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Lula admite excluir Alckmin de chapa à reeleição
Pedro do Coutto
Alckmin não é um vice decorativo. Ao contrário: ele representa uma ponte concreta entre o lulismo tradicional e um segmento expressivo do eleitorado paulista e nacional que dificilmente se mobilizaria apenas por identidade ideológica. Governador de São Paulo por quatro mandatos, ex-tucano histórico e figura com trânsito entre empresários, setores médios e eleitores avessos à polarização, Alckmin agregou votos decisivos em 2022 e continua sendo um ativo eleitoral raro num país exaurido por conflitos binários. Subestimá-lo é subestimar o valor político do centro — erro recorrente em projetos que se acreditam autossuficientes.
SOMA DE VOTOS – A hipótese de substituí-lo por outro nome da base aliada, ainda que possa revelar racionalidade do ponto de vista partidário, não resolve o problema central. A ampliação formal da coalizão não é, por si só, sinônimo de ampliação eleitoral. Em muitos casos, trata-se apenas de redistribuir apoios que já tendem a convergir naturalmente para o presidente em um cenário de reeleição.
A pergunta que se impõe é simples: por que abrir mão de Alckmin, que agrega votos adicionais e distintos, especialmente em São Paulo, onde cada ponto percentual tem peso estratégico? Trocar um vice que efetivamente soma por outro que apenas reorganiza forças já alinhadas pode representar ganho político interno, mas não necessariamente vantagem nas urnas.
O cálculo se torna ainda mais delicado quando se observa a tentativa simultânea de deslocar Fernando Haddad para a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Haddad é um quadro técnico respeitado e um ministro central para o governo, mas carrega resistências eleitorais persistentes no estado mais competitivo do país. Vincular sua candidatura a uma reconfiguração da chapa presidencial pode produzir um efeito paradoxal: fragilizar a reeleição de Lula e, ao mesmo tempo, não assegurar a vitória em São Paulo.
ELEMENTO SIMBÓLICO – Há também um componente simbólico que não pode ser ignorado. A chapa Lula–Alckmin representou, em 2022, um pacto político contra a ruptura institucional, um gesto de recomposição democrática que foi compreendido e valorizado por amplos setores da sociedade. Romper esse arranjo sem uma justificativa eleitoral robusta pode ser interpretado como um movimento excessivamente tático, pouco sensível à mensagem que levou Lula de volta ao Planalto.
A história política brasileira está repleta de exemplos de líderes que, embalados por bons índices de aprovação, passaram a acreditar que os votos são transferíveis por decreto ou substituíveis por engenharia partidária. Raramente isso se confirma nas urnas. Eleições se ganham com soma, não com substituição; com ampliação real, não com trocas de peças que já demonstraram eficácia.
Ao cogitar excluir Alckmin, Lula corre o risco de cometer um erro clássico: confundir lealdade política com irrelevância eleitoral e desprezar justamente o eleitor que decide pleitos apertados. Em tempos de fragmentação e fadiga da polarização, o centro não é um detalhe — é o fiel da balança.
O problema do Lula é que seu aparelho repressivo e censor, encalacrado numa Master encrenca, não funcionará, como fora na última eleição.
Sua farsa de herói nacional, tem tudo pra ser desmascarada.
https://www.poder360.com.br/poder-economia/brasil-e-5o-pais-mais-desigual-do-mundo-diz-estudo-de-piketty/
Este sujeito não só manteve, mas cultivou e aprofundou nossos seculares problemas estruturais.
Não passa de um office-boy das oligarquias patrimonialistas.
Nossas escolas são fábrica de analfabetos funcionais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2zx819rg4o
E as Academias, de gênios imbecilizados, cultivadores da personalidade da maior farsa e aberração ideológica da História.
Os últimos casos de países, que saíram da miséria para o pleno desenvolvimento, Singapura e China, tiveram como ponto comum o combate rigoroso da corrupção. O último, inclusive, com pena de morte.
Sem arar o campo, sem chance de se ter colheita.
É ridículo pensarmos que, com oligarquias públicas e privadas corruptas, criminosas e patrimonialistas controlando o pais, sairemos do subdesenvolvimento tecnológico e sócio-economico.
https://ibadeinstituto.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=272&catid=8&Itemid=101
O legado do pai dos pobres e mãe mineira das oligarcas patrimonialistas.
Principais Problemas Estruturais (Ranking de Competitividade/Desenvolvimento):
Educação e Capital Humano: Baixo investimento por aluno e qualificação da mão de obra (ranking baixo em educação primária/secundária).
Desigualdade e Pobreza: Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, com questões profundas de racismo, gênero e tributação.
Infraestrutura e Saneamento: Baixa taxa de investimento, resultando em deficiências em logística (rodovias/ferrovias) e saneamento básico.
Ambiente de Negócios e Custo Brasil: Complexidade tributária, alta burocracia e juros elevados (ambiente de negócios desfavorável).
Violência e Instituições: Crime, insegurança jurídica e corrupção freiam o desenvolvimento.
IA Google
Sem censura, a barra vai pesar pras oligarquias patrimonialistas, conluiadas no Aparato Petista.
https://www.instagram.com/reel/DUY6sWbkjYa/?igsh=cG05emhxYWp3MTF3
Além da Master, tem a pedra Trump no caminho eleitoral das oligarquias patrimonialistas.
https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/usaid-financiou-durante-eleicoes-brasil-2022-entenda/?srsltid=AfmBOooKKolWuCXVkxPjPlHFZ1_NraoeETh15Lue4qsLwshiQFuaa2hv
O texto do Estadão é omisso. Está é justificando.
Desculpem.
https://revistaoeste.com/politica/desordem-informacional-termo-usado-por-lewandowski-para-justificar-censura-aparece-em-documento-da-usaid/
O lance é a tal “desinformação”, ou seja, desculpa pra imposição do pensamento único, censura e óbice a verdade a oposição.
Não votar, ou votar Nulo, é despertar e vencer, tal qual:
https://www.facebook.com/share/v/1DUApKg9uN/
1) Se Lula tirar Alkmin da Vice-Presidência na futura chapa ele perde…
2) Me disse Garuda, o pássaro mitológico do Budismo-Hinduísmo…
Antipetismo é o motor da subida de Flávio em pesquisa
Flávio Rachadinha subiu cinco pontos percentuais em um mês na pesquisa da Meio/Ideia divulgada nesta semana.
É um crescimento rápido e relevante, que põe o ungido do ex-mito tecnicamente empatado com Barba.
A subida de Flávio Bolsonaro (…) continua sendo um velho conhecido dos brasileiros, o antipetismo.
A pesquisa Ideia deixa isso claro ao mostrar que, para o eleitor bolsonarista, tanto faz o nome de Flávio ou Micheque nas urnas. Os dois exibem índices quase idênticos de intenção de voto (…).
Muitos desses eleitores não votam para que seu candidato ganhe, mas para que o presidente petista perca.
Com Flávio candidato, (…) o clã Bolsonaro mantém na vitrine a marca da família, garante seu sustento e o bastão da oposição.
No tabuleiro da eleição, (…) 51% dos eleitores hoje afirmam que o presidente “não merece continuar” no cargo.
Fonte: O Globo, Política, 07/02/2026 00h05 Por Thaís Oyama
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Os ‘resultados’ das investigações do Escândalo do Master e da Roubalheira no INSS, pela magnitude e abrangência dos mesmos, e por envolverem inúmeros membros dos Poderes, serão certamente mais impactantes nas eleições de 2026 do que outros fatores supervenientes.
Puxa, pensei que estavas a dizer que os miseráveis teriam percebido que o ídolo deles é um ladrão mesmo, seja no Mensalão, no Petrolão, na Previdência (este com concurso de agentes familiares), no Banco Master, mas não.
No entanto, pode deixar. O TSE e o Ínfimo tribunal que Fede estão aí mesmo para dar uma mãozinha.