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O tempo está ficando curto para a candidatura de Flávio
William Waack
Estadão
Na fotografia do momento não há boas notícias para a candidatura de Flávio Bolsonaro, a não ser que se considere boa notícia o fato de não ter aumentado ainda mais sua desvantagem em relação a Lula. O que os números mais recentes das pesquisas parecem demonstrar é que o “piso” da candidatura está virando “teto”.
Já era preocupante a convergência de pesquisas indicando que outros nomes de oposição fariam tão bonito (ou tão feio, como se quiser) como Flávio caso alcancem um segundo turno. Muito pior é constatar, segundo a AtlasIntel, que outros nomes no lugar de Lula na cédula (Haddad ou Alckmin) levariam vantagem sobre o ungido por Jair Bolsonaro.
INDEPENDENTES – Este é o retrato nítido de uma situação na qual um lado votaria em qualquer um do mesmo lado, e de jeito nenhum em qualquer um do outro. Ocorre que a pequena margem de “independentes” que decidiu as eleições de 2022 continua exígua, e claramente desfavorável a Flávio. Figura central aqui é o eleitorado feminino, especialmente de baixa renda – a parcela considerada crucial na derrota de Jair há quase quatro anos.
Neste ponto a briga de Flávio com a madrasta pode energizar trogloditas no cantinho do espectro político, mas nada acrescenta à própria candidatura que, no máximo, permanece onde está entre as mulheres – ou seja, sem brilho. O único destaque até aqui para o principal candidato de oposição é a vantagem direta que tem sobre Lula na questão de criminalidade, mas perde ou empata em várias outras, incluindo temas fiscais e tributários.
Nesse sentido, as sanções que o governo americano começou a aplicar a cidadãos e empresas brasileiras sob a suspeita de envolvimento com organizações criminosas – a primeira consequência direta da classificação do PCC como grupo terrorista – provavelmente darão um argumento forte para a campanha de Flávio. E um ponto destacado de contraste com o governo Lula, que sempre se opôs à classificação.
FALTA DE IDEIAS – A julgar por declarações do pré-candidato exaltando o “homem forte” de El Salvador – tido hoje como principal inspiração das mudanças eleitorais batizadas de “onda azul” de direita – é o único caminho que se oferece. A candidatura permanece no alto nas pesquisas, mas não empolga, tem escassa capacidade de mobilização além dos convertidos ao bolsonarismo, e oscila entre falta de ideias ou ideias muito ruins, como as que se referem à política externa.
Não é à toa que a candidatura alterna entre escândalos e brigas familiares num permanente estado de apreensão. A declarada opção de Michelle Bolsonaro por um “silêncio obsequioso” é de araque. Ela está escancarando que tem muito a dizer.
Ah! Se não fosse Trump!
O inútil precisou de uma empurrada para sair de sua letargia de jacu de gaiola neandertal, e agir contra os seus “nossos criminosos”
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/pf-prende-secretaria-sancionada-por-elo-com-pcc-empresario-esta-foragido/
Ou será medo de resgate dos vagabundos.
Um país que tem gente deste naipe como agentes públicos, tá perdido de “com força.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/07/03/diretor-da-pf-diz-que-sancao-dos-eua-atrapalhou-operacao-para-prender-empresario-suspeito-de-lavar-dinheiro-para-o-pcc.ghtml
KKKKKKKK
Um inútil numa governo de outro inútil!
É que agora, uma vez preso, não poderá deleitar-se com as linhas de montagem fordistas de habeas corpus!
A propósito, Bolsonaro não satisfeito de “ter acabado com a Lava jato” e ajudado a descondenar Lula, indicou o picolé de chuchu para ser o herdeiro das capitanias.
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54472964
Carta com pedido de Flávio sobre adiamento, para depois das eleições, de tarifaço dos EUA é um desastre
A carta de Flávio Bolsonaro para o governo Trump, via Escritório de Comércio (ou USTR), é um desastre para o próprio Flávio, sob todos os pontos de vista, político, diplomático, até moral.
Quer dizer que um novo tarifaço agora não pode, porque é bom para o presidente Lula, mas, depois das eleições, Trump pode aplicar tarifas à vontade sobre produtos brasileiros.
O importante para o candidato, não é se é bom ou mau para o Brasil e os brasileiros, o que vale é se é bom ou mau para ele e o bolsonarismo, dane-se o resto.
Aliás, foi assim em cada passo do bolsonarismo para se aproximar de Trump e se distanciar do Brasil.
O então deputado Eduardo Bolsonaro articulou o primeiro tarifaço, de 50%, para tentar salvar o pai, Jair, no Supremo, apesar do evidente estrago que isso produziria na economia do País.
Aliás, como produziu, até que Lula e Trump abrissem um diálogo institucional, agora rebaixado a troca de cartas.
Depois, o próprio Flávio assumiu a articulação do novo tarifaço, com base na Seção 301 de Comércio, tanto que o anúncio de Washington saiu dias depois do encontro dele com Trump. Aquele, em que ele aparece nas fotos de pé, com Trump ao lado, sentado.
O novo capítulo, às vésperas de Flávio participar de uma audiência pública nos EUA, é a carta para o USTR, que num resumo livre, pode ser lida assim: fizemos uma besteira atrás da outra e deu tudo errado.
Citando pesquisas, ele diz que novas tarifas dariam “vitória política” para o governo Lula e “puniriam a economia americana e os próprios brasileiros”. Alguma surpresa? É como se ele não tivesse nada a ver com isso, mas foi o próprio Flávio quem se vangloriou de ter conseguido as medidas – que, aliás, atingem o Pix.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 02/07/2026 | 20h31 Por Eliane Cantanhêde
Quando se é um estrupício se é um estrupício.
Novas Tarifas: Flávio prioriza interesse eleitoral em detrimento do País
Prevendo a vitória de Barba, Flávio Rachadinha pediu ao secretário norte-americano Marco Rubio o mero adiamento — e não o cancelamento — do novo tarifaço sobre produtos brasileiros.
Ao agir assim, Flávio demonstra pensar apenas em sua própria conveniência eleitoral, deixando a porta aberta para que os Estados Unidos apliquem as pesadas tarifas sobre as exportações do Brasil logo após o pleito.
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Rachadinha certamente não enviaria uma carta com tal conteúdo se não acreditasse de fato que seus eleitores não passam de uns “bolsotários”.
(Pior se ele estiver certo sobre o que acha de seus eleitores.)
Flávio está desnorteado com iminência de derrota
Aliados próximos de Flávio notaram sinais de esgotamento de Rachadinha nos últimos dias. Provavelmente, resultado de tantas crises que estão, ele e seus aliados, criando dentro de sua própria campanha.
E o aconselharam a aproveitar a viagem que fará na semana que vem aos EUA, (…) e tirar uns quatro ou cinco dias de descanso com a família para tentar se livrar do estresse.
Fonte: O Globo, Política, Opinião, 03/07/2026 10h22 Por Lauro Jardim
Se não tem condições nem para ser candidato, que dirá para ser presidente.
Um Minuto para o Fim do Flávio
CPM 22
Me sinto só
Mas quem é que nunca se sentiu assim?
Procurando um caminho pra seguir uma direção
Respostas!
Um minuto para o fim do mundo
Toda sua vida em 60 segundos
Uma volta no ponteiro do relógio pra viver
O tempo corre contra mim
Sempre foi assim e sempre vai ser
Vivendo apenas pra vencer a falta que me faz você
De olhos fechados eu tento esconder a dor agora
Por favor entenda eu preciso ir embora porque
Quando estou com você
Sinto meu mundo acabar
Perco o chão sob os meus pés
Me falta o ar pra respirar
E só de pensar em te perder por um segundo
Eu sei que isso é o fim do mundo
Volto o relógio para trás tentando adiar o fim
Tentando esconder o medo de te perder quando me sinto assim
De olhos fechados eu tento enganar meu coração
Fugir pra outro lugar em uma outra direção porque
Quando estou com você
Sinto meu mundo acabar
Perco o chão sob os meus pés
Me falta o ar pra respirar
E só de pensar em te perder por um segundo
Eu sei que isso é o fim do mundo
Quando estou com você
Sinto meu mundo acabar
Perco o chão sob os meus pés
Me falta o ar pra respirar
E só de pensar em te perder por um segundo
Eu sei que isso é o fim do mundo
Eu sei que isso é o fim do mundo
Eu sei que isso é o fim
Eu sei que isso é o fim
Eu sei que isso é o fim do mundo!
Pensamento do dia: “Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre, não importando quantos porcos ele já tenha abatido em algum outro cômodo”.