Janja gravou mensagem em lançamento de comitê
Victoria Azevedo
O Globo
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, gravou um vídeo para evangélicos em que fala dos valores da solidariedade e da igualdade que guiaram a vida e os governos do presidente presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) num momento em que o petista aparece atrás de Flávio Bolsonaro (PL), seu principal adversário nas eleições, nas pesquisas de intenção de voto nesse segmento.
Segundo pesquisa Datafolha divulgada na semana passada, entre evangélicos, Flávio atinge a marca de 62%, enquanto Lula fica em 29%. Em julho, o petista tinha 31%, e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, 60%. Esse é mais um gesto que a campanha do presidente tem adotado nas últimas semanas buscando se aproximar do segmento, seja com lançamento de jingle gospel à carta voltada aos evangélicos. O entorno de Lula também está preparando um ato no Rio de Janeiro com esse público.
REUNIÃO – A primeira-dama gravou o vídeo que foi exibido no lançamento do comitê Evangélicos e Evangélicas com Lula, coordenado pelo PT, nesta segunda-feira. Nele, Janja afirma que viajou pelo país nos últimos anos para se reunir com mulheres evangélicas, foi recebida “de forma muito afetuosa” por elas e presenciou “o importante trabalho de acolhimento e proteção da cidadania realizado por essas mulheres”.
Ela afirma que as igrejas evangélicas cumprem um importante papel de pertencimento e se tornam espaços de referência para milhões de brasileiros. “Os valores da solidariedade e da igualdade, que sempre guiaram a vida e os governos do presidente Lula, são importantes norteadores da nossa fé cristã”, diz a primeira-dama.
Janja também afirma que acompanhou de perto nos últimos anos “o respeito” com que Lula “trata a fé de cada brasileira e brasileiro”. Ela usa o vídeo para falar de atos tomados nas gestões do presidente que foram voltados especificamente aos evangélicos, entre eles a criação do Dia Nacional do Evangélico, a Marcha para Jesus e o Dia Nacional da Música Gospel.
NOVA POSTURA – “O trabalho desse comitê é essencial para o fortalecimento da nossa democracia. Contem comigo na construção desse Brasil mais justo, democrático, solidário e fraterno”, diz Janja. Essa postura da primeira-dama é diferente da adotada por ela na campanha de 2022, quando apresentava resistência para gestos mais enfáticos de Lula ao segmento evangélico.
Entre o primeiro e segundo turno, em outubro de 2022, o petista foi convencido pelo seu entorno e divulgou carta ao público evangélico — Janja, por sua vez, não participou do ato que marcou esse gesto. Além dos encontros com evangélicas, a primeira-dama também passou a cantar um jingle gospel da campanha petista, ao lado do pastor Kleber Lucas, antes de atos eleitorais.
APROXIMAÇÃO – Esse é mais um movimento dentro do PT e da campanha de Lula para buscar se aproximar desse eleitorado. Aliados de Lula dizem que, assim como o presidente reforça em discursos há anos, não deve ocorrer nenhum evento do petista em igrejas ou cultos. Ele já afirmou diversas vezes que é católico, mas que não irá fazer dos púlpitos palanques eleitorais. Apesar disso, diferentemente de 2022, a campanha deste ano tem reforçado as sinalizações mais diretas ao segmento.
Em junho deste ano, o PT divulgou uma carta voltada ao público evangélico. O texto não faz menção às pautas controversas, como o aborto, que é defendida pela esquerda e criticada por esse segmento. Um ato voltado a evangélicos está sendo discutido pela equipe da campanha de Lula para ocorrer no Rio de Janeiro nos próximos dias.
Os comunistas deveriam ser ateus, ninguém serve a dois senhores.
Ou a Deus ou a Marx.
A tropa de choque do Xandão aprontou pro Felipe Martins.
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/87162/os-delegados-da-pf-suspeitos-de-envolvimento-na-fraude-contra-filipe-martins
A marmita de presidiário, responsável pela coordenação das alas da escola de samba que zombou publicamente dos evangélicos, é a pessoa certa para pedir votos para o ladrão degenerado e ateu Lula da Silva.
Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz
A expansão do poder dos irmãos Batista: dos negócios de alimentos para o negócio de armas
Ao comprar a falida Avibras, os irmãos Batista prestam outro inestimável serviço ao governo petista e borram ainda mais a fronteira entre negócios pessoais e interesses do Estado
A Globe, empresa de investimentos pessoais dos irmãos Wesley e Joesley Batista, acaba de anunciar a compra da Avibras, a maior indústria bélica do País, que está quebrada há anos.
É um investimento que dificilmente se pagará, por variados motivos, razão pela qual só se pode entender o negócio como mais um gesto dos empresários para cultivar suas excelentes relações com o governo petista.
O caso, exemplar da tradição patrimonialista nacional, mostra como está borrada a fronteira entre os interesses do Estado brasileiro e os negócios pessoais dos irmãos Batista – cujo poder, em razão disso, está em franca expansão.
Não parece ser um negócio isolado, e sim parte de um padrão. Em 2015, ainda no governo de Dilma Rousseff, o grupo J&F, dos irmãos Batista, constituiu a Âmbar Energia, que uma década depois compraria 12 usinas da Eletrobras e assumiria o controle da Amazonas Energia, que tinha dívidas de R$ 10 bilhões.
Foi um negócio de ocasião, proporcionado pela vontade praticamente explícita do governo Lula de entregar a Amazonas Energia aos irmãos Batista.
No ano passado, a Âmbar comprou a fatia da antiga Eletrobras na Eletronuclear, entrando como sócia na construção da usina nuclear de Angra 3, cuja conclusão custaria estimados R$ 24 bilhões.
É praticamente impossível obter retorno satisfatório nesse negócio, mas talvez o que interesse aos irmãos Batista seja o ganho intangível de estar nas boas graças do governo petista.
É precisamente o que acontece no caso da Avibras. A empresa está em recuperação judicial desde 2022, alegando que perdeu competitividade no Oriente Médio e no Sudeste Asiático, alguns de seus principais mercados, em razão do crescimento de empresas fortemente financiadas por governos estrangeiros.
Esperava, portanto, que o governo brasileiro fizesse o mesmo e encontrasse uma maneira de salvá-la – algo que os sindicatos e os militares demandavam.
Aparentemente, foi o que o Ministério da Defesa fez, ainda que não de maneira direta. Segundo o Estadão, o ministro José Múcio Monteiro Filho se empenhou na busca dessa solução, que visava a assegurar que o controle da companhia permanecesse nacional.
A preocupação era garantir a sobrevivência da Avibras, considerada “estratégica” – palavrinha que opera milagres no governo Lula.
A nova Avibras, claro, nasceu livre de dívidas, sem a parte “ruim”, que ficou com a antiga.
O plano de reestruturação previa ainda R$ 300 milhões em investimentos privados (consta que Joesley foi um dos investidores), além de outros R$ 300 milhões em financiamentos públicos, como o BNDES. Assim se deu a entrada triunfal dos irmãos Batista na companhia.
A operação, cujo valor não foi divulgado, ainda depende do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), mas não há razão para imaginar que o órgão se oporá à operação dos irmãos Batista – que se tornaram líderes absolutos no segmento de proteína animal justamente por adquirir vários frigoríficos sem que o Cade objetasse.
Desse modo, os irmãos Batista caminham a passos largos para atingir um outro patamar de poder no Brasil, extrapolando o mundo dos negócios.
É uma trajetória impressionante, sobretudo quando se recorda que esses empresários, não faz muito tempo, confessaram crimes aos borbotões no âmbito da Lava Jato e chegaram a ser presos. Afastaram-se do Conselho de Administração da JBS e submergiram.
Mas eis que a volta triunfal se fez possível com uma inexplicável decisão monocrática do ministro do STF Dias Toffoli, de dezembro de 2023, até hoje não apreciada pelo colegiado, que suspendeu multas de R$ 10,3 bilhões impostas à J&F no acordo de leniência firmado com as autoridades brasileiras.
Toffoli aceitou a tese de que os empresários, malgrado estivessem assessorados pelos melhores escritórios de advocacia do País, haviam sido coagidos a confessar os crimes. Três meses depois, em março de 2024, Joesley e Wesley voltaram ao Conselho de Administração da JBS.
E agora entram de vez no ramo do capitalismo de compadrio.
O Estado de S. Paulo, Opinião, 26/08/2026 | 03h01 Por Editorial
Leitura relevante.
Só tenho duas palavras para falar
Para………………………………Béns……
Esse meme é inesquecível….
Nosso Editor-Chefe é o Terror dos Soças-Comunas Parasitas…..
È o Baba-Yaga Brasileiro, detona sem dó nem piedade..
avisei várias vezes, mas, todo soça-comuna acha e acredita que pode tudo….
eh!eh!eh!eh
aquele abraço
e vamos em frente, sem com atenção as carteiras e os dogs, o Casal Defunto não perdoa nem os velhinhos aposentados, quanto mais os animais, coitada da paca., sofreu nas mãos desses sanguinários carniceiros….
ops, sempre…