Não foi Davi nem houve traição, Messias foi rejeitado pela falta de “notório saber”

Charge do JCaesar: 30 de abril | VEJA

Charge do JCaesar (revista Veja)

Carlos Newton

As supostas explicações dos jornalistas sobre a derrota de Jorge Messias representam uma sucessão de excelentes Piadas do Ano. A maioria afirma que o maior culpado teria sido Davi Alcolumbre, presidente do Congresso, que faz o que bem entende até em decisões por voto secreto, num ramo profissional em que traição é o esporte preferido.

Outros alegam que a causa principal foi o momento de fragilidade política do governo, mas há também aqueles que culpam Lula, por haver superestimado a capacidade de seus negociadores, como o ministro José Guimarães, aquele deputado cearense dos dólares na cueca, e os senadores Jaques Wagner e  Randolfe Rodrigues.

“CENTRÃO AMPLIADO” -Também apareceram jornalistas e observadores inventando que Lula foi traído pelo chamado “Centrão ampliado”, uma suposta facção que ninguém sabia existir nem indicar os integrantes. Portanto, está valendo tudo para justificar a ascensão e queda do quase ministro indicado pelo presidente petista.

No meio desse tiroteio investigativo, eis que surge o senador Cid Gomes (PSB-CE) para dizer o óbvio, explicando que o nome indicado ao STF foi vetado pelo conjunto da obra de Lula e do próprio Messias, considerado sem notório saber pela maioria dos senadores, que nem precisaram apurar se tinha reputação ilibada.

Cid Gomes, que integra a base aliada de Lula, avisou a Messias que não votaria nele e ainda acrescentou que, mesmo se votasse, a indicação dele para o Supremo não seria aprovada em plenário.

SINCERIDADE – O senador do PSB foi sincero, mas os articuladores da nomeação (o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, os líderes Jaques Wagner e Randolfo Rodrigues, e o próprio Lula) continuaram insistindo e conduziram à desmoralização de Messias.

O resultado na Comissão de Constituição e Justiça animou Messias e o Planalto, com 16 votos a 11, pela aprovação.  Portanto, para ser aceito no plenário, ele precisava de mais 25 votos entre os 54 senadores restantes, porém só conseguiu 18, ficou longe da aprovação.

Ao explicar essa derrota, Cid Gomes disse esperar que Jorge Messias não tivesse mais de 35 votos, e por isso nem compareceu à sessão. A seu ver, o erro foi de Lula, a quem teria faltado “espírito republicano“ ao escolher Messias.

VIRA BRINCADEIRA – “Lula indicou o Zanin, que tinha sido advogado dele. Um advogado competente, respeitado, muito bem. Depois indicou um cara que é da política, aliado dele historicamente. Tudo bem, foi aprovado. Depois vira brincadeira. Acho que faltou espírito republicano na indicação. Nada, repito, nada contra o garoto lá [Messias]”, afirma Cid.

Em tradução simultânea, Cid Gomes revela que houve vário motivos, mas o principal foi a falta de notório saber, ao destacar a opinião dos senadores de que nomear ministro do Supremo não pode virar brincadeira.

Ele acrescentou que não apenas Davi Alcolumbre, mas também a maioria dos senadores considerou um desrespeito o desinteresse de Lula por nomear o senador Rodrigo Pacheco, insistindo em lançá-lo a governador, para tentar atrair votos em Minas e garantir sua reeleição à Presidência.

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P.S. –
Como se vê, a explicação de Cid Gomes é lógica e procedente. O principal motivo da derrota no Senado não foi o empenho de Alcolumbre, nem houve traição do “Centrão ampliado” e tudo o mais. Messias foi vetado devido à falta de saber jurídico. Ou seja, se Lula demonstrasse espírito republicano e indicasse Pacheco ou um jurista de verdade, os senadores teriam aprovado. E vida que segue, diria nosso amigo João Saldanha, que faz muita falta na Copa do Mundo.. (C.N.)

16 thoughts on “Não foi Davi nem houve traição, Messias foi rejeitado pela falta de “notório saber”

  1. Nada será como antes para Lula depois da rejeição de Messias

    A rejeição de Messias para o STF pelo Senado marca um ponto de inflexão na política brasileira e reposiciona a relação entre os Poderes. Mais do que um fracasso do indicado, é uma derrota de Lula.

    O resultado de 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção revelou que o governo perdeu o controle de sua base no Senado. E cometeu graves erros de avaliação e condução das negociações, apesar das advertências do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), aliado de Alcolumbre na política do Amapá.

    A indicação ao STF sempre foi tratada como prerrogativa presidencial de alto prestígio, cuja aprovação dependia mais de rituais políticos do que de disputas abertas. Ao romper essa tradição, o Senado deixou de ser uma instância homologatória e assumiu protagonismo político explícito, com capacidade de veto efetivo sobre o Executivo.

    Desde quando Lula rejeitou o nome do ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), para o cargo, desconsiderando um pedido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), e indicou Messias, o advogado-geral da União, as relações do Palácio do Planalto com o Senado ficaram estremecidas.

    Lula retardou ao máximo a indicação formal de Messias por causa disso, mas resolveu fazê-lo mesmo sem um acordo com Alcolumbre, por pressentir o perigo com a aproximação do processo eleitoral. Pagou para ver e perdeu a aposta.

    O dado mais relevante, porém, não está apenas no resultado, mas na engenharia política que o produziu: a convergência entre Alcolumbre e Flávio (PL-RJ) sinaliza a formação de um novo eixo de poder dentro do Congresso.

    Alcolumbre, que até então operava como mediador e, em muitos momentos, como anteparo institucional contra iniciativas mais agressivas da oposição, deslocou-se para uma posição de maior autonomia — ou mesmo de alinhamento tático com forças oposicionistas.

    Esse movimento rompe uma lógica de contenção que vinha permitindo ao governo administrar crises sem sofrer derrotas frontais.

    A partir de agora, cada votação relevante exigirá negociação real, concessões concretas e maior capacidade de articulação política.

    O governo perde não apenas votos, mas previsibilidade. E, em política, a perda de previsibilidade costuma ser mais grave do que a perda episódica de maioria.

    Há também implicações diretas para o próprio STF. A rejeição de um indicado presidencial reabre o debate sobre os critérios de escolha e sobre o grau de politização da Corte.

    Nos últimos anos, consolidou-se a percepção de que o tribunal passou a desempenhar papel central na arbitragem de conflitos políticos, o que elevou o custo das indicações.

    Ao barrar Messias, o Senado envia um recado ao Executivo, de que não aceitará indicações automáticas, e ao Supremo, de que sua composição passou a ser objeto de disputa política aberta.

    Lula tenta assimilar a derrota como um revés parlamentar e não uma ruptura definitiva. A seus auxiliares, disse que tinha o direito de indicar Messias e o Senado, de rejeitar.

    Fonte: Correio Braziliense, Nas Entrelinhas, 30/04/2026 – 06:05 Por Luiz Carlos Azedo

    Leitura relevante.

    • “A rejeição de Messias para o STF pelo Senado (…) revelou que o governo perdeu o controle de sua base no Senado.

      E cometeu graves erros de avaliação e condução das negociações, apesar das advertências do líder do governo no Congresso, RANDOLFE RODRIGUES (PT-AP), ALIADO DE ALCOLUMBRE na política do Amapá.”

      Acorda, Brasil! Presta atenção.

      • Motivo maior da rejeição

        “O motivo maior da rejeição de Messias, como admitem diversos senadores, foi o receio de que Messias se alinhasse a André Mendonça, principal avalista de seu nome na Corte, e ajudasse a formar no Supremo uma maioria capaz de ameaçar aqueles que têm perdido o sono diante de pendências, presentes e futuras, nos inquéritos do Banco Master e das fraudes do INSS — ambos sob relatoria de Mendonça.”

        Fonte: O Globo, Política, Opinião, 02/05/2026 00h05 Por Thaís Oyama

  2. “Zanin advogado respeitado e competente” e “sincero” não deveriam caber no CONJUNTO DA OBRA.

    Carlota Joaquina:

    “O rei vai obrar!”

    Só que, dessa vez, tanto fezes, lotadas de parasitas, que ovos, de todos os tipos e tamanhos, lavas rabditóides, tudo estava junto naquele fatídico dia no Senado.

    KATO KATZ?

    RUGAI?

    BAERMANN-MORAES?

    Falta saneamento ao Brasil.

    Por isso esse Judiciário patológico.

    A politicagem nas indicações ao Supremo ainda é uma DOENÇA NEGLIGENCIADA.

    Prefiro o termo: população, de 213,4 milhões de negligenciados.

  3. O ministro do STF com quem Messias tem se recusado a falar após derrota no Senado

    Messias recebeu nas horas seguintes à derrota ligações e mensagens de solidariedade de diferentes ministros da Corte, em especial dos que atuaram para que ele se tornasse o mais novo integrante do STF.

    Várias dessas ligações, aliás, foram recebidas na casa de um deles, o ministro e amigo André Mendonça, para onde Messias foi após sair da reunião com o presidente Lula no Palácio da Alvorada.

    Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques e Gilmar Mendes telefonaram para oferecer palavras de conforto, demonstrando perplexidade e até abatimento com o resultado.

    Com um dos ministros que tenta insistentemente entrar em contato, porém, aliados próximos relatam que Messias não quer falar de jeito nenhum: Alexandre de Moraes.

    O chefe da AGU tem dito reservadamente que considera inadmissível a articulação de Moraes contra sua aprovação no Senado Federal. A movimentação do ministro foi detectada pelo próprio governo e detalhada em diversas reportagens, inclusive da coluna.

    Ao longo do dia da sabatina, o ministro Moraes enviou recados aos senadores por diversos emissários, sugerindo inclusive aos que têm questões pendentes no Supremo que avaliassem bem como votariam.

    Moraes temia que a aprovação de Messias desequilibrasse o jogo de forças no STF e empoderasse demais Mendonça, que como relator do inquérito do Banco Master será o responsável pela homologação da delação premiada de Daniel Vorcaro.

    A colaboração pode trazer implicações para o próprio Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, que fechou um contrato com o Master prevendo o pagamento de R$ 129 milhões em três anos, como revelamos no blog em dezembro.

    Mesmo depois de sua atuação ter se tornado pública, Moraes continuou tentando falar com o ministro rejeitado. Mas, se depender de Messias, os esforços do magistrado para colocar panos quentes sobre a situação serão solenemente ignorados.

    Fonte: O Globo, Política, Opinião, 02/05/2026 05h01 Por Malu Gaspar e Johanns Eller

      • O saber, jaz escondido!
        “QUANDO AS MENTES MAIS BRILHANTES COMEÇAM A SE APAGAR EM SILÊNCIO, O MUNDO CIENTÍFICO DEIXA DE PARECER UM TEMPLO DO CONHECIMENTO… E COMEÇA A SOAR COMO UM CAMPO MINADO ONDE DESCOBRIR DEMAIS PODE SER O PRIMEIRO PASSO PARA DESAPARECER NA SOMBRA.”
        “Essa imagem não mostra apenas um cientista cercado por fórmulas, cápsulas e diagramas.
        Ela mostra um dos medos mais profundos da era moderna: a possibilidade de que o conhecimento de fronteira jamais seja um território neutro.
        Durante décadas, ensinaram as massas a acreditar que a ciência é apenas progresso, avanço, cura e descoberta.
        Mas quem observa os padrões sabe que, quando a pesquisa toca zonas sensíveis demais, interesses grandes demais e segredos profundos demais, o laboratório deixa de parecer apenas laboratório…
        e começa a parecer fronteira de guerra invisível.
        Observe a composição.
        O rosto está calmo por fora.
        Mas o olhar carrega tensão.
        Não é o semblante de quem apenas estuda.
        É o de quem parece ter visto algo que não deveria ser visto tão cedo.
        Ao redor, fórmulas, estruturas químicas, cérebro, cápsulas.
        Tudo isso sugere não apenas medicina ou ciência comum…
        mas o mapa fragmentado de um conhecimento que pode tocar diretamente corpo, mente e poder.
        Isso não parece apenas pesquisa.
        Parece proximidade demais com algo perigoso.
        Porque o sistema entende uma verdade que jamais admite em voz alta: nem toda descoberta é celebrada.
        Algumas precisam ser abafadas.
        Algumas precisam ser atrasadas.
        Algumas precisam ser enterradas sob ruído, burocracia, medo ou esquecimento conveniente.
        Primeiro vem a inovação.
        Depois vem o interesse.
        Depois vem a disputa silenciosa.
        Depois vem o sumiço, o silêncio, a versão oficial rápida demais.
        E quando a população percebe que certas áreas do saber acumulam sombras demais, já é tarde para separar acaso, pressão e contenção.
        A pergunta proibida não é “o que eles descobriram?”.
        A pergunta proibida é: quantas portas do conhecimento permanecem fechadas não porque sejam impossíveis… mas porque seriam perigosas demais para a estrutura atual do mundo?
        Porque quem conecta os pontos percebe o padrão: — ciência como campo de poder
        — pesquisadores como guardiões temporários de segredos
        — saúde e tecnologia como zonas de controle extremo
        — e a velha lógica do sistema: quando não puder impedir a descoberta, tente controlar o destino de quem a carrega
        Agora conecte os pontos: — o cientista como símbolo da mente que chegou perto demais
        — os diagramas como fragmentos de uma verdade incompleta
        — as cápsulas como promessa e ameaça ao mesmo tempo
        — e a sensação crescente de que talvez o maior perigo não esteja apenas no que é descoberto…
        mas em quem decide o que pode chegar até a humanidade
        Isso não é apenas uma imagem sobre ciência.
        Isso é uma alegoria sobre o conhecimento cercado por sombras, onde cada avanço pode esconder uma disputa silenciosa entre cura, poder e controle.
        E quando um homem parece carregar no rosto o peso de algo que ninguém ao redor ousa nomear, o mais assustador não é a manchete.
        É imaginar quantas verdades podem ter sido enterradas junto com quem chegou perto demais delas.
        Porque um sistema criado para nos manter na ignorância nunca nos dará as chaves para a verdadeira liberdade. O livro “A Narrativa do Controle” escrito por Asier Magán explodiu minha cabeça, você já leu? Baixe no link do nosso perfil ou comente “LIVRO” e descubra a verdade agora .”
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  4. O fenômeno Alcolumbre

    Egresso do baixíssimo clero, o presidente do Senado acumula enorme poder, a ponto de infligir a Lula a maior derrota de sua carreira. É dessa política miúda que o País parece depender hoje

    Davi Alcolumbre (União-AP) é a prova viva de que, em Brasília, poder não necessariamente anda ao lado de grandeza.

    Sem obra pública relevante, pensamento político identificável ou traço nítido de liderança nacional, o presidente do Senado tornou-se, por combinação de astúcia, faro político e domínio das engrenagens miúdas do Congresso, um dos homens mais poderosos do País.

    Foi esse representante do mais baixo clero quem impôs ao veterano Luiz Inácio Lula da Silva uma derrota histórica ao liderar a rejeição à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).

    A noite de quarta-feira consagrou Alcolumbre como fiador de uma maioria capaz de dobrar o Planalto.

    Pela primeira vez em mais de um século, o Senado barrou uma indicação presidencial ao STF, numa cena de muitos autores: bolsonaristas, bancada evangélica, senadores incomodados com o ativismo do Supremo e aliados governistas de fidelidade duvidosa.

    Mas o personagem central foi Alcolumbre. Se ele colaborasse, o governo ganharia; com sua oposição, a derrota foi devastadora.

    Alcolumbre é a expressão acabada da política pequena que cresceu à sombra da fraqueza dos governos.

    A pergunta inevitável é porque ele dobrou a aposta contra o governo. A primeira explicação está no ressentimento.

    Lula recusou o nome preferido por Alcolumbre para a vaga, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ao escolher Messias, comprou uma briga que julgou administrável. Não era. O chefe do Senado retardou, esfriou e mostrou que o Planalto pagaria caro por ignorá-lo.

    Ao entregar a cabeça do indicado de Lula, o Senado avisou que sua paciência se esgotara.

    Para parte do Senado, barrar Messias foi uma forma de enviar recado definitivo ao Supremo; para setores da própria Corte, uma chance de empurrar a tormenta para depois da eleição.

    Messias não caiu porque a Casa recuperou sua vocação de guardiã da República nem porque a sabatina escancarou seu evidente despreparo para o posto. Caiu porque se tornou peça útil numa disputa entre Lula, Alcolumbre, oposição e Judiciário. O resultado pode até ter impedido uma escolha ruim. Ainda assim, o método rebaixou o Senado.

    Alcolumbre não liderou uma rebelião ideológica nem encarnou uma causa institucional. Fez política como sempre: misturando interesses pessoais, cálculo corporativo, barganha, ressentimento e senso oportunista.

    Se Lula ainda dispõe de capacidade de sobrevivência, seu governo deu sinais de exaustão. Um presidente forte dificilmente teria permitido que sua indicação ao Supremo sangrasse por meses até morrer em plenário.

    Não há motivo para lamentar Messias. Sua indicação carregava os vícios de Lula: personalismo, recompensa à fidelidade e tentativa de moldar o Supremo segundo conveniências palacianas e cálculo eleitoral.

    Mas tampouco há razão para celebrar Alcolumbre como restaurador do Senado. Ele é sintoma de uma deformação.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 02/05/2026 | 03h00 Por Editorial

  5. Um bandido reprovado… é um ALENTO. .Mas sabemos que esse ato é o primeiro degrau de uma LONGA mudança….E isso se a sociedade souber depositar seu “voto” …Chega de ser idiotas úteis…votando em idéias idiotas desta esquerda que perdeu o que nunca teve : Coerência.

    Tempos novos.. Se aproximando…Essa desgraçada esquerda está indo para a terra do esquecimento ( seus apologista ).

    Novos tempos….

    vida que segue…

    YAH NOSSO CRIADOR SEJA LOUVADO SEMPRE…

  6. Senhor Carlos Newton , mas essa afirmação de que o AGU Jorge Messias não foi aprovado para o STF , por estar desprovido de ” notório saber jurídico e reputação ilibada ” , é uma tremenda e medonha piada do ano , uma vez que os demais juízes indicados anteriormente para o STF pelo presidente de plantão de então , também o eram/são desprovidos de ” notório saber jurídico e reputação ilibada ” e mesmo assim tiveram suas indicações , endossadas e aprovadas para o STF , pelos senadores ao longo de diversas legislaturas até hoje , ou seja , não houve nenhuma análise técnica para respaldar a recusa dos senadores na aprovação do indicado , por mais que as informações da TI servissem para alertar e subsidiar os senadores votantes em suas decisões , com toda certeza de nada serviram uma que vez os senadores não tinham como irem contra seus próprios princípios na pessoa do indicado AGU Jorge Messias .

  7. Dizer que Messias é alguém sem notório saber jurídico é uma opinião (talvez ideológica) e cada qual tem o direito de proferí-la.

    Opiniões de entendidos nos assuntos jurídicos vão de encontro a essa afirmação de que Jorge Messias não era preparado para ser Ministro do STF.

    Por exemplo, Celso de Mello, expressa bem o que aconteceu. Foi uma decisão meramente política lamentável, com interesses alheios aos intereresses republicanos.

    https://www.poder360.com.br/poder-justica/celso-de-mello-critica-rejeicao-de-messias-ao-stf/

  8. Sr. Newton

    O unico notório saber do Bestias é saber ficar pendurado nas tetas públicas e se deliciar com o meu dinheiro pago atráves dos impostos…

    Bestias é o maior exemplo clássico dos soçinhas comunas que viram “burgueses” da noite para o dia…

    os soças odeiam a burguesia, mas vivem como burgueses.

    os soças odeiam a classe média, mas, vivem em Apart-Mansões da Vila Madelena e Leblon…

    Uma Teta de 700 mil contos, para quem era da comuna-ralé, já subiu alguns degraus…..

    Para chegar no comunista burguês, ou comunista refinado falta pouco…

    “”.Integrantes da AGU faturam R$ 6,1 bi em honorários em 2025 e Messias leva fatia de R$ 700 mil…””

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