Plano do TSE para “certificar” pesquisas eleitorais divide os especialistas

4 thoughts on “Plano do TSE para “certificar” pesquisas eleitorais divide os especialistas

  1. Pesquisa Quaest: 55% acreditam na vitória de Lula e só 25% de Flávio

    Até o registro da candidatura, em 5 de agosto, Flávio Rachadinha será alvo de denúncias, vídeos e ataques para tentar convencer o ex-mito a substituí-lo.

    Uma pesquisa inédita (sic) Genial/Quaest mostra que 55% dos eleitores acreditam que o presidente Lula será reeleito e apenas 25% apostam na vitória de Flávio.

    A vitória de Lula é a opinião majoritária em todas as regiões, gêneros, idades, nível escolar e religiões.

    Entre os eleitores independentes, 52% acreditam na vitória de Lula. Apenas 14% em Flávio.

    Fonte: O Globo, Política, Opinião, 20/07/2026 11h00 Por Thomas Traumann

  2. Brasil será refém do passado até pelo menos 2030

    Vença quem vencer a eleição deste ano, seremos reféns do passado até pelo menos 2030, quando haverá uma nova safra de políticos à disposição dos eleitores (…).

    O hoje presidente Lula envelheceu no poder, de um renovador apresentado ao eleitorado em 1989 a um velho oligarca que hoje comanda um partido político, o PT, que caminha para a obsolescência assim que seu único líder se retirar da política, pela derrota este ano ou até 2030, ao terminar um possível quarto mandato presidencial.

    Se alguma intercorrência, de saúde ou política, impedir que termine o eventual mandato, seu substituto será o vice Geraldo Alckmin, outra raposa política vinda dos tucanos para o petismo, capaz de cantar a Internacional Socialista com a mesma entonação monocórdica com que acusava Lula de ter roubado na eleição presidencial que disputaram entre si em 2006.

    Nem Lula é esquerdista, como ele mesmo diz, muito menos Alckmin, mas os dois encontraram-se no terceiro governo de Lula como uma solução para aquietar a classe média de centro.

    A direita hoje está refém da extrema direita liderada por Bolsonaro, e era liderada pela social-democracia quando existia o PSDB original.

    Nunca mais, desde o Plano Real, tivemos governos com projeto de país, mas governos que se opõem aos adversários pela negação do outro, sem que apresentem ao eleitorado luzes para o desenvolvimento nacional.

    As ações de natureza social, indispensáveis, iniciadas pelos tucanos e aprofundadas pelo petismo, encerraram-se em si mesmas, sem que dessem início a uma retomada de projeto de país para além das decisões compensatórias.

    O bolsonarismo chegou a bordo de uma farsesca luta antissistema e anticorrupção, com o objetivo de destruir o que fora construído, colocando no lugar um governo golpista que não convive com as regras democráticas.

    Estamos neste ponto.

    Fonte: O Globo, Política, Opinião, 19/07/2026 04h30 Por Merval Pereira

  3. Essas pesquisas são como jogo do bicho.
    Ou loteria federal, só que teve gabiru engalanado que ganhou mais de vinte vezes na mega sena.
    Enquanto existir cavalo São Jorge não anda a pé.

    Entenda caso do contador de Lulinha que ganhou 250 vezes na loteria e trabalhou para o PCC
    São Paulo
    26/02/2024 21h47

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    Em um depoimento sigiloso ao qual o Estadão teve acesso, João Muniz Leite, de 60 anos, contador que já prestou serviços ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao filho dele, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, disse ter ganhado R$ 20 milhões em 250 prêmios sorteados em loterias. Só em 2021, teriam sido 55 vezes.
    No depoimento à polícia em São Paulo, o contador também admitiu que teve entre seus clientes um dos principais traficantes de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC) durante cinco anos: Anselmo Becheli Santa Fausta, o Cara Preta ou Magrelo… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2024/02/26/entenda-caso-do-contador-de-lulinha-que-ganhou-250-vezes-na-loteria-e-trabalhou-para-o-pcc.htm?cmpid=copiaecola

  4. Patrimônio de Flávio chega a R$ 600 milhões, diz ex-líder de Bolsonaro

    Coordenador da campanha de Bolsonaro em 2018 diz que Flávio enriqueceu no governo do pai; equipe do presidenciável diz que não irá comentar

    O ex-deputado Julian Lemos disse, em entrevista a um podcast, que o patrimônio do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) hoje é de R$ 600 milhões, e o do irmão Eduardo Bolsonaro chegaria a R$ 150 milhões.

    A campanha do senador disse que ele não comentaria o assunto, mas enviou nota depois da publicação desta reportagem. Lemos foi procurado, mas não prestou esclarecimentos até o fechamento da reportagem.

    Na última eleição que disputou, em 2018, Flávio declarou à Justiça possuir R$ 1,7 milhão em bens. No terceiro ano de mandato, comprou mansão em Brasília, praticamente à vista, por R$ 5,97 milhões.

    Eduardo Bolsonaro declarou oficialmente à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 1,76 milhão nas eleições de 2022. Segundo o Intercept Brasil, o ex-deputado mora no Texas (EUA), em casa avaliada em R$ 6 milhões.

    Julian Lemos foi um dos principais aliados de Bolsonaro em 2018, coordenou sua campanha no Nordeste e foi eleito deputado federal pela Paraíba, com forte associação ao então candidato.

    No entanto, o rompimento ocorreu ainda na transição entre o governo eleito e a posse, no fim de 2018 e início de 2019, em meio a conflitos com Carlos Bolsonaro e o então ministro Gustavo Bebianno.

    Fonte: Metrópoles, Política, Opinião, 15/07/2026 11:26 Por Andreza Matais, Eduardo Militão

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