
Charge do Aroeira (Brasil 247)
Dora Kramer
Folha
Os ministros aposentados que em abaixo-assinado pediram ao presidente Edson Fachin manifestação rigorosa e transparente sobre as suspeições que assombram o Supremo Tribunal Federal (STF) pertenceram a outros tempos da corte.
Tempos em que as indicações não eram pautadas pela fidelidade ao presidente da República e magistrados não se conduziam ao sabor de proximidades estratégicas, alianças táticas e afinidades políticas com atores da vida pública e personagens do mundo privado —devedores, como qualquer cidadão, de obediência aos ditames da Justiça.
INDIVIDUALISMO – Tempos que ficaram para trás, perdidos no desprezo à colegialidade e substituídos por um individualismo transmutado em coleguismo nos piores momentos. Época em que magistrados não se viam como mestres do Universo.
O que se mostrou como hesitação de Fachin, até que ele chamasse a si a responsabilidade de estabelecer a ordem no tribunal, era a referência de um presidente do STF que ainda se pautava pelos critérios do tempo antigo. A realidade mostrou que cautela, discrição, racionalidade, ponderação e avaliação das consequências antes de ceder à precipitação não são atributos que se coadunam com as urgências dos novos tempos.
O termo “tempos estranhos” ao qual se referiu o então ministro Marco Aurélio Mello, em 2006, ao assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no ambiente conturbado do escândalo do mensalão, pode ser replicado à inimaginável situação em que aquelas palavras se aplicariam à corte suprema.
AFRONTA – “A rotina de desfaçatez e indignidade parece não ter limites, numa mistura de escárnio e afronta”, disse ele no memorável discurso que se revelou premonitório. Primeiro, pela ideia de que juízes teriam um papel a encarnar além da guarda da Constituição; depois, por condutas pessoais permeáveis a companhias e ambientes impróprios ao exercício da nobilíssima função.
Óbvio que não estão acima da lei da qual são guardiões. Indispensável atenção da cidadania a que estejam também, e sobretudo, acima de qualquer suspeita.
VERDADE SEJA DITA, JUSTIÇA SEJA FEITA. A crise não é do STF mas isto sim do sistema político-partidário-eleitoral mais furado do que queijo suíço e, sobretudo, da república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, que, há 136 anos vende gatos, raposas, hienas e lobos por lebres, sob o teto da qual “puxa-se uma pena, encontra uma galinha”, puxa-se a galinhas, encontra-se um galinheiro completo, levanta-se o fundo falso do galinheiro e no porão do mesmo encontra-se um covil de raposas, lobos e hienas se refestelando e banqueteando em perfeita harmonia, e que, agora, acuados pela verdade como Ela realmente é, imposta pelo tempo, malandramente, para não perderem os dedos, as mãos e as mamatas, aproveitando-se de um ou dois casos de suspeição de dois ministros do STF, estão usando a instituição como cortina de fumaça e boi de piranha da loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, praticada pelos me$mo$ desde o golpe contra o Império e a proclamação da república dos me$mo$. PORTANTO, HONRA E GLÓRIA AO ENTÃO MINISTRO DA FAZENDA, FERNANDO HADDAD, paulista e paulistano da gema, orgulho de São Paulo, que, avesso à corrupção que infesta a nação, teve a coragem de descarrilar o bilionário TREM DA ALEGRIA DO MAFIOSO FANTASIADO DE BANQUEIRO, DANIEL VORCARO, parça e patrocinador mor do “filme” dos Bolsonaro, protagonista do maior escândalo financeiro da história da república dos me$mo$. E, cá entre nós, verdade seja dita, justiça seja feita, cá entre nós, sem entrar no mérito da relação entre Vorcaro e o Dr. Moraes, via escritório de advocacia da esposa deste, o fato é que o Dr. Xandão é o Ministro que faltou na Suprema Corte dos EUA para colocar o mafioso, golpista e pilantra, Donald Trump, na cadeia antes da besteira norte-americana, rendida e dominada pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, o elegesse presidente dos EUA, para fazer a mervda que está fazendo no mundo, inclusive contra o Brasil, assim como o mafioso fantasiado de banqueiro, Daniel Vorcaro, antes de o seu Trem da Alegria ser descarrilado pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, teria sido eleito até presidente do Brasil, tranquilamente, tb rendido e dominado pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$. https://tribunadainternet.com.br/2026/09/14/carmen-lucia-vira-fiel-da-balanca-no-julgamento-que-pode-afastar-moraes-do-supremo/#comments