
Charge do Clayton (O Povo)
Pedro do Coutto
Com o fim de um ano de intensos debates econômicos e desafios políticos, os principais indicadores do mercado de trabalho brasileiro apontam uma tendência robusta de recuperação em 2025 — um elemento que certamente ganhará destaque no cenário político deste início de mandato e na corrida eleitoral que se aproxima.
Dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o país percorreu um caminho significativo na redução do desemprego ao longo do ano, alcançando taxas inéditas em certos períodos e níveis que não se viam há mais de uma década.
QUEDA – No acumulado do segundo semestre, por exemplo, a taxa de desemprego caiu para 5,8%, o menor patamar registrado desde o início da série histórica da PNAD Contínua em 2012 — um reflexo de um mercado de trabalho que ganhou tração firme ao longo de 2025.
Em setembro e outubro, as estatísticas continuaram a mostrar um cenário favorável, com criação de vagas formais e massa salarial crescente, reforçando a ideia de que a economia conseguiu amortecer efeitos de choques externos e internos.
De modo complementar, a renda média dos trabalhadores também apresentou crescimento real, refletindo não apenas mais ocupação, mas também um impulso positivo nos rendimentos percebidos pelas famílias.
AVANÇOS – O rendimento médio real habitual registrou avanços significativos ao longo do ano, subindo na comparação anual e ampliando a massa de rendimentos no país. Esses resultados não são triviais em um momento global de incerteza econômica, quando muitos países emergentes ainda enfrentam dificuldades para reativar seus mercados de trabalho com intensidade semelhante.
Esse conjunto de indicadores — desemprego em queda e renda em alta — projeta um retrato econômico que pode ser politicamente valioso para o governo federal. Em um ano que marca o início do ciclo eleitoral, essa narrativa econômica positiva tende a ser utilizada por aliados do presidente e de sua base política como evidência de gestão eficaz capaz de gerar resultados concretos para a população.
Contudo, nem tudo no front econômico segue sem nuvens. Apesar dos avanços no emprego, o setor empresarial estatal tem enfrentado dificuldades financeiras consideráveis. Relatórios oficiais indicaram que o déficit de empresas estatais somou cerca de R$ 61,3 bilhões, um número que acendeu alertas sobre a sustentabilidade fiscal dessas instituições e a necessidade de ajustes na gestão de recursos públicos.
ESCÂNDALOS – Embora empresas estatais cumpram funções estratégicas na economia brasileira, déficits em níveis elevados podem pressionar o orçamento federal e limitar a capacidade de investimento em outras áreas prioritárias. Paralelamente, rádio e internet foram inundadas por relatos de escândalos políticos e casos de corrupção ao longo de 2025, tornando o ano um dos mais turbulentos sob a perspectiva ética no setor público.
Operações da Polícia Federal, investigações no Supremo Tribunal Federal e suspeitas envolvendo figuras de destaque nos três poderes alimentaram um clima de descrédito e desgaste das instituições — um fenômeno que reverbera fortemente no debate público e tende a influenciar o humor dos eleitores. Embora não exista consenso sobre a amplitude de cada caso, a percepção pública de um ano recorde em escândalos políticos cristaliza uma narrativa de urgência por transparência e reforma institucional.
EQUILÍBRIO – O desafio para 2026, portanto, é equilibrar esse quadro econômico relativamente positivo com a necessidade de reconstruir a confiança pública nas instituições e na gestão estatal. O desempenho do emprego e da renda oferece um argumento forte para a continuidade de certas políticas — mas o rombo fiscal das estatais e o desgaste causado por escândalos exigem respostas políticas claras e ações concretas. A maneira como esses temas serão articulados no debate público poderá moldar tanto a próxima eleição quanto a trajetória política do país nos anos seguintes.
Em síntese, a economia brasileira teve em 2025 resultados que podem ser celebrados em termos de mercado de trabalho, mas esses números coexistem com questões fiscais e políticas que desafiam qualquer retórica simplista. O governo e a sociedade estão diante de uma encruzilhada: capitalizar os ganhos sociais e econômicos sem perder de vista a responsabilidade fiscal e a integridade das instituições públicas.
Por fim, neste ano que se inicia, desejo a todos os leitores amigos e aos editores Carlos Newton e Marcelo Copelli, muitas alegrias, saúde e paz. Que continuemos a promover o debate sadio e a troca de ideias sobre a política do nosso país.
Licença…
1) https://revistaforum.com.br/saude/o-que-os-dedos-dos-pes-dizem-sobre-seu-futuro-segundo-a-ciencia/
2) Desde o século VI antes de Cristo, as escrituras budistas fazem referência à planta dos pés do Buda, há até esculturas sobre o fato…
3) A técnica de Do-In, da Acupuntura Chinesa e Japonesa, informa que temos nos pés 72 mil (isso mesmo) terminações nervosas…
Desafios fiscais?
Lula está quebrando o país de novo.
https://revistaoeste.com/economia/contas-do-governo-tem-rombo-de-r-202-bilhoes-em-novembro/
Este verme não sabe o básico do básico: não se pode gastar mais do que arrecada.
Quanto ao emprego, tem-se o aumento naatural de fim de ano e:
“Os especialista alertam que parte significativa desse aumento veio dos serviços públicos, na linha “Administração Pública, Defesa, Previdência Social, Educação, Saúde e Serviços Sociais”, que registrou 310 mil empregos em novembro, após um ganho médio de 75 mil nos quatro meses anteriores.” InfoMoney
Indicador importante: com o crescente questionamento do censor STF, a margem de manipulação da opinião pública, tende a decrescer.
Descartado!
https://youtu.be/4C6gT1K_4Nc?si=EDmmxwUqiXBUSTtX
Nem todo esquerdista é canalha e simpatizante da corrupção e da criminalidade das oligarquias cleptopatrimonialistas, como os do Aparato Petista. Aliás, a formação do caráter nem tem qualquer relação com a opção ideológica, que surge tardiamente na formação das personalidades.
Uma possível recuperação da esquerda latino-americana passa, necessariamente, pelo sepultamento político do Aparato e seu líder Lula, a maior farsa e aberração ideológica da História e que está por trás da putrefação do Estado Brasileiro.
Eu, não sendo ninguém no cenário político, mas crendo na resistência e em que:
“… grão de mostarda … o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se aninham nos seus ramos”.
E surge uma voz que pode ser ouvida e que pode colocar lenha na fogueira da superação da esquerda cleptopatrimonialista, trabalho a que tenho me dedicado
https://www.instagram.com/reel/DS6Anu2j58D/
Embora, ainda, fique com os dois pés atrás.
Here is the head shoeshine boy.
Mudanças? Marçal, “injeta”, em:
https://youtu.be/BPb4KdMJv2A?si=IIZm2hR3PgD4hOH7
Sinceramente não acredito nessas estatísticas, em especial as feitas pelo IBGE. O atual presidente está quebrando o IBGE
O caso Bnaco Master escancarou de vez a canalhice dos membros, simpatizantes e apoiadores do Aparato Petista.
A vagabundagem não hesitou em um momento em defender o rombo de, ao que parace, 40 bilhões, perpetrado pelo “burguês branco heteronormativa ocidental”.
Vejam bem a que ponto estes canalhas chgearam:
https://www.youtube.com/watch?v=5j4ikpAb2Yk
Vejam a partir de 5:30 m.
O pior de tudo, neste episódio é que o STF, o aparelho censor e repressivo do Aparato perdeu força de “com força”. O que abre caminho para expressarmos abertamente o que estes pilantras são, sem o risco de censura e prisão.
Olha, livraram-se no Mensalão, na Lava Jato, no assalto dos aposentados, mas, perdendo sua falácia e álibi de “defesa da Democracia”, dado que já censuraram, calaram e prenderam os seus principais adversários, esta tergiversão já era, assim o caso banco Master coloca nu, em praça pública as oligarquias cleptopatrimonialistas do Aparato.
E quem recebe Bolsa Família é empregado ou desempregado?
Essa turma ainda vai criar aposentadoria para quem recebe bolsa família