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Daniella Marques rejeita rótulo de “Paulo Guedes de saia”
Fabio Graner
Letícia Pille
O Globo
Cotada para vice do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e coordenadora da agenda econômica do senador, a administradora Daniella Marques diz não gostar do rótulo “Paulo Guedes de saia”, que tem sido citado nos bastidores da campanha.
Auxiliar do ex-ministro da Economia, ela defende o legado do governo Bolsonaro, mas evita se comprometer com conceitos como o DDD (Desvincular, Desindexar e Desobrigar o orçamento). Também se mostra mais cautelosa do que o seu ex-chefe ao indicar o caminho que uma eventual nova gestão da oposição deve percorrer para ajustar as contas públicas: uma redução de gastos da ordem de 1,5% do PIB.
Qual será a proposta fiscal de Flávio Bolsonaro?
O arcabouço fiscal virou uma peça de ficção. Temos conversado sobre alguma instância de governança, um conselho superior, para o qual traremos os outros Poderes para o debate orçamentário. Hoje, temos os três Poderes ordenando despesas e só um controlando, que é o Executivo. O Congresso e o Judiciário têm a própria pauta de expansão de gastos. A boa vontade técnica, muitas vezes, não tem respaldo político. Acho que vai ter que ter um pilar de diálogo e uma instância de governança, para os quais traremos uma corresponsabilidade. Vão ter que ser partícipes da solução, e não do problema.
E qual será a âncora fiscal: teto de gastos ou de dívida?
Não está definida. Estamos integrando ideias ainda. Mas necessariamente envolve algum mecanismo de controle da trajetória (de dívida), revisão dos gastos, principalmente privilégios e gastos tributários, reestruturação dos ativos da União, modernização e choque de gestão da estrutura administrativa do governo. Tem um estudo que foi feito que mostra que (uma redução de despesa) de 1,5% do PIB seria suficiente para retomar a confiança e uma parte do ajuste ser feita pela própria trajetória de ancoragem das expectativas.
As pessoas te chamam de “Paulo Guedes de saia” na campanha. Pretende retomar a ideia do ex-ministro da Economia de desvincular, desindexar e desobrigar o orçamento, que não avançou?
Não, não gosto (de ser chamada de Paulo Guedes de saia). Eu sou eu, sou Dani. Os meus talentos são complementares aos dele. O Paulo é um economista visionário, e eu sou uma financista que tinha uma vocação complementar à dele. Meu papel hoje é muito mais de execução do que de formulação, mas eu acho que tivemos uma pandemia para enfrentar, o que comprometeu parte da agenda de reformas. Mas, ainda assim, quando olho para trás, existe um legado inquestionável. Agora, o Lula está gastando como se estivesse enfrentando uma pandemia para tentar se reeleger. É dramático.
Onde estariam os primeiros cortes de gastos? Algum programa social?
De forma alguma. Os gastos com assistência social não chegam a um terço da despesa com juros hoje. O que precisa é um governo que tenha credibilidade e controle a trajetória da dívida. Estamos focados não só em prover assistência, mas em tirar as pessoas dessa situação permanente de pobreza. Hoje, as pessoas querem abrir o próprio negócio. Essas pessoas precisam de menos burocracia e mais facilidade. Sobre os cortes, onde seriam feitos, vou ter que dialogar com o Congresso. Há uma série de penduricalhos, de privilégios, gastos tributários, um desperdício gigantesco de recursos em ativos da União, 44 estatais.
Vender bens da União foi uma das dificuldades do governo Bolsonaro. O que pretendem fazer com esses ativos?
O aprendizado do curto período que tivemos para executar essa agenda é que precisa de um marco regulatório de governança. Fortalecer a independência dos técnicos das carreiras, dar competência específica para gestão desses ativos e só depois pensar em privatização. Hoje, os ativos da União viraram um grande guarda-chuva de empregos. Tem mais de 500 assentos em conselhos remunerados. Tem aparelhamento das agências regulatórias. Vai precisar de um choque de ordem, uma profissionalização. Os ativos da União estão completamente largados, abandonados e sucateados. Hoje, o estoque de dívida ativa da União passa de R$ 3 trilhões. Esse ativo é corrigido pela CDI, enquanto a União se financia acima da CDI. É uma gestão de ativos e passivos muito ruim. Só aí existe uma monetização possível, de forma conservadora, de R$ 150 bilhões a R$ 250 bilhões (com uma securitização de dívida ativa).
Com qual finalidade esse dinheiro seria utilizado?
Reduzir dívida. Se a União está superendividada e tem uma série de ativos, qualquer empresa que vai refazer seu balanço reduz alavancagem vendendo ativos e pagando dívida.
Como lidar com as estatais?
Defendo uma modernização de gestão. Privatização ou não é consequência. A lógica não é necessariamente privatizar tudo. É fortalecer gestão e depois decidir quais ativos eventualmente vão para o mercado. O melhor exemplo são os Correios: é um monopólio isento de imposto e consegue dar prejuízo bilionário. Isso é um descaso completo de gestão. Não sei se é “privatizável” do jeito que está, mas certamente você olha para a eficiência do setor privado em entregas e vê que tomou grande parte da fatia de mercado.
Qual será o papel da Caixa, que a senhora presidiu?
Nosso plano tem três pilares. Primeiro, arrumar a casa. Segundo, produtividade, investimento, competitividade e segurança jurídica. Terceiro, mobilidade social. E aí a Caixa vai apoiar o pequeno empreendedor. Hoje, ela é um banco operador de política pública. O que a gente quer é usar isso para transformar a Caixa num motor da prosperidade. Levar crédito, orientação e inclusão financeira.
Flávio defendeu que, se houver tarifaço, seja implementado depois das eleições. A senhora concorda com ele?
Minha visão é que quem deveria estar fazendo essa defesa (de não ter tarifaço) é o governo Lula. O que existe (da parte do Flávio) é uma construção de ponte de diálogo para cobrir uma deficiência e uma negligência desse governo, de não fazer o que deveria estar fazendo.
Na hipótese de ser convidada para ser vice, a senhora aceitaria?
É o Flávio que decide. Meu espírito é contribuir para o projeto sob a liderança dele. O Flávio citou meu nome publicamente. Não estou preocupada com cargo, com posição.
Se o seu partido, o Republicanos, ficar neutro na eleição presidencial, a senhora continuará na campanha de Flávio?
Sem dúvida. O fato de eu ser filiada não me impede de exercer uma função técnica. Quando eu me alistei na campanha, eu me dispus a servir ao projeto em que acredito, onde o Flávio entender que eu ajudo mais.
A senhora disse que a crise entre Flávio e Michelle já é “página virada”. Para quem?
Quando eu disse “página virada”, são os números da pesquisa. O que a pesquisa diz é que a página está virada para o Brasil. Temos um objetivo muito maior que é resgatar o Brasil das mãos do PT, objetivo que a própria Michelle compartilha. Estamos na mesma linha.
A senhora trabalhou com Paulo Guedes, que teve divergências com Rogério Marinho no governo Bolsonaro. Como é essa relação hoje?
Tenho uma relação extraordinária com ele (Marinho), muito respeitosa. Trabalhamos intensamente juntos na reforma da Previdência. Ninguém ganha jogo sozinho e acho que o Rogério é uma liderança extraordinária.
Trata-se de mais uma economista, discípula de Paulo Guedes, que doou empresas estatais como a BR Distribuidora e a Eletrobras quase de graça para empresários amigos.
Esses economistas liberais só falam em cortar gastos do andar de baixo, daqueles cidadãos que mais precisam, por exemplo: Do SUS, dos Direitos Sociais, dos aposentados e limitar a recomposição salarial dos trabalhadores abaixo da inflação. Quanto aos servidores públicos, querem acabar com a estabilidade.
Nunca falam em extinguir o Orçamento Secreto, as Emendas Parlamentares, os Penduricalhos dos juízes, nada.
Assumem o Poder e agem pior do que a Esquerda.
Essa Turma, da qual Daniela faz parte, são tudo negocistas, fazem muito bem negociatas, são anti vacina, anti ciência e quanto ao Meio Ambiente, propõe terra arrasada nas florestas da Amazônia, a Mata Atlântica e o Cerrado, abrindo caminho livre para a mineração em parceria com empresas do Trump. E tem o negócio dos Resorts para milionários, uma especialidade do empresário Trump.
Essa gente no Poder vai abrir uma avenida para a divisão do Brasil, levando nosso país ao mesmo destino da União Soviética, desintegrada pelo capitalismo americano.
A propósito, não interessa ao Poder Mundial, um país tão grande e forte, que possa no futuro, fazer frente ao poderio financeiro e militar da potência hegemônica.
Em relação ao Meio Ambiente, que planejam destruir, como política de Bolsonaro pai, que usou o Ricardo Sales, ministro que exerceu a pasta e disse com todas as letras:
” Vamos passar a boiada nas florestas, enquanto todo mundo se preocupa com a COVID”.
Não quero, nessas resumidas linhas, focar na questão ideológica entre Direita e Esquerda, o caso é muito mais grave do que a simples divisão partidária, o que interessa discutir nesse momento difícil do mundo é o destino da nação brasileira, que corre um sério risco de desintegração, bastando um olhar na máfia do Banco Master, comandada por Daniel Vorcaro.
Quanto mais existem por aí, no sistema Financeiro, com esse Poder destruidor das Instituiçoes do Estado? Quantos Vorcaro Boys foram criados para nós roubar com a complacência dos Três Poderes, principalmente o Legislativo, que chamam de Cada do Povo?
Em relação ao Sistema Bancário do país, nenhuma palavra da economista Daniela. Não tem coragem de mexer nas feridas abertas da nação, até porque sabe que não pode fazer nada. Se sair fora do script, seria demitida na hora, como foi feito pela cúpula dos comandantes militares, tendo a frente o general ministro da Defesa, Azevedo e Silva.
Pior de tudo, não podemos fazer nada para impedir a divisão do país, que caminha a passos largos, cumprindo o destino iniciado com a Escravidão e com a exclusão das classes sociais do processo de ascensão as carreiras de Estado, exclusivas das elites brancas desse país.
Alea Jacta est ( A sorte está lançada).
Desgraças para quem não se opôs e como corrupto e assassino, destruiu Enéas e tantos outros!
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Trata-se de mais uma economista, discípula de Paulo Guedes, que doou empresas estatais como a BR Distribuidora e a Eletrobras, quase de graça para empresários amigos.
Esses economistas liberais só falam em cortar gastos do andar de baixo, daqueles cidadãos que mais precisam, por exemplo: SUS, dos Direitos Sociais, dos aposentados e a limitação da recomposição salarial dos trabalhadores abaixo da inflação. Quanto aos servidores públicos, querem acabar com a estabilidade.
Nunca falam em extinguir o Orçamento Secreto, as Emendas Parlamentares, os Penduricalhos dos juízes, nada.
Assumem o Poder e agem para manter tudo como está e piorar o quanto puderem.
Essa Turma, da qual Daniela faz parte, são tudo negocistas, fazem muito bem negociatas, são anti- vacina, anti-ciência e quanto ao Meio Ambiente, propõe terra arrasada nas florestas da Amazônia, da Mata Atlântica e do Cerrado, abrindo caminho livre para a mineração em parceria com empresas do Trump. E tem o negócio dos Resorts para milionários, uma especialidade do empresário Trump.
Essa gente no Poder vai abrir uma avenida para a divisão do Brasil, levando nosso país ao mesmo destino da União Soviética, desintegrada pelo capitalismo americano.
A propósito, não interessa ao Poder Mundial, um país tão grande e forte, que possa no futuro, fazer frente ao poderio financeiro e militar da potência hegemônica.
Em relação ao Meio Ambiente, que planejam destruir, como política de Bolsonaro, pai, que usou o Ricardo Sales, ministro que exerceu a pasta e disse com todas as letras:
” Vamos passar a boiada nas florestas, enquanto todo mundo se preocupa com a COVID”.
Não quero, nessas resumidas linhas, focar na questão ideológica entre Direita e Esquerda, o caso é muito mais grave do que a simples divisão partidária, o que interessa discutir nesse momento difícil do mundo é o destino da nação brasileira, que corre um sério risco de desintegração, bastando um olhar na máfia do Banco Master, comandada por Daniel Vorcaro.
Quanto mais existem por aí, no sistema Financeiro, com esse Poder destruidor das Instituições do Estado? Quantos Vorcaro Boys foram criados para nos roubar com a complacência dos Três Poderes, principalmente o Legislativo, que chamam de Casa do Povo?
Em relação ao Sistema Bancário do país, nenhuma palavra da economista Daniela. Não tem coragem de mexer nas feridas abertas da nação, até porque sabe que não pode fazer nada. Se sair fora do script, seria demitida na hora, como foi feito pela cúpula dos comandantes militares, tendo à frente o ministro da Defesa, general Azevedo e Silva.
Pior de tudo, não podemos fazer nada para impedir a divisão do país, que caminha a passos largos, cumprindo o destino iniciado com a Escravidão e com a exclusão das classes sociais do processo de ascensão as carreiras de Estado, exclusivas das elites brancas desse país.
Alea Jacta est ( A sorte está lançada
Até agora, nenhuma proposta dos candidatos para o Brasil. Nem falo do projeto de Poder do Getulismo, que tirou o Brasil da fase das Commodities agrícolas para o início do processo industrial, nem do Projeto JK de 50 anos em cinco. Hoje não em nada disso, o país é um deserto de homens e ideias.
A propósito, os dois presidentes, que mudaram a cara do Brasil, de importador para exportador competitivo, foram assassinados pelos Judas nacionais.
Acho que o medo de experimentar o mesmo destino, impede o governante de colocar a cabeça para fora.
Lula permanece como faraó mumificado.
Vence as eleições por W.O.
Improviso medonho esses candidatos de algibeira…
Essas ideias da economista vão deixar o país na mesma oo vão piorar a vida das pessoas do andar de baixo.
Parece que é proibido falar em depender menos de exportações de produtos primários, de exportações do agronegócio. Só melhoraremos se incentivarmos a indústria própria e investirmos em P&D para termos tecnologia nacional (que podem ser parcerias internacionais).
E temos muita mão-de-obra qualificada e desperdiçada.
Excelentes engenheiros sobrevivendo como entregadores e motoristas de aplicativos.
O desemprego é gigantesco num país gerenciado pela preguiça corrupta e lucrativa dos amigos do rei jurado de bufunfa.
Não há mais cofre para esses tios patinhas que adoram e promovem esse misto de bagunça, letargia e atraso.
A salvação da lavoura vai ser Dom $talinacio continuar acabando com os pobres, vai ser todo mundo rico.
Na direita só tem saúva e na esquerda formicida tatu.
Candidata a ser mais uma Zelia do Cólor de Mélo?
O que esses porcos do grupo por deus pátria e família querem é enriquecer as custas do que é público, umq das formas mais escancaradas que ocorreu no desgoverno do lazarento foi a porta giratória no serviço público principalmente nas estatais doadas.
https://www.intercept.com.br/2022/11/21/petrobras-3r-venda-roberto-castello-branco/
SAIA NÃO! Algemas.