CNJ investiga juízes e desembargadores por venda de sentenças

5 thoughts on “CNJ investiga juízes e desembargadores por venda de sentenças

  1. “Os babilônios reverenciam todas as coisas do antigo Egito. A soberba e arrogância deles colherão um dia a “recompensa” —
    “… Assim diz o Altíssimo dos Exércitos: Se vós absolutamente propuserdes a entrar no Egito, e entrardes para lá habitar, acontecerá que a espada que vós temeis vos alcançará ali na terra do Egito, e a fome que vós receais vos seguirá de perto no Egito, e ali morrereis. Assim será com todos os homens que puseram os seus rostos para entrarem no Egito, a fim de lá habitarem: morrerão à espada, e de fome, e de peste; e deles não haverá quem reste e escape do mal que eu farei vir sobre eles.” [Jeremias 42:15-17].”
    https://www.espada.eti.br/papado-obeliscos.asp?fbclid=Iwb21leAOF7NBjbGNrA4Xsx2V4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAhjYWxsc2l0ZQIyNQABHtQPzSMnXXue3IiWrxU5wQv5OP3YTzxJ5L0gJQsuGA9pfb2S_3cgoGHbk-5p_aem_QxaciX3chk4Hg7BsLqxLAA

  2. O que esta faltando é uma ” real e efetiva ” punição aos maus magistrados , pondo fins as premiações a esses/essas criminosos(as) de toga , para tanto urge revogar essas barbaridades e anomalias jurídicas das leis do país que os beneficiam , mas prejudicam o Brasil e a seu povo .

  3. Criou-se um sistema judicial absurdo, fadado à corrupção, à insegurança jurídica, ao prejuízo e ao terror dos jurisdicionados no Brasil.

    Confio menos nesse Estado corrupto juiz do que naquele do antigo regime.

    O caminho estrutural construído para este Judiciário que tudo pode, que atropela as provas, que atua contra legem, que tem membros multimilionários, com as maiores regalias e blindagens do mundo, separados da sociedade que exploram de maneira inaceitável, é projetado para ser disfuncional.

    Reformar este Judiciário é imprescindível para sobrevivermos enquanto sociedade.

  4. A Justiça na Berlinda: Quando o Guardião da Lei Passa a Disputar Manchetes com a Corrupção
    Por: José Montalvão
    Até pouco tempo, a imprensa brasileira estampava diariamente manchetes envolvendo políticos corruptos, agentes públicos desviando recursos e organizações criminosas enraizadas no poder. Infelizmente, essa realidade, embora persistente, deixou de ser a única protagonista das páginas policiais e dos noticiários. Hoje, o que disputa espaço na imprensa com o velho esquema de corrupção é algo ainda mais alarmante: a própria Justiça sendo acusada de práticas de improbidade, venda de sentenças e conluios criminosos.

    O que era para ser o último bastião da moralidade, aquele que aponta o dedo, julga e pune os corruptos, agora se vê exposto em escândalos de igual ou até maior gravidade. A pergunta que ecoa na sociedade é inevitável: a que ponto chegou o nosso país?

    A recente decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de instaurar Processos Administrativos Disciplinares (PADs) contra seis desembargadores e dois juízes de primeiro grau, todos suspeitos de participarem de esquemas de venda de sentenças, acendeu um alerta vermelho que o Brasil não pode ignorar.
    Esses magistrados já estão afastados de suas funções por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), exatamente para impedir que continuem influenciando processos ou atuando em benefício de interesses escusos.
    E o mais revoltante: caso as suspeitas sejam confirmadas, muitos deles poderão ser punidos com a aposentadoria compulsória, mantendo parte de seus salários — um “prêmio” indevido a quem traiu a toga, a Justiça e a confiança do povo. Em casos extremos, pode haver a perda definitiva do cargo, mas a história mostra que isso raramente acontece.

    Quando o juiz vira réu, a democracia treme
    A venda de sentenças é uma das práticas mais abjetas que podem ocorrer no Judiciário. Cada decisão comprada não é apenas um desvio moral: é uma agressão direta ao cidadão comum, à empresa séria, ao servidor honesto, ao contribuinte que paga impostos acreditando na proteção da justiça.
    Quando um magistrado negocia o resultado de um processo, o que ele realmente vende não é um papel: é a confiança de toda a sociedade no Estado de Direito.
    Políticos corruptos sempre foram um problema, mas quando o próprio sistema que deveria combatê-los adoece, o país perde o seu alicerce institucional. A justiça fragilizada enfraquece a democracia, alimenta a impunidade e estimula a sensação de abandono.

    O Brasil precisa reagir
    Diante desse cenário, a sociedade precisa exigir:

    Transparência nos julgamentos disciplinares

    Rigor nas punições, sem benefícios indevidos como aposentadorias milionárias

    Reforma profunda nos mecanismos de fiscalização interna

    Fortalecimento das corregedorias, que muitas vezes são complacentes por corporativismo

    Mandatos com avaliação contínua para cargos da alta magistratura

    O Judiciário brasileiro, que tantas vezes apontou falhas no Executivo e no Legislativo, agora precisa olhar para dentro de si.
    O combate à corrupção só será eficaz quando a limpeza também alcançar aqueles que, por muitos anos, se esconderam atrás da toga, da autoridade e da falsa postura de guardiões inquestionáveis da lei.
    Enquanto isso não acontecer, seguiremos vendo manchetes que envergonham o país — manchetes que mostram não apenas a corrupção dos poderosos, mas a decomposição moral de instituições que deveriam ser sagradas.

    E o Brasil, mais uma vez, pergunta: quem julgará os juízes?

  5. Senhores Jose Dantas Martins Montalvao Carlos Newton , a prova cabal de que alguns membros do poder judiciário do pais país corruptos e lesa-pátria , é o surgimento criminoso dessas bancas advocatícias ” multimilionárias ” pertencentes em geral aos maus magistrados , que as usam para lavarem dinheiros de origens ” criminosas e duvidosas ” , além de usarem advogados como laranjas e aviões como intermediários , tendo preferencialmente como alvos e vítimas , as empresas ” públicas e estatais ” das três esferas da república , ou seja , federal , estadual e municipal contado com a conivência dos próprios chefes dos executivos locais , ou seja , ” presidente , governadores e prefeitos ” .

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