Saída de Toffoli do caso Master amplia pressão sobre Alexandre de Moraes

9 thoughts on “Saída de Toffoli do caso Master amplia pressão sobre Alexandre de Moraes

  1. Gente , olha os caras detonando com a Polícia Federal, dizendo que o trabalho dela foi clandestino.

    (Dino) Disse que uma nota do Supremo resolveria tudo, dizendo que a PF não tem competência administrativa nem jurisdicional, que o que foi apresentado era uma “investigação clandestina e ilegal” porque não teve autorização do presidente do Tribunal como exige a Lei Orgânica da Magistratura. E, mesmo com a nota, “o ministro Dias Toffoli num gesto de grandeza e em defesa da institucionalidade, tendo em vista o apoio recebido, encaminhará o caso para redistribuição”….”

    Nossa República, ratizada pelo aparato Petista,já deu tudo que tinha que dar de tragédia.

    O trem tá tão entranhado, que só mesmo o povo na rua pra colocar ordem na casa.

    Manter o infame Lula como herói nacional vai destruir o futuro de nosso páis, nossa república e já o fez com a Democracia.

  2. Estariam preprarando a mesma presepada que fizeram com o Moro, detonando com a PF, que teria feito um relatório “nulo”, “clandestino”?

    Gente, não dá mesmo!

    A PF é que seria a criminosa em toda este Master escândalo?

    • Ao que parece, as oligarquias patrimonialistas querem reduzir a República a um poder executivo, com este nosso inútil, incompetente, incapaz de equacionar nossos problemas estruturais e um poder judiciário, para legalizar e proteger sua inutilidade.

      Agora querem detonar com PF, submete- aos seus interesses.

      Não dá mais.

      Ou nos mobilizemos ou vão smaxabarcde afundar nosso país, pra que possam ampliar seus interesses nababescos.

  3. A “saída honrosa” para Toffoli é uma desonra para o STF

    A nota divulgada ontem pelos ministros causa espanto e indignação. Como assim, “não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição” do ministro, se Toffoli foi saído do inquérito justamente por ser suspeito?

    Que história é essa de que “Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR”, se o ministro confiscou as provas colhidas pelos policiais, para estupor da corporação, e se recusou a atender ao pedido da PGR para cancelar aquela acareação infame que visava a colocar um diretor do Banco Central na mesma condição dos investigados?

    Como assim, “apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento”, se a PF comunicou ao presidente do STF, Edson Fachin, a existência de indícios de cometimento de crimes da parte de Toffoli?

    Os ministros do STF acham mesmo que agora, com a decisão de afastar Toffoli, fingindo que foi ele a decidir pelo afastamento, a crise deflagrada pelo caso Master será contida?

    Em qual planeta é normal que dois integrantes da cúpula do Judiciário — além de Toffoli, Moraes — tenham embolsado uma montanha de dinheiro, direta ou indiretamente, do responsável por uma fraude financeira gigantesca, que passou os últimos anos comprando impunidade em Brasília?

    Por falar nisso, cadê o PGR, que, diante de evidências ululantes, não poderia mais esconder a sujeira debaixo tapete, furtando-se ao seu papel de guardião da ordem jurídica e do interesse público? A omissão é injustificável.

    Hoje, Malu Gaspar noticia que, além de conversas com e sobre Toffoli, a PF encontrou conversas com e sobre Moraes no celular de Daniel Vorcaro.

    “A equipe da coluna apurou que (Andrei) Rodrigues (diretor-geral da PF) já confidenciou a Fachin que o ministro (Alexandre de Moraes), que tinha relação próxima com Vorcaro, trocava mensagens com o banqueiro e é citado diversas vezes em diálogos do celular do controlador o Master apreendido pela PF, inclusive em conversas sobre pagamentos”, diz a jornalista.

    O celular do banqueiro não para de gritar, apesar do silêncio que o STF quer impor sobre a vergonha toda, como se esse silêncio servisse à proteção da instituição e não a expusesse ainda mais. E o país ouve os gritos, esperando que alguém tome alguma providência.

    Metrópoles, Opinião, 13/02/2026 09:55 Por Mario Sabino

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