
Charge do Aroeira (Diário do Centro do Mundo)
Jeniffer Gularte,
Victoria Azevedo e
Lauriberto Pompeu
O Globo
Ministros de partidos do Centrão aproveitaram a saída do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), da corrida presidencial para costurar apoios internos à tentativa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ofensiva tem maior alcance no Nordeste, onde o chefe do Executivo é mais popular.
Tarcísio era o nome preferido de dirigentes de legendas como Republicanos, PSD, PP e União Brasil. Sem ele na disputa e com a direita se organizando em torno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do candidato que o PSD vai apresentar, auxiliares de Lula veem espaço para travar o apoio nacional do Centrão à oposição e costurar por dentro apoios de diretórios estaduais.
INDICAÇÕES – Juntos, esses partidos são responsáveis pelas indicações de titulares de oito ministérios e somam bancadas expressivas na Câmara e no Senado. “Eu vou trabalhar para que o Republicanos libere os estados e não consolide apoio oficialmente a ninguém. Gostaria que o Republicanos apoiasse o presidente Lula, mas sei das dificuldades por uma questão regional. A gente tem a possibilidade de seis a oito estados. Pernambuco, Paraíba, Sergipe, Alagoas… Dependendo do cenário, o Piauí”, afirma ao O Globo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos).
Antes da decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro de indicar seu filho como representante na disputa pelo Palácio do Planalto, a cúpula dos partidos do Centrão já tinha começado a planejar acordos para palanques estaduais. Os presidentes do PSD, Gilberto Kassab; do PP, Ciro Nogueira; e do União Brasil, Antonio Rueda, articulavam por exemplo o apoio de alguns pré-candidatos a governador, inclusive em estados do Nordeste.
TENDÊNCIA É LIBERAR – Na mesma linha, o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, já disse a interlocutores que se o candidato fosse Tarcísio a legenda obrigaria o apoio em todos os estados, mas, sem ele, a tendência é liberar o endosso a Lula onde houver maior proximidade com o PT.
Os pré-candidatos a governador Ciro Gomes (PSDB), no Ceará; ACM Neto (União Brasil), na Bahia; e Eduardo Braide (PSD), no Maranhão, tinham uma tendência de aproximação com o Tarcísio. Agora, com a pré-candidatura de Flávio, há um distanciamento.
Na Bahia, por exemplo, havia a expectativa de que o PSD pudesse desembarcar da aliança com o PT no estado e apoiasse Tarcísio, movimento que foi freado. União Brasil e PP se encaminham para enfrentar o PT baiano, mas, ao mesmo tempo, tem demonstrado pouco entusiasmo para apoiar Flávio.
DIVISÃO NA FEDERAÇÃO – Já no Ceará, Maranhão e Pernambuco, a federação União-PP está dividida e há alas que desejam apoiar Lula. No outro polo, Ciro Gomes, ainda que tente uma aliança com o PL no estado, indicou que não deve apoiar Flávio.
“Por que eu apoiaria um camarada que não é do meu partido? O PSDB vai nacionalmente tomar a posição. O União Brasil (que abriga aliados de Ciro) vai nacionalmente tomar a posição. Então, quando tiver essa hora, você volta e a gente conversa”, pontuou em janeiro.
Se Tarcísio fosse candidato, também haveria constrangimento para que a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), pré-candidata à reeleição, desse palanque para o governador paulista, já que o presidente do PSD, Gilberto Kassab, era um dos principais entusiastas da candidatura. Agora, a governadora tem um caminho livre para tentar o apoio de Lula.
FILIAÇÃO DE PACHECO – Fora do Nordeste, em Minas Gerais, a ala pró-Lula do União Brasil também deverá ficar fortalecida com a possível filiação do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD). Ele se reuniu com Lula na semana passada e encaminhou a candidatura.
Mesmo que o PSD tenha candidato à Presidência, em uma lista que tem os governadores Ronaldo Caiado (Goiás), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ratinho Júnior (Paraná), a tendência é de liberar apoio a Lula em estados como Pernambuco, Bahia, Sergipe e Rio.
Da mesma forma, Tarcísio fora da disputa facilita um acordo entre o ex-presidente da Câmara Arthur Lira, um dos principais nomes do PP, com Lula. Lira deseja ser candidato ao Senado e avalia abrir palanque para o petista.
TENDÊNCIA – Um dos poucos palanques de Flávio no Nordeste é no Rio Grande Norte, onde o pré-candidato Alvaro Dias (Republicanos) já disse que apoiará o senador. A aliança foi articulada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio.
A maioria dos estados do Nordeste tende a ir com Lula. No PP, por exemplo, o ministro do Esporte, André Fufuca, tenta fazer com que a legenda no Maranhão esteja com o presidente. Há proximidade também com setores do partido na Paraíba, por exemplo, onde o pré-candidato Lucas Ribeiro (PP) já falou que deseja apoiar Lula. De acordo com o presidente do PP, Ciro Nogueira, a tendência no momento é que o partido opte pela neutralidade.
Fufuca é o único representante do PP na Esplanada dos Ministérios. Do Maranhão, estado onde Lula venceu com 71,14% dos votos ante 28,87% para Bolsonaro em 2022, Fufuca tenta ser eleito senador com o apoio de Lula e trabalha por endossos de aliados da centro-direita.
ARTICULAÇÃO – O PT tenta se beneficiar desse movimento e tem buscado presidentes de legendas do Centrão para aproximá-los de Lula. Como mostrou O Globo, o presidente do PT, Edinho Silva, se reuniu em janeiro com Ciro Nogueira e Rueda para tratar de cenários regionais e possíveis composições políticas.
No caso do União Brasil, os ministros Waldez Góes (Desenvolvimento Regional) e Gustavo Feliciano (Turismo) também buscam apoios internos, e há um cálculo de que em torno de 20 a 25 deputados da bancada de 59 do União Brasil na Câmara possam estar com a reeleição de Lula.
No PSD, que está à frente de três ministérios, há proximidade em estados como Bahia e Sergipe, enquanto o MDB, que tem três ministros e ainda sonha com a vice, é próximo a Lula em locais como Pará e Alagoas, entre outros.
APROXIMAÇÃO – O ministro Renan Filho (Transportes) também atua para aproximar o centro da candidatura de Lula, fazendo a interlocução de alas do MDB, seu partido, e de outras siglas. A interlocutores ele reconhece, no entanto, a dificuldade de construir uma unidade em seu partido para chancelar esse apoio formal ao petista.
“O que o presidente Lula precisa construir é uma aliança que permita ele ocupar o centro, isolando a direita na extrema-direita”, conclui o ministro.
Ainda no MDB, a família Barbalho, da qual fazem parte o ministro das Cidades, Jader Filho, e o governador do Pará, Helder Barbalho, há não só articulação para que a sigla apoie Lula no estado, como também uma tentativa de aproximar o União Brasil. O presidente da Assembleia, Chicão (União Brasil), deve ser candidato a senador no estado e dar palanque para o petista.
COERÊNCIA – “Eu advogo que o MDB acompanhe o presidente Lula desde o primeiro turno. É uma questão de coerência, já que o MDB tem três ministérios: Transportes, Planejamento e Cidades”, reforça Jader Filho.
Governistas, por sua vez, dizem não descartar a possibilidade de oferecer a vaga de vice na chapa de Lula para algum partido de centro em troca do apoio formal da legenda, apesar de esse movimento ser considerado delicado. Isso porque o vice-presidente Geraldo Alckmin, do PSB, é bem-avaliado por governistas e, sobretudo, por Lula. O presidente, no entanto, tem deixado o debate correr e mantém a vice em aberto.
Reeleger o Lula siginifica o defeinitivo comprometimento do futuro do país.
Trata-se de um jacu de gaiola, que se contrapõe ao avanço das forças produtivas teconólogicas, contrapondo-se à Quarta Revolução Tecnológica. Vê na IA uma ameaça ao se projeto de engalobação da sociedade.
Neste sentido, é um mentiroso enganador, que se contrapõe à democracia das redes sociais, que podem mostrar o que é realmente, um estelionatário político, que se passa como pai dos pobres e apresenta isto:
https://contec.org.br/brasil-e-o-5o-pais-mais-desigual-do-mundo-diz-estudo-da-equipe-de-thomas-piketty/
E, ainda, porco anticivilizacional que é, despreza os reais interesses do país, para se aliar ao que há de mais lixo no mundo, como agora o apoio à ditadura medieval iraniana.
🇧🇷–🇺🇸 Estados Unidos: cerca de US$ 70–80 bilhões/ano em comércio bilateral; um dos principais parceiros comerciais do Brasil.
🇧🇷–🇮🇷 Irã: cerca de US$ 2–4 bilhões/ano; comércio muito menor e concentrado em alimentos (milho, soja, carne).
O verme asqueroso faz escolhas pra dar vazão pra sua ideologia reacionária, decadência moral, civilizacional e temporal, sem qualquer compromisso com o país.
Ademais precisa manter as linhas de montagem fordista de analfabetos funcioniais, seus eleitores preferenciais.
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/12/05/ranking-da-educacao-brasil-esta-nas-ultimas-posicoes-no-pisa-2022-veja-notas-de-81-paises-em-matematica-ciencias-e-leitura.ghtml
Resultado de quase 20 anos de governo do Aparato Petista.
• Desigualdade social: índice de Gini cerca de 0,53, colocando o país entre os 10 mais desiguais do mundo (dados do World Bank).
• Corrupção: cerca da 104ª posição entre 180 países no Índice de Percepção da Corrupção da Transparency International.
• Educação: no exame internacional PISA da Organisation for Economic Co-operation and Development o Brasil fica aproximadamente entre 55º e 65º lugar em leitura, matemática e ciências.
• Inovação e tecnologia: cerca da 49ª posição mundial no Global Innovation Index.
• Infraestrutura: aproximadamente 70º–80º lugar no mundo, com gargalos em transporte e logística (avaliações do World Economic Forum).
• Violência: cerca de 22 homicídios por 100 mil habitantes, índice alto entre grandes países.
• Desindustrialização: indústria de transformação caiu de cerca de 27% do PIB nos anos 1980 para cerca de 11% hoje (dados do IBGE).
• Renda média: apesar de estar entre as maiores economias, o Brasil fica perto da 89ª posição em PIB per capita.
• Desenvolvimento humano: cerca da 87ª posição no IDH mundial, segundo o United Nations Development Programme.
Sempre do lado do lixo.
https://www.instagram.com/reel/DVoGOBMuLiK/
As oligarauqias cleptopatrimonialistas, congregadas no Aparato Petista, tendo privatizado o Estado, para realizarem ses interesses escusos, o colocou contra a soceidade e o país.
Há dois tipos de eleitores do Lula: os canalhas, que participam da divisão do butins e os alienados de pai e mãe, que não enxergam a realidade do país atrasado, injusto e desigual, que temos.
Elon Musk, inutilizou aquele software e então resta a realidade dos 17%.
Sempre do lado do lixo.
https://www.instagram.com/reel/DVoGOBMuLiK/
As oligarquias cleptopatrimonialistas, congregadas no Aparato Petista, tendo privatizado o Estado, para realizarem seus interesses escusos, o colocou contra a Soceidade e o país, estando ao lado do que há de mais insignificante pros reais interesses do Brasil, por mera solidariedade com os seus porcos iguais.
Inveja-me a solidariedae internacional entre os vermes anti-civilizacionais.
Tive uma grande revelação científica quando conheci a Antropologia Cultural, que, infelizmente, serve ao relativismo cultural, como, por exemplo, as feministas da “esquerda progressista”, que não queimam a cara ao apoiarm a ditadura iranina, que assassina mulheres por não usarem o véu.
Aliás, nem é relativsmo culutral, é mesmo canalhice político-ideológica.