Senado vira negócio de família: candidatos põem parentes na linha de sucessão

5 thoughts on “Senado vira negócio de família: candidatos põem parentes na linha de sucessão

  1. Rachadinha à la Lula?

    Com salário de R$ 107 mil, diretor de subsidiária da Petrobras doa a Lula

    Com doação de R$ 40 mil, diretor da Transpetro, subsidiária da Petrobrás, se tornou o maior doador pessoa física da campanha de Lula

    O presidente Lula recebeu uma doação de R$ 40 mil para sua campanha à reeleição de um dos atuais diretores da Transpetro, subsidiária da Petrobrás que atua no transporte e armazenamento de combustíveis.

    A doação foi feita por Jones Alexandre Barros Soares. Ele é diretor de Transporte Marítimo, Dutos e Terminais da Transpetro desde abril de 2023. Pelo cargo, recebe salário fixo de R$ 107,7 mil, mais benefícios.

    O repasse de Jones para a campanha à reeleição de Lula foi feito na quarta-feira (26/8). Com o montante, o diretor da Transpetro figurava como o maior doador pessoa física do petista até a sexta-feira (28/8).

    Fonte: Metrópoles, Políitica, Opinião, 29/08/2026 11:05 Por Igor Gadelha

    Rachadinha à la Lula?

  2. Artista da “Globo” critica Tralli e Renata por entrevista com Flávio

    Paulo Vieira afirmou que jornalistas deveriam ter interrompido o congressista por causa de suas “mentiras”

    O apresentador Paulo Vieira criticou em seu perfil no X a condução da entrevista com o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) realizada pela TV Globo na 6ª feira (28.ago.2026).

    O comediante questionou o que avalia ser uma falta de reação dos jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos diante de declarações do congressista.

    “Ao entrevistar um mentiroso, se não interromper a mentira e dizer a verdade de imediato, vira desserviço”, declarou Paulo Vieira.

    “Faltaram muitas interrupções e explicações”, continuou.

    “Por exemplo, ouvir calado o caro justificar ter recebido dinheiro sujo ROUBADO DOS APOSENTADOS com “pelo menos não usei a Lei Rouanet” sem fazer nenhuma ponderação é foda”, finalizou

    Poder360, Política, Opinião, 29.ago.2026 – 13h01 Por Redação

  3. Suplente deveria ser o segundo mais votado quando se renova uma vaga. Agora que são duas vagas o suplente deveria ser o terceiro mais votado e assim sucessivamente. Deveríamos adotar um sistema unicameral com voto distrital e recall. Também deveríamos acabar com o número mínimo e o teto máximo de deputados dando assim o mesmo peso para o voto de todos os brasileiros. “Um homem um voto”. Hoje o poder político está todo nas regiões onde há poucos eleitores e PIB insignificante. Uma vergonha!!! Tremendo absurdo.

  4. Coronelismo, Enxada e Voto é um livro clássico da ciência política brasileira escrito por Victor Nunes Leal, publicado originalmente em 1949.

    A obra é fundamental para entender as relações de poder, o sistema eleitoral e a política no Brasil, especialmente durante a República Velha (1889-1930).

    A obra continua atual por explicar como a dependência econômica da população e as trocas de favores influenciam as estruturas de poder e as eleições no Brasil até os dias de hoje.

    O significado do título:

    Cada palavra representa um pilar do sistema político analisado pelo autor:

    Coronelismo: O poder dos “coronéis” (grandes proprietários de terras e chefes políticos locais) que exerciam controle absoluto sobre seus municípios.

    Enxada: A representação do trabalhador rural (o camponês ou peão), que vivia em situação de pobreza, dependência e subordinação ao proprietário de terras.

    Voto: O instrumento eleitoral que, na prática, era manipulado por meio do “voto de cabresto”, onde o eleitor pobre votava no candidato indicado pelo coronel.

    Principais pontos do livro:

    Não é resto do passado: Victor Nunes Leal defende que o coronelismo não era apenas um resquício arcaico do poder privado, mas sim o resultado de uma aliança moderna entre o poder público (governos estaduais e federal) e o poder local dos coronéis.

    Rede de reciprocidade: Os coronéis garantiam os votos da população rural para os candidatos apoiados pelo governo estadual. Em troca, o governo concedia verbas, favores políticos, cargos públicos e autonomia para o coronel mandar no município.

    Controle social: A miséria e o isolamento do trabalhador rural (a enxada) facilitavam a dominação política, impedindo o exercício livre da cidadania.

    A obra continua atual por explicar como a dependência econômica da população e as trocas de favores influenciam as estruturas de poder e as eleições no Brasil até os dias de hoje.

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