
Cúpula do PL vê urgência de segurar palanques
Letícia Pille
Luísa Marzullo
O Globo
A escalada da crise envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, começou a provocar uma mudança paulatina nas prioridades políticas do PL. Nos bastidores da Câmara e do Senado, parlamentares e dirigentes da legenda passaram a demonstrar preocupação crescente não apenas com os efeitos do caso sobre a candidatura presidencial do senador, mas principalmente com o impacto que o desgaste pode provocar sobre a força institucional do partido nas eleições deste ano.
Segundo relatos feitos ao O Globo, integrantes da cúpula do PL já admitem reservadamente que a principal prioridade da legenda neste momento passou a ser preservar palanques estaduais competitivos e garantir a eleição de grandes bancadas na Câmara e no Senado. O sonho dos dirigentes é alcançar a marca de 30 senadores e 120 deputados.
CONTAMINAÇÃO – A avaliação interna é que o partido precisa evitar que a crise envolvendo Flávio acabe contaminando candidaturas proporcionais e alianças regionais consideradas estratégicas para a manutenção da hegemonia do PL dentro da direita.
Interlocutores da legenda afirmam reservadamente que a preocupação se intensificou à medida que aliados estaduais passaram a recalcular o custo eleitoral de vincular suas campanhas locais à candidatura presidencial de Flávio. O temor é que o desgaste nacional provocado pelo caso Master comprometa justamente um dos principais ativos políticos do partido, que é sua capacidade de eleger grandes bancadas no Congresso.
Atualmente, o PL tem a maior bancada na Câmara e no Senado, com 97 deputados e 16 senadores. O tamanho das bancadas no Congresso é considerado central para a distribuição de recursos do fundo eleitoral, tempo de propaganda e manutenção da força institucional das legendas no cenário nacional.
PRIORIDADE – Nos bastidores, parlamentares do PL admitem que preservar a musculatura parlamentar passou a ser tratado como prioridade estratégica diante das incertezas envolvendo o cenário presidencial. A mudança de clima ocorre num momento em que aliados de Flávio já passaram a admitir reservadamente a possibilidade de rever apoio à candidatura presidencial do senador caso surjam novas revelações envolvendo sua relação com Vorcaro.
Embora integrantes do partido sigam defendendo publicamente que Flávio permanece como candidato ao Planalto, o ambiente interno se tornou marcado por cautela, desconfiança e preocupação com novos desdobramentos da crise.
Interlocutores relatam que o humor nas bancadas mudou nas últimas semanas. Parlamentares passaram a demonstrar preocupação com o risco de que o desgaste nacional da crise acabe contaminando disputas locais e proporcionais em estados considerados estratégicos para o bolsonarismo.
EXPECTATIVA – Nos bastidores, integrantes do Centrão e do próprio PL também passaram a tratar com mais prudência as negociações para formação de palanques estaduais. A avaliação é que ainda há tempo até as convenções partidárias de agosto e que o cenário presidencial pode sofrer mudanças importantes até lá.
A preocupação aumentou após o avanço das revelações envolvendo o financiamento do filme “Dark Horse”, produção sobre a campanha presidencial de 2018 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Desde que o Intercept Brasil divulgou áudios, mensagens e documentos envolvendo negociações entre Flávio e Vorcaro, aliados passaram a demonstrar preocupação crescente com o potencial de contaminação política do caso.
Parlamentares afirmam que o problema deixou de ser apenas o conteúdo das revelações e passou a envolver também a percepção de que Flávio mudou versões sobre o alcance de sua relação com o banqueiro ao longo da crise. Esse cenário ampliou o movimento de partidos e lideranças estaduais tentando “descolar” suas campanhas regionais da disputa presidencial.
ALIANÇAS – O efeito já vinha sendo percebido em estados como Santa Catarina, Ceará, Bahia e Minas Gerais, onde aliados passaram a defender campanhas mais independentes da eleição nacional. Reservadamente, integrantes do partido afirmam que a prioridade agora é impedir que a crise na pré-campanha presidencial comprometa a engenharia nacional de alianças construída pelo bolsonarismo para a próxima eleição.
Mesmo diante desse cenário, interlocutores da legenda afirmam que o partido ainda não trabalha formalmente com substituição de candidatura presidencial. A avaliação predominante é que, apesar do desgaste, nenhum outro nome da direita reúne hoje o mesmo capital político, o sobrenome Bolsonaro e o apoio da militância conservadora que Flávio ainda mantém.
Aqui o analista está contando com a certeza que o Don Narcoleone vai sair candidato.
E se o NarcoLadrão não se candidatar.?
Existe o imponderável, que não se pode descartar..
Lula enfrentará voto de protesto, prevê analista de América Latina…
https://noticias.uol.com.br/colunas/tatiana-farah/2026/05/22/lula-voto-de-casntido-analise.htm?cmpid=copiaecola
Conversa pra boi dormir. Vai continuar candidatíssimo.
Embora sua candidatura esteja hoje nas mãos de Vorcaro.
Amigão,
Os dois estão nas mãos do Vorcaro, e vai ficar muito mais “caro” do que se imagina…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aconselhou Daniel Vorcaro a não vender o Banco Master por um valor simbólico para o BTG Pactual, de André Esteves. O conselho foi dado pessoalmente por Lula a Vorcaro em uma reunião no Palácio do Planalto, em 4 de dezembro de 2024….
Ladrão confirma que recebeu o Banqueiro Ladrão…
https://www.youtube.com/shorts/_aEBA_WYuOA
Enquanto isto o jacu de gaiola, Lula, continua destruindo o país.
O picolé de chuchu só quer continuar a afundar a bagaça, outro incompetente.
Lula está arrasando com o país pra continuar com seus programas “sociais” de manutenção da miséria, comprando votos dos famélicos e analfabetos funcionais que tem criado e regado pra que cresçam e lhe deem votos.
Alguém precisa segurá-lo antes que o processo de destruição do país torne-se irreversível.
Relatório – Risco de Crise Fiscal do Brasil em 2027
A situação fiscal brasileira em 2027 é considerada um dos principais riscos econômicos do país. O problema central envolve o crescimento acelerado da dívida pública, déficits contínuos, aumento das despesas obrigatórias e dificuldade de cumprir as metas do novo arcabouço fiscal.
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1. Crescimento da Dívida Pública
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) continua em trajetória de alta.
Ano Dívida Bruta (% do PIB)
2022 71,7%
2026 83,0%
2027 86,45%
2028 89,0%
2029 90,7%
Fonte: Prisma Fiscal do Ministério da Fazenda. (Serviços e Informações do Brasil)
Evolução visual da dívida
2022 ████████████████████ 71,7%
2026 ██████████████████████████ 83,0%
2027 ███████████████████████████ 86,45%
2028 █████████████████████████████ 89,0%
2029 ██████████████████████████████ 90,7%
Segundo o Ministério da Fazenda, a expectativa de mercado indica deterioração gradual das contas públicas mesmo após o novo arcabouço fiscal. (Serviços e Informações do Brasil)
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2. Déficits Fiscais Projetados
O governo ainda deve continuar gastando mais do que arrecada.
Ano Déficit Primário Projetado
2026 R$ 57,8 bilhões
2027 R$ 47,9 bilhões
Fonte: Prisma Fiscal. (Serviços e Informações do Brasil)
Já o déficit nominal — que inclui pagamento de juros da dívida — ultrapassa R$ 1 trilhão.
Ano Déficit Nominal
2026 R$ 1,052 trilhão
2027 R$ 1,056 trilhão
(Serviços e Informações do Brasil)
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3. Juros Elevados Agravam o Problema
O Brasil possui uma das maiores taxas reais de juros do mundo. Isso aumenta o custo da dívida pública.
Fórmula básica da dinâmica da dívida
D_{t+1}=D_t(1+i)-S_t
Onde:
• (D_t) = dívida atual;
• (i) = taxa de juros;
• (S_t) = superávit primário.
Quando os juros crescem e o governo não gera superávit suficiente, a dívida aumenta rapidamente.
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4. Despesas Obrigatórias Sob Pressão
Grande parte do orçamento federal já está comprometida com:
• Previdência;
• funcionalismo público;
• benefícios sociais;
• precatórios;
• saúde e educação obrigatórias.
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou que o atual modelo fiscal pode se tornar “insustentável” em 2027 sem reformas estruturais. (Reuters)
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5. Problema dos Precatórios
O governo ainda utiliza exclusões parciais de precatórios das metas fiscais.
Segundo a Reuters, cerca de 60,6% dos precatórios de 2027 continuarão fora do cálculo efetivo do resultado fiscal. (Reuters)
Isso reduz a transparência sobre a situação real das contas públicas.
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6. Estatais Também Pressionam as Contas
O PLDO de 2027 projeta déficit de:
• R$ 7,5 bilhões nas estatais federais em 2027;
• R$ 6,1 bilhões em 2028;
• R$ 5 bilhões em 2029. (Reddit)
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7. Possíveis Consequências Econômicas
Se a dívida continuar crescendo sem controle, os principais riscos são:
Possível consequência Impacto
Alta do dólar aumento da inflação
Juros elevados crédito mais caro
Menor investimento crescimento fraco
Perda de confiança fuga de capitais
Pressão tributária aumento de impostos
Crise fiscal cortes de gastos e paralisação pública
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8. Projeções do Governo
O governo federal afirma que pretende:
• atingir superávit primário de 0,5% do PIB em 2027;
• elevar o superávit gradualmente até 2030;
• estabilizar a dívida pública no longo prazo. (Serviços e Informações do Brasil)
Meta oficial do PLDO:
Ano Meta de Superávit
2027 0,50% do PIB
2028 1,00% do PIB
2029 1,25% do PIB
2030 1,50% do PIB
(Serviços e Informações do Brasil)
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9. Avaliações de Economistas
Analistas de mercado e bancos afirmam que:
• o crescimento da dívida preocupa investidores;
• o atual ajuste fiscal pode ser insuficiente;
• despesas obrigatórias podem consumir quase todo o orçamento em 2027. (YouTube)
O Goldman Sachs afirmou que o Brasil precisará de disciplina fiscal mais rígida após as eleições de 2026 para evitar instabilidade econômica. (Reuters)
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Conclusão
O Brasil entra em 2027 com:
• dívida pública elevada;
• juros altos;
• crescimento econômico moderado;
• forte expansão das despesas obrigatórias.
Embora o governo projete melhora gradual das contas públicas, parte do mercado considera o ajuste insuficiente para estabilizar a dívida no médio prazo.
O principal desafio será equilibrar:
• responsabilidade fiscal;
• crescimento econômico;
• manutenção de programas sociais;
• controle do endividamento público.
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Referências Oficiais
• Ministério da Fazenda
• Ministério do Planejamento e Orçamento
• Reuters Brasil
• UOL Economia
• Banco Central do Brasil
Micheque, por sua vez, corre atrás de independência político-financeira candidatando-se a um mandato de oito anos como senadora pelo DF, numa clara tentativa de se livrar do jugo familiar bolsonarista, gentilmente ‘patrocinada’, nesse projeto, pelo ‘Boy de Mogi’, seu partner.
Com o barco afundando, ela sente de perto a derrocada e tenta pular fora da enrascada em que se meteu.
Mas, Micheque poderá não ter vida fácil na sua empreitada, com a famiglia frontalmente contrária ao seu ‘plano’ de independência. Inclusive, o próprio ex-mito.
Precedente: Ex-mito já pôs o filho Carlos para derrotar a própria mãe
Nas eleições municipais do Rio de Janeiro em 2000, Jair Bolsonaro lançou o seu filho Carlos Bolsonaro — que na época tinha apenas 17 anos — como candidato a vereador para disputar diretamente contra a sua ex-esposa e mãe do jovem, Rogéria Bolsonaro.
Na época, Rogéria já estava separada de Jair Bolsonaro e tentava o seu terceiro mandato na Câmara Municipal do Rio.
Bolsonaro, descontente com a ex-esposa, apostou no filho menor de idade para impedir a reeleição dela.
A manobra deu certo: Carlos foi eleito o vereador mais jovem da história do Rio de Janeiro, com mais de 16 mil votos, enquanto Rogéria foi derrotada, obtendo pouco mais de 5 mil votos e ficando como suplente, tendo sua carreira política encerrada naquele momento.
“Meu Ódio Será Sua Herança”, diria o diretor Sam Peckinpah.
rastro dos facínoras..
eh!eh!eh
Saiu do nada para o estrelato “eleitoral”…
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2026/05/malandragem-de-deputados-tenta-fazer-o-publico-de-mane.shtml
Resumo dao atoleiro a que Lula está levando o país de novo.
O Brasil entra em 2027 com:
• dívida pública elevada;
• juros altos;
• crescimento econômico moderado;
• forte expansão das despesas obrigatórias.
Embora o governo projete melhora gradual das contas públicas, parte do mercado considera o ajuste insuficiente para estabilizar a dívida no médio prazo.
O principal desafio será equilibrar:
• responsabilidade fiscal;
• crescimento econômico;
• manutenção de programas sociais;
• controle do endividamento público.
No colo de qual dilmanta vai estourar a bomba de novo?
Não sei em qual colo, mas sei quem vai pagar a conta que é altíssima…
e o Palácio do Roubauto está se lixando para o povo……
aquele abraço
Quem sabe o amigão do Palácio do Roubauto não arrumar um adEvogado de sua confiança para o Banqueiro
Advogado deixa defesa de Vorcaro em meio a tratativas de delação…
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/05/22/advogado-deixa-defesa-de-vorcaro-em-meio-a-tratativas-de-delacao.ghtm?cmpid=copiaecola
“A pesquisa Datafolha que será divulgada hoje à tarde tem um elemento especial a ser observado com muita atenção: o o desempenho de Michelle Bolsonaro.
O Datafolha está recolocou o seu nome na lista de candidatos depois de cinco meses. É a primeira vez este ano que ela aparece na lista.”