Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes são contrários ao Código de Ética

14 thoughts on “Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes são contrários ao Código de Ética

  1. A ministra Carmem Lúcia cumpre à risca o Código de Conduta da magistratura. A eminente magistrada, não participa de fóruns patrocinados por empresários nem indica parentes e amigos para cargos em empresas públicas e privadas.
    Por essa razão a magistrada Carmem é respeitada pelos seus pares e tem a simpatia do meio jurídico e do conjunto da sociedade.
    Carmem Lúcia, a nossa Ministra, tem ilibada reputação aliada aí notável saber jurídico.

    Edson Fackin, o atual presidente da Corte Suprema, nomeou a ministra Carmem, Relatoria do Código de Ética do STF, porque é a única ministra que é favorável à medida proposta pelo presidente Fackin.

    Quem é contra o Código de Conduta, prefere o sangramento da imagem do Excelso Tribunal, que vem apanhando da imprensa diariamente, desde que eclodiu o escândalo do Caso Master, porque em decisão teratológica, o ministro Relator do Caso Master Dias Toffoli, avocou o processo para julgamento no STF, atuando como Juiz de Garantia, e investigador.

  2. Por que os juízes do STF acham que não devem satisfação a ninguém

    Porque não vivemos em uma democracia, mas em autocracia comandada pelos juízes do STF, que não têm controle externo e se recusam a ter

    Uma democracia em que há um grupo de pessoas que concentra poder político e se sente desobrigado a prestar satisfação por seus atos não é democracia. É autocracia. No caso brasileiro, a autocracia é dos juízes do STF.

    Na prática, as decisões e os comportamentos desse grupo não têm controle externo nenhum. Além disso, críticas e denúncias provenientes de cidadãos e instituições são passíveis de punição, mesmo quando feitas dentro dos limites da Constituição em vigor.

    Explica-se: em uma autocracia, a Constituição é apenas formalidade. São os autocratas que definem o que é legal ou ilegal, ao sabor das suas conveniências políticas e pessoais. O resto é, forçosamente, silêncio.

    É assim que começa outro ano judiciário: com Dias Toffoli e Alexandre de Moraes em silêncio sobre as ligações deles com o Banco Master, o que só mostra o desprezo de ambos pela democracia que tanto juram defender. É um silêncio de autocratas.

    Edson Fachin diz querer que o STF adote um código de conduta. É lógico que os seus colegas são contra. Seria aceitar que haja controle externo, visto que o desrespeito a um código de conduta implicaria motivos precisos e inquestionáveis para que senadores embasassem processos de impeachment.

    A OAB levou a sério a ideia de Fachin e enviou ao STF uma proposta de código de conduta. Eu a li com sorriso sardônico.

    No primeiro artigo, o código de conduta apresentado pela OAB veda a um ministro do Supremo “participar de julgamento de processo no qual tenha relação de parentesco até o terceiro grau, ou de amizade íntima, com qualquer das partes ou com qualquer de seus procuradores advogados, bem como com advogado que integre escritório atuante no processo”.

    O meu sorriso sardônico evoluiu para risada irônica quando li o segundo artigo: “é permitida a participação em seminários acadêmicos, congressos e eventos jurídicos promovidos por pessoas física ou jurídica, desde que os organizadores ou patrocinadores não tenham interesse econômico em processos pendentes de decisão do Tribunal”.

    A risada irônica se transformou em gargalhada de escárnio ao chegar ao terceiro artigo: “os ministros, no exercício de atividade docente autorizada constitucionalmente, não podem ocupar cargo ou função de coordenação, administração, direção ou controle societário de entidade de ensino”.

    Com a visão embaçada pelo efeito cômico da proposta, li ainda os artigos que impõem aos ministros do STF manter absoluta reserva sobre matérias em julgamento e se abster de emitir opiniões sobre questões político-partidárias.

    O código de conduta elaborado pela OAB é elementar e, como tal, seria o único aceitável, se não vivêssemos em uma autocracia. Como vivemos, eu ri. (Mas devia chorar.)

    Fonte: Metrópoles, Opinião, 02/02/2026 14:12 Por Mario Sabino

  3. Precisa Código de Ética ??? Meu tio, nos anos 70, dava aulas e coordenava o vestibular de engenharia na universidade federal. Um ano antes de meu primo ( o filho dele) fazer o vestibular, ele pediu afastamento da coordenação das provas. É uma coisa lógica.

  4. Não se deve esquecer que, existe sim órgão de fiscalização aos atos do STF!
    Ora, e o que diz nossa “constituição” em relação as atribuições do Senado, relativamente ao STF?
    Acima de qualquer código de ética, está a constituição!
    Quando os brasileiros e brasileiras de VERDADE tomarão a decisão de enquadrar o senado?
    Todos os dias, mesmo que não queira, tenho de lembra de Lima Barreto e de uma das frases que nos deixou:
    “O Brasil não tem povo, tem público!”
    Isto ocorreu em 1922 – cento e quatro anos passados!!!
    Lima Barreto, estás cada vez mais vivo!!!
    Antonio Fallavena

  5. Fallavena, não interessa ao Senado nem a Câmara a tarefa de enquadrar o STF no caso Master. Eles estão metidos até o pescoço nessa trama financeira macabra comandada pelo banqueiro Vorcaro.
    São 19 fundos de previdência e o BRB que colocaram dinheiro público na peneira do Master. Tem f governadores, tem prefeitos metidos nosso. Só de Mato Grosso do Sul tem 5 prefeituras.

    É mais lógico para essa gente sem compromisso com o Brasil, colocar em pauta o impeachment do ministro Flávio Dino, pelo combate que ele empreende contra as Emendas para inglês ver, recursos de mais de 60 bilhões anuais sem transparência, que irriga o enriquecimento ilícito e dinheiro para a reeleição dessa gente podre, que trabalha contra o país.

    • Inq-4660 – Não informado É suspeito de ter recebido R$ 500 mil do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, em troca de apoio em contrato com a Petrobras. Desse total, R$ 300 mil de forma oficial, segundo ele, e R$ 200 mil em dinheiro de caixa dois para sua campanha ao Senado. Enquanto ministro, Aloysio mantém o foro privilegiado. A suspeita, porém, recai sobre período anterior ao mandato. Se ele voltar ao Senado antes disso, deve baixar.

      Inq-3404 – Crime contra a ordem tributária, quadrilha ou bando A investigação deriva da Operação Concorde, da Polícia Federal, que apurou esquemas de desvios de recursos e lavagem de dinheiro na campanha eleitoral do PSDB da Paraíba em 2006. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) identificou uma movimentação financeira considerada atípica entre o então governador Cássio Cunha Lima e o empresário Olavo Cruz de Lira no montante de quase R$ 1,5 milhão entre os anos de 2006 e 2009.

      Inq-4386 – Não informado Delator da Odebrecht diz que o senador recebeu R$ 800 mil por caixa dois para sua eleição ao governo da Paraíba em 2014. Na época, ele já era senador.

      Inq-4428 – Não informado Apura se houve recebimento de propina pelo senador José Serra em 2006, a partir de contrato entre o governo de São Paulo e os consórcios formados pelas construtoras Odebrecht, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e OAS, para construção do Rodoanel Sul em São Paulo, e se houve o recebimento de valores destinados a suas campanhas eleitorais

      Não podemos esquecer que a Facção Criminosa Vulgar do Nine Fingers, também lidera a lista de corruptos que estão com problemas no Supremo Tayaya Resort Federal……

      Tem várias ratazanas insaciáveis do Alto Escalão da Facção….

Deixe um comentário para Espectro Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *