
Ilustração de Ricardo Cammarota (Folha)
Luiz Felipe Pondé
Folha
Para mim, Sigmund Freud disse tudo o que se tem a dizer sobre o dualismo felicidade e infelicidade, de forma sintética, no seu grandioso “Mal-Estar na Civilização”: a felicidade é episódica, e ela não parece fazer parte dos planos da criação.
O tema “felicidade” deve ser o topo da lista de vendas em qualquer plataforma de conteúdo no século 21. Chama a atenção o fato que não deixemos claro que o ponto de partida do tema seja o caráter estrutural da infelicidade. O que está em questão aqui, na verdade, é o dualismo felicidade e infelicidade. Falar de uma é, necessariamente, falar da outra.
CIÊNCIA DA FELICIDADE – Se pegarmos, por exemplo, o best-seller americano de Arthur Brooks “The Happiness Files”, ou arquivos da felicidade, de 2021, vemos um exemplo do que hoje se chama “ciência da felicidade”.
A primeira parte do livro mapeia, de forma didática e consistente, as principais causas da infelicidade em nosso ridículo século. Numa tradução selvagem, “Fazendo a gestão de si mesmo” é o título da primeira parte, com fracassos, exaustão, dificuldade de dizer “não”, em que a prática da autocontenção ajuda muitas vezes.
Uma vez tendo as necessidades básicas assistidas, o resto importa pouco ou, ao contrário do que pensavam os românticos e existencialistas, a tão glamourizada autenticidade pode levar você a encher o saco dos outros, mas levar à felicidade é muito pouco provável
E POR AÍ VAI – O autor, sem dúvida, analisa as principais causas que nos atormentam no mundo contemporâneo, passando por temas como redes sociais, polarização, política — territórios que para o autor são uma enorme cilada como esperança de alguma felicidade—, consumo, medo, insegurança social. Se olharmos mais a fundo para esse dualismo, veremos que a filosofia nunca encontrou um grande denominador comum ao refletir sobre ele.
Na Antiguidade, foi muito comum em pensadores como Aristóteles, Epicuro e estoicos entenderem a felicidade como o resultado de uma construção pessoal, na interação com a pólis ou a política — principalmente em Aristóteles. A ideia de esforço contínuo que levaria as pessoas a atingirem um certo controle sobre o desejo —sob o olhar antigo, ao contrário do olhar contemporâneo, um grande amigo da infelicidade.
A felicidade seria uma espécie de “segunda natureza” atingida por meio do esforço da virtude em busca da excelência no exercício das próprias virtudes. Aliás, para muitos, a concepção de virtude em si é a ideia de excelência prática de bons comportamentos.
DESEJO COMEDIDO – No caso do epicurismo é muito clara a busca de um desejo comedido, próximo das necessidades básicas, parceiro da ideia de que prazer é a ausência de dor. No estoicismo, a busca pelo autodomínio é essencial, assim como superar a intenção de controlar o incontrolável, em si a maior parte das coisas na vida. Arriscaria dizer que o estoicismo, nesse caso, faz um enorme contraponto à ideia moderna de que a felicidade é resultado de mecanismos cada vez mais aperfeiçoados de controle das infinitas variáveis que nos assolam.
A filósofa contemporânea Martha Nussbaum, especialista em antiguidade grega e ética trágica, acrescentaria, com razão, a ideia de que a felicidade, como um bem individual e coletivo que é, seria uma frágil realização em meio à fúria da contingência ou, como também se diz em filosofia, da fortuna. Os romanos cultuavam mesmo uma deusa da fortuna, minha deusa predileta.
Agostinho, filósofo já cristão e romano, entendia que o coração humano é, necessariamente, atravessado por uma inquietação herdada do pecado original de Adão e Eva, sendo este um orgulho profundo. Essa forma de soberba seria a tentativa constante de negar nossa insuficiência essencial quando não repousamos em Deus. Dito de forma simples: sem Deus, somos nada. Portanto, sem o transcendente, não há felicidade possível.
EGOÍSMO E CULPA – Essa ideia segue, ainda que de forma muito mais sofisticada, uma noção transversal em muitas religiões históricas, a de que sem o “sagrado todo-poderoso” estamos perdidos, inclusive, devido à pressão que ele exerce sobre nós.
E o que a modernidade tem a dizer sobre esse dualismo? Ah! A modernidade! Essa adolescente arrogante que nos cerca. Felicidade, grosso modo, desde o século 18 europeu, passa a ser um projeto racionalista de engenharia psicológica, social, política e tecnocientífica, ideia esta, aliás, que aparece na obra aqui citada de Arthur Brooks. Os românticos recusarão esse projeto.
Se identificarmos o que deu certo na nossa vida e dos nossos semelhantes, poderíamos atingir a felicidade? Esta seria a aposta da psicologia positiva? A resposta fica para um outro momento.
Entonces, ponderemos!
“16 de fevereiro – A conspiração judaico-maçônica está implodindo
15 de fevereiro de 2026.”
Michael Snyder: ” “A única maneira de evitarmos um confronto final com o Irã é se uma solução diplomática for encontrada.”
Snyder e a maioria dos comentaristas da extrema-direita provam que você pode levar o cavalo até a água, mas não pode obrigá-lo a beber. Trump admitiu publicamente ser membro do Chabad , um culto dedicado ao genocídio de gentios por meio da orquestração de guerras mundiais.
Não haverá “solução diplomática”.
Trump, Satanyahu e Putin são membros do Chabad e da Maçonaria. Khomeini, do Irã, também é maçom. Albert Pike disse que maçons infiltrados em ambos os lados iniciariam a Terceira Guerra Mundial. Em 1991, Satanyahu prometeu ao Rebe Schneerson do Chabad que estava “trabalhando nisso”.
Muitos comentaristas da extrema-direita temem colocar em risco seus impérios editoriais sendo “antissemitas”. Mas os Arquivos Epstein levantaram a pedra, os pedófilos estão em pânico e a maré está virando. A humanidade está reconhecendo que o judaísmo organizado (Rothschild) são os inimigos implacáveis da humanidade. Nós lhes demos nossos cartões de crédito nacionais. Eles compraram ou chantagearam todos que têm influência. “Eu represento os Rothschild”, disse Jeffrey Epstein.”
https://www.henrymakow.com/
Quem sabedor ou ignorante faz parte desse identifiados servis e apátridas crimimosos regimentos, foi divina.ente admoestado, conforme:
“Sai dessa babilonia povo Meu, para que como pertícipe, não incorras em seus pecados e crimes!”
Se pensam que voce se parece com um cavalo levado até a água, lembre que não és obrigado a beber!
Felicidade
É viver na sua companhia
Felicidade
É estar contigo todo dia
De Vinícius até Seu Jorge, passando pelo Rei Salomão, a felicidade está dentro e é Carpe Diem.
A cada dia o seu próprio mal
E a cada dia o seu próprio bem também
Aproveite porque dura pouco
Licença…
1) ‘Ciência da Felicidade’ é uma linhagem pós-budista fundada no Japão pelo falecido Ryuho Okawa …
2) “Happy Science” como também é conhecida, tem templos em vários países, inclusive em SP e RJ…
3) Autor com mais de 3 mil livros (isso mesmo) tem mais de 20 publicados em português…
4) É só procurar na web…