Matérias plantadas sobre nova indicação de Messias são desmentidas no Estadão

Disputa entre aliados atrapalha definição de palanques para Lula

Lula pensou (?) que poderia indicar Messias ainda neste ano

José Carlos Werneck

“O Estado de São Paulo” publica, nesta segunda-feira, que um ato de 2010 veda a apreciação, na mesma sessão legislativa, de indicação de autoridade rejeitada pelo Senado, desmentindo as matérias sobre a intenção do presidente Lula, que pretenderia reenviar o nome de Messias após derrota histórica no mês passado.

A matéria destaca que o referido ato, publicado em 2010 pela Secretaria de Gestão de Informação e Documentação, regulamentou a apreciação pelo plenário e a comunicação do resultado sobre a escolha de uma autoridade.

VEDAÇÃO – O quinto artigo diz que “É vedada a apreciação, na mesma sessão legislativa, de indicação de autoridade rejeitada pelo Senado Federal”. Sessão legislativa é o período anual em que o parlamento se reúne para trabalhar.

No dia 29 de abril, o Senado impôs uma derrota histórica ao governo, rejeitando Messias por 42 votos a 34. Com o resultado, o presidente Lula rompeu uma aliança que tinha com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), apontado como artífice do episódio.

Lula e os líderes de sua bancada no Senado desconheciam esse impedimento e o presidente Lula disse a aliados que estaria disposto a mandar a indicação de Messias novamente, mas isso seria um erro grotesco.

9 thoughts on “Matérias plantadas sobre nova indicação de Messias são desmentidas no Estadão

  1. Estevão que é malandro mandou logo construir uma ala nova 5 estrelas já sabendo que iria ter que passar uma boa temporada lá na Papuda. Entrava o que ele quisesse e quem ele quisesse. Comprou todo mundo e pagou a reforma / ampliação / construção do próprio bolso…… do contribuinte é claro !!!! Aquele ali dá nó em pingo d’água. Aprendeu com o sogro Cleto Meirelles ex dono da caderneta de poupança Colmeia. Outro mala sem concerto.

  2. A câmara alta virou um balcão de negócios há 7 anos e meio após o Bolsonaro entregar o orçamento secreto nas mãos do Narcolumbre Batoré. Tanto na presidência da casa quanto na da CCJ qualquer pauta vira chantagem explícita. Que tragédia!!!!

  3. $talinacio é um folgazão emblemático vive de prebendas, facilidades e ostentação. Mas gosta de manter suas mutretas na moita como se fosse segredo de estado. Vive esbanjando o dinheiro dos outros. Gosta de mostrar ao mundo que é um bico fino que adora os vícios da burguesia.
    Comer maçãs e cabritas forjou sua personalidade. (Pavlov e o Reflexo Condicionado)

  4. Não gosto de prints, mas vamos lá.

    Cláudio Humberto

    Entra em vigor nesta terça (19) a nova lei migratória de Portugal, que cumpre o objetivo de inviabilizar a permanência dos cerca de 500 mil brasileiros no país. A lei impede regularização de turistas, alonga prazos para reagrupamento familiar, limita vistos de trabalho, eleva requisitos para cidadania etc. Muitos dos negligenciados deixaram o Brasil fugindo de crise e da insegurança geradas, em boa medida, por sucessivos governos do PT. Lula faz silêncio – e isso não é diplomacia, é omissão.

    Tibieza na pauta

    Na visita de Lula a Portugal, em abril, prevaleceu a tibieza: o primeiro-ministro Luís Montenegro tratou do tema com mais clareza do que Lula.

    Futuro incerto

    Agora veem seu futuro ameaçado muitos que construíram raízes, pagam impostos e contribuem para a economia portuguesa.

    E a ‘reciprocidade’?

    É constrangedor o contraste com a rapidez da retaliação aos Estados Unidos, após a expulsão de um delegado que extrapolou funções.

    Retribuição

    Portugal “retribui” desse modo o histórico de acolhimento de portugueses pelo Brasil, em momentos de dificuldades econômicas ou políticas.

  5. Senhores José Carlos Werneck , Carlos Newton lembrem-se que os congressistas (senado x câmara) Brasileiros , são exímios e peritos em manipularem as leis do país , quando lhes convêm , portanto não duvido muito que tal não possa acontecer , nessas circunstâncias de interesses mútuos .

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