Sergio Moro deixa União Brasil e se filia ao PL para concorrer ao Governo do Paraná

7 thoughts on “Sergio Moro deixa União Brasil e se filia ao PL para concorrer ao Governo do Paraná

  1. Prisão domiciliar de Bolsonaro é caso de memória curta e editoriais ‘humanitaristas’ de ocasião

    A memória curta dos editoriais do Globo e Estadão sobre Bolsonaro tenta lavar a biografia de um golpista

    Há uma coincidência curiosa nas páginas de opinião dos grandes jornais essa semana: Tanto O Globo quanto o Estadão decidiram que é hora de o STF ter um “gesto de sensatez e humanidade” e transferir Jair Bolsonaro para a prisão domiciliar.

    O argumento é o quadro clínico sensível. É a mesma música cantada pela família e pelos advogados de defesa, agora com o coro da dita imprensa tradicional.

    Engraçado que essa súbita onda de ‘humanitarismo’ parece ter destino certo.

    Não se lê nos mesmos editoriais uma linha sequer sobre os milhares de presos que sofrem de doenças graves, muitas vezes piores que as de Bolsonaro, e que continuam mofando e morrendo nos presídios brasileiros sem qualquer “extrema cautela” das instituições.

    Para esses, a legislação que admite a domiciliar em casos de saúde incompatível com o cárcere parece não existir.

    O Estadão fala em “dever de maturidade” e lembra que a prisão de um ex-presidente nunca é um fato trivial. De fato, não é. Bolsonaro é o primeiro ex-presidente condenado por tentativa de golpe.

    A tentativa de levar Bolsonaro para prisão domiciliar ignora o essencial: o comportamento do réu. Bolsonaro sempre foi um desrespeitador contumaz das ordens judiciais. Foi para a Papudinha justamente porque não sabe conviver com os limites da lei.

    Dar a Bolsonaro o benefício da domiciliar agora, sob o pretexto de um quadro que o Estado já se provou capaz de tratar com 144 atendimentos em um mês, não é humanidade. É privilégio. É tratar um cidadão comum como se ainda estivesse acima da lei por conta do cargo que ocupou e que tentou manter no grito.

    Metrópoles, Opinião, 19/03/2026 08:00 Por Ricardo Noblat

  2. MEGA X MAGA. Tudo seria muitíssimo diferente, melhor e mais alvissareiro para conjunto da população se a BOA ÍNDOLE, boa-fé, honestidade, honradez, verdade, justiça…, fossem os critérios norteadores da união de políticos, autoridades e pessoas comuns, no entorno de bons propósitos, como propõe a Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na causa, no bojo da RPL-PNBC-DD-ME, porque o resto é só perder… Grau de consciência apurado, evoluído, em todos os segmentos sociais, é disso que a Humanidade está necessitando há muito tempo para dar o grande salto de qualidade, rumo a uma possível civilização, verdadeiramente democrática, não obstante a loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, geradora de fenômenos ditatoriais que, desde priscas eras dominam a seara política enquanto carro-chefe do conjunto da sociedade. Da minha parte, antes de partir desta para outra, tratei e trato há cerca de 40 anos de legar à Humanidade a Democracia de Verdade, Direta, com Meritocracia e Deus na causa, que, certamente, trata-se de uma semente que tem tudo para nos fazer evoluir rumo a um possível novo mundo porque Ela desentope todos os canais e caminhos, remove todos os obstáculos e “mata” no ninho todo tipo e sorte de ditadores…, exceto a malvada ditadura do tempo, lembrando que a pior e mais terríveis das ditaduras é a ditadura da criminalidade que mata pareio, pobres, ricos e remediados, por causa de um par de tênis, um celular, uma moto, um carro, um iate, um avião, um navio e, enfim fim, por qualquer coisa, até por causa de um olhar meio torno, ditadura essa que no Brasil, infelizmente, está pegando geral e pesado.

  3. Prisão domiciliar para Jair Bolsonaro é uma tremenda safadeza , canalhice , pilantragem e um tremendo tapa na cara do povo de bem Brasileiro , por tudo de mal que Jair Bolsonaro fez ao Brasil e a seu povo .

  4. Moro e a pá de cal no discurso de paladino

    Sérgio Moro cede ao apoio de Flávio no PL de Valdemar. Tudo pelo poder?

    O ex-juiz que construiu sua fama condenando o sistema e apontando o dedo para o PL de Valdemar – a quem chamava de ícone da corrupção do Mensalão – agora entrou de vez na mesma legenda.

    A manobra não é apenas um movimento de sobrevivência de Moro, é sobretudo, uma jogada de Flávio.

    Ao atrair Moro para o PL, o “01” mata dois coelhos com uma cajadada só: garante um palanque forte e usa a liderança de Moro nas pesquisas para “chantagear” o governador Ratinho Jr.

    A estratégia é clara: Flávio quer que Ratinho desista de sua aventura presidencial – que divide os votos da direita e do antipetismo – para ser o seu vice.

    Se Ratinho não se dobrar, terá que enfrentar a máquina do PL e o “efeito Moro” no seu próprio quintal.

    Moro, que aceitou ser ministro do ex-mito antes mesmo do segundo turno de 2018 e depois saiu atirando, agora volta de cabeça baixa para o colo de quem jurou combater.

    Ao aceitar o abraço de Valdemar, o ex-paladino da Lava Jato destrói o que restava da reputação da operação e mostra que, no fim das contas, seu projeto sempre foi o poder pelo poder.

    No teatro político do Poder, a coerência é o primeiro personagem a morrer. Moro apenas provou ser um ator dedicado ao roteiro do pragmatismo mais rasteiro.

    Fonte: Metrópoles, Opinião, 20/03/2026 09:00 Por Ricardo Noblat

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