Lula dobra aposta no STF e transforma derrota de Messias em guerra contra o Senado

5 thoughts on “Lula dobra aposta no STF e transforma derrota de Messias em guerra contra o Senado

  1. LULA, O REAÇA

    Um país – em que mais de 40 % dos eleitores opta pelo picolé de chuchu, Flávio, das capitanias hereditárias bolsonaristas e outros 40 % pro jacu de gaiola, Lula, um homem de Neandertal, que vê no avanço das forças produtivas uma ameaça pra ter mais um mandato e continuar destruindo o futuro do pais – está absolutamente afastado de Deus.

    Vejam que tragédia anunciada:

    https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE

    Enquanto as duas potencia travam outra guerra fria pelo controle da Quarta Revolução Tecnológica, o jacu propõe é censurar, controlar e obstar a principal tecnologia desta Nova Ordem Mundial, que revoluciona o comportamento e evolução das forças produtivas, como a máquina a vapor e o computador.

    Pousando como “progressista”, engalobando o mundo com sua pauta identitarismo, a tal esquerda do Século XXI é uma força reacionária em processo irreversível de decadência moral, civilizacional e temporal.

    Por isso está sendo derrotada no mundo todo.

    Pelo jeito só sobrará o museu vivo, Lula, o reaça.

    A propósito segue as características do Aparato Petista aplicável ao bolsonarismo, com pequenas correções.

    1. Idealismo Metafísico como Base Epistemológica
    Caracteriza-se por um idealismo metafísico que transforma a realidade em simples reflexo das próprias ideologias, concepções de mundo e interesses imediatos do grupo.
    Promove um processo de alienação que envolve a sociedade — subordinada aos aparelhos ideológicos — assim também como seus próprios membros, que passam a reproduzir percepções ilusórias, como a noção de que “os problemas sociais foram solucionados” ou de que “o líder é a expressão da verdade e da democracia”.

    2. Negacionismo da Realidade e das Ciências
    Aparece como desdobramento direto do idealismo metafísico, reduzindo fatos concretos a meras projeções doutrinárias.
    Constrói uma realidade paralela de natureza esquizoide, desconectada das condições objetivas.
    Inclui a rejeição sistemática das Ciências Econômicas, consideradas “superadas”, substituindo seu corpo teórico por orientações de caráter dogmático. (Concepção supersticiosa e de senso comum, que levou e sempre levará à quebra do Estado e da Economia, como aconteceu durante o Governo Dilma).

    3. Culto da Personalidade
    Atribui ao líder uma imagem metafísica e ilusória, associada à onipresença, onisciência e onipotência.
    Constrói a figura do líder como entidade infalível, digna de devoção e idolatria, fortalecendo os mecanismos de dominação simbólica e disciplinar.

    4. Ausência de Projeto Nacional de Longo Prazo
    Evidencia a inexistência de diretrizes estruturadas para enfrentar o atraso econômico, tecnológico e social do país.
    Contribui para o agravamento dos problemas estruturais, na medida em que não oferece estratégias consistentes para a superação das desigualdades e deficiências nacionais.

    5. Adoção de uma Causa Única Retroutópica
    Funciona como refúgio ideológico diante da incapacidade de formular soluções reais para desafios contemporâneos.
    Baseia-se em um anti-imperialismo de matriz antiquada, herdeiro de disputas geopolíticas do século XX, cuja relevância atual é mínima e cujo objetivo final implicaria em graves consequências econômicas globais.

    6. Preferência por Regimes e Métodos Totalitários
    Estabelece afinidades com regimes totalitários, misóginos, homofóbicos, vinculados ao narcotráfico e ao fundamentalismo bárbaro e medieval.
    Revela contradições internas profundas e uma orientação anticivilizacional, derivada da lógica anti-imperialista adotada.

    7. Maniqueísmo Estrutural
    Organiza o campo político segundo uma dicotomia rígida entre “Bem” (atribuído ao próprio grupo) e “Mal” (atribuído aos adversários).
    Legitima censura, perseguição e punição política como supostas ações moralmente justificadas de “purificação”.

    8. Binarismo Reducionista
    Simplifica o espectro político ao reduzir o debate público a dois polos excludentes.
    Facilita estratégias de dominação ideológica e eleitoral ao eliminar nuances, diversidade e complexidade das concepções de mundo contemporâneas.

    9. Neoludismo face ao avanço das forças produtivas
    Expressa-se na rejeição ao capitalismo sem a proposição de um modelo alternativo funcional, em razão do fracasso histórico da economia estatizada. (Vide a China que só superou a miséria e incluiu 800 milhões de pessoas no processo de produção e distribuição da riqueza, quando superou a superstição econômica ”anti-capitalista” e limpou o Estado da corrupção).
    Manifesta resistência ao avanço das forças produtivas e à inovação tecnológica, entendidas como ameaças, e não como oportunidades para desenvolvimento, modernização e transferência de tecnologia.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *