
Aproximação com o MDB gerou incômodo entre bolsonaristas
Yago Godoy
O Globo
Insatisfações acumuladas com o governador Jorginho Mello e com Carlos Bolsonaro, que concorrerá ao Senado por Santa Catarina, vêm levando partidos de centro a tentarem isolar o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, na eleição estadual. O MDB, que anunciou na última semana a sua saída da base de Jorginho após ser preterido no posto de vice, costura uma aliança com PSD, União Brasil e PP — este último busca apoio para a candidatura do senador Esperidião Amin, que disputa espaço com Carlos.
Líderes locais dessas quatro siglas se reuniram para discutir o cenário eleitoral, após Jorginho anunciar o prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), como seu candidato a vice. “A opção do governador é uma escolha dele. Nós devemos ter um projeto próprio, e lá na frente vamos decidir um caminho. Essa união (entre os partidos) não pode ser descartada”, disse o presidente do diretório catarinense do MDB, Carlos Chiodini.
PRETERIDO – Chiodini, que era antes o mais cotado para estar na chapa de Jorginho, deixou o cargo de secretário estadual de Agricultura após ser preterido pelo governador. O MDB também orientou que seus filiados entreguem outros cargos no governo.
A aliança com União, PP e PSD mira na capilaridade dessas siglas. Juntos, os quatro partidos de centro controlam 174 das 295 prefeituras catarinenses. Caso ocorra, a aliança apoiará a pré-candidatura do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), ao governo catarinense. Líder estadual do PSD, Eron Giordani afirma que há “portas abertas” para um acordo.
“Faremos o movimento necessário para a eleição, na construção de um projeto alternativo para Santa Catarina. A escolha de Jorginho traz mais prejuízos do que benefícios para ele”, declarou Giordani, em alusão à exclusão do MDB na chapa do PL.
IRRITAÇÃO – A federação União-PP, que se irritou com o recuo de Jorginho na promessa de apoiar a reeleição de Amin ao Senado, vem se mostrando disposta a apoiar o prefeito de Chapecó. “Se ele não mantiver esse compromisso com o senador Esperidião, nós iremos caminhar com o PSD, isso é fato”, afirmou o deputado federal Fabio Schiochet (União-SC).
O parlamentar calcula ainda que uma candidatura de Rodrigues, por ser do PSD, teria mais capacidade de aglutinar apoios no segundo turno do que um candidato do PL. “Se levar para o segundo turno, o voto da esquerda vai para quem aqui em Santa Catarina? Vai para o 22 (Jorginho) ou vai para o 55 (João)? Acho que é mais fácil votar no 55 do que no 22”, avalia Schiochet.
A formação de uma aliança com esses quatro partidos, por outro lado, tende a abrir caminho de vez para a candidatura da deputada federal Carol de Toni (PL) ao Senado na chapa de Jorginho, disputando a segunda cadeira ao lado de Carlos. Antes, quando havia um impasse sobre a chance de o governador apoiar a reeleição de Amin, Carol chegou a ser sondada para se filiar ao Novo.
QUEBRA DE ACORDO – Em outubro do ano passado, em entrevista concedida à rádio Jovem Pan, Jorginho havia afirmado que sua chapa seria formada em conjunto com o MDB. A escolha por Adriano Silva, do partido Novo, para o posto de vice pegou de surpresa os representantes estaduais.
“A vice será do MDB, já está tudo encaminhado. Não tem muito estresse. É só esperar um pouquinho. Vamos cuidar do estado de Santa Catarina”, disse o governador na ocasião. Interlocutores relatam que, ao longo do ano, enquanto a aproximação da gestão com o MDB seguia enfrentando resistência dentro do PL, o desempenho eleitoral de Adriano atraiu atenção. Em 2024, ele foi reeleito no primeiro turno com 78% dos votos à prefeitura de Joinville, a maior cidade do estado.
Em fevereiro de 2025, a aproximação com o MDB gerou incômodo entre bolsonaristas correligionários de Jorginho. À época, a deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) foi uma das que questionou se o “critério” usado para a escolha teria sido “votar mais com o governo Lula”.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, é tão grotesco e submisso ao Bolsonaro, que aceitou goela abaixo o forasteiro Carlos Bolsonaro, filho 02 na chapa dele ao Senado, causando um terremoto em SC.
Semana passada, o governador de SC anunciou que não vai cumprir a Lei de Cotas raciais, nas Universidades catarinenses, porque 82 por cento da população é branca de olhos azuis, segundo essa anta.
Tem que ser processado criminalmente por racismo explícito, mas, a Justiça brasileira não cumpre seu papel constitucional.
O atual governador de Santa Catarina, é o pior político eleito pelo povo catarinense. É um sabujo, submisso e capacho do Bolsonaro. Aceitou goela abaixo a candidatura do forasteiro Carlos Bolsonaro, vereador no Rio, acatando as ordens do réu golpista preso. E ainda é racista.
O ex- governador de SC, Espiridião Amim e candidato ao Senado foi abandonado pelo Jorginho.
Vai receber o troco, porque as más línguas alardeatam, que o União Brasil, o PP e o MDB vão lançar Espiridião ao governo de SC isolando Jorginho do PL. Esse racista de Santa Catarina não vence o ex governador Amim.
Vamos aguardar os novos acontecimentos.
Todos, pensando no brasil, cujo chão, águas, ares e sol, nunca pertenceu aos brasileiros, que indevidamente estorquidos para sobreviver como inquilinos, pagam sem cessar!
Dai à Cesar e a todos os tidos”deuses”, que repartiram entre sí as terras por exorbitantes preços!
Sr. Roberto Nascimento, cuide das coisas ai do seu estado, porque daqui do nosso, cuidamos nós.
Jorginho Mello será reeleito e seus candidatos serão eleitos.
Aqui em Santa Catarina, a maioria da população não precisa de bolsa família para sobreviver.
Janjão, então vocês aí estão cuidando muito mal de Santa Catarina, igualzinho ao Rio de Janeiro. Para falar a verdade, o Cláudio Castro , o governador parece um irmão Disney do Jorginho, a começar pelo Partido, ambos são do PL do Valdemar Costa Neto e do Bolsonaro. Estão em boa companhia.
Janjão, manda um conselho para o Jorginho ler, o Livro Macunaíma de Mário de Andrade. O herói sem nenhum caráter é o personagem que não se encontra, perdido dentro de si mesmo. É o brasileiro. Nem branco nem preto porque é os dois.
Esse conselho, o sociólogo José de Souza Martins, na coluna de sexta do Valor Econômico, ofereceu a Bolsonaro na prisão e também O Alienista de Machado de Assis.
Entretanto, esses conselhos são um tiro na água, porque tanto Bolsonaro quanto Jorginho Mello não são amantes de leitura de livros.
Gostam é do Poder, que ao final não vale nada, porque é efêmero e enquanto estão mergulhados no Poder deixam de viver.
O interesse que a famiglia do ex-mito tem em SC é particular e pessoal de seus membros: enfiar o Carluxo lá e elegê-lo senador. É isso.
Não estão nem aí para o destino do Estado e sua população (vide o Rio de Janeiro). Só querem seus votos. E não escondem isso de ninguém.
E o governador local serve a esse interesse da famiglia.
Panorama, se o Carluxo, 02, por essas obras do destino, se eleger senador por Santa Catarina, o Estado vai perder, porque o perfil dele como vereador, aqui no Rio de Janeiro é Zero vezes Zero em benefício a população carioca. Inútil representante da cidade do Rio de Janeiro.
No Senado por SC, será um mero figurante, pior ainda do que o senador Romário do RJ.
Se o povo catarinense tiver juízo, vota no senador Espiridião. A outra vaga, sinceramente, será trocar seis por meia dúzia. Nem Carluxo nem a Caroline de Toni. Procurem outro aí mais gabaritado.
Para não dizer que não falei de flores, nos nos livramos do Flávio Bolsonaro no Senado pelo Rio, mas , o que vem por aí é terrível: Carlos Portinho, Sóstenes Cavalcante, Cláudio Castro. Estamos perdidos e mal pagos.
Como votam mal, os eleitores do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. Incrível.
O sistema eleitoral tem dessas coisas…
como pode um sujeito que nem é morador do Estado concorrer ao cargo de Senador…??
sistema viciado e podre…
por isso que não querem reformar nada..