Charge do Spacca (Arquivo Google)
William Waack
Estadão
No futebol a ficha para o Brasil caiu logo, pois é impossível ignorar mais uma desclassificação. É consenso que o mau resultado na Copa não foi produto de questões fortuitas. A decadência do futebol brasileiro vem de muito tempo, mas agora a ficha caiu sobre nossa mediocridade.
Falta muito para que isso aconteça também na política. Talvez nem aconteça, apesar da mediocridade da disputa em torno de eleições que prometem tornar ainda mais difíceis os grandes problemas. O mais crítico e imediato é o da crise político-institucional, cujo risco está subindo.
PODRES PODERES – Antes se associava corrupção (dos valores, das condutas, da moral, fora o roubo) aos “políticos”. Em todos os níveis no Executivo e, especialmente, no Legislativo. Hoje, a percepção nada subjetiva é a de que o topo do Judiciário também não merece mais confiança.
É importante notar que em conversas privadas integrantes tanto do governo quanto de várias correntes de oposição convergem em dizer que “o Supremo entregando dois ministros” (está subentendido que são os nomes envolvidos no escândalo Master) a coisa se resolve.
Que coisa? A profunda dissolução da legitimidade das instituições? O destrutivo desequilíbrio na relação entre os poderes? Como ganhar causas via parentes de integrantes de tribunais superiores?
SEM CONTROLE – A complexidade da situação que o País enfrenta se dá sobretudo por fatores que os agentes políticos já não controlam ou apenas em parte. Eles são demografia (impacta Previdência), estagnação na produtividade (impacta crescimento econômico), crime organizado (impacta não só autoridade do Estado) e vulnerabilidade externa (impacta defesa e potencializa choques geopolíticos).
Mas é um País beneficiado pela posição geográfica, pela extraordinária abundância de todo tipo de recursos, por um apreciável mercado interno, por capital humano que realizou a revolução da agricultura tropical e produziu excelentes resultados de inovação tecnológica na extração de petróleo e indústria aeronáutica, por exemplo.
Por isso mesmo. paradoxalmente beneficiado por alguns aspectos da destruição da ordem internacional.
POLARIZAÇÃO NEGATIVA – O debate público eleitoral, constrangido pela enfadonha polarização, não contempla nada disso – nem os dilemas nem as oportunidades.
Ao contrário, não parece haver saída do confronto entre um governo desarticulado e com prazo de validade há muito vencido (sobretudo no campo das ideias), e um tipo de oposição comandada por um clã familiar de notável incompetência – para nem se falar de problemas morais.
Mas não caiu ainda a ficha de como é medíocre um tipo de populismo enfrentando o outro.
Acho que os dois são medíocres. Um é um corrupto e mentiroso e o outro é um desequilibrado. pobre desse país com uns políticos desse nível
Willian, entreviste o Deputado Federal Gaúcho Alceu Moreira e constate aptidões para capacitadamente substituir os mencionados “engana-dores” Gepetianos!
Pois é, seu Waack, desse jeito vamos chegar ao ponto de perder o orgulho pela nacionalidade e o amor à nossa gente. Vamos ser medíocres, simplesmente.
Não podemos permitir que a mediocridade partidária nos destrua. Temos que derrotar esses dois pilantras e tentar moralizar o país de vez.
Partindo do princípio de que o preço da liberdade é a eterna vigilância social, o fato é que SEM CONTROLE SOCIAL SÉRIO, ALTIVO, PERENE, FIRME, FORTE E RIJO, a democracia não tem como prosperar e nem como atingir a sua melhor e mais evolutiva versão. E não pode ser chamado de democracia, sob pena de macular a nomenclatura, um ambiente no qual quanto mais se reza e se ora mais assombrações aparecem, onde ao puxar uma pena encontra-se uma galinha, como disse o extinto ministro Teori Zavascki, ambiente no qual puxa-se uma galinha encontra-se um galinheiro completo, levanta-se o fundo falso do galinheiro encontra-se um covil de raposas, hienas, lobos e afins, insaciáveis, refestelando-se harmoniosamente, chorando lágrimas de crocodilos ao degustarem as suas presas, afogadas no mar de lama dos me$mo$. E não há como mudar de verdade esse estado de coisa$ e coiso$ sem projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, abraçado no mínimo pela banda boa, honesta e do bem do conjunto da população, como tábua de salvação, enquanto vítimas, reféns, súditos e escravos dos me$mo$, como me dei ao trabalho visionário, desprendido e intensivo de elaborar, testar e burilar, há cerca de 40 anos na estrada, depois de muita luta no front, com conhecimento de causa, mostrando como fazer as mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, de forma evolutiva, com Democracia de Verdade, Direta, Meritocracia e Deus na causa, perfazendo o conjunto da obra das boas novas. E cadê um congresso com grau de consciência, desprendimento, compromisso com o país, o bem comum do conjunto da sociedade, a democracia de verdade e a Humanidade, à altura das transformações que se fazem necessárias há muito tempo, num ambiente dominado pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, made in USA, controlado pela dita-cuja ? O problema da loucura compulsiva e insaciável por dinheiro…, made in USA, copiada mal e porcamente no Brasil há 136 anos, é a índole e mentalidade da dita-cuja que a faz inescrupulosa, sem bom senso, sem ética, sem moral, sem empatia e sem remorso, que acaba contaminando tudo, até o leiteiro e o leite das crianças. https://www.facebook.com/reel/24667786726154418. Ademais, essa coisa louca de cada maluco, espertalhão ou charlatão puxar as brasas para as suas sardinhas, deu nisso tudo que aí está, ou no estado de coisa$ e coiso$ que aí estão, com prazo de validade vencido há muito tempo, ambiente esse no qual, às vezes, tenho a sensação de estar dando pérolas a porcos oferecendo-lhes a mega solução, via evolução, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação.
https://noticias.uol.com.br/…/camara-ocultou-autor-de-r..
NÃO É O LULA E NEM O BOLSONARO, e nem os seus puxadinhos fantasiados de 3ª, 4ª, 5ª … dos me$mo$ , os culpados maiores pela mediocridade política nacional, que prenuncia o apocalipse da política-partidária-eleitoral já em estágio de fim de feira, mas é isto sim a loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, imposta, há 136 anos, pela república golpista do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, via polarização ora representada pelo sindicalismo e o militarismo, copiada mal e porcamente da matriz norte-americana, que faz a todos e todas vítimas, reféns, súditos e escravos da dita-cuja, inclusive a imprensa falada, escrita e televisionada enquanto conservadora da plutocracia putrefata norte-americana com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar incautos, de modo que o buraco da república que “governa” o Brasil, há 136 anos, é mais amplo e mais profundo, por isso avessos e até inimigos das mudanças de verdade, sistêmicas, sérias, estruturais e profundas que de fazem necessárias há muito tempo, proibidas nas pautas dos me$mo$. https://tribunadainternet.com.br/2026/07/13/favoritismo-de-lula-e-flavio-demonstra-mediocridade-da-atual-politica-brasileira/#comments