Direita racha em SC: Campagnolo critica candidatura de Carluxo e vira alvo

6 thoughts on “Direita racha em SC: Campagnolo critica candidatura de Carluxo e vira alvo

  1. A julgar e ser induzido pelo teor da matéria jornalística fico com vontade de fatiar o Carluxo com uma motosserra cega e distribuir os destroços para as hienas esquerdistas de antepasto.
    Para os ativistas de redação e toda esquerda só tem uma maneira de atuar, é na base do empurrão.
    Vejamos eles são:
    Claudio Humberto escreve:
    Relator da lei Antifacção, Guilherme Derrite (PP-SP) revelou um detalhe não registrado no noticiário: o governo Lula (PT), que costuma vitimizar bandidos, não quis conversar com o deputado. Ele não conseguiu discutir o projeto nem com representante da Secretaria de Relações Institucionais, da irascível Gleisi Hoffman, nem com seu marido líder do PT ou qualquer liderança governista: “Eles não queriam o debate, queriam apenas misturar política com segurança pública”, concluiu.

    Soltando cachorros

    Ela foi a primeira a reclamar da escolha do relator, alegando direito à propriedade de um “projeto do governo”. Depois, soltou seus cachorros.

    Brios atingidos

    Gleisi e sua turma fizeram Lula ligar para dar bronca no presidente da Câmara por escolher Derrite. Deu errado: tocou nos brios de Hugo Motta.

    Derrota no horizonte

    Lula, Gleisi et caterva se irritaram com a nova derrota na Câmara, como quando Derrite relatou o projeto que acabou as saidinhas.

    Melhorou muito

    A falta de diálogo com o PT fez bem ao texto final, que, ao contrário da proposta original, endurece de fato contra organizações criminosas.

    Lula (PT) com o senador Davi Alcolumbre – Foto: redes sociais.
    Lula mandou Alcolumbre agir contra lei Derrite

    Quando o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), cancelou as reuniões de líderes antes de votar o texto antifacção, Palácio do Planalto já sabia que a batalha estava perdida com os deputados. Foi aí que Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) nem mesmo deu as caras na prometida reunião com o relator Guilherme Derrite (PP-SP). Na avaliação governista, o texto será “resolvido” no Senado por ordem de Lula (PT), ou seja, Davi Alcolumbre (União-AP), adorador de cargos “dará um jeito”.

    Veja bem

    O texto tem pouca chance de ser votado no Senado antes do despacho de Lula com Alcolumbre, que deve levar Rodrigo Pacheco a tiracolo.

    Supremo em pauta

    É que Alcolumbre pressiona pela nomeação de Pacheco para a vaga de Luís Roberto Barroso no STF. Hora perfeita para cobrar a fatura.

    Água no chopp

    Ficou por conta de Efraim Filho (União-PB) provocar dor de cabeça em Lula: o senador quer retomar a equiparação de facções a terroristas.

    Poder sem Pudor

    Aqui se faz…
    O então deputado federal Aldo Rebelo (SP) foi abordado nos idos de em 2005 por um admirador, na Câmara, que lhe pediu uma selfie para depois desabafar: “Até que enfim o Zé Dirceu está pagando por tudo que fez com o senhor!”, disse, referindo-se à rebordosa judicial do mensalão, primeiro grande escândalo de corrupção no governo Lula (PT) O ex-ministro da Coordenação Política ficou da cor da bandeira do seu partido na época, o PCdoB. Deu um tapinha no ombro do fã e foi embora a passos largos.

    Nada original

    O Banco Original, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, vai abrir uma agência no paraíso fiscal das Ilhas Cayman, com capital de US$ 32,4 milhões, sem que Taxxad reclame. Essa gente é mesmo previsível.

  2. Quando se trata do Bolsonaro, a Folha só publica narrativas para favorecer o quadrilhão PT-STF. A Folha é paga com dinheiro público para manipular os fatos. Como a imprensa prostituída repete a mentira exaustivamente, vamos aos fatos:

    1- Foi acordado entre o Bolsonaro e o governador Jorginho, que o PL lançaria uma chapa pura ao senado: Carlos seria o candidato do Bozo e Carol a candidata do Jorginho.

    2- Na época, a Ana Campagnolo não veio a público manifestar a sua discordância bairrista. Ficou caladinha.

    3- Após o Bolsonaro ser sequestrado, amordaçado e colocado em cativeiro pelo traficante Xandão do PCC, os seus “aliados” em SC romperam o acordo, rifando a Carol de Toni, para jogá-la contra o Bolsonaro. A Ana Campagnolo, criticando o Carlos, age como uma marionete do Jorginho na tramóia.

    4- Diante da safadeza do Jorginho, Bolsonaro manteve o seu apoio à Carol de Toni, mesmo que ela saia do PL e vá para o Novo.

    5- Não satisfeita em criticar o Carlos e de olho numa candidatura ao senado em 2030, a Ana Campagnolo quis queimar também a deputada Júlia Zanatta, provável candidata do PL ao senado em 2030. Desmascarada ao vivo pela Júlia, quebrou a cara e vem mantendo silêncio sobre o assunto.

    6- A mesma Ana que critica o Carlos, por não ser de SC, fez campanha para um amigo paulista que se candidatou … em SC.

    Esse é o nível da banda podre da “direita”, aquela que trabalha pelo assassinato do ex-presidente Bolsonaro.

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