Carta de Bolsonaro pode fortalecer Flávio, mas silencia sobre Michelle

6 thoughts on “Carta de Bolsonaro pode fortalecer Flávio, mas silencia sobre Michelle

  1. Talvez não ajude nada, mas, em um ato de desespero, o ex-mito tentou reforçar a candidatura de Flávio — que não decola — ao declará-lo seu ‘porta-voz’ (sic) por meio de carta.

  2. “Parafraseando Nelson Rodrigues: ‘Mas não se subestime os bolsotários. Eles podem eleger Rachadinha e tomar o país. Não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos.’”

  3. Lula vinha em queda nas pesquisas e poderia até ter desistido da reeleição, não fosse estupidez dos Bolsonaros em apoiar o ‘tarifaço’ trumpista sobre produtos brasileiros.

    Ao aplaudirem as medidas, transformaram o presidente Trump, com suas ameaças ao Brasil, no maior cabo eleitoral de Barba.

    À extrema-direita autoritária, prepotente e arrogante faltaria inteligência e sabedoria.

    • Lula, que vinha em queda nas pesquisas, poderia até ter desistido da candidatura à reeleição, não fosse a estupidez dos Bolsonaros em apoiar o ‘tarifaço’ trumpista sobre produtos brasileiros.

      Já no seu ocaso político, Lula jamais insistiria na candidatura à reeleição diante de uma derrota iminente. Não iria ‘queimar o filme’ no final de sua carreira política.

      Mas, ao aplaudirem as medidas, os Bolsonaros transformaram o presidente Trump, com suas ameaças ao Brasil, no maior cabo eleitoral de Barba.

      À extrema-direita autoritária, prepotente e arrogante faltaria inteligência e sabedoria.

  4. ‘Bolsonaro é que tem os votos’, e não Flávio, diz Valdemar, ao tentar justificar carta rastaquera do ex-mito

    “É o ex-mito que tem os votos que podem eleger Flávio.”

    Fonte: Folha de S. Paulo, Política, 12.jul.2026 às 19h20 Por Laura Scofield

    Mas, se “os votos do ex-mito” não foram suficientes para reeleger nem ele próprio em 2022, como poderão eleger agora o Rachadinha?

    Nas eleições de 2022, Jair Bolsonaro foi derrotado no 2º turno por Lula (PT), sendo o primeiro presidente do Brasil a não conseguir se reeleger desde a instituição da reeleição em 1997.

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