
Ministro diz que quem vendeu títulos foram os bancos
Ana Pompeu
Luísa Martins
Julia Chaib
Folha
O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirma que o escândalo do Banco Master foi endereçado indevidamente à corte, argumentando que a crise é sistêmica. O tribunal passou a ser associado ao caso depois da revelação de ligações dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
À Folha, Gilmar diz não querer “isentar de responsabilidade quem tem”, mas avalia que a crise não é do tribunal, apontando o dedo para supostas falhas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e para o Banco Central. “Isso [a relação de ministros do STF com Vorcaro] certamente está sendo investigado e as autoridades competentes devem fazê-lo, estão fazendo”, diz o ministro.
REJEIÇÃO DE MESSIAS – Gilmar avalia ainda que a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no Supremo deveu-se a uma questão “puramente política”, não relacionada ao indicado, e que o governo Lula (PT) falhou na articulação política com o Congresso Nacional.
O ministro também defende a realização da 14ª edição do Fórum de Lisboa, conhecido como Gilmarpalooza, alvo de críticas por ser realizado fora do país e receber autoridades que se tornaram alvo de investigações. “Não temos nenhum controle sobre isso”, afirma.
Reportagem da Folha mostrou que o caso Master e o código de ética fizeram algumas autoridades repensarem a ida ao Fórum de Lisboa. O senhor percebe esse impacto?
Pelo contrário, estamos fazendo um dos maiores eventos que já fizemos, com mais de 470 palestrantes e disputas por lugar. Talvez pessoas que não queiram ir ao fórum e queiram ser simpáticas à ideologia da Folha estejam ecoando isso, mas não percebemos isso, felizmente.
Mas eventos paralelos ao fórum já contaram com a presença de Vorcaro e de outras autoridades que passaram a ser investigadas. Isso não pesa?
Não temos nenhum controle sobre isso. Teríamos que demandar às autoridades portuguesas que não dessem visto para as pessoas? São personagens que se aproveitam do ensejo para ir ao El Corte Inglés ou fazer festa no rooftop do Tivoli. Não nos diz respeito.
Alguns desses palestrantes vêm do Tribunal Constitucional da Alemanha, que tem o modelo usado pelo presidente Edson Fachin para propor um código de ética. Como o senhor avalia esse paralelo?
O código da corte alemã estabelece que aquilo que se ganha na condição de juiz, para além do pró-labore, tem que ser divulgado, seja por palestra ou direitos autorais. Não sei quem plantou essa ideia de que o problema é o “Gilmarpalooza”, mas, para nós, é uma coisa muito “naïve” [ingênua].
No STF não há necessidade de um ministro tornar público o quanto recebe por palestras.
Isso pode ser discutido. Nós temos a Lei Orgânica da Magistratura e o Código de Ética da Magistratura. Não tenho nada contra a ideia. A questão é de oportunidade. Tem muitas coisas que constam do código de ética alemão que não condizem com a nossa cultura. Um juiz lá não pode se pronunciar sobre determinadas questões. Aqui, na crise que vivemos durante o governo Bolsonaro, se a minha voz e a de outros não pudessem ser levantadas, provavelmente nós não estaríamos contando a história. É possível fazer a reforma dentro de consensos.
O Datafolha mostrou que há uma crise de confiança da população no STF. A que o senhor atribui isso?
A forma da pergunta às vezes é errada. Houve certa habilidade em transferir para o tribunal a responsabilidade por fatos que são graves e que revelam uma crise sistêmica. Por exemplo, a CVM estava há mais de ano com três diretores a menos. Portanto, sem fiscalização sobre o campo penal, lavagem e “otras cositas más”. A crise do Master não está na Praça dos Três Poderes, está na Faria Lima. Quem vendeu títulos foram os bancos. Não quero isentar de responsabilidade quem tem, mas me parece que você coloca o tribunal num corredor polonês; depois a Folha faz pesquisa e revela uma frustração.
Outra crítica ao STF é o fato de ministros terem parentes advogados e como isso pode gerar conflito de interesses.
O CPC [Código de Processo Civil] veda o julgamento de causas em que a parte ou o advogado seja parente. É uma discussão difícil porque envolve liberdade profissional e, em princípio, não tem como evitar. Mas há um sistema de fiscalização do Judiciário e da Ordem dos Advogados do Brasil [OAB] para evitar abusos.
E quanto às relações, muitas vezes também questionáveis, de ministros com empresários?
A questão da amizade, todos nós devemos ter cuidado. Se tiver amizade íntima, o CPC responde a isso. Nós devemos ter essa cautela.
A PF apura negócios familiares de Toffoli com o Master por meio do resort Tayayá, o contato entre Vorcaro e Moraes e o contrato firmado pelo banco com o escritório da esposa do ministro. Essas relações não estão mal explicadas?
Isso certamente está sendo investigado e as autoridades competentes devem fazê-lo. Agora, qual a relação de causa e efeito? Pessoas que fizeram empréstimos ou que eram correntistas têm responsabilidade? Claro que não.
O senhor já fez críticas em relação ao modo como Edson Fachin está conduzindo a crise. Como está a divisão interna?
Não tem divisão interna. O código de ética gerou um ambiente de certa desinteligência, porque pareceu lançado num momento de vulnerabilidade de alguns colegas. Não estou imputando essa intenção a ele, mas isso foi impróprio. Quem quer conduzir o tribunal precisa produzir unidade, é elementar.
O senhor, quando votou para manter a prisão de Daniel Vorcaro, fez algumas críticas àquela prisão e ao uso de prisões para se conseguir delação premiada. O senhor acha que essa situação está acontecendo no caso Master?
Não tenho ideia, tenho que examinar em cada caso. O que temo é o autoritarismo penal-judicial. Não gosto da ideia de alguém dizer “agora você vai ter um regime privilegiado porque você me prometeu delatar” ou “agora vou te colocar num presídio de segurança máxima porque você não correspondeu às minhas expectativas”.
O ministro Fachin disse estar conversando com Moraes sobre encerrar o inquérito das fake news. O senhor concorda com essa medida?
Mantido o ambiente de radicalismo, e tudo indica que vai ser mantido, dado o acirramento eleitoral, o inquérito das fake news é necessário. Veja a CPI do Crime Organizado. Era para investigar o PCC e outros que tais, e aí se indicia o ministro Toffoli, o ministro Alexandre, o procurador-geral Paulo Gonet e a mim. A CPMI resolveu o problema do crime organizado no Brasil?
O senhor pediu uma investigação contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) por causa da CPI e outra sobre o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Essas reações reduzem ou inflamam atritos?
A Folha fez um editorial sobre isso, dizendo que Alessandro Vieira tinha exorbitado, mas que a minha reação era desproporcional. Não sei o que resta a alguém que é apontado como integrante de uma organização criminosa senão reagir. Ao fazê-lo, tem que fazer pelas vias do devido processo legal. Esse é o caminho, mas certamente o jurídico da Folha pode me ajudar a compreender esse tipo de reação.
O Senado errou ao rejeitar Jorge Messias para o STF?
Não foi por falta de qualificação. Foi uma questão puramente política, de uma crise política cujo contexto não consigo divisar bem, e foi por isso que me parece que acabou havendo esse encaminhamento, essas desinteligências que se colocam. O governo Lula é um governo de minoria, algo que não conhecíamos nesses 40 anos de Constituição. Ele não logrou ter maioria no Congresso e depende de construções tópicas. Há várias falhas, inclusive uma grave falha de articulação política. Eu trabalhei no governo [FHC]. Eram dramáticas as votações de emendas constitucionais, que precisavam de 308 votos na Câmara. Mas havia pessoas que sabiam calcular.
Sobre penduricalhos, mesmo depois da decisão do STF, foram criados benefícios. O Judiciário perdeu a capacidade de se autorregular nesse tema?
Temos que chegar a um modelo de federalização da folha de salários, com uma plataforma única em que qualquer rubrica precise ser autorizada.
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RAIO-X I Gilmar Mendes, 70
Atual decano do STF, foi indicado ao tribunal pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), de quem foi advogado-geral da União, além de assessor no Ministério da Justiça e na Casa Civil. Antes, foi procurador da República e consultor da Presidência no governo Fernando Collor. Formado em direito pela UnB, concluiu mestrado e doutorado pela Westfälische Wilhelms-Universität zu Münster.
O escândalo do INSS que não pode ser esquecido, como quer o governo Lula
A roubalheira do INSS exige respostas, responsabilização dos culpados e devolução de bilhões
‘Virar a página’ do roubo do INSS, como quer o governo, depende de respostas à sociedade, da responsabilização dos culpados e da devolução de bilhões em recursos à União
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse ao Estadão que chegou a hora de o País “virar a página” da crise dos descontos ilegais nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Para ele, é preciso atacar novas frentes, entre elas a redução dos juros do empréstimo consignado para aposentados e pensionistas e o fim da fila de pedidos de benefícios do órgão.
“Precisamos salvaguardar a instituição, a Previdência Social e o INSS”, disse ele ao jornal. Muito à vontade no cargo, o ministro, inclusive, já assumiu o discurso de seu antecessor, Carlos Lupi, contra a reforma da Previdência.
Para ele, trata-se de um “método de desconstrução” para enfraquecer a imagem da instituição e um problema da área econômica, muito embora a quantidade de contribuintes seja cada vez menor, e o envelhecimento da população, uma realidade que não pode ser ignorada.
É conveniente para o governo Lula dar o escândalo como encerrado. Wolney Queiroz chefia o ministério há um ano, logo após a Operação Sem Desconto ter sido deflagrada. Então número dois da pasta, ele assumiu depois que se soube que Lupi havia sido alertado ainda em 2023 sobre os descontos em uma reunião do Conselho Nacional da Previdência Social e que levou quase um ano para adotar medidas para coibir as fraudes.
Wolney Queiroz, por sinal, estava nessa mesma reunião, mas, diferentemente do chefe, sobreviveu ao escândalo. A pedido de Lula, ele desistiu de disputar a eleição para deputado federal por Pernambuco e permaneceu no ministério, o que torna a superação da crise – a tal virada de página – vital para seu futuro político. (…).
Drástica, mesmo, é a conta que ficou com a União – mais precisamente, com o contribuinte – após o ressarcimento de mais de R$ 3 bilhões a mais de 4,4 milhões de beneficiários.
O rombo, aparentemente, ficará por isso mesmo, uma vez que o governo conseguiu autorização para excluir os valores do arcabouço e da meta fiscal.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS não ajudou em nada. Os trabalhos começaram mal, com deputados e senadores mais preocupados em blindar seus próprios grupos políticos, e terminaram de maneira melancólica, com o vazamento de mensagens íntimas de Vorcaro e sem sequer um relatório final aprovado.
A “virada de página” a que Wolney Queiroz fez referência inclui ainda a demissão do presidente do INSS, Gilberto Waller Jr., que substituiu Alexandre Stefanutto, dispensado em abril do ano passado e preso desde novembro, e a troca da área responsável pelo inquérito da Polícia Federal (PF) sobre os desvios, que afastou o delegado Guilherme Figueiredo Silva das investigações.
No caso de Waller Jr., o Executivo o dispensou atribuindo a ele a responsabilidade pela fila recorde de pedidos de benefícios do INSS, como se a medida não fosse uma forma de conter despesas e administrar o orçamento a conta-gotas.
Quanto ao delegado, que pediu a quebra do sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República, para apurar suas relações com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, a PF alegou que a mudança visava a assegurar a eficiência e a continuidade das investigações.
O esforço do governo é para que o escândalo do INSS fique para trás sem que seja preciso dar respostas à sociedade.
Ora, a superação definitiva dessa crise depende essencialmente do governo, que precisa fazer o mínimo: buscar a responsabilização de todos os culpados e cobrar a devolução dos bilhões desviados pelas entidades e associações ao erário. A “virada de página” depende disso.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 25/05/2026 | 06h45 Por Editorial
E vem aí o estelionato eleitoral
Eis o resumo da coisa: as bondades eleitorais são dirigidas a beneficiários específicos; os custos recaem sobre todos
Não se trata apenas de roubalheira. O dinheiro público vem sendo utilizado em benefício de candidatos às próximas eleições. O movimento mais recente nessa direção teve senadores e deputados como protagonistas.
Foram aprovadas ‘leis’ que relaxam os controles aplicados no uso dos fundos eleitoral e partidário — formados, é bom que se registre, com dinheiro dos contribuintes.
Candidatos e dirigentes partidários também querem mais recursos para praticar bondades eleitorais. De que são eleitorais, não há dúvida. Bondades? Aí depende. Para cidadãos, setores ou empresas beneficiados, certamente.
Para o conjunto do país, poderiam ser chamadas de maldades.
Os gastos de hoje são contas a pagar amanhã. E quem paga são todos os contribuintes. Eis o resumo da coisa: as bondades são dirigidas a beneficiários específicos; os custos recaem sobre todos.
E não é que esteja sobrando dinheiro. O governo federal tem registrado déficits sucessivos — e a expectativa é que continue gastando mais do que arrecada. (…).
O déficit nas contas públicas chegará ao final deste ano (…) perto de R$ 65 bilhões. Em consequência, (…) a dívida do governo aumentará todos os anos.
Está implícito que o próximo governo terá de fazer um ajuste — ou conter as despesas, uma vez que a carga tributária já é muito alta.
Afinal, o que vemos tanto no Executivo quanto no Legislativo é uma forte disposição para gastar.
O governo Lula tem aumentado os gastos todos os anos. Neste em especial, já contratou despesas e créditos extraordinários de R$ 190 bilhões com bondades eleitorais variadas, desde subsídios para a gasolina até financiamento a juros abaixo do mercado a taxistas e motoristas de aplicativos.
As demandas do Congresso, que já controla parte substancial do Orçamento federal, são sistematicamente por mais gastos. Em resumo, não se vê nenhuma proposta de contenção de despesas.
Entretanto, está aí, no crescente buraco das contas públicas, o maior problema do país, causa de outros desarranjos.
Todo mundo concorda que os juros no Brasil são muito altos. E muita gente, inclusive Lula, põe a culpa no BC — o que está errado. Os juros são altos porque o déficit e a dívida são também constantemente elevados.
O governo, devedor, vai a mercado tomar dinheiro emprestado para fechar as contas. E paga juros de 14% ao ano. (…)
Neste ano eleitoral, seria de supor que esse problema estivesse na pauta dos candidatos. Mas só está na pauta dos economistas. Esses economistas acham que o próximo governo será obrigado a fazer o ajuste, para não ser simplesmente paralisado pelo excesso de gastos e pela conta de juros.
Portanto, está previsto aí um estelionato eleitoral. Será uma campanha cara, de muitas promessas caras.
Os eleitos toparão com contas públicas deterioradas. Ou se corrige isso, ou o país cairá num cenário de baixo crescimento, inflação e juros altos. Estelionato de qualquer modo.
Fonte: O Globo, Economia, Opinião, 25/05/2026 00h05 Por Carlos Alberto Sardenberg
Mas, quem usufruiu dos oferecidos e comprometedores dividendos?
Vamos topar quebrar o Brasil de novo pra reeleger o inútil Lula?
Mas voltando ao assunto do artigo:
Seguindo os kôs do fungo parasitário, Lula e seu aparato de desqualificados, de seu mundo idealista metafísica, não nada de roubo dos aposentados, nem escândalo do Banco Master.
https://www.instagram.com/reel/DYrxv9Up-wH/
ao que parece Palocci é um mentiroso.
https://www.youtube.com/watch?v=ejd4DKVMx4k
Só as mães, digo, os corruptos são felizes.
onde você estiver, não se esqueça de mim.
https://www.youtube.com/watch?v=VlEndRS2gIA
Porque Fux não entrou no inquérito das fake news?
Recordar é viver.
https://globoplay.globo.com/v/4478404/
Abrólhos!
A los que se fueron demasiado pronto.
A los que nos dejaron sin querer marcharse.
A los que ya no sabemos si lo que queremos es abrazarles o que nos abracen.
A los que brillan cada noche allí arriba.
A los que están en nuestros sueños de noche y día también.
A los que tuvimos que decir adiós sin querer, sin esperarlo.
A los que nos dejaron huella, momentos y recuerdos inolvidables.
A los que nos hacen soltar una lágrima al pasar por ese lugar especial.
A los que nos dejaron un poco más solos, aunque no se hayan ido del todo.
A los que nos dejaron miles de cosas por decir.
A los que serán siempre, aunque no vuelvan nunca.
A los que un día esperamos volver a ver.
En ese cielo. En esa vida.
Y poder agarrarles fuerte, y no soltarles.
Y decirles, aunque sea por última vez:
” Te amo”
Anónimo
Nos meus estudos sobre o Aparato Petista quero desenvolver uma metodologia de análise do nível de alienação do sujeito que idolatra, voto e cultua a personalidade do nosso biden dos trópico.
Inclusive verificado a hipótese de que pode ser desvio de caráter também
Estes candidatos são uns bananas, já eram pra ter enterrado as pretensões reeleitorais do inútil Lula.
Na Faria Lima não tem BanqueiroTogado que comprou Resort e ficou Milionário junto com a Família e nem recebeu 129 milhões de reais junto com sua Família através de Contratos e outras coisitas mais e se reuniram com Vorcaro para salvar o Banco, por enquanto o que se sabe, e nem viajou com Vorcaro ou participou se suas “Festinhas Sexuais com Bebidas Milionárias Fora do Brasil”, e nem é tão íntimo de sempre se reunir e passear com Vorcaro na “Casa do Banqueiro” ou seus eventos, sempre tinha alguém da Praça dos Poderes, a Intimidade dos Três Poderes com Vorcaro e o Rombo do Banco Master tem que ser Investigados, uma Toga não é maior que Deus e nem das Leis do Brasil e nem maior do que o Brasil e o Povo Brasileiro. O Cidadão quer saber que Intimidade é essa de membros de todos os Poderes participando dos Eventos de Vorcaro e suas Famílias terem Contratos Milionários com o Vorcaro e o Banco Master, alguém na Praça dos Três Poderes pode responder ? Quaisquer Poderes Públicos que não permitem serem Investigados e Auditados nos Objetivos, Finalidades e Atribuições de Quaisquer Cargos/Empregos Públicos, Confessa que está promovendo e praticando GESTÃO CRIMINOSA E TEMERÁRIA !
Talvez uma culpa menor esteja na Faria Lima. Mas a maior parcela peloos problemas desse país esteja centralizado no que chamam a praça dos três poderes.
O sinistrão indicado pela Rainha da Corrupção, vulgo Boca de Sapo faz parte da parcela da população que esquece rápido dos fatos…
Esqueceu rapidinho dos 129 milhões de réis que seu cumpanhero abraçou do Banco Master Class…..