Dívidas, escândalos e famílias: a campanha começa onde termina o dinheiro do brasileiro

7 thoughts on “Dívidas, escândalos e famílias: a campanha começa onde termina o dinheiro do brasileiro

  1. Coronelismo, Enxada e Voto

    Coronelismo, Enxada e Voto é um livro clássico da ciência política brasileira escrito por Victor Nunes Leal, publicado originalmente em 1949.

    A obra é fundamental para entender as relações de poder, o sistema eleitoral e a política no Brasil, especialmente durante a República Velha (1889-1930).

    A obra continua atual por explicar como a dependência econômica da população e as trocas de favores influenciam as estruturas de poder e as eleições no Brasil até os dias de hoje.

    O significado do título:

    Cada palavra representa um pilar do sistema político analisado pelo autor:

    Coronelismo: O poder dos “coronéis” (grandes proprietários de terras e chefes políticos locais) que exerciam controle absoluto sobre seus municípios.

    Enxada: A representação do trabalhador rural (o camponês ou peão), que vivia em situação de pobreza, dependência e subordinação ao proprietário de terras.

    Voto: O instrumento eleitoral que, na prática, era manipulado por meio do “voto de cabresto”, onde o eleitor pobre votava no candidato indicado pelo coronel.

    Principais pontos do livro:

    Não é resto do passado: Victor Nunes Leal defende que o coronelismo não era apenas um resquício arcaico do poder privado, mas sim o resultado de uma aliança moderna entre o poder público (governos estaduais e federal) e o poder local dos coronéis.

    Rede de reciprocidade: Os coronéis garantiam os votos da população rural para os candidatos apoiados pelo governo estadual. Em troca, o governo concedia verbas, favores políticos, cargos públicos e autonomia para o coronel mandar no município.

    Controle social: A miséria e o isolamento do trabalhador rural (a enxada) facilitavam a dominação política, impedindo o exercício livre da cidadania.

    A obra continua atual por explicar como a dependência econômica da população e as trocas de favores influenciam as estruturas de poder e as eleições no Brasil até os dias de hoje.

    • Meros antecipados e sutis “fraternos” jogos combinados, conforme:
      “Tropas dos Estados Unidos a serem alocadas:

      Região 12: Austrália

      Região 32: Uruguai, Argentina

      Região 55: Iugoslávia, Grécia, Albânia, Romênia, Bulgária

      Região 58: Áustria, Hungria, Tchecoslováquia

      Região 75: Índia, Nepal, Butão, Tibete, leste do Paquistão

      Região 85: Casaquistão, Turcomenistão, Usbequistão, Tajiquistão, Quirguistão.

      Este mapa, adotado em 1952, em Londres, pela Associação Mundial de Parlamentares para o Governo Mundial, mostra que tropas estrangeiras ocuparão e policiarão as seis regiões em que os Estados Unidos e o Canadá serão divididos.

      O corpo regulador do Parlamento Mundial consistirá apenas de membros selecionados. Ele refletirá as forças da população, de modo que a Ásia o dominará.

      Haverá um Diretor Mundial, 8 diretores zonais e 51 diretores regionais. Nem um dos diretores de zona ou regionais servirá de forma alguma em seus próprios países. Assim, um estrangeiro comandará as tropas alocadas nos EUA e por meio delas imporá a lei do Governo Mundial, e evitará que os americanos venham a “se apoiar na fidelidade nacional”

      Agora, voltemos ao assunto do plano dos Illuminati de 1952 de devolver Taiwan para a China. Como você pode ver nesse mapa do mundo, Taiwan é mostrada como uma parte da China quando o mundo for redesenhado em zonas de patrulha militares, um plano que ocorrerá bem depois do aparecimento do Anticristo. Os Illuminati planejam que, após os primeiros sete anos de governo do Anticristo a partir de Jerusalém, a sede do governo será movida para a Europa, de onde ele começará a implementar o plano para redesenhar todas as nações do mundo em zonas de patrulha militares, terminando assim efetivamente com a soberania de todas as nações.

      Os EUA e o México, como você pode ver neste mapa, cessarão de existir como nações soberanas e serão separados em seis zonas de patrulha militares, como segue:

      1. Nordeste — Tropas colombianas e venezuelanas.

      2. América do Sul até a Califórnia — Tropas russas. A linha começa na Virgínia e vai direto para o oeste até a divisa da Califórnia.

      3. Meio oeste — Tropas belgas.

      4. Noroeste, incluindo a Califórnia — Tropas irlandesas.

      5. Canadá — Tropas mongóis (chinesas) e russas.

      6. México — Tropas mongóis (chinesas).

      Tropas estrangeiras estarão no controle total de todo o continente norte-americano. Nenhuma tropa americana apreciável será permitida neste país. Então, o que precisará acontecer aos 1.146.959 soldados americanos agora estacionados no país? Essas tropas terão de ser desmanteladas ou enviadas para além-mar.”
      https://www.espada.eti.br/n1944.asp

      • O mundão de desassemelhados, sendo levados pra bôbos, achando que pretensos líderes, poderão fazer alguma diferença!
        Ninguém trará soluções, pois não permitidas!

  2. Análise de um historiador estrangeiro. Concordo, hoje o capitalismo é o sistema dominante e a luta se resume a dois tipos: capitalismo liberal e capitalismo social.
    E Adam Smith, o que acahava do capitalismo? Era mais adepto ao capitalismo social ou do puro (laissez-faire radical ou libertário?

    “O QUADRO HISTÓRICO ATUAL É DOS MAIS COMPLEXOS DO PROCESSO INTERNACIONAL
    Em nosso caso, estudiosos da Historia Atual, nos situamos ante uma enorme cadeia de acontecimentos. Porém, para que exista internacionalmente a possibilidade de atingir um mínimo de objetividade, qualquer análise deve ser feita com mente e mãos livres. Porque se não for assim, estaríamos limitados para tratar o quadro histórico atual que qualificamos como um dos mais complexos do processo invasor já por mais dos 500 anos.
    E como chegamos a este nível de confusão que junta obscuridade, com manifestas vontades de e para a ocultação? A explicação está à mão. Internacionalmente não existe interesse e, em consequência, condições ao estudo da atualidade. O permanente são análises com base nas posições que definem e determinam aos grandes interesses.
    COLOCAR TUDO PARA CONTROLAR O QUE TEMOS POR HUMANIDADE
    É a negação de toda possibilidade de conhecimento para deixar algum espaço à ordem das máquinas publicitárias dispostas para alimentar a ignorância, a docilidade da mente, conduta e ação. Dispor tudo para colocar a andar uma espécie de autômatos que cumprem ordens, mandatos, sinais do desanimado grito ou o mesmo chicote. E nesse sentido, se faz necessário como inevitável em cada oportunidade, alimentar a falsidade, a mentira convertida em lei suprema e mãe de todo o arsenal de enganos para controlar o que temos por humanidade.
    OS MOMENTOS-CHAVE NO PROCESSO DE ENGANOS E TRAPAÇAS
    E esse processo de engano, trapaça, manipulação, tem momentos chave em que um vácuo é totalmente e plenamente estabelecido a partir do qual se tenta extrair as “verdades” para o grande engano do aniquilamento escravizador. Na época da chamada Revolução Francesa de 1789, dizia-se que a liberdade, a igualdade e a fraternidade haviam sido conquistadas. Todos os habitantes poderiam manifestar seus movimentos espontâneos, incluindo seus dizeres sobre fazer, querer e viver.
    DA “REVOLUÇÃO BURGUESA” À REVOLUÇÃO
    PROLETÁRIO E SOCIALISTA
    Mas os próprios marxistas que promoveram essa revolução chegaram à conclusão de 1848, com o Manifesto Comunista, de que a “revolução burguesa” deveria dar lugar ao proletário. E meio século depois, no meio da Rússia czarista de uma corte medieval-feudal, com pouca presença proletária, começa uma primeira demonstração operário-camponesa que acima da derrota, marca o início de uma luta que culmina com a queda do czarismo em 1917, para ver e celebrar o triunfo da Revolução Proletária e Socialista.
    EM LONGO PRAZO, HÁ APENAS UM CONFRONTO DE
    DOIS CAPITALISMOS
    Mas em longo prazo, e sem negar a coragem das massas de luta que tentaram mudar algo, a realidade é controlada e dominada pelos comandantes da alta liderança, despejada nos cofres da burocracia que está localizada na própria base do autoritarismo-despotismo. E estes são os poderes que agora se unem para realizar sua nova revolução burguesa-burocrática, sob a cobertura proletária-socialista que hoje está à frente da guerra final dos impérios. É o confronto de dois capitalismos. Um que age como social-capitalismo e o outro visto e tido como capitalismo puro.
    E isso nos leva a rever a junção entre falsidade e conhecimento. Para os donos do poder, sua vontade é o conhecimento a ser aplicado. Os submetidos, ao mesmo tempo, advertem que sua libertação não tem apoio, porque não é um ato individual, mas coletivo, da classe explorada. A suposta verdade que hoje, portanto, faz parte dos deveres dos exploradores.
    DUAS VISÕES DA REALIDADE SÃO EXIBIDAS COMO VERDADES
    Assim, por exemplo, no caso da “guerra Rússia-Ucrânia” (ou EUA-Irã), duas visões de dominação são exibidas como verdades. Cada parte abraça a história em preto e branco em que o bandido é o outro. E em torno dessa posição os interesses econômico-publicitários estão enquadrados. O confronto da mídia de um lado contra o outro. Branco contra preto. É por isso que o velho e bem repetido slogan de que a história é escrita pelos vencedores exige um ajuste: é escrito pelos vencedores máximos ou vencedores dos vencedores.”

  3. Sejamos objetivos: Quem está fazendo o que, com quem e o que pretendem e o resto é história pra boi dormir.
    Quem como servo encontra-se alçado e locupleto, para traindo sua nação, esquecer suas raízes e cumprir agendas estranhas ?

  4. Isso tudo é o reflexo de um supremo fraco e que não puce os corruptos. Em especial desde o FHC isso se tornou uma rotina, No fhc temos a compra de votos para reeleiçao, caso SIVAM, privatização da Vale. E por aí segue uma sequência de corrupção sem fim, que os casos foram arquivados. Como esse País pode dar cero com um stf tão complacente

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