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Ambiente político pode dificultar decisão favorável
Gabriela Echenique
Folha
Empresários brasileiros que participarão da audiência pública nos Estados Unidos nesta segunda (6) e terça-feira (7) para tratar do tarifaço anunciado contra o Brasil temem que as falas de Flávio Bolsonaro (PL) e Paulo Figueiredo acirrem os ânimos e dificultem o processo de negociação com o governo norte-americano.
Os dois se inscreveram para falar na audiência que vai ouvir mais de 80 interessados no tema. Flávio deve pedir a retirada das tarifas. Mas a preocupação dos empresários existe no fato de que o governo norte-americano faz perguntas a cada um dos inscritos.
RECEIO – Não tem como saber os questionamentos nem qual será a postura do presidenciável, mas há um receio de que haja uma politização ainda maior do tema. Os setores envolvidos e que podem ser taxados admitem que o ambiente político atual e o fato de ser ano eleitoral no Brasil dificultam o processo. Até porque o USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) faz uma recomendação, mas a decisão final cabe ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Os empresários também atuam nos bastidores para reduzir as tensões e deixar o ambiente mais favorável para a retirada das tarifas. Na audiência, os empresários vão reforçar que as tarifas não resolvem questões comerciais e podem impactar diretamente os interesses dos americanos.
ARGUMENTO – Vão usar, por exemplo, o argumento de que encarecer as importações brasileiras pode provocar inflação mais alta nos EUA e afetar negativamente o setor produtivo americano. O Brasil exporta muitos bens e insumos industriais aos Estados Unidos.
A ideia é também sugerir que há espaço para negociação em outras áreas, como etanol, minerais críticos, segurança energética e propriedade intelectual. Entre os inscritos estão a Associação Brasileira da Indústria do Arroz, o Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), a União Nacional do Etanol de Milho e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar.
O café verde, por exemplo, está na lista de exceções das tarifas, mas o setor vai pedir para ampliar essa lista e incluir o solúvel. O argumento é que esse tipo de produto atende à população de menor poder aquisitivo.
O temor de Barba é acabar tendo o mesmo destino de Maduro, que foi sequestrado e está preso nos EUA
Governo Lula diz à Câmara que classificação do CV e PCC como terroristas ‘abre margem para ação militar dos EUA no Brasil’
O governo do presidente Lula afirmou à Câmara dos Deputados que a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos EUA pode abrir margem para o uso da força militar pelo governo americano em território brasileiro.
“Adicionalmente, tal aplicação pode ocorrer com amplo grau de discricionaridade, dada a amplitude dos termos adotados na legislação de contraterrorismo daquele país, com sérias possibilidades de implicações para cidadãos brasileiros nos planos financeiro, migratório e penal.
Finalmente, há a possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro”, diz o documento.
A manifestação foi encaminhada à Câmara pouco mais de um mês depois de o governo dos Estados Unidos anunciar a classificação do PCC e do Comando Vermelho como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGT, na sigla em inglês).
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, também anunciou que as duas facções passariam a ser enquadradas como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO), classificação válida desde 5 de junho de 2026.
Ao longo dos últimos meses, o governo brasileiro tentou evitar que Washington adotasse a classificação.
(…)
O Globo, Brasil, 06/07/2026 11h43 Por Letícia Pille — Brasília
Marx explica.
– De acordo com a teoria marxiana, a disputa em torno das tarifas entre Estados Unidos e Brasil deve ser compreendida principalmente como uma expressão da infraestrutura econômica, isto é, dos interesses materiais ligados à produção, ao comércio e à acumulação de capital.
– As decisões do Estado e os conflitos diplomáticos pertencem à superestrutura, mas, em última instância, tendem a refletir e defender interesses econômicos das classes e grupos dominantes.
– Assim, embora as tarifas apareçam como uma questão política, sua raiz, na perspectiva marxiana, é essencialmente econômica, sendo a política o instrumento por meio do qual esses interesses se manifestam e se legitimam.
Por lá não se destrói um país, como o jacu de gaiola neandertal inútil faz, para se reeleger.
Há um projeto nacional que passas de governo a governo.
Não é à toa que são a maior economia mundial.
O máximo que Paulo Figueiredo pedirá é que as mulheres, que não sabem votar, segundo o próprio, sejam sancionadas.
Os empresários devem estar mais preocupados é com o bó do PCC.
Ex-mito detestou vídeo de Micheque postado sem sua autorização — e o tempo fechou
O vídeo bomba de Michelle só foi assistido pelo marido na madrugada de sexta para sábado, ou seja, duas noites após ter explodido nas redes sociais.
De acordo com relatos de aliados próximos de Flávio, o ex-mito detestou o que viu. E o tempo fechou. Michelle não recebeu o o.k. do ex-mito para publicar o vídeo.
O Globo, Opinião, 05/07/2026 05h41 Por Lauro Jardim
Tranqueirada.
Embora , internamente,a solução seja interna e política: catapultar o jacu de gaiola inútil do Planalto.
Se bem que, reeleito, o seu destino certo será o impeachment, pois a situação é muito pior da que impinchou Dilma(nta).
Não teremos o pedido de sanção das mulheres que não sabem votar na audiência da seção 301.
https://www.metropoles.com/mundo/paulo-figueiredo-desiste-de-ir-a-audiencia-sobre-tarifas-nos-eua
A vagabundagem deve se preocupar é com o bó do PCC.
https://www.youtube.com/watch?v=EFiqsk0hsaU