
Flávio fará ‘caravana’ feminina para percorrer o país
Letícia Pille
O Globo
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) prepara uma ofensiva voltada ao eleitorado feminino que inclui o lançamento de um plano de governo específico para as mulheres nesta quinta-feira e uma caravana que vai percorrer diferentes regiões do país para apresentar as propostas.
O tour, que deve começar após a convenção nacional do PL, marcada para o próximo dia 25 de julho, em São Paulo, será conduzida por Fernanda Bolsonaro, esposa do candidato, pela ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques e pela deputada federal Simone Marquetto (PP-SP).
LIVE – Nesta quinta-feira, Flávio fará uma transmissão ao vivo para apresentar as diretrizes do programa voltado às mulheres, elaborado sob a coordenação de Daniella Marques com a participação de parlamentares e outras integrantes da campanha. O objetivo é marcar o início da agenda destinada a um segmento considerado estratégico para a eleição.
Entre as medidas previstas no plano estão propostas para zerar a fila de creches, criar um benefício, como um “vale”, para mães que não conseguirem vaga para os filhos em razão da falta de estrutura dos municípios, ampliar políticas de cuidado voltadas aos idosos e incentivar o empreendedorismo feminino como instrumento de mobilidade social e geração de renda.
A ideia é que, em um primeiro momento, Fernanda, Daniella e Simone participem juntas de agendas ao lado de Flávio. Depois, a previsão é que cada uma passe a cumprir roteiros próprios, permitindo que a campanha alcance simultaneamente um número maior de estados e municípios.
PROTAGONISMO – A divisão de tarefas já começou a ser desenhada. Fernanda deve assumir maior protagonismo nas pautas ligadas à saúde, primeira infância e família, explorando também sua formação como dentista. Daniella ficará responsável principalmente pelos debates econômicos, com foco em empreendedorismo feminino, geração de renda e inclusão produtiva. Já Simone Marquetto deve concentrar parte de suas agendas em São Paulo e no Nordeste, regiões onde possui maior inserção política, além de atuar na articulação com lideranças municipais.
Embora pessoas envolvidas na organização evitem classificar a iniciativa como uma reedição da estratégia adotada por Jair Bolsonaro (PL) em 2022, elas admitem que o paralelo é inevitável. Na última eleição presidencial, a então primeira-dama Michelle Bolsonaro percorreu o país ao lado da hoje governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) em uma série de eventos voltados ao público feminino, numa tentativa de reduzir a rejeição do ex-presidente entre as mulheres.
VISIBILIDADE – Foi nesse momento, inclusive, que a ex-primeira-dama passou a ganhar maior visibilidade política. A principal diferença, segundo integrantes da campanha de Flávio, é que a nova estratégia não pretende concentrar o diálogo com esse eleitorado em uma única liderança. A avaliação é que Fernanda, Daniella e Simone podem atuar de forma complementar, explorando diferentes perfis, temas e regiões do país.
Aliados afirmam que a elaboração de um programa voltado às mulheres já vinha sendo discutida antes dos atritos entre Flávio e Michelle Bolsonaro, mas reconhecem que o episódio acelerou a prioridade dada ao tema. A avaliação dentro da campanha é que, diante do afastamento da ex-primeira-dama da pré-campanha, tornou-se necessário estruturar uma estratégia própria para ampliar o diálogo com o eleitorado feminino.
Aqui nois diz: campanha de araque (fake)…kkkk
Lembrando o que e à quem interessa esses destrambelhamentos, segundo:
“David Wilcock – “Essas pessoas acreditam sinceramente que são descendentes de deuses, que são os escolhidos, que são o povo especial de Deus, que nós estamos iludidos e que o verdadeiro criador é esse princípio de sabedoria que eles consideram Lúcifer, que esse princípio de sabedoria nos deu os ensinamentos das antigas escolas de mistério e que o inimigo, que eles chamam de Adonai, o adversário, que nós chamaríamos de Deus cristão, veio para tentar derrotá-los.”
Eles vão ainda mais longe e analisam textos como a Bíblia, dizendo que, onde está escrito que nos últimos tempos Deus tirará o dinheiro dos ímpios e o devolverá aos justos, nós, como planeta, somos os ímpios e eles são os justos. É assim que justificam sua corrupção financeira: não acreditam que merecemos o dinheiro. Na verdade, acreditam que, se não nos dominassem e controlassem, e se não jogássemos todos esses jogos que nos deixassem à própria sorte, destruiríamos nosso planeta. Então, em uma lógica distorcida, acreditam que estão salvando a Terra. Acreditam que os humanos são ruins para o meio ambiente, que causamos poluição, então precisam reduzir a população. Essa ideia é disseminada em filmes como Matrix, onde o agente Smith diz que somos como um vírus no planeta. Essa é apenas uma das várias maneiras pelas quais costumam inserir seus ensinamentos na figura do vilão. ”
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