos de Niterói, que teve como enredo a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, revela menos uma disputa jurídica consistente e mais uma reação política tardia diante de um fato consumado.
O desfile ocorreu, cumpriu seu papel cultural e comunicacional e já entrou para a memória simbólica do carnaval — um território historicamente marcado por enredos que dialogam com a política, a história nacional e personagens de relevância pública. Pretender judicializar o que já foi celebrado na avenida soa mais como tentativa de controle narrativo do que defesa de princípios legais.
ESPELHO – O carnaval, enquanto manifestação popular, sempre funcionou como espelho do imaginário social. Não é novidade que escolas de samba abordem figuras políticas ou acontecimentos históricos, frequentemente de forma elogiosa, crítica ou simbólica. Ao tematizar a vida de Lula, a agremiação não inaugurou um fenômeno inédito, mas seguiu uma tradição consolidada de transformar a política em linguagem cultural. É nesse espaço que o Brasil reelabora suas próprias contradições, exaltando, contestando ou reinterpretando personagens centrais da sua história recente.
A reação de parte da oposição, portanto, parece ignorar a natureza própria do carnaval: um território de disputa simbólica, mas não de propaganda eleitoral direta. Sem pedido explícito de voto ou mobilização partidária, a alegação de irregularidade perde densidade jurídica e se aproxima mais de um desconforto político com a repercussão do enredo.
O efeito prático de uma eventual ação judicial, neste momento, seria nulo. O desfile já ocorreu, a narrativa já foi assimilada pelo público e a cobertura midiática cumpriu o seu ciclo. A judicialização tardia apenas prolongaria o debate e, paradoxalmente, ampliaria a visibilidade do próprio personagem homenageado.
REPRESENTAÇÃO – Críticas de comentaristas e analistas políticos, ainda que legítimas no campo da opinião, não alteram esse dado central: a arena cultural opera sob lógica distinta da arena institucional. O carnaval não é um palanque tradicional, mas um espaço de representação simbólica onde a emoção, a estética e a memória coletiva se entrelaçam. Nesse sentido, a tentativa de transformar o desfile em objeto de litígio pode ser interpretada como uma leitura excessivamente literal de um fenômeno essencialmente artístico.
Há também um cálculo comunicacional implícito. Ao insistir na controvérsia após o evento, a oposição corre o risco de produzir exatamente o efeito que pretende evitar: manter o nome de Lula em circulação permanente no debate público, reforçando sua centralidade política e simbólica. Em tempos de comunicação digital acelerada, a longevidade de um tema depende menos do evento em si e mais da insistência em mantê-lo vivo na agenda. Reagir de forma prolongada a uma homenagem cultural tende a amplificar sua repercussão.
NARRATIVA – Do ponto de vista estratégico, talvez fosse mais eficaz reconhecer a natureza episódica do desfile e deslocar o debate para o terreno programático, onde divergências políticas ganham substância real. Insistir na contestação de um ato cultural já concluído equivale a lutar contra uma narrativa que já encontrou eco popular. No imaginário coletivo, o que se consolidou foi a história contada na avenida — e não a controvérsia jurídica que veio depois.
A polêmica revela mais sobre o estado atual da disputa política brasileira do que sobre o desfile em si. Trata-se de um embate pela construção de símbolos e memórias. E, nesse campo, a tentativa de apagar um enredo após sua apresentação pública costuma ser inócua: a memória popular não se revoga por ação judicial, mas se transforma, se debate e, sobretudo, se incorpora ao repertório cultural do país.
Sem software, avariado por Elon Musk, vai ser impossivel fraudar!
1) Acredite se quiser… vivemos a “ideologia da Carnavalização”, em vários países…
2) Foi o filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975) quem primeiro escreveu sobre o assunto, vários livros…
3) Tanto faz o regime ser de centro, direita ou esquerda, caminhamos para a “Carnavalização da Cultura” como disse Bakhtin…
Este oligarquias nababescas, avessas ao trabalho arduo, que crescem mamando nas tetas do Estado, não têm qualquer interesse de que, por exemplo, a Educação, uma das piores do mundo, deixe de formar analfabetos funcionais.
Lula e seu aparato detestam azelites, que produzem por esforço próprio, como o agronegócio que segura a economia e a mçumia no seu mandato.
Esta é a burguesia queridinha da vagabundagem.
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/11/04/derrocada-de-eike-batista-e-uma-vergonha-para-dilma-diz-jornal-britanico.htm
Pode haver campanha eleitoral antecipada mesmo antes do registro formal de candidaturas e da abertura oficial do processo eleitoral.
No Direito Eleitoral brasileiro, o que caracteriza a chamada propaganda eleitoral antecipada (ou extemporânea) não é a existência formal da candidatura, mas o pedido explícito de voto ou a prática de atos que, pelo conteúdo e contexto, configurem promoção eleitoral fora do período permitido.
A base legal está na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), especialmente no art. 36 e no art. 36-A.
Em termos práticos:
– Pode configurar propaganda antecipada:
– Pedido explícito de voto (“vote em mim”, “conto com seu voto”).
– Divulgação ostensiva de futura candidatura com apelo eleitoral.
– Uso de meios típicos de campanha antes do prazo legal.
Não configura (em regra):
– Manifestação de posicionamento político.
– Participação em eventos.
– Divulgação de atos parlamentares.
– Menção à pretensa candidatura, sem pedido explícito de voto.
Desde a minirreforma de 2015, a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral tem adotado interpretação mais restritiva: sem pedido explícito de voto, em regra não há propaganda antecipada, salvo situações muito evidentes de burla.
Portanto:
Mesmo sem candidaturas oficiais ou calendário eleitoral aberto, se houver pedido explícito de voto ou ato inequívoco de captação de sufrágio, pode haver campanha antecipada.
Fonte: ChatGPT.
Visto isso, a atual celeuma jornalística não passa de um expediente oportuno para exaltar as realizações do pretenso candidato e ampliar, sob o verniz informativo, a projeção de sua imagem.
Não há leis, contituição e moralidade para as oligarquias do Aparato Petista.
As oliogarquais patrimonialistas,depois de séculos de tentativa, como o operário Lula, chegaram ao paraíso, para pderem extorquir a sociedade livremente, sem medo de fazerem o povo infeliz, com cobertura judicial, incluisve.
Este é o legado do nosso herói nacional.
Um mero office-boy das oligarquais intelectuais, midiáticas, políticas, partidárias, sociais, que nada produzem e levam tudo.
Para impor a alienação e imbecilização da sociedade, impondo o pensamento único, que não questione a total incompetência do Aparato Petista pra lidar com os nossos problemas estruturais e torna a múmia inútil Lula, herói nacional, não são suficientes só os aparelhos de dominação ideológicos, é preciso calr, condenar , prender e arrebentar quem não se deixou imbecilizar e se opõe ao projeto escuso da soligarquias patrimonialista. Daí surgem oa aparelho da ordem, repressores e cesnores, como base legal é a seguinte:
“A Teoria Penal do Inimigo, formulada por Günther Jakobs, sustenta que o Estado pode tratar certos indivíduos não como cidadãos com direitos plenos, mas como “inimigos” que representam ameaça à ordem jurídica.
Em democracias, sua aplicação é controversa porque relativiza garantias fundamentais (como presunção de inocência e devido processo legal), abrindo espaço para punições antecipadas, leis de exceção e expansão do poder punitivo — geralmente justificadas pelo combate ao terrorismo, ao crime organizado ou a ameaças à segurança do Estado” (ChatGpt)
Enquanto as oligarquias mobilizam os recursos judiciais e de segurança estatais pra protegerem seus interesses particularíssimos, o crime organizado toma conta do país de cabo a rabo.
https://www.instagram.com/reel/DUqDo4ujvQp/
Você tem fome de quê?
https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&hs=VyhU&sca_esv=a370d6b80d2c0c5a&udm=7&fbs=ADc_l-acAb_3MMOAUx0zmbUpgBqRdynpPJ66TDyFgZmq_XFwppazcD3UADNx6r4GDDz3huEOg4-JsqXsTWRjrkKQQ9hdmz3FIFHY-MtmzEBoERCUhd4ulWZ8qc96OQ0imHgg-IGVjh3329OWDNIPzlT8smbx_yPGfnLOFLJsIxRAEZJJH92F0VVdEilkHEEh2KEI7FXIg_JQNzS3Fx_T4eumm7FsDrl79Q&q=voce+tem+fome+de+que&sa=X&ved=2ahUKEwipmtfen-OSAxX4ALkGHQ_YOykQtKgLegQICBAB&biw=1232&bih=650&dpr=1.36#fpstate=ive&vld=cid:f47a066a,vid:zHnh5T1DZPs,st:0
Senhor Pedro do Coutto , Jorge Beja e Carlos Newton , a rigor caso essa ” oposição ” aos interesses do país e de seu povo , levem adiante e alimente na justiça as reclamações e celeumas contra a homenagem que a escola de samba Acadêmicos de Niterói , prestada ao cidadão Luís Inácio da Silva (vulgo Lula ) , estará contribuindo diretamente para ” esfriaram ” e até mesmo abafarem tanto os escândalos do INSS , quanto do Banco Master , tornando nulas e inócuas as caríssimas CPMI , tal como previ que aconteceria , do surgimento de um novo escândalo pós carnaval , para tornar o escândalo anterior insignificante , como esta acontecendo com a contribuição ativa da pilantrada tida e havida como oposição política no país .
Convenhamos, Lula não é medíocre, tolo, ignorante – ele está mais para sabido do que trouxa. De origem paupérrima chegou à presidência (várias vezes) e ainda ameaça ganhar mais uma eleição! Não é tarefa fácil.
Gostaria que ele ganhasse? Não mesmo, mas em face dos candidatos atuais, o perigo é que ele se reeleja.
Nesse cenário, só me resta apelar para a sua consciência, especialmente em face da fragilidade e brevidade de nossa existência e de que ele está mais para lá do que para cá.
Embora a existência de um paraíso celestial seja duvidosa, o arrependimento nos momentos de fragilidade e solidão dói mais do que topada no dedo mindinho.
Senhor Rue des Sablons , para nossa infelicidade todos os atuais pretendentes á candidatos á presidência da república , são de baixíssimo nível em todos aspectos , desprovidos principalmente de moral , honradez , honestidade .
Não foram avaliados os efeitos da presença de Lula no Rio para assistir a passagem da Escola Acadêmicos de Niterói, com enredo em homenagem a Lula.
A alegoria com Bolsonaro preso foi desnecessária e só aumentou a vitimização do falso Mito.
A ala com uma lata de ervilha e os dizeres “Família em Conserva” , foi usada pela bancada evangélica no Congresso para afastar ainda mais os evangélicos de Lula.
O presidente e o PT foram avisados dos riscos políticos do evento carnavalesco no Rio.
Só não está sendo maior o desastre político e eleitoral, porque o marqueteiro Sidônio Palmeira pediu a Lula para intervir e proibir ministros, a Janja e Marcelo Freixo de desfilarem na Escola.
Se essas ” autoridades participassem do Desfile, seria comparado a reunião de Bolsonaro com os embaixadores, que gerou sua inelegibilidade para concorrer por oito anos.
Lula por conta de Sidônio, escapou de ficar fora da disputa presidencial deste ano, em outubro.
Escaparam de morrerem afogadas na praia rasa e foi por pouco!
Já desceu. Esqueçam-na.