Medo de ser assaltado alcança dois a cada três eleitores
Pedro do Coutto
A campanha presidencial de 2026 começa sob uma constatação que nenhum candidato poderá tratar como questão secundária: o brasileiro está com medo. Medo de ser assaltado, de perder o celular, de sofrer uma agressão e, cada vez mais, de que a violência atravesse a porta de casa. A insegurança deixou de ser apenas um problema de política pública para se transformar em uma experiência cotidiana — e, por isso, em uma poderosa variável eleitoral.
A pesquisa Quaest divulgada na última sexta-feira confirma a dimensão política desse sentimento: 33% dos eleitores apontam a violência como o principal problema do país, mais que o dobro dos que citam a economia, com 15%. Saúde e corrupção aparecem com 14% cada. O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 10 e 13 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais.
TEMORES – O dado ganha ainda mais força quando colocado ao lado do estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Datafolha. A pesquisa mostra que 96,2% dos brasileiros com 16 anos ou mais têm medo de pelo menos uma situação de violência. Entre os principais temores estão golpes, roubo à mão armada, morte durante um assalto, roubo de celular, bala perdida e invasão da residência.
O que está em jogo, portanto, não é apenas o medo do crime, mas a percepção de que o Estado perdeu capacidade de proteger o cidadão. Quando alguém muda o caminho para evitar determinada rua, deixa de usar o celular em público ou evita sair à noite, a violência já não é apenas uma ocorrência policial: ela passa a organizar a vida social.
É nesse ponto que a segurança pública se transforma em terreno eleitoral especialmente fértil para a direita. O risco, porém, é transformar uma angústia legítima em combustível para soluções simplistas. Mais armas, penas maiores e discursos de endurecimento podem produzir impacto eleitoral, mas não resolvem sozinhos um crime organizado que se tornou sofisticado, movimenta dinheiro, controla territórios, utiliza tecnologia e estabelece conexões dentro e fora do sistema prisional.
MEDO É REAL – O erro do campo progressista seria igualmente grave se tratasse a segurança como uma pauta artificialmente criada pela direita. Os números mostram o contrário. O medo é real, disseminado e atravessa diferentes segmentos sociais. Ignorá-lo significa entregar aos adversários o monopólio do diagnóstico e, principalmente, da proposta de solução.
A esquerda precisa disputar esse tema sem abrir mão de direitos, mas também sem transformar direitos em argumento para a inação. Segurança pública exige polícia preparada, inteligência, investigação financeira, combate ao tráfico de armas, integração entre forças de segurança, controle das fronteiras, recuperação de territórios dominados por organizações criminosas e um sistema prisional que não funcione como centro de comando do crime.
O eleitor, entretanto, não está interessado apenas em conceitos. Ele quer saber se poderá voltar para casa sem medo. E é justamente aí que a campanha deverá ser cobrada. Não basta perguntar quem será mais duro contra o crime. Será preciso perguntar quem tem um plano capaz de reduzir a violência de maneira concreta e sustentável.
DEBATE SIMPLIFICADO – O medo também tem uma consequência política perigosa: simplifica o debate. Diante da insegurança, explicações complexas perdem espaço para frases de efeito. É nesse ambiente que prosperam propostas que prometem força imediata, mesmo quando não demonstram capacidade real de produzir segurança.
A eleição de 2026 poderá ser decidida, em parte, pela capacidade dos candidatos de compreender essa diferença. Explorar o medo pode render votos. Reduzi-lo exige governo. A segurança pública, portanto, não será apenas mais um tema da campanha. Ela poderá atravessar economia, desigualdade, juventude, drogas, urbanização, sistema prisional e até a relação entre União, Estados e municípios. O que estará em disputa será algo mais profundo: a confiança de que o Estado ainda consegue proteger o cidadão comum.
No fim, a pergunta decisiva não será quem grita mais alto contra a criminalidade. Será quem consegue apresentar um caminho plausível para que o brasileiro volte a caminhar pela rua, usar o próprio celular e abrir a porta de casa sem sentir que sua segurança depende da sorte. É nesse espaço entre o medo e a promessa de proteção que a eleição de 2026 começa a ser desenhada.
rondodaliberdade
2͏5͏ ͏d͏e͏ ͏j͏u͏n͏h͏o͏
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🚨🇷🇺 Lavrov afirmou que os EUA querem comprar a seção europeia do Nord Stream, restaurar os gasodutos, adquirir o gás russo e revendê-lo aos próprios europeus com lucro.
💣🇺🇸 Primeiro, os EUA explodiram o Nord Stream para cortar o comércio de gás da Rússia com a Europa. Depois, passaram a vender seu próprio gás, mais caro, aos europeus.
🇪🇺🔫 É o mesmo esquema do crime organizado, só que contra toda a Europa: quebra, toma conta e depois cobra pela “proteção”.
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#NordStream #Europa #EUA #Rússia #Soberania
Quem acredita em imperialista (seja ele dos Estados Unidos ou da China) bonzinho tem mais é que se ferrar mesmo.
Imperialista não tem amigos.
Tem grandes negócios.
Em que um só dos lados leva vantagem.
Relembrando…..:
“Abrolhos!”
“Comentários
A Tecnologia Contra os Crimes.
Enviado por José Guilherme Schossland em Qua, 06/24/2009 – 11:07.
Sempre em tempo:
A ânsia é tamanha de “identificar= marcar” o ser humano que esquecem de “chipar” um mero projetil, fato esse alcançado que viria a resolver a questão de armas até no tocante à balas perdidas em tiroteios a êsmo e irresponsavéis. Ao buscar e implementar a injeção de um micro-chip em projetil, cuja munição seria fabricada sob encomenda, via comercial e oficial, com todos os dados correlatos (do fabricante, do vendedor e do comprador), tanto seu portador como os demais estariam identificados perante os Orgãos Fiscalizadores, pois qualquer arma ou munição portada sem essas características denotaria infringência à Lei então estabelecida. Esse projetil “identificador e responsabilizador” transportaria a atual prova de balística à Idade da Pedra. A uns 10 anos venho insistindo com essa simples mas objetiva idéia e obtenho como resposta o mutismo ou uma alegada perda de lucratividade pelo fabricantes, pois essa medida viria a extirpar o comércio ilegal de armas e munições em qualquer parte do Mundo.
Há que se buscar essa “proteção dos dados=chip” inserido no projetil e por cujas polaridades “adentraram” todos os dados correlatos, como soe acontecer com as seguras caixas-pretas posteriormente “dissecadas=lidas”. O chip poderá encontrar no próprio projetil como invólucro, sua resistente caixa-preta. No mais, como “auxílio e incentivo” aos Fabricantes e Governos há que se convocar “Pardais” e “Lampadinhas”, e o resto é moleza digo, dificuldades para toda espécie de ilegalidade que até aqui envolve e resulta da questão “Armas”.’
Eu tenho medo do assalto tributário que eu sofro todos os dias, mesmo sem sair de casa.
Direto da máquina de roubar, torrar e, principalmente, desviar para paraísos fiscais.
É só para isso que serve esse enorme e inútil Estado de Engodo e de Calamidade Pública.
Quando o PT se associou ao crime organizado no Brasil e se tornou uma organização criminosa, o medo se espalhou por todo o país. Hoje vivemos isolados em nossas casas porque o governo protege os criminosos que nos roubam, assaltam e nos matam. Só um louco ou muito mau caráter votaria em um partido ligado ao crime organizado como o PT o é.
Os filhotes do Narcola só roubam celulares para depois vender e tomar uma cervejinha
Faz parte….
E as vítimas que se danem, nem são citadas nos discursos alcóolicos carregados de diárreia….
O diabo é que os criadores de dificuldades fundidos aos vendedores de facilidades prosperam no mundo todo. Para libertar a Humanidade desse estado de coisa$, e coiso$, a nosso ver, apenas um novo sistema imune e livre desse estado de coisa$, o resto é tudo mais dos me$mo$, que nem mesmo com esquadrões da morte conseguiram resolver esse estado de coisa$ e coiso$.
O desgoverno do PT (partido dos traficantes) está muito empenhado em melhorar a segurança … do CV (comando vermelho). Como parte da iniciativa, o erário está financiando cursos de operação de drones, nas comunidades dominadas pelas facções. Os mininos do NarcoLula vão aprender a usar drones para soltar granadas na polícia.
Onde tem Lula tem corrupção, roubo, tráfico e insegurança.
Lembro-me que a alguns anos , a Petrobras criou uma formula química com subproduto do petróleo , para identificar x rastrear a origem das munições usadas pelas policias Brasileiras e fora oferecida as FFAAs. para sua fabricação para municiar as policias do país , permitindo sua rastreabilidade , inclusive fora divulgada em rede nacional , mas pelo jeito não houve interesse das autoridades de então em adotar e implementar o projeto de Petrobras .
Segurança pública exige polícia preparada, inteligência, investigação financeira, combate ao tráfico de armas, integração entre forças de segurança, controle das fronteiras, recuperação de territórios dominados por organizações criminosas e um sistema prisional que não funcione como centro de comando do crime.
Sr. Pedro
A Facção Criminosa do Defunto de Noves Meses tem 5 mandatos, (20 ano)., nunca se ficou preocupado com a segurança pública….
Veja os números desses 20 anos de muita incompetência e corrupção…
50 mil mortes por ano , dá um número de 1 milhão de mortes nos desgovernos da Facção 9 F….
Sem contar os números de celulares roubados…
Quem vota na Facção do Defunto de Nove Dedos não tem compromisso com o Páis e seu povo….
aquele abraço
nunca ficou preocupado com a segurança pública