Maior adversário de Lula pode ser seu isolamento político no segundo turno

5 thoughts on “Maior adversário de Lula pode ser seu isolamento político no segundo turno

  1. Magnatas e cotado a vaga de Alckmin doam R$ 375 mil a partido de Alckmin

    Um grupo de abastados doou EM MAIO R$ 375 mil ao PSB, partido de Geraldo Alckmin, segundo a prestação de contas da sigla.

    A maior contribuição partiu de Marcelo Medeiros, sócio da Cambuhy Investimentos e Lanx Capital, além de conselheiro da Alpagartas (dona da Havaianas), da Eneva e da Votorantim S.A. Repassou R$ 200 mil ao partido.

    Ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga também abriu a carteira e doou R$ 100 mil. O economista, aliás, foi escolhido para integrar uma força-tarefa para estudar reformas no Federal Reserve, o BC americano.

    Já o bilionário Salo Seibel, dono do grupo Ligna, contribuiu com R$ 50 mil. O empresário e o irmão Hélio, de uma das famílias mais ricas do Brasil, são assíduos doadores de campanha.

    Para completar, Pedro Wongtschowski, ex-chairman do grupo Ultra e membro do Conselhão de Lula, repassou R$ 25 mil.

    O Globo, Política, 11/07/2026 07h21 Por Rodrigo Castro / Lauro Jardim

  2. Magnatas doam R$ 375 mil a partido de Alckmin

    Um grupo de abastados doou EM MAIO R$ 375 mil ao PSB, partido de Geraldo Alckmin, segundo a prestação de contas da sigla.

    A maior contribuição partiu de Marcelo Medeiros, sócio da Cambuhy Investimentos e Lanx Capital, além de conselheiro da Alpagartas (dona da Havaianas), da Eneva e da Votorantim S.A. Repassou R$ 200 mil ao partido.

    Ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga também abriu a carteira e doou R$ 100 mil. O economista, aliás, foi escolhido para integrar uma força-tarefa para estudar reformas no Federal Reserve, o BC americano.

    Já o bilionário Salo Seibel, dono do grupo Ligna, contribuiu com R$ 50 mil. O empresário e o irmão Hélio, de uma das famílias mais ricas do Brasil, são assíduos doadores de campanha.

    Para completar, Pedro Wongtschowski, ex-chairman do grupo Ultra e membro do Conselhão de Lula, repassou R$ 25 mil.

    O Globo, Política, 11/07/2026 07h21 Por Rodrigo Castro / Lauro Jardim

  3. Avaliar “quem melhor escreve” na imprensa é algo muito pessoal, sabemos todos, pois depende do estilo literário que mais lhe agrada (opinativo, analítico ou literário).

    Luiz Carlos Azedo, colunista político do Correio Braziliense, porém, é uma referência indiscutível.

    O estilo de Azedo se compara ao de outros grandes nomes da escrita jornalística no Brasil:

    Foco: Política nacional e bastidores de Brasília.

    Estilo: Seus textos são marcados por análises densas, contextualização histórica e uma prosa refinada.

    Ele costuma costurar a conjuntura imediata com referências culturais e históricas, tornando seus artigos muito respeitados no meio acadêmico e político.

    Vá escrever bem assim lá na casa do chapéu.

  4. Eu acho que a maior dificuldade de Lula será a mesma que o tirou da cadeia: o Território não permitirá que ele seja eleito,nem com a canalhice de Fachin e comparsas. Quem vai tira-lo do caixão localizado a sete palmos abaixo da terra? Esse CANCEROSO ESTARÁ MORTO E ENTERRADO NESTE ANO. QUE VÁ DISPUTAR COM O DIABO O QUE ELE MERECE.QUE ASSIM SEJA.

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