Trump elogia Lula após a reunião e confirma novas conversas entre Brasil e EUA

9 thoughts on “Trump elogia Lula após a reunião e confirma novas conversas entre Brasil e EUA

  1. Sr. Newton

    O Vira-Latinha foi mostrar sua roupinha da Nike e o IPHONE 17 para o Piratão da Matrix……

    O comuna refinado é chique no ‘úrtimo”….

    eh!eh!eh!eh

  2. Lula se reuniu e almoçou secretamente com Trump na Casa Branca e deixou a imprensa do lado de fora falando sozinha.

    Depois, já na Embaixada e em entrevista coletiva, Lula deu sua ‘versão tabajara’ da reunião para a qual fora convocado por Trump.

    • O Piratão da Matrix no almoço deve ter comido lula á dorê….ou moqueca de lulas e camarões., acompanhado de vinagrete de lulas….

      aquele abraço

  3. Foi um ‘encontro secreto’.
    Temos que acreditar na versão dos dois.
    Assisti a tertúlia pela CNN, troço enjoado do cacete, foi de dar chulé em pé de mesa.

  4. Maior medo de Lula era que Trump o humilhasse; não quis imprensa por perto

    Lula também não queria perguntas sobre suas ofensas a Trump, dizem jornalistas americanos

    O presidente Lula (PT) estava com pânico de ser humilhado pelo americano Donald Trump, com quem se encontrou ontem (7).

    Para evitar qualquer aperto, fez com que a Casa Branca barrasse a imprensa, que havia sido convidada para participar dos primeiros trinta minutos da reunião.

    Conseguiu também cancelar a coletiva conjunta com Trump, após o encontro, preferindo um ato solo, na Embaixada do Brasil em Washington, para (comodamente) poder definir sozinho o resultado do encontro, para o qual fora convocado.

    Fonte: Diário do Poder, Opinião, 08/05/2026 0:32 Por Claudio Humberto

    Lula se saiu bem na foto, para desespero de bolsonaristas.

  5. Teatralizar o encontro entre Lula e Trump é um erro político

    A análise de que teatralizar o encontro entre Lula e Donald Trump é um erro político sustenta-se na visão de que transformar uma reunião diplomática necessária em um “espetáculo” de marketing eleitoral pode ser arriscado para ambos, especialmente considerando o contexto de polarização e as tensões pré-existentes, conforme Josias de Souza.

    Aqui estão os pontos centrais dessa perspectiva, baseada em relatos recentes:

    Risco de Marketing Eleitoral: Transformar a visita à Casa Branca em um “troféu” eleitoral reflete mais ansiedade do que uma estratégia sólida, confundindo diplomacia com salvação política.

    Neutralização de Dano: Analistas apontam que o encontro foi, acima de tudo, um serviço de normalização das relações, tentando conter os danos causados por “envenenamentos” anteriores nas relações entre Brasil e EUA.

    Evitando o “Reality Show”: Houve uma avaliação de que o encontro deveria evitar transformar-se em um espetáculo midiático, especialmente diante da forte presença de Trump, o que levou a comitiva brasileira a optar por reuniões a portas fechadas.

    Contexto de Tensões: O encontro ocorreu após meses de tensões, incluindo tarifas impostas pelos EUA a produtos brasileiros e divergências sobre o processo contra Jair Bolsonaro, caracterizando uma “trégua frágil”.

    Oposição e Contradição: A oposição brasileira utilizou o encontro para apontar contradições, explorando a reaproximação de Lula com Trump após críticas intensas feitas pelo presidente brasileiro sobre soberania.

    Em suma, a visão crítica é que o “teatro” da diplomacia — a ênfase exagerada na “química” entre os líderes — pode obscurecer a necessidade de resultados concretos e ser facilmente revertida contra o governo em cenários de alta polarização.

  6. Trump é cabo eleitoral de Lula

    Na verdade, Trump é cabo eleitoral de Lula, e ambos não são tão diferentes um do outro

    Se não, vejamos. No ano passado, ao impor tarifas alfandegárias ao Brasil e sancionar ministros do governo e juízes do STF, mas voltar atrás na maioria das medidas depois de conversar com o chefão petista — que já havia sido afagado por Trump na Assembleia Geral da ONU e com o qual ele viria a encontrar-se pessoalmente —, o presidente americano possibilitou a Lula que se apresentasse como grande vencedor na luta pela soberania brasileira.

    Agora, ao receber o chefão petista na Casa Branca, com uma cordialidade que normalmente não é dispensada a ninguém que o critica publicamente, como faz Lula, e emprestando ao chefão brasileiro mais adjetivos positivos, como “bom homem”, “dinâmico” e “inteligente”, Trump fortaleceu ainda mais a imagem de estadista tão necessária a Lula neste momento que antecede a campanha eleitoral pela reeleição.

    O chefão petista saiu de Washington dizendo acreditar que Trump não vai interferir nas eleições deste ano em prol dos adversários do PT e reforçando o discurso de defesa da soberania.

    “Eu acho que não é uma boa política um presidente de outro país ficar interferindo nas eleições de outros países. É um princípio básico para que a gente não permita a ocupação cultural, política e a soberania de outro país”, afirmou Lula, em coletiva na capital americana.

    Trump deixou o ex-mito no passado, é vendedor da própria mãe, e só o ressuscitará como aliado se Flávio vier a ganhar a eleição presidencial, naturalmente.

    Para o presidente americano, Lula tem se demonstrado um esquerdista conveniente, apesar do discurso antiamericano, e talvez até pense que a reeleição do chefão petistas possa ser tão confortável para os Estados Unidos quanto a manutenção de Delcy Rodriguez no comando da Venezuela. (…)
    No final das contas, o chefão petista não é tão diferente assim de Trump.

    Metrópoles, Política, Opinião, 08/05/2026 04:12 Por Mario Sabino

    Trump disse que Lula é “bom homem”, “dinâmico” e “inteligente”.

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